
Só mudará quando o itabunense passar a ter um sentimento de pertencimento coletivo por esta terra e repetir, como um mantra, os versos da saudosa poetisa Valdelice Pinheiro: “Eu sou plantada neste chão. Este chão sou eu”.
Itabuna é uma cidade de todos e também me pertence. Mas, historicamente, na visão da maioria dos habitantes, sempre teve donos. Mandatários que, após travarem lutas sangrentas e mortais, eliminaram os opositores, assumiram o domínio desta terra, forjaram o mito das “famílias tradicionais” e, imaginariamente, construíram a chamada “elite cacaueira”. Como herança, esses donatários deixaram o poderio, a soberba, a pose, o nariz empinado, a negação do outro. A posse e o uso da força, que fizeram parte do cotidiano dos antepassados, está no DNA do itabunense.
A cidade moldada sob a égide do autoritarismo, construída à sombra do coronelismo, caminha para os seus 110 anos. Mas, ao que parece, a convivência acadêmica e o avanço tecnológico não conseguiram “criar uma mentalidade coletiva”. Itabuna, como nos velhos tempos, ainda traz um ranço da terra onde impera a força, nega o diálogo e cultua a prática da desarmonia social. Aceita conviver com o fantasma do individualismo e preserva as desavenças e disputas pessoais. Aqui sempre mandou quem impôs a sua força, falou mais alto e não respeitou o direito do outro. Hoje, como ontem, o domínio territorial é disputado pelos autoproclamados donos.
Ora, se historicamente Itabuna tem donos, é uma cidade que, na ótica da maioria dos itabunenses, não lhe pertence e o cuidar, o preservar é uma tarefa exclusiva dos seus proprietários. Não se sente nessa condição. Não gosta e não se identifica com os supostos possuidores, que são poderosos. Como não pode confrontá-los nem tem meios de enfrentá-los, a alternativa é destruir o seu bem, seu instrumento de poder e de opressão: a cidade.
A ausência do sentimento de preservação dos bens públicos, a não preservação dos espaços de uso comum, a destruição dos monumentos históricos, a falta de conservação das vias urbanas, o desprezo pelas questões públicas, o estado de abandono em que se encontra Itabuna seriam um recado direto aos donos da cidade? As pichações e ação os vândalos consequências desse fenômeno? As ações criminosas poderiam ser analisadas por esse prisma, com base na premissa apresentada?
Se não, como explicar, então, a crescente onda de criminalidade na cidade que, desde 1979 – portanto, há quatro décadas – vem assustando a população itabunense? E o flagrante e evidente sentimento de letargia e apatia coletivas diante do estado em que se encontra a cidade, ao longo dos últimos quarenta anos? Estaria o itabunense numa espécie de cegueira saramaguiana? Uma apatia coletiva e um crescente processo histórico de desamor por esta terra? Um quadro de enfraquecimento dos seus vínculos sociais e da perda da capacidade de regular o seu comportamento para reconstruir a cidade?
São indagações não tão fáceis de serem respondidas. No entanto, temos uma certeza: o itabunense – principalmente o que dela não se sente dono – hoje, mais do que nunca, necessita nutrir um sentimento de pertencimento por esta terra, reaprender a preservá-la. Fala-se muito em defesa da cidade. Porém, se todos os habitantes, realmente, amassem e lutassem pelo seu desenvolvimento, Itabuna não seria uma terra rasada, devastada, tão desprezada.
Uma diferente forma de amor – talvez, quem sabe – em reações boquirrotas nas mesas de bares, nas lamúrias dos grupos de WhatsApp e nas reclamações aos programas de Rádio. Manifestações que atingem os donos da cidade e não contribuem para mudar o status quo. Mas só mudará quando o itabunense passar a ter um sentimento de pertencimento coletivo por esta terra e repetir, como um mantra, os versos da saudosa poetisa Valdelice Pinheiro: “Eu sou plantada neste chão. Este chão sou eu”.
Porque Itabuna é uma cidade que tem donos, também me pertence!
Ederivaldo Benedito é jornalista, bacharel em Direito, ativista social e pós-Graduado em Direito Penal e Criminologia.

Um homem identificado como Marcos Barbosa Santos, conhecido como Big Big, foi perseguido e morto por dois criminosos, na tarde desta quinta-feira (23), na Avenida Bionor Rebouças, no bairro São Roque. Testemunhas relataram ao PIMENTA que o rapaz estava trabalhando numa oficina mecânica quando foi abordado pelos atiradores.
Big Big ainda teria tentado fugir, mas foi perseguido e atingido com, pelo menos, nove disparos. O crime ocorreu por volta das 15h, em uma das avenidas mais movimentadas de Itabuna. De acordo com testemunhas, os atiradores fugiram numa motocicleta de placa não anotada.
Desesperado, um homem, que seria o pai Big Big, ao chegar ao local, se jogou sobre o corpo e tentou reanimá-lo, mas o rapaz já estava sem vida. A polícia investiga a motivação para o assassinato. As primeiras informações são de que o jovem era trabalhador e não tinha envolvimento com o crime.

Grandes nomes nacionais das áreas de gestão, vendas, finanças e marketing de empresas estarão nesta sexta-feira (24), em Ilhéus, na segunda edição do Master Class – A evolução da experiência. O evento será aberto pela manhã, no Centro de Convenções de Ilhéus, na Avenida Soares Lopes, e reunirá referências como Pedro Superti, Sandro Magaldi e Thiago Nigro.
Pedro Superti, da Fator X, abordará o marketing de diferenciação na era da experiência. Ele esteve em Ilhéus no ano passado, mas a nova palestra é inédita. Grande sucesso nacional e um dos líderes do MeuSucesso.com, Sandro Magaldi apontará como vencer na era dos negócios.
Outra fera, Thiago Nigro, do Primo Rico, vem com uma abordagem especial voltada à independência financeira. Falará sobre como sair do mil ao milhão de reais. A empresária e sócia da Avatim, Mônica Burgos, trará lições de empreendedorismo com abordagem que lembra a sua história. Hoje, a Avatim possui 124 lojas no país e presença em quase todos os estados brasileiros.
Ainda entre os conferencistas, Jovane Nunes e Victor Leal, da Cia de Comédia Os Melhores do Mundo, falam sobre “O melhor negócio do mundo”. Contando a história da companhia, Jovane e Victor propõem inter”treinamento” em uma abordagem diferenciada, provocando riso e reflexão no mundo dos negócios.
O Master Class também oferecerá um plus aos participantes da segunda edição, um workshop sobre inovação. Este plus será para os participantes dos setores Platinum e Royal do evento (clique e confira mais). A segunda edição do Master Class é promovida pelo Instituto Fase e tem patrocínio do Shopping Jequitibá, Cicon, TV Santa Cruz, Meira e Terceira Via, além de apoio do PIMENTA e da Ilhéus FM.

A Marinha divulgou edital para o concurso do Corpo Auxiliar de Praças (CAP). São 90 vagas para candidatos que possuem o ensino médio técnico completo em uma das áreas abertas. O período de inscrições é de 22 de julho a 16 de agosto e a taxa é de R$ 75,00.
Após o Curso de Formação, os aprovados serão nomeados Cabos e terão rendimentos de R$ 3.388,83. Para se inscrever, os homens e mulheres devem ter 18 anos completos e menos de 25 anos no dia 1° de janeiro de 2020.
Além de ter o ensino médio técnico, os candidatos devem estar registrados no órgão fiscalizador da profissão a que concorre, quando existir, e encontrar-se em dia com as obrigações civis e militares.
ESPECIALIDADES
As 90 vagas são nas especialidades de Processamento de Dados (17), Contabilidade (10), Gráfica (7), Estatística (6), Mecânica (6), Metalurgia (6), Enfermagem (5), Meteorologia (5), Motores (5), Radiologia Médica (5), Eletrônica (4), Marcenaria (4), Telecomunicações (4), Administração Hospitalar (3) e Química (3).

Começou nesta quinta-feira (23), em Poznan, na Polônia, a 1ª Etapa da Copa do Mundo de Canoagem Velocidade e Paracanoagem. Os atletas do sul da Bahia Isaquias Queiroz e Erlon de Souza são os únicos representantes do Brasil na Canoagem Velocidade. A competição reúne uma longa lista de medalhistas olímpicos e campeões mundiais e será realizada até domingo (26).
Os dois atletas baianos estão na Europa desde a semana passada e irão competir somente as provas individuais do C1 Masculino 1000 metros e C1 Masculino 500 metros. Isaquias Queiroz teve uma pequena dor no pé esquerdo, mas garante que isso não abala o ritmo de treinos e está bem preparado para competir. “Está normal e vamos tentar remar o máximo para aguentar o gás”, contou.
De acordo com o atleta baiano, a prova servirá de estudo, “vamos participar dessas duas etapas para colher a sensação da disputa e visar o mundial (O Mundial de Canoagem Velocidade será realizado em Szeged na Hungria, em agosto). Depois dessa temporada vamos voltar pra casa para melhorar ainda mais os nossos treinamentos”, adiantou.
Há 10 anos sem remar nas competições em um barco individual, Erlon Souza vê como um desafio a disputa. “O objetivo aqui é ser finalista, pegar a melhor posição possível”, explicou o atleta que nasceu em Ubatã.
Para Erlon, a prova faz parte do caminho traçado até Tóquio. “Estamos aqui para fazer uma somatória do que queremos para o Mundial onde vamos buscar as vagas para os Jogos Olímpicos. Queremos fazer bem feito para saber como está o nosso nível com o nível dos atletas europeus. Vai ser uma das competições mais disputadas”, afirmou.

A Polícia Civil apreendeu pelo menos 10 carteiras de identidade com o trio acusado de usar documentos falsos para sacar benefícios do programa Bolsa Família e do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), em uma agência bancária em Coaraci. Eles são acusados de fraude e, agora, são investigados pela Polícia Federal de Ilhéus.
Além de carteiras de identidade, os policiais apreenderam diversos CPFs, cartões de saque e créditos e procurações falsas. Os acusados foram encaminhados ontem mesmo para a delegacia da Polícia Federal, em Ilhéus, onde foram indiciados. A delegada da Polícia Civil em Coaraci, Ana Cristina Bastos Soares da Silva, disse ao PIMENTA que o trio veio à Bahia exclusivamente para aplicar o golpe.
Os acusados apresentaram mais de um nome no momento da prisão. As duas mulheres são Elizabeth Aparecida Lobato ou Graziele Conceição Lobato, de 52 anos, e Raimunda Almeida da Cunha ou Ilmar Itamar dos Santos, de 63. Já o homem foi identificado como Orízio Alves Pereira, de 69 anos. Ele é deficiente físico. A polícia investiga a veracidade dos nomes dos suspeitos.
O objetivo é promover reflexões sobre o desenvolvimento da criança e a promoção de uma infância plena, digna, saudável e lúdica, pois compreende que as primeiras interações na infância acontecem durante vivências lúdicas. Nesse sentido, a edição de 2019 busca possibilitar múltiplas reflexões sobre a brincadeira como território de convívio entre as diferenças.
Durante o evento, serão abordados seis subtemas: Brincantes de Culturas e Identidades Diferentes, Um corpo sem Limites para Brincar, Brincadeiras como Exercício para a Vida Social, Brincando se Constrói a Cultura de Paz, Repertórios Diversos do Brincar e Quando a Diferença não é Respeitada.
O Dia “B” do Brincar será em 31 de Maio, das 9h às 18h, com Circuito na Avenida Soares Lopes (da Praça da Irene até a Tenda do Teatro Popular) com seis espaços lúdicos onde acontecerão brincadeiras, contação de estória, brinquedos infláveis, pintura facial, jogos e atividades lúdicas e pedagógicas com profissionais da área da Educação.

Estudantes podem consultar, na página do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), as vagas que serão ofertadas em instituições públicas de ensino superior no segundo semestre deste ano. A busca pode ser feita por curso, instituição de ensino e por município.
Podem participar do Sisu os estudantes que fizeram prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2018 e obtiveram nota na redação acima de zero.
As inscrições do Sisu poderão ser feitas de 4 a 7 de junho. Durante esse período, uma vez por dia, o Sisu calcula a nota de corte, que é a menor nota para o candidato ficar entre os potencialmente selecionados.
O resultado será divulgado no dia 10 de junho. Os participantes poderão ainda integrar a lista de espera entre 11 e 17 de junho.
SIMULADOR
Para evitar sobrecarga do sistema, o Ministério da Educação (MEC) vai tirar temporariamente do ar o simulador do Sisu, que mostra informações dos últimos processos seletivos.
O sistema não poderá ser acessado a partir de hoje (23), e a previsão é que volte ao ar no dia 10 de junho. “A medida, preventiva, foi necessária para evitar que o sistema fique sobrecarregado”, informou o MEC.

A ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou recurso do ex-deputado federal Luiz Caetano (PT) e manteve a condenação por improbidade administrativa devido a irregularidades na contratação da Fundação Humanidade Amiga, quando o petista era prefeito de Camaçari.
A decisão, anteriormente confirmada pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), determina que o ex-prefeito devolva R$ 304 mil aos cofres públicos e pague multa de mesmo valor.
Caetano disputou as últimas eleições sob efeito de uma liminar, mas sua diplomação para a atual legislatura foi anulada, após Rosa Weber, como presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar a execução imediata da decisão que confirmou a inelegibilidade do petista. Do Bahia.ba
– Eu sou atleta amador e desportista e tenho uma forte ligação ao Esporte de Itabuna. Meu sonho é ver o “Itabunão” e a Vila Olímpica funcionando. Considero um erro de avaliação a extinção da Secretaria de Esportes e estou lutando para o seu retorno. Após me encontrar com alguns representantes do setor, eu conversei sobre o assunto com alguns colegas vereadores e com o prefeito Fernando Gomes – disse.
Para o presidente da Câmara, o momento é propício para discutir medidas que fortaleçam o esporte itabunense, tendo em vista que o Estado sinalizou que liberará recursos para a reforma da Vila Olímpica e o município precisa recuperar o Itabunão. “O Governo do Estado anunciou a reforma da Vila Olímpica e precisamos discutir a situação do “Itabunão”, um estádio que pertence ao município. O momento é propicio, porque temos Davidson Magalhães, um itabunense como secretário estadual do Trabalho e do Esporte, e existe hoje uma mobilização de atletas e desportistas locais nesse sentido”.

Do Valor
Todos os alimentos têm histórias e sabores particulares, e, exceto por uma lista restrita de produtos como vinho, cachaça e alguns queijos, raramente os consumidores conectam as duas pontas. Essa distância existe no mundo do chocolate, mas, no Brasil, uma nova leva de empreendedores quer trocar esse disco e “reconectar” a produção nacional de cacau com a capacidade de produção de chocolates finos e de qualidade.
“Hoje você não sabe qual a origem do cacau, se é brasileiro, baiano, africano. Mas é possível ter um chocolate de origem se tiver rastreabilidade, quando você pode identificar de onde vem a amêndoa, e, principalmente, se tiver um percentual elevado de cacau na sua composição”, diz o empresário Marco Lessa.
Fundador da ChOr, que fabrica chocolates com alto teor de cacau produzido na Bahia, Lessa também é um dos principais expoentes da nova “cena chocolateira” brasileira. Já organizou festivais com empresas como a sua em Ilhéus, Belém e, no último mês, também em São Paulo.
Olhares mais atentos e bolsos mais cheios já notaram que as prateleiras de lojas em grandes centros urbanos como São Paulo estão começando a ser ocupadas por esses chocolates, que muitas vezes não têm só mais cacau, mas também a identificação da região de produção e até do agricultor responsável.
Trata-se, como reconhecem os próprios empreendedores, de um mercado de nicho. Mas eles acreditam que essa pode ser a solução para uma nova fase de crescimento da cacauicultura no Brasil, que perdeu o posto de maior produtor do mundo na década de 1990 ante os estragos causados pela vassoura-de-bruxa.
Embora não existam dados oficiais sobre esse segmento, Lessa diz que, se dez anos atrás não se tinha notícia de chocolateiros preocupados com a origem do cacau utilizado, atualmente há cerca de 120 empresas no Brasil que produzem o chocolate “de origem”, faturando, no total, entre R$ 30 milhões e R$ 50 milhões por ano.
Os números estão distante das cerca de 250 marcas de chocolate conhecidas como “bean to bar” (da amêndoa à barra) nos Estados Unidos, compara o empresário. Mas ele acredita que o número no Brasil poderá dobrar em até dez anos.
“Vai ter mais cacau fino, mais consumo e mais empreendedores”, aposta Lessa. Essa certeza considera que as empresas do ramo crescem dois dígitos por ano, mesmo em anos de crise, enquanto a grande indústria avança de 2% a 3% ao ano.
Embora pequeno, esse segmento, que preza pela qualidade, compra cerca de metade do cacau “fino” brasileiro, sobre o qual se paga um prêmio. O volume corresponderia a cerca de 1 milhão de toneladas. A produção nacional de cacau gira em torno de 180 milhões de toneladas.
Dentre os empreendedores do meio há desde pequenos chocolateiros em busca de um lugar ao sol até agricultores que buscam uma forma de agregação de valor.
Lessa, que iniciou uma produção de pequeno porte de chocolate, inaugurou no início deste ano, em Ilhéus, uma planta de processamento de cacau a partir de um aporte de R$ 3,5 milhões realizado com o sócio Henrique Almeida. A unidade processará cacau sob demanda para essas novas empresas de chocolate de qualidade da região. O estabelecimento possui um laboratório para que chocolateiros e produtores testem novas receitas e será aberto à visitação de turistas.
No Brasil, como a legislação exige que todo chocolate tem que ter no mínimo 25% de cacau – abaixo da exigência de 35% em mercados desenvolvidos -, garantir um teor mais elevado que o da grande indústria parece não demandar muito esforço. Mas, segundo Lessa, a maior parte dessas novas empresas já trabalha com teores de ao menos 40%.
Para competir com as indústrias tradicionais na compra da matéria-prima, a saída é pagar mais aos produtores. E o prêmio tem sido de, no mínimo, 30% acima dos valores de mercado, diz Lessa. Segundo ele, esses prêmios chegam a dobrar a renda do produtor, dependendo do tipo e do tratamento da amêndoa.
Tal estratégia é central na Dengo, criada em 2017 pelo empresário Guilherme Leal para ser um investimento de impacto social. O negócio paga aos produtores, basicamente de pequeno e médio portes, prêmios de pelo menos 70%.
Uma boa remuneração é a forma mais concreta que a empresa encontrou para alcançar seu objetivo de valorizar o trabalhador do campo, diz Estevan Sartorelli, CEO da Dengo. Mas a empresa também envia técnicos para dar assistência e incentivar a produção de um cacau fino.
Na visão do executivo, a maioria dos consumidores ainda não tem interesse em saber qual é a origem do cacau do chocolate que consome, mas já busca um produto com mais qualidade. “Em meio século, desprestigiamos a qualidade em favor da tecnologia de processamento. Mas a boa comida vem da cozinha, e não do laboratório”, diz.
A expansão da cacauicultura no Pará, fomentada pelo governo do Estado e pela Comissão Executiva de Planejamento da Lavoura Cacaueira (Ceplac), também jogou luz sobre o potencial da quantidade e da qualidade do cacau da região Norte.
Ao descobrir que a amêndoa é originária da Amazônia e que 60% do cacau fino do mundo vem do Equador, a chocolateira Luiza Abram pegou um avião e descobriu, no Acre, uma cooperativa que viria a ser sua primeira fornecedora.
Aos poucos, Luiza realizou incursões na Amazônia em busca de comunidades que já plantavam cacau e convencendo outras a apostar na cultura de forma profissional. “Alguns [produtores] até já exportavam para a Alemanha, mas em outros casos o cacau ficava para os macacos e papagaios”, conta.Leia Mais

O deputado e líder do PSL na Câmara dos Deputados, Delegado Waldir, disse ontem em audiência que “a Bahia é um lixo”. Foi durante debate na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e contava com a presença do ministro da Educação, Abraham Weintraub, numa das comissões da Casa.
Delegado Waldir, deputado federal por Goiás, debatia com os deputados federais baianos Alice Portugal (PCdoB) e Bacelar (Podemos), quando cometeu a agressão contra o maior estado nordestino. Confira em vídeo postado no Twitter.
“A Bahia é um lixo” diz o líder do PSL na Câmara, o delegado Waldir. Eles odeiam o Nordeste pic.twitter.com/jYOrGMcbPL
— Bruxa Novaiorquinis (@Ro_anna) 23 de maio de 2019
Termina hoje (23) o prazo para pagar a taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019. O valor é R$ 85,00 e pode ser pago em agências bancárias, casas lotéricas e Correios. A inscrição só é confirmada após o pagamento.
As inscrições para o Enem foram encerradas na última sexta-feira (17), com 6.384.957 inscritos. O total de participantes confirmados será divulgado no dia 28 deste mês.
Quem teve direito à isenção do pagamento da taxa e concluiu a inscrição no prazo tem participação garantida. As provas serão aplicadas em dois domingos, 3 e 10 de novembro.
Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir este ano pode usar as notas do Enem, por exemplo, para se inscrever em programas de acesso à educação superior como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu), o Programa Universidade para Todos (ProUni) ou de financiamento estudantil (Fies).

Itabuna, no sul do Estado, e Jequié e Vitória da Conquista, na região sudoeste, ofertam, juntas, quase 80 vagas de emprego nesta quinta-feira (23) nas unidades do SineBahia nestes municípios.
Metade das vagas é oferecida nas unidades do SineBahia de Conquista (39). As 38 vagas restantes são oferecidas em Itabuna (28 oportunidades) e Jequié (10).
Os interessados precisam comparecer a uma destas unidades com carteiras de Trabalho e de Identidade (RG), CPF, PIS/Pasep e comprovantes de residência e de escolaridade. Pessoas com deficiência (PCDs) precisam apresentar laudo médico. Clique no “Leia Mais” e confira todas as vagas abertas para esta quinta.Leia Mais

Ex-gerente do Banco do Nordeste de Itabuna, o bancário aposentado Aldo Resende Ferreira, de 65 anos, faleceu por volta das 18h30min desta quarta-feira (22) em uma colisão envolvendo um Ford EcoSport e um Renault Kwid, na BA-290, em Medeiros Neto, no extremo-sul da Bahia.
Aldo estava sozinho no veículo e três pessoas que viajavam no outro carro, entre elas duas crianças, também faleceram, duas delas identificadas como Lucas Viana Lima, de 28 anos, e o filho, Afonso, de 4 anos. A bebê de 3 meses não teve o nome divulgado. A mulher, Luciana Longo, foi transferida em estado grave para o Hospital Municipal de Teixeira de Freitas.
Aldo Resende trabalhou no Banco do Nordeste em Itabuna, em Medeiros Neto e em Barra da Estiva. Havia se aposentado há cerca de um mês. Alailson Batista de Jesus lembra que Aldo morou por muito tempo em Itabuna – primeiro no Jardim Primavera e depois no Fátima, sendo vizinho e amigo dos ceplaqueanos Luiz Bezerra e Emanoel Acilino.
“Aldo se aposentou há um mês e se preparava para ampliar o trabalho social que desenvolvida, de assistência às pessoas carentes”, disse Alailson ao PIMENTA. Amigo do bancário aposentado, Alailson lembra que Aldo construiu uma legião de amigos por onde passou e em Itabuna criou os quatro filhos, um deles médico da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, residente em Porto Seguro. “Estamos muito tristes e ainda em choque com esta notícia”, afirmou ele. Atualização às 7h58min (23/05).






















