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O índice de abstenção no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) atingiu 27,9%, conforme o Ministério da Educação. A Bahia está entre os estados campeões em faltosos nesta edição que registrou 5.791.290 inscritos.

Hoje foi o segundo dia do Enem e, no total, 65 candidatos foram eliminados por usar celular para postar imagens das questões em redes sociais como Facebook enquanto ainda faziam prova.

De acordo com o MEC, os gabaritos das provas de ontem e hoje serão divulgados na próxima quarta, 7, nos sites do MEC e do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

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Professora foi vítima de acidente.

Um acidente grave na rodovia Ilhéus-Itabuna, ontem à noite, matou a professora Eliane de Matos Pereira, 54, ex-professora da rede municipal e ex-assessora da Secretaria de Educação de Itabuna.

A colisão de um Peugeot com o Citroen Air Cross em que Eliane viajava ocorreu próximo a Salobrinho, em Ilhéus, e também provocou a morte de um homem. Eliane Matos era coordenadora do IfBaiano de Uruçuca (antiga Emarc). Com informações do Portal Sul da Bahia.

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Após as eleições municiais, pelo menos dois partidos já apresentam – publicamente – fatura ao governador Jaques Wagner. Querem mais espaço na gestão estadual.

O deputado federal Daniel Almeida, presidente do PCdoB baiano, cobra mais “carinho” ao partido no governo do “Barbudinho de Ondina”. Os cururus comandam a Bahiagás e as secretarias estaduais do Trabalho e Esporte (Setre) e da Copa (Secopa). Agora, estão de olho também na Pasta da Educação, hoje dirigida por Osvaldo Barreto.

Na mesma linha, segue o vice-governador e presidente do PSD, Otto Alencar. Ao jornal A Tarde, Otto – que começa a articular sua candidatura à sucessão de Wagner, diz que o partido fez 72 prefeitos e tem 12 deputados estaduais e seis federais, mas conta apenas com a Secretaria de Infraestrutura, comandada por ele.

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Marco Wense

Os peemedebistas querendo manter Michel Temer como companheiro de chapa de Dilma e os socialistas reivindicando o nome do próprio Eduardo Campos.

A bola da vez, quando o assunto envereda para a disputa do Palácio do Planalto, é o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Todo esse oba-oba, envolvendo o neto do saudoso Miguel Arraes, decorre do sucesso eleitoral do PSB, que foi a sigla que mais cresceu (40% a mais de prefeitos) desde 2008.

Não é o bom desempenho da legenda que vai ditar as regras para a eleição presidencial de 2014. A candidatura de Campos está condicionada a uma queda acentuada na popularidade da presidenta Dilma Rousseff.

A verdadeira disputa é o PMDB versus PSB. Os peemedebistas querendo manter Michel Temer como companheiro de chapa de Dilma e os socialistas reivindicando o nome do próprio Eduardo Campos.

A ELEIÇÃO DE HADDAD

É evidente que o ex-presidente Lula tem os seus méritos e foi o grande responsável pela vitória de um “poste” na sucessão paulistana.

O então candidato Fernando Haddad saiu do zero em todo sentido: pesquisas de intenção de voto, apoios de partidos e de lideranças políticas. Só contava com o entusiasmo de Lula.

É bom lembrar que o toma-lá-dá-cá funcionou a todo vapor. Marta Suplicy, por exemplo, só virou Haddad desde criancinha depois que passou a ser ministra da Cultura.

É o toma-lá-dá-cá, digamos, “interna corporis”.

A BRIGA PELO PT

A briga é de “cachorro grande”. A disputa é pelo comando do diretório do PT de Itabuna. De um lado, o deputado Geraldo Simões. Do outro, o também parlamentar Josias Gomes.

Josianistas são da opinião de que o momento é agora, já que o ex-prefeito, depois de três derrotas consecutivas na sucessão municipal, se encontra politicamente debilitado.

Uma coisa é certa: Geraldo Simões, em caso de uma nova derrota política, vai ficar no mato sem cachorro.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Ilhéus aguarda mais um verão, mas novamente não se preparou para a época do ano em que sua economia é beneficiada quase exclusivamente por aquilo que Deus lhe ofereceu de graça: as praias, as matas e o clima. No que depende do homem (infraestrutura, zelo, organização), a cidade segue padecendo.

No centro, a coleta de lixo continua sofrível e a sujeira não poupa os pontos turísticos. Nas cabanas de praia da zona sul, em sua maioria, faltam higiene e qualidade no atendimento, além dos preços serem proibitivos.

Mas um dos maiores problemas da cidade está na desorganização do trânsito, o que atormenta moradores na baixa estação e certamente infernizará a vida de todos – moradores e turistas – na alta. A maior dificuldade está no deslocamento entre a zona sul e o centro, cuja solução esperada é a construção de uma segunda ponte. Quando sai, ninguém sabe…

 

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CHET BAKER: ENTRE A MÚSICA E O CHORO

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

Um jovem carteiro encontra uma bela mulher bêbada, caída num beco, e a leva para casa. Sob o chuveiro, a inusitada visita tenta espantar a carraspana, ao tempo em que solta “a voz mais linda do mundo” e, para a palidez de espanto do jovem, sai do banheiro para a sala nuinha dos pés à cabeça. A mulher, creiam, é Billie Holiday; Chet Baker, emocionado com sua própria música, confessa que quase encerra o show antes da hora, pois “ou bem a gente toca ou bem a gente chora”: era abril de 1988, a última apresentação do trompetista; um fã sai do show de John Coltrane assoviando Naima e, sozinho na rua, ao alongar a última nota da melodia, ouve aplausos entusiasmados, curva-se em agradecimento e entra em casa, sentindo-se “um homem feliz, totalmente realizado”.

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Contos de jazz, fúria dor e alegria

São ficções do jornalista mineiro Paulo Vilara no livro Jazz! Interpretações – Pequenas histórias de fúria, dor e alegria (Artes Gráficas Formato/2011), uma preciosa coleção de oito contos, tendo por tema o jazz. Vilara é o guia de um encontro emocionante, pondo-nos cara a cara com John Coltrane, Chet Baker, Thelonious Monk, Miles Davis, Lennie Tristano, Roland Kirk, Charles Mingus e Billie Holiday (nesta ordem), em textos literários de extraordinária economia de linguagem. A tendência ao minimalismo, entretanto, não nos deixa em falta: ele se dá ao luxo de acrescentar, a cada conto, valiosas notas sobre o artista, a canção e os lugares citados. Como apêndice, a discografia básica dos oito músicos. Livro raro, para ler e ler.

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Apresentação que paga o livro inteiro

Ao ler a introdução de Paulo Vilara para Jazz! Interpretações, ocorreu-me antiga expressão repetida nas arquibancadas após um cada vez mais raro lance de futebol arte: é preciso sair do estádio, comprar outro ingresso e entrar novamente, pois aquela jogada já pagara a entrada. No caso deste livro, fica o sentimento de que as 4,5 páginas da introdução justificam o preço da obra. No todo, uma emocionante celebração do jazz, vinda de um apaixonado cultor do gênero, mas, afora gostos musicais, uma obra literária com lugar em qualquer biblioteca. Faltou dizer que o livro (com prefácio de James Gavin, biógrafo de Chet Baker) é dedicado ao maestro Moacir Santos e à cantora Alaíde Costa, homenageados por esta coluna.

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NÓS SOMOS, MAS NÃO SABEMOS O QUE SOMOS

Gentil leitora, presa de curiosidade, pergunta quem é Ousarme Citoaian. Esta é uma angústia metafísica que nos pressiona, mais cedo ou mais tarde. Mesmo pensando que já tinha explicado a questão, eis que não sou poupado. A dúvida é tão velha quanto o homem, mas resiste ao tempo e às explicações. Shakespeare colocou a dicotomia do ser e do não ser como eterna indagação da humanidade: ser ou não ser é, no teatro, vingar-se ou não vingar-se, matar ou não matar – e para sair dessa prisão da dúvida, precisamos nos conhecer. Parece inquestionável ser. Nós somos. Mas o que somos e quem somos é a incógnita, ou, como queria Noel Rosa, filósofo, o “x” do problema.

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O que sou: reflexo, miragem, paisagem?

Nem só em Shakespeare vislumbramos essa fragilidade humana. Outras literaturas também oferecem instigantes exemplos da aflição que nos corrói. Conta o filólogo carioca Sérgio Pachá, da Academia Brasileira de Letras (não “imortal”, mas funcionário), que Antero de Quental (1842-1891), já noite velha, foi à casa de um amigo, com quem, certamente, pretendia dividir o sofrimento metafísico de que estava possuído. Ao bater à porta e ouvir a indagação “Quem é?”, teria retrucado, do fundo de sua angústia: “E eu lá sei quem sou?!” Florbela Espanca (1894-1930), num poema, meio século depois, diz algo parecido: “Sei lá! Sei lá! Eu sei lá bem/ Quem sou? Um fogo-fátuo, uma miragem…/

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“Quem cresce em saber, cresce em dor”

Sou um reflexo… um canto de paisagem/ Ou apenas cenário!  Um vaivém/ Como a sorte: hoje aqui, depois além!” José Régio (1901-1969), “brinca” com o poema de Florbela, acrescentando dois tercetos em que mostra a antiga questão: procuramos o saber como forma de libertação, mas será que o conhecer nos liberta dessa dúvida existencial? Parece que não: “Sei que sou a paródia de mim mesmo/ Sei tudo… E para quê? Por que sabê-lo?/ Viver é entrar no rol dos que não o sabem”, diz José Régio a Florbela Espanca. Resta ainda que o conhecimento parece uma condenação, se aceitarmos o que está no Eclesiastes: “Aquele que cresce em saber, cresce em dor”. O espaço acabou e não respondi à leitora…

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A CANÇÃO QUE REUNIU CINCO DIVAS DO JAZZ

Tenderly, de 1946, está entre as canções mais gravadas do mundo, registrada por, pelo menos, 80 artistas e grupos, de nomes consagrados a desconhecidos (por mim). Cito alguns que todo ouvinte de jazz conhece, começando pelas cinco divas negras (Ella Fitzgerald, Sarah Vaughan, Billie Holiday, Nina Simone, Carmen McRae), seguidas de Armstrong, Tony Bennett, George Benson, Ray Anthony, Chet Baker, Clifford Brown, Pat Boone, Nat King Cole, Natalie Cole, Miles Davis, Billy Eckstine, Frank Sinatra, Duke Ellington, Percy Faith, Johnny Mathis, Errol Garner, Woody Herman, Etta James, Henri Mancine, Anita O´Day, Oscar Petterson, Buddy Powell e Artie Shaw.

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História que vem da alvorada dos tempos

Trata-se de um tema pop, de que o jazz se apropriou, como tantas vezes aconteceu. A letra não faz inveja aos autores românticos brasileiros: nas preliminares, a brisa da noite acaricia as árvores e as árvores abraçam a brisa com ternura, até que, nos finalmentes, “você tomou meus lábios, você tomou meu amor tão ternamente” (You took my lips/ you took my love so tenderly). História da alvorada dos tempos, já se vê, mas que funcionou até agora – e já lá se vão 66 anos. O brasileiro Dick Farney foi quem primeiro deu voz a  Tenderly (em junho de 1947), levando a canção ao topo das paradas americanas. Depois, vieram Sarah Vaughan, Nat King Cole e todo mundo.

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Sarah em estado de graça: a deusa canta

Creio que o show é de 1985, não aposto nisso. Aposto em que Sarah Vaughan (1924-1990) se encontra em absoluto estado de graça, em plena forma, alegre, fazendo caras e bocas para a plateia. Tenderly já foi cantada por ela (quase sai um trocadilho!) de várias formas diferentes, cada gravação com uma marca própria, a marca Divina Sarah (basta lembrar que este foi o primeiro sucesso da diva, em 1954). Aqui, ela “erra” o tempo da entrada e, em seguida, entra triunfalmente, com seu timbre inconfundível de diva do jazz que é. O público, é claro, se curva: uma deusa negra canta.

(O.C.)

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Cerca de 40 estudantes foram desclassificados do Enem já no primeiro dia de prova, em todo o País, por ter utilizado os celulares e ainda deixado um enorme rastro. Com os aparelhos, os candidatos fizeram imagens de locais onde ocorre o exame e as publicaram em redes sociais. A equipe de monitoramento do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep) identificou a traquinagem  e excluiu os autores.

Apenas para reforçar: é proibido entrar com o celular ligado nas salas de prova. Quem estiver com o aparelho deve desligar, lacrar em um saco plástico (disponível nas salas) e guardá-lo embaixo da cadeira.

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Com um jogador a menos na maior parte do jogo, o Vitória não suportou a pressão do Bragantino e foi derrotado por 3 a 0 na tarde deste sábado, 3, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista (SP), em jogo válido pela pela 34ª rodada da Série B.

O resultado negativo amplia a pressão sobre o time baiano na reta final do Campeonato Brasileiro. O próximo desafio do Leão, na busca pelo retorno à elite do futebol nacional, é contra o América-MG, na próxima terça-feira, 6, às 20h50 (horário da Bahia), no estádio do Barradão, em Salvador.

Superior na maior parte do jogo, o Bragantino abriu o placar logo aos oito minutos da primeira etapa, após cobrança de pênalti convertida pelo atacante Diego Macedo. O zagueiro Gabriel Paulista que cometeu a infração sobre o atacante Malaquias foi expulso, deixando o Leão com um a menos no restante da partida. No segundo tempo, aproveitando a superioridade numérica em campo, o Braga marcou mais dois com Malaquias (aos 10 e aos 15 minutos) e fechou o marcador: 3 a 0. Informações d’A Tarde.

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Candidato a vaga de secretário no governo de Vane do Renascer (PRB) perde (muitos) pontos com o prefeito eleito quando tenta inflar o próprio nome com aparições na imprensa.

Vane está de olho nos movimentos de nomes que estão sendo avaliados para o seu secretariado. Exige discrição e desconsidera os “emplacamentos”.

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O time do Vitória precisa de um bom resultado neste sábado, 3, diante do Bragantino, tanto para ficar ainda mais perto da classificação para a série A, como para recuperar a confiança de sua torcida. Nesta sexta-feira, no embarque para a cidade de Bragança Paulista, interior de São Paulo, os jogadores foram hostilizados pela Organizada “Os Imbatíveis”, cujos integrantes chamaram os jogadores de mercenários e chegaram a agredir o zagueiro Gabriel Paulista.

O jogo em Bragança começa às 16h20 (horário de Brasília). Se levar a melhor, o Vitória ficará a apenas um ponto do líder Goiás, mas a missão não é tão fácil porque o Bragantino está em boa fase e luta para escapar da zona de rebaixamento para a Série C.

O Vitória chegou a ficar por 11 rodadas na liderança da Série B.

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Em comentário postado no PIMENTA, o professor Denelísio Nobre, diretor do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna, nega que lhe tenham prometido o comando da Direc 7 e afirma não saber nada a respeito da possível saída da professora Rita Dantas desta diretoria, bem como acerca da entrada de um grupo de fernandistas (seguidores do ex-prefeito Fernando Gomes, ex-arqui-inimigo de Geraldo Simões, hoje mui amigos) no PT.

Fica registrado.

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O advogado Andirlei Nascimento segue firme na campanha para ser reconduzido à presidência da OAB de Itabuna. Andirlei incrementou a atuação da entidade e priorizou, como ele afirma, “a defesa das prerrogativas dos advogados”. Para isso, travou embates duros, além de ter participado intensamente do debate político, como fiscal da sociedade.

São papéis institucionais da Ordem dos Advogados, embora alguns a queiram mais discreta e comedida. Pelos apoios que diz estar recebendo, Andirlei acredita que prevaleçam, porém, os que defendem uma OAB atuante.

A disputa entre esses dois perfis será travada até o próximo dia 22, quando ocorre a eleição da Ordem.

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Ingresso em cursos de graduação na Uesc agora é só pelo Enem-Sisu.

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) aderiu ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para preencher as 1.600 vagas de graduação oferecidas em 2013. Para ingressar num dos 33 cursos de graduação oferecidos pela instituição de ensino superior classificada como a segunda melhor da Bahia pelo ranking universitário Folha, o candidato não se submeterá mais ao tradicional vestibular feito pela instituição. O funil agora é outro, o Enem.

A maratona de provas começa hoje e vai até amanhã, dias 3 e 4, em todo o país. Após as provas e a depender do rendimento no exame, o aluno se inscreve no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para concorrer a vagas nos cursos da instituição sul-baiana (entenda acessando aqui). Já em 2012, 50% das vagas foram oferecidas a quem fez o exame do Ministéiro da Educação no ano passado.

São quase 5,8 milhões de inscritos no Enem em busca da oportunidade de acesso às vagas nas universidades públicas e em busca das melhores notas para ingresso nas faculdades particulares por meio do ProUni.

PROVA COMEÇA ÀS 12H NA BAHIA

O estudante deve ficar ligado no horário de início do exame. Na Bahia e demais estados fora do Horário e Verão, a peleja começa ao meio-dia (horário local).

O universo de inscritos no estado de Todos os Santos é o terceiro maior do Brasil (421.731), perdendo apenas para São Paulo (932.493) e Minas Gerais (653.074), conforme o Ministério da Educação.

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Do A Região Online

As despesas com as câmaras de vereadores de Itabuna e Ilhéus vão aumentar em pelo menos 40% a partir do próximo ano. A alta nos gastos públicos ocorrerá por causa do aumento de vereadores e do reajuste salarial.

Hoje, são 13 vereadores em Itabuna e o salário é de R$ 7 mil. No próximo ano serão 21 parlamentares e o salário será de R$ 10.021. A quantidade de assessores também deve aumentar para atender ao maior número de vereadores.

Em Ilhéus, o aumento de gastos na Câmara de Vereadores também é certo. O número de parlamentares passará dos atuais 13 para 19. O salário deve subir de R$ 6.692 para R$ 10.100 para cada parlamentar.

De acordo com o Tribunal de Contas dos Municípios, neste ano a Câmara de Ilhéus vai receber R$ 8.111.000 de duodécimo. A de Itabuna receberá um pouco mais. Serão R$ 9.076.000.

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Charge (já postada no dia 31/10/12) sugere como Geraldo Simões se torna cada vez mais parecido politicamente com Fernando Gomes. Agora, até o grupo é o mesmo

Um fenomenal rol de fernandistas está para desembarcar no PT de Itabuna, sob as bênçãos do deputado federal Geraldo Simões. Avalia-se que sejam em torno de 30 fiéis seguidores do ex-prefeito Fernando Gomes que irão assinar suas fichas de filiação e engrossar as fileiras petistas. Como chega para reforçar o time do cacique, o grupo terá direito a um belo prêmio: o comando da Direc 7.

O fato já é dado como certo dentro do partido e assusta parte da militância, que vê Simões, a cada gesto, desacreditar e desfigurar o PT na cidade. Na Direc, a professora Rita Dantas já anunciou sua saída, que deverá ocorrer em breve. Pelos compromissos firmados, seu lugar será assumido realmente por um fernandista.

Um dos que estão mais indignados com a situação é o professor Denelísio Nobre, diretor do Colégio Modelo Luís Eduardo Magalhães. É que o deputado-cacique também já lhe prometera o comando da Direc, agora oferecido aos recém-chegados.

A estratégia de Simões é se fortalecer para o Processo de Eleição Direta (PED), que acontecerá em novembro de 2013, e já tem como primeira postulante a esposa do deputado, Juçara Feitosa. Por outro lado, opositores internos do parlamentar se movimentam para enfrentá-lo e a entrada de egressos do PSOL, ocorrida esta semana, seria uma das armas dos adversários do cacique. Embora afirmem independência, os pessolistas deverão perfilar com a ala contrária a Fernando Gomes… Ops, Geraldo Simões!