
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) multou o ex-prefeito Joaquim Babo, de Itapitanga, em R$ 3 mil por não ter encaminhado, no prazo estabelecido, as prestações de contas referentes aos meses de maio a julho de 2016, nem informado os dados da gestão no sistema SIGA pelo mesmo período. A multa foi aplicada em sessão desta terça-feira (4).
O relator, Fernando Vita, ressaltou o posicionamento firmado pelo TCM no qual prevê imputação de multa no valor de R$1 mil para cada mês que não houver a entrega da documentação exigida. O ex-prefeito pode recorrer da decisão, de acordo com o próprio tribunal.
ITANAGRA
Ainda hoje, o TCM multou, também em R$ 3 mil, o ex-prefeito de Itanagra Valdir Jesus de Souza, por não ter encaminhado pelo e-TCM as prestações de contas relativas aos meses de setembro a dezembro de 2016, bem como por não ter alimentado o sistema Sistema Integrado de Gestão e Auditoria (SIGA), da corte de contas, no mesmo período.
O relator do processo, conselheiro José Alfredo Rocha Dias, afirmou que a falta de encaminhamento das contas mensais serão sempre motivo de reprimenda e sanção pelo tribunal, vez que tais omissões dificultam e podem comprometer a eficiência do próprio sistema de fiscalização do controle externo.

O Sebrae já está sendo realizado o atendimento empresarial com hora marcada em todos os 27 pontos de atendimento da instituição na Bahia. O interessado deve agendar gratuitamente pela Central de Relacionamento Sebrae, no 0800 570 0800, das 9h às 17h, o dia e a hora para comparecer a um dos pontos. A ligação é gratuita, inclusive de celular.
O novo modelo vai garantir atendimento gratuito para serviços como orientação sobre abertura de empresas, soluções para o Microempreendedor Individual (MEI), atendimento sobre finanças, mercado e marketing, ideias de negócios (Radar Sebrae), dentre outros.
O Sebrae disponibiliza pontos de atendimento em Salvador e nos municípios de Alagoinhas, Camaçari, Lauro de Freitas, Barreiras, Feira de Santana, Euclides da Cunha, Itaberaba, Ilhéus, Itabuna, Jacobina, Senhor do Bonfim, Juazeiro, Paulo Afonso, Santo Antonio de Jesus, Valença, Irecê, Seabra, Teixeira de Freitas, Eunápolis, Porto Seguro, Vitória da Conquista, Brumado, Guanambi, Itapetinga e Jequié.Leia Mais

Do Comunique-se
A Telefônica Data informou que adquiriu a totalidade das ações representativas do capital social da Terra Networks Brasil S.A, da SP Telecomunicações Participações S.A. A negociação foi fechada por R$ 250 milhões. As informações foram veiculadas em reportagem do Estadão.
A boa notícia é que o acordo permitirá que o Portal Terra continue operando no Brasil. Em outros países, como Espanha e Estados Unidos, a marca deixará de existir. A Telefônica informou que a proposta com a compra do portal é “possibilitar ampliação e integração da oferta comercial de serviços digitais que podem agregar valor imediato à carteira de clientes da TData e da companhia, bem como gerar oferta de serviços da TData para a base de clientes e assinantes dos serviços da Terra Networks e, gerar alavancagem do negócio de publicidade da TData”.
“A TData é uma sociedade que se dedica à exploração de SVA, bem como de soluções empresariais integradas em telecomunicações, assistência técnica de equipamentos e redes de telecomunicações, manutenção de equipamentos e redes e elaboração de projetos”, disse a TData em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Bandidos arrombaram a Unidade de Saúde José Édites, na Rua Floresta, São Caetano, em Itabuna, pela terceira vez, somente neste ano. O último arrombamento ocorreu nesta madrugada de terça (4). De acordo com a direção da unidade, foram levadAs impressora e todas as lâmpadas da unidade.
Segundo a diretora do Departamento da Atenção Básica, Alessandra Lopes, “além de levarem o material, os assaltantes deixaram um rastro de vandalismo em todas as salas”. O atendimento ao público na unidade foi interrompido, temporariamente, de acordo com o município.

Guarnições da Polícia Militar prenderam o traficante Bruno Santos de Jesus, o Bagadinha, ontem à noite, no Bairro Pedro Jerônimo, em Itabuna. A polícia informou ter apreendido munições e drogas.
A prisão ocorreu por volta das 22 horas, quando Bruno tentou fugir. Com ele e um outro homem, Gelson de Jesus Almeida, os policiais apreenderam 40 cartuchos calibre .38, cem petecas de crack, 65 pedras de crack para serem embaladas, uma pedra de crack grande e dois celulares.
Também foram apreendidas 5 petecas de cocaína, um saco pequeno com cocaína, uma balança de precisão, além de maços de cigarro. A droga foi apreendida na casa de Gelson, na Rua São Pedro.

A 2ª edição da Feira Literária de Mucugê (Fligê) vai movimentar a Chapada Diamantina, de 10 a 13 de agosto. Este ano, a feira tem como homenageado o autor de Os Sertões, Euclides da Cunha (1866-1909), como parte das comemorações pelos 120 anos da Guerra de Canudos. Entre os nomes já confirmados para o evento, estão a atriz e escritora Ingra Liberato, o deputado federal e também autor literário Jean Wyllys, além de atrações musicais como o cantador Elomar e a Orquestra Juvenil da Bahia (Neojiba).
Com o tema “Somos paisagens dos sertões em rotas de composições”, a Fligê tem o propósito de apresentar, difundir e valorizar a obra literária em sua natureza plural e em diálogo com outras expressões artísticas. Durante a feira, o público poderá ainda conhecer mais sobre o trabalho das poetisas Martha Galrão e Ângela Wilma, cuja participação também já confirmada.

Grande parte da programação se concentrará no Centro Cultural de Mucugê, mas haverá também atividades na Casa da Filarmônica Vila Igatu, escolas e espaços públicos da cidade. Nesses locais, acontecerão conferências, mesas de conversa, encontros literários, concertos lítero-musicais, lançamentos de livros, leituras guiadas, contação de estórias, oficinas, estandes/editoras, intervenções artísticas, filmes, shows e atividades afins, com a participação de conceituados autores e autoras do circuito nacional, bem como a nova geração que se dedica a encontrar seu espaço para apresentação de sua obra.
A programação, totalmente gratuita, dirige-se ao público adulto, mas também, dispõe de um espaço para o encontro do público infantil e comunidade estudantil: a Fligezinha, que permitirá aos participantes, experimentações literárias, além de vivências de leitura inclusiva. A Feira Literária de Mucugê tem o apoio financeiro do Governo do Estado, por meio das secretarias de Cultura e da Fazenda do Estado, além do Ministério da Cultura (MinC), e conta com parceria da Prefeitura de Mucugê.
Voluntários, entre dentistas cooperados, enfermeiros e estudantes, atenderam não apenas adultos, mas também as 80 crianças que compareceram ao local, que receberam uma atenção especial pra saúde da boca e se divertiram no parque montado.
Existem doenças silenciosas que podem se tornar muito graves se não forem detectadas no início. Durante o evento, a população da comunidade, marcada pela extrema carência de serviços públicos, recebeu, entre outros atendimentos, a aferição da pressão arterial, da glicose e do índice de massa corpórea, importantes para detectar diabetes e hipertensão.
“Dedicar um tempo da sua vida para apoiar o próximo é de extrema importância, pois me sinto feliz ao compartilhar um pouco do que eu sei com as pessoas que precisam’’, afirma o odontólogo Bolívar Landi, voluntário da Uniodonto no Dia de Cooperar em Ilhéus. Essa é a segunda vez que participa do evento, onde palestrou para as crianças sobre cuidados com a saúde bucal.Leia Mais
Na festa, de acordo com o município, a Bahiatursa atuou na contratação das bandas e a prefeitura cuidou da infraestrutura, que incluiu dois palcos, camarote oficial, portal de acesso e montou um pequeno arraial na quadra esportiva na avenida Mário Padre, que funcionou como uma atração à parte.
O ex-ministro Geddel Vieira Lima já está na Superintendência da Polícia Federal (PF), em Brasília. Ele chegou no início da madrugada de hoje (4). A prisão preventiva foi pedida pela PF e pelos integrantes da Força-Tarefa da Operação Greenfield, a partir de informações fornecidas em depoimentos do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada.
Em janeiro deste ano, policiais federais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa do ex-ministro, alvo da Operação Cui Bono, que investiga o suposto esquema de corrupção na Caixa no período entre 2011 e 2013 – período em que Geddel ocupou a vice-presidência de Pessoa Jurídica da instituição.
Ao decretar a prisão preventiva do ex-ministro Geddel Vieira Lima, o juiz federal Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal no Distrito Federal, autorizou a busca e apreensão de aparelhos celulares do investigado e a quebra do sigilo telefônico dos aparelhos apreendidos. O objetivo é buscar elementos para comprovar os contatos de Geddel com a esposa do doleiro Lúcio Funaro, preso na Operação Lava Jato.
Na decisão, o juiz diz que Geddel entrou em contato por diversas vezes com a esposa de Funaro para verificar a disposição do marido preso em firmar acordo de colaboração premiada, o que pode caracterizar um exercício de pressão sobre Funaro e sua família. Segundo o magistrado, não é a primeira vez que Geddel tenta persuadir pessoas ou pressioná-las, lembrando o episódio em que o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero acusou Geddel de atuar para a liberação da construção de um imóvel em Salvador.Leia Mais
Segundo comunicado das companhias, que não revela o valor do negócio, o objetivo com a aquisição é fazer uma integração intermodal entre Passaredo e Itapemirim e melhorar o atendimento em mercados regionais de pequeno e médio portes, com ligações aos grandes centros.
“O grupo que objetiva crescer não só no transporte de passageiros mas também em cargas, deve incorporar mais 20 aeronaves à frota até o final de 2018, chegando assim a aproximadamente 80 destinos aéreos no interior do país.” Informações do Valor Econômico.

A Polícia Federal prendeu o ex-ministro Geddel Vieira Lima, preventivamente, nesta segunda-feira (3), informou, há pouco, o site da Folha de São Paulo. A prisão ocorreu na Bahia, de acordo com o jornal. O ex-ministro já era investigado na Operação Lava Jato.
Há duas semanas, Geddel chegou a oferecer o seu passaporte ao Supremo Tribunal Federal (STF) como medida para evitar a prisão. Ele é investigado por suspeita de operar esquema no governo federal.
Atualização – Há pouco, o Ministério Público Federal emitiu nota com informações relacionadas à prisão preventiva de Geddel. A prisão tem como fundamento elementos reunidos a partir de informações fornecidas em depoimentos recentes do doleiro Lúcio Bolonha Funaro, do empresário Joesley Batista e do diretor jurídico do grupo J&F, Francisco de Assis e Silva – sendo os dois últimos em acordo de colaboração premiada. No pedido enviado à Justiça, os autores afirmaram que o político tem agido para atrapalhar as investigações. O objetivo de Geddel seria evitar que o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e o próprio Lúcio Funaro firmem acordo de colaboração com o Ministério Público Federal (MPF). Para isso, tem atuado no sentido de assegurar que ambos recebam vantagens indevidas, além de “monitorar” o comportamento do doleiro para constrangê-lo a não fechar o acordo.
Na petição apresentada à Justiça, foram citadas mensagens enviadas recentemente (entre os meses de maio e junho) por Geddel à esposa de Lúcio Funaro. Para provar tanto a existência desses contatos quanto a afirmação de que a iniciativa partiu do político, Funaro entregou à polícia cópias de diversas telas do aplicativo. Nas mensagens, o ex-ministro, identificado pelo codinome “carainho”, sonda a mulher do doleiro sobre a disposição dele em se tornar um colaborador do MPF.
Para os investigadores, os novos elementos deixam claro que Geddel continua agindo para obstruir a apuração dos crimes e ainda reforçam o perfil de alguém que reitera na prática criminosa. Por isso eles pediram a prisão “como medida cautelar de proteção da ordem pública e da ordem econômica contra novos crimes em série que possam ser executados pelo investigado”.
DETIDOS
Com a prisão de Geddel, passam a ser cinco os presos preventivos no âmbito das investigações da Operação Sépsis Cui Bono. Já estão detidos os ex-presidentes da Câmara, Eduardo Cunha e Henrique Eduardo Alves, o doleiro Lúcio Funaro e André Luiz de Souza, todos apontados como integrantes da organização criminosa que agiu dentro da Caixa Econômica Federal (CEF). No caso de Cunha, Alves e Funaro, já existe uma ação penal em andamento. Os três são réus no processo que apurou o pagamento de propina em decorrência da liberação de recursos do FI-FGTS para a construção do Porto Maravilha, no Rio de Janeiro. Além deles, respondem à ação Alexandre Margoto e Fábio Cleto.
INVESTIGAÇÕES
Geddel Vieira Lima é um dos investigados na Operação Cui Bono. Deflagrada em 13 de janeiro, a frente investigativa tem o propósito de apurar irregularidades cometidas na Vice-presidência de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal, durante o período em que foi comandada pelo político baiano. A investigação teve origem na análise de conversas registradas em um aparelho de telefone celular apreendido na casa do então deputado Eduardo Cunha.
O teor das mensagens indicam que Cunha e Geddel atuavam para garantir a liberação de recursos por vários setores da CEF a empresas, que, após o recebimento, pagavam vantagens indevidas aos dois e a outros integrantes do esquema, entre eles Fábio Cleto. Cleto, que ocupou por indicação de Eduardo Cunha a vice-presidência de Fundos de Governo e Loterias, foi quem forneceu as primeiras informações aos investigadores. Em meados do ano passado, ele fechou acordo de colaboração premiada com a Procuradoria Geral da República (PGR).
Em conversas datadas de 2012, por exemplo, os envolvidos revelam detalhes de como agiram para viabilizar a liberação de recursos para sete empresas e um partido político. Entre os beneficiados do esquema ilícito aparecem companhias controladas pela holding J&F, cujos acionistas firmaram recentemente acordo com o MPF. O aprofundamento dos indícios descobertos com a análise do conteúdo armazenado no aparelho telefônico apreendido permitiu aos investigadores constatarem intensa e efetiva participação de Geddel Vieira Lima no esquema criminoso. Além da prisão preventiva, a Justiça acatou os pedidos de quebra de sigilos fiscal, postal, bancário e telemático do ex-ministro.

Um pescador morreu, no início da tarde de hoje (3), quando o barco em que estava naufragou próximo ao Morro de Pernambuco, em Ilhéus. A vítima, de acordo com a Capitania dos Portos, já foi identificada como José Santos Conceição, de Itabuna.
Ele faleceu enquanto era levado para o Hospital Geral Luiz Viana Filho, em Ilhéus, informou o Ilhéus em Resumo. Três pessoas estavam na embarcação no momento do naufrágio, sendo resgatadas pelo Corpo de Bombeiros. José Santos não resistiu.
Os outros dois tripulantes, que são de Ilhéus, saíram ilesos do acidente. Os sobreviventes e o Corpo de Bombeiros acreditam que o mau tempo, principalmente os fortes ventos que sopram no litoral baiano hoje, foram as causas da tragédia.

A polícia civil pedirá, ainda nesta segunda (3), a transferências dos líderes de facções criminosas de Itabuna para presídios de segurança máxima, segundo anunciou, há pouco, o delegado regional André Aragão. O pedido será apresentado ao Ministério Público Estadual (MP-BA) e ao Judiciário depois dos ataques ocorridos no final de semana, segundo Aragão em entrevista concedida ao Balanço Geral, da TV Cabrália.
O município teve um dos finais de semana mais violentos dos últimos tempos. Uma criança foi morta a tiros durante ataque de criminosos (veja abaixo). De acordo com informações preliminares, o ataque seria resultado de disputas entre as facções criminosas Raio A e DMP.
O coordenador da Polícia Civil em Itabuna disse que o pedido já está formulado, mas existe um trâmite burocrático. O comando estadual da Polícia Civil é quem deve fazer a solicitação de transferência dos líderes de facções criminosas em Itabuna. Para a polícia, não restam dúvidas de que as ordens para ataques como ocorridos no Zizo, no Gogó da Ema e na Califórnia partiram do presídio.

Renan Melo Xavier | Poder360
Na publicidade, quando uma empresa passa por uma transformação de marca, diz-se que ela está em processo de “rebranding”. Esse movimento tem sido percebido também no universo político brasileiro. Em ano pré-eleições gerais de 2018, partidos de menor expressão apelam para uma mudança de suas marcas com o objetivo de atrair eleitores e afastar suas imagens de partidos tradicionais.
Em 2018, os eleitores vão se deparar com nomes como “Podemos”, “Avante” e “Livres”. No entanto, essas legendas com cara de “novo” já acumulam décadas de atividades.
Um dos partidos mais antigos do país, o PTN (Partido Trabalhista Nacional) foi autorizado em maio pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a mudar de nome. Oficialmente, chama-se Podemos.
Uma das ideias para a mudança do nome do PTN remonta ao slogan da campanha presidencial de Barack Obama nos Estados Unidos em 2008, o “yes, we can”. O partido, no entanto, tem se espelhado no desempenho do presidente eleito da França em 2017, Emmanuel Macron. Tanto é que os membros não querem que o Podemos seja chamado de partido e, sim, de “movimento”.
O antigo PTN já teve 1 presidente da República: Jânio Quadros, em 1960. A sigla, contudo, vinha escrevendo uma história tímida nos últimos anos. Em 2014, por exemplo, elegeu apenas 4 deputados federais. Meses depois, ficou com apenas 2.
Com a ideia de mudança de nome, outros deputados apoiaram a presidente do partido, a deputada Renata Abreu (SP), e passaram a compor a nova sigla. O Podemos foi lançado oficialmente neste sábado (1.jul.2017), contando com 14 deputados federais e 2 senadores.
O Podemos deve lançar candidatura à Presidência da República em 2018, com o nome do senador Álvaro Dias (PR). Ao longo dos 72 anos de história do PTN, o partido disputou apenas as eleições presidenciais de 1960 e 1998.
Outro caso é o do PT do B (Partido Trabalhista do Brasil). Ainda sem autorização do TSE, o partido quer se chamar Avante. E 1 dos motivos para a mudança é o “PT” que ele carrega atualmente no nome.
A legenda quer desassociar sua imagem ao Partido dos Trabalhadores –1 dos mais afetados com os escândalos de corrupção dos últimos anos.
Com 28 anos de atuação, o PT do B tem apenas 4 deputados federais. A sigla não tem pretensões de disputar o Planalto em 2018 como o Podemos, mas quer melhorar os números no Congresso Nacional.
Não são apenas os pequenos partidos que pensam em mudar de nome. Em novembro do ano passado, o presidente do PMDB (Partido do Movimento Democrático Brasileiro), o senador Romero Jucá (RR), apresentou uma proposta para o partido voltar a se chamar apenas MDB, como nos tempos de oposição à ditadura militar.
A ideia, contudo, não deve prosperar até as eleições de 2018.
























