Uma moradora da rua Duque de Caxias, no centro de Itabuna, ligou para o Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) e pediu auxílio. Acabara de encontrar um filhote de escorpião.
O funcionário atende e a senhora solicita a visita de um profissional do CCZ. A resposta foi nada animadora:
– Não temos biólogo, senhora.
Há seis meses, quando a cidade estava entregue ao lixo – e aos ratos -, uma autônoma de 45 anos ligou para o Centro de Controle de Zoonoses, e pediu ajuda para combater a infestação de ratos no quarteirão da localidade onde mora. Do outro lado da linha, a mesma resposta.
Em ambos os casos, a solução foi contratar uma empresa especializada em desratização e dedetização. A autônoma se juntou a os vizinhos e contratou uma empresa para se livrar dos ratos, mas o caso da moradora da Duque de Caxias é mais espantoso. Se a mordida de rato traz problemas, a do escorpião é fatal, a depender da espécie.
Está na hora do CCZ contratar profissionais e, assim, cumprir sua função.



















