A ROTINA É AMEAÇA AO AMOR E À LINGUAGEM
Um dos perigos que rondam o texto jornalístico é a mecanização da linguagem – expressão cunhada aqui e agora, creio. Expliquemos, como Freud o faria: de tão repetido, o ato de redigir passa a ser feito sob fórmula, com quase as mesmas palavras. A linguagem, da mesma forma que o amor, detesta a rotina. Quem lê notícias com olhos críticos já observou com que freqüência determinados veículos repisam termos iguais (não confundir com estilo, que é coisa bem diversa de indigência vocabular). Um exemplo que grita é o verbo garantir. Atire a primeira pedra quem leu um noticiário hoje e não topou com esse verbo mal empregado.O CRUEL ABANDONO DO SIMPLES E DO LÓGICO

GESTORES GARANTEM, GARANTEM, GARANTEM…

CONSTRUÇÕES QUE CONSAGRAM… A SANDICE
Se gostam dos exemplos, vamos ao governador – compreensivelmente o maior “garantidor” de todos – com amplo direito de aparecer mal no texto. Aqui, uns poucos exemplos desse abuso: “Wagner garante qualidade da educação”, “Wagner garante Mundial de Judô em 2012, aqui na Bahia”, “Wagner garante apoio ao Polo de Informática de Ilhéus”. E mais uma, para não perder a mão (desta vez não o governador ou o prefeito, mas uma entidade pouco mais impalpável): “Estado garante a construção da nova ponte Ilhéus-Pontal”. Não há de faltar quem defenda esta linguagem como “consagrada”. Só se for a consagração da sandice.A COLONIZAÇÃO E O “PLURAL APOSTROFADO”
Temos encontrado na mídia regional, mais vezes do que pode agüentar a nossa santa paciência, uma estranha forma de plural para CD (aquele disquinho de música), abuso que vale também para seu primo rico, o DVD, mesmo que ambos venham com o olho tapado que identifica os salteadores dos sete mares: CD´s e DVD´s – um plural apostrofado (vou registrar copirraite para esta expressão), fórmula que imagino vir do inglês – “colonização” que se exerce sobre dez entre dez brasileiros mal informados. É uma saída meio rodrigueana, se me permitem o lugar-comum: bonitinha, mas ordinária. Apóstrofo, sinal gráfico comum em inglês e francês, só empregamos em português em poucos casos.CASTRO ALVES VIROU EXEMPLO DA EXCEÇÃO

NO JORNAL, A RIQUEZA DAS FRASES FEITAS
Jornal de Itabuna, falando em mudanças de comportamento do prefeito do município, afirma em editorial: “Ele sente que chegou o momento de dar a volta por cima”. Congênere de Salvador, noticiando o retorno de Adriano ao Brasil, criou este título de ótimo gosto: “A volta do boêmio”. Essas frases feitas colorem, enriquecem e embelezam a linguagem. Consagradas, mas ainda fora da relação de lugares-comuns, facilitam o entendimento da mensagem, ao fortificar uma das qualidades fundamentais do estilo, a simplicidade. As duas, como tantas outras, nasceram da MPB: a primeira é de Paulo Vanzolini (1924); a outra, de Adelino Moreira (1918-2002).A MPB CONSOLIDA A LÍNGUA “BRASILEIRA”
Noel Rosa imortalizou “com que roupa”, para resumir uma situação de impossibilidade; “palpite infeliz”, que nos acode à mente, diante de algumas bobagens ouvidas, e “o x do problema”, largamente empregada diante de uma questão a resolver, um nó a desatar. Chico Buarque nos deu “roda viva”, simbolizando a rotina o dia a dia; Zé Dantas criou a imagem de que a esmola ao homem são o envergonha ou vicia; e não são poucas as vezes em que alguém se refere ao País, em tom irônico, como “Meu Brasil brasileiro” – isto é Ari Barroso. Estas poucas expressões saídas da memória mostram a MPB como importante componente da nossa cultura.DA “CENA DE SANGUE” À “VOLTA POR CIMA”

OBRA-PRIMA DE REGIONALISMO BRASILEIRO

(O.C.)

Um projeto de lei de autoria do deputado estadual Eures Ribeiro (PV) pode tornar obrigatória a utilização, nas obras de recapeamento realizadas nas rodovias estaduais baianas, de uma composição asfáltica feita com pneus descartados.
Segundo o deputado, o asfalto ecológico tem cerca de 20% de pó de borracha, originário da reciclagem de pneus usados. O aproveitamento desse material nas rodovias, de acordo com Ribeiro, dará uma utilidade a “resíduos sólidos que poluem o meio ambiente”.
Além de determinar a utilização, o projeto também dispõe sobre a instalação de pontos de coleta e armazenamento dos pneus, o que seria viabilizado pelo Estado, em convênio com os municípios e entidades filantrópicas.

O segundo mais “bem” votado foi o deputado estadual Coronel Santana (PTN). A escolha está ligada à sua defesa pela anexação do bairro universitário do Salobrinho ao município de Itabuna. Ilheenses dizem que Santana é “traidor” das causas regionais.
Mereceram destaque na “corrida” pelo título de Judas do Ano, também, os vereadores itabunense, os mais citados foram, pela ordem, Ricardo Bacelar (PSB), Roberto de Souza (PR) e Clovis Loiola (sem partido). Entre os edis ilheenses, destaque para os “traíras” Alisson Mendonça (PT) e Jailson Nascimento (PMN).
O grupo Se Toque, que oferece apoio a pacientes com câncer, agendou palestra com o tema “Câncer do colo uterino – você precisa saber”, que trará informações sobre como se prevenir da doença, assim como diagnosticá-la precocemente. O evento será realizado no próximo dia 30 (sábado), a partir das 10 horas da manhã, no auditório do Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna.
Pede-se a quem for comparecer a doação de um quilo de alimento não-perecível.

O Sesi bateu o Sada Cruzeiro por 3 sets a 1 (25×19, 19×25, 27×25 e 25×17) e conquistou seu primeiro título de campeão da Superliga de Vôlei. O jogo foi disputado no ginásio Mineirinho, em Belo Horizonte, lotado por 18 mil torcedores.
Comandado pelo ex-jogador Giovane Gavio, o Sesi teve, em quadra, a força do melhor jogador do mundo, Murilo, e do atacante Wallace, além do líbero Serginho. Murilo foi escolhido o melhor jogador da partida.
Giovane se tornou o primeiro brasileiro a conquistar a Superliga como atleta e técnico. A edição 2010/2011 foi encerrada, além da entrega de medalhas, com a premiação aos melhores em cada fundamento. Abaixo:
Sidão (Sesi) – melhor saque da Superliga
Acácio (Cruzeiro) – melhor bloqueador
Murilo (Sesi) – melhor recepção
Serginho (Sesi) – Melhor defesa
William (Cruzeiro) – Melhor levantador
Não é mais aceitável que a beleza da Páscoa seja comprometida por esse tipo de ação que a modernidade deve rejeitar.
[Hoje] celebraremos mais uma Páscoa, e famílias do mundo inteiro [estão] irmanadas nessa grande efeméride do cristianismo. Curiosamente, essa data é universalmente comemorada com ovos de chocolate.
Na antiguidade, costumava-se pintar a casca de ovos de galinha (deles excluídos o conteúdo) com cores bem alegres porque o ovo é um símbolo do nascimento, e a Páscoa celebra a ressurreição de Cristo; muito mais tarde, com o advento da indústria do chocolate, os “pâtissiers” franceses passaram a rechear ovos vazios com esse produto; depois, os ovos de galinha sumiram: atribui-se essa mudança ao fato de a igreja proibir o consumo de carne durante a quaresma, de modo que ovos de chocolate seriam mais apropriados que os de galinha.
Neste ano, não será diferente. O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) realizou pesquisa sobre o preço dos ovos de Páscoa e revelou que alguns deles estão em média 20% mais caros do que no ano passado (pesquisa realizada entre 18 e 22 de março, em São Paulo, nas Lojas Americanas, no Pão de Açúcar Delivery e no Supermercado Sonda).
Já a Abicab (Associação Brasileira da Indústria do Chocolate) informa que os ovos ficaram apenas 7,5% mais caros que em 2010 e que isso se deve ao aumento do preço do açúcar, que encareceu 20% nos últimos 12 meses.
A Abicab acredita que neste ano serão consumidos cerca de 30 milhões de toneladas de chocolate, quase 20% mais que no ano passado. A festa pascoal produz um impacto impressionante sobre o comércio de ovos, e é natural que seus preços subam. Em média, um ovo de 500 gramas fica em torno de R$ 30, quase o dobro do valor de uma barra de chocolate do mesmo peso.
Esse consumo também se explica pelo aumento da renda do brasileiro: nosso país já é o 5º maior produtor mundial de ovos de Páscoa e o 4º maior consumidor, segundo o Sebrae. E não só na Páscoa: no ano passado, cada brasileiro consumiu 1,3 quilo de chocolate, enquanto no campeão mundial, a Inglaterra, chega-se a 12 quilos por pessoa!
E o produtor de cacau, como fica nesse cenário? O Brasil é o 6º maior produtor mundial, com cerca de 180 mil toneladas por ano em média, mas importa outras 50 mil toneladas para atender ao mercado interno: o cacau vem de Gana, da Indonésia e da Costa do Marfim, que é o maior exportador mundial.
Para o cacauicultor, o preço subiu apenas 6% do ano passado para cá. É curioso isso: parece que o chocolate nasce na chocolateria, e o ovo de Páscoa, nos supermercados. As pessoas se esquecem completamente de que sem o cacau não haveria essa delícia que alegra a Páscoa de todas as crianças do mundo e o dia a dia dos chocólatras inveterados.

Encontra-se no Departamento de Polícia Técnica de Itabuna o corpo de Júlio Soares Ribeiro, 19 anos. Segundo a polícia, ele traficava drogas na cidade de São José da Vitória, vizinha a Buerarema.
Na madrugada deste domingo, 24, incendiaram uma viatura da polícia em São José e Júlio foi apontado como autor do crime. O traficante foi perseguido e encontrado em um matagal, onde teria trocado tiros com policiais.

Desta vez, Serrano (Vitória da Conquista) e Bahia de Feira de Santana estão no páreo pela vaga na final. Do lado oposto, brigam os soteropolitanos Bahia e Vitória.
A definição sobre quais serão os finalistas do Estadual 2011 começa neste domingo, às 16h, quando Bahia e Vitória se enfrentam no estádio de Pituaçu, em Salvador, e Serrano e Bahia de Feira jogam no Lomantão, em Vitória da Conquista.
Vitória e Bahia de Feira vão para os respectivos confrontos com a vantagem de dois empates para chegar à final. Donos das melhores campanhas na fase de classificação, eles decidem vaga em casa. O rubro-negro no Barradão, no dia 1º. E o time feirense, no Joia da Princesa.
Na fase de classificação, o Vitória somou 26 pontos em oito vitórias, dois empates e duas derrotas, conforme estatística da Federação Baiana de Futebol (FBF). O Bahia de Feira foi o segundo melhor time da primeira fase. Somou 23 pontos ao vencer seis partidas, empatar cinco e perder uma.
Semifinalista do Baianão, o Serrano guarda uma curiosidade. Ainda na primeira fase, o time somou apenas 15 pontos. Para se ter uma ideia, o Colo Colo somou 18. Os dois times, porém, eram de grupos diferentes. O campeão de 2006 era do Grupo 1 e o Serrano, do 2.
A ROTINA É AMEAÇA AO AMOR E À LINGUAGEM
Um dos perigos que rondam o texto jornalístico é a mecanização da linguagem – expressão cunhada aqui e agora, creio. Expliquemos, como Freud o faria: de tão repetido, o ato de redigir passa a ser feito sob fórmula, com quase as mesmas palavras. A linguagem, da mesma forma que o amor, detesta a rotina. Quem lê notícias com olhos críticos já observou com que freqüência determinados veículos repisam termos iguais (não confundir com estilo, que é coisa bem diversa de indigência vocabular). Um exemplo que grita é o verbo garantir. Atire a primeira pedra quem leu um noticiário hoje e não topou com esse verbo mal empregado.O CRUEL ABANDONO DO SIMPLES E DO LÓGICO

GESTORES GARANTEM, GARANTEM, GARANTEM…

CONSTRUÇÕES QUE CONSAGRAM… A SANDICE
Se gostam dos exemplos, vamos ao governador – compreensivelmente o maior “garantidor” de todos – com amplo direito de aparecer mal no texto. Aqui, uns poucos exemplos desse abuso: “Wagner garante qualidade da educação”, “Wagner garante Mundial de Judô em 2012, aqui na Bahia”, “Wagner garante apoio ao Polo de Informática de Ilhéus”. E mais uma, para não perder a mão (desta vez não o governador ou o prefeito, mas uma entidade pouco mais impalpável): “Estado garante a construção da nova ponte Ilhéus-Pontal”. Não há de faltar quem defenda esta linguagem como “consagrada”. Só se for a consagração da sandice.A COLONIZAÇÃO E O “PLURAL APOSTROFADO”
Temos encontrado na mídia regional, mais vezes do que pode agüentar a nossa santa paciência, uma estranha forma de plural para CD (aquele disquinho de música), abuso que vale também para seu primo rico, o DVD, mesmo que ambos venham com o olho tapado que identifica os salteadores dos sete mares: CD´s e DVD´s – um plural apostrofado (vou registrar copirraite para esta expressão), fórmula que imagino vir do inglês – “colonização” que se exerce sobre dez entre dez brasileiros mal informados. É uma saída meio rodrigueana, se me permitem o lugar-comum: bonitinha, mas ordinária. Apóstrofo, sinal gráfico comum em inglês e francês, só empregamos em português em poucos casos.CASTRO ALVES VIROU EXEMPLO DA EXCEÇÃO

NO JORNAL, A RIQUEZA DAS FRASES FEITAS
Jornal de Itabuna, falando em mudanças de comportamento do prefeito do município, afirma em editorial: “Ele sente que chegou o momento de dar a volta por cima”. Congênere de Salvador, noticiando o retorno de Adriano ao Brasil, criou este título de ótimo gosto: “A volta do boêmio”. Essas frases feitas colorem, enriquecem e embelezam a linguagem. Consagradas, mas ainda fora da relação de lugares-comuns, facilitam o entendimento da mensagem, ao fortificar uma das qualidades fundamentais do estilo, a simplicidade. As duas, como tantas outras, nasceram da MPB: a primeira é de Paulo Vanzolini (1924); a outra, de Adelino Moreira (1918-2002).A MPB CONSOLIDA A LÍNGUA “BRASILEIRA”
Noel Rosa imortalizou “com que roupa”, para resumir uma situação de impossibilidade; “palpite infeliz”, que nos acode à mente, diante de algumas bobagens ouvidas, e “o x do problema”, largamente empregada diante de uma questão a resolver, um nó a desatar. Chico Buarque nos deu “roda viva”, simbolizando a rotina o dia a dia; Zé Dantas criou a imagem de que a esmola ao homem são o envergonha ou vicia; e não são poucas as vezes em que alguém se refere ao País, em tom irônico, como “Meu Brasil brasileiro” – isto é Ari Barroso. Estas poucas expressões saídas da memória mostram a MPB como importante componente da nossa cultura.DA “CENA DE SANGUE” À “VOLTA POR CIMA”

OBRA-PRIMA DE REGIONALISMO BRASILEIRO

(O.C.)
O feriadão da Semana Santa começou a ser aproveitado também por sete hóspedes da delegacia de polícia de Itacaré. Eles aproveitaram o horário de almoço do policial de plantão e “deram linha”. Eles quebraram a viga de sustentação do telhado da área de sol e, com o auxílio de uma tereza, pularam o muro da delegacia.
A cadeia pública está sem carcereiro há três meses e, nos finais de semana, apenas um policial dá plantão fazendo a vigilância do local. De acordo com a polícia, o perfil dos fugitivos é composto por assaltantes, traficante e estelionatário.
O setor de supermercados tem entre 100 mil e 150 mil vagas abertas, sem conseguir preencher por causa do apagão da mão de obra. Isso significa 20% do segmento. Segundo o presidente da Associação Paulista de Supermercados (Apas), João Galassi, esse tem sido um dos grandes gargalos do segmento.
Além dessas vagas, o volume de investimentos previsto para o ano deve intensificar o problema. “Mas não é só contratação. Há dificuldades para retenção e treinamento de pessoal.”
Ele destaca que a carência de mão de obra está espalhada por todo o País. “O déficit do mercado é geral e em todas as atividades. Antes o problema era mais no Nordeste por causa da forte expansão.”
Galassi afirma que os cartazes com “procura-se” não estão surtindo mais efeito. “Quase todos os nossos contratados estão sendo treinados por nós. Nosso maior desafio é criar uma alavanca que prepare os jovens para o setor”. Informações do Estadão.

Negromonte teria cometido barbeiragens administrativas desde quando assumiu o Ministério das Cidades e tem suado bastante para ver se emplaca os nomes dos amigos Carlos Batinga (PSC-PB) e Inaldo Leitão (PP-PB) em cargos de visibilidade justamente no ministério sob o seu comando.
A reportagem da Istoé diz ter ouvido fontes palacianas que deixaram exposta a falta de prestígio do ministro pepista. “Não bastasse não ter sido recebido ainda por Dilma – apenas a encontrou no avião presidencial durante duas viagens –, Negromonte até agora não conseguiu autorização para nomear dois velhos aliados: o deputado estadual Carlos Batinga (PSC-PB) e o ex-deputado Inaldo Leitão (PP-PB)”.
Zelão
O que parecia ser apenas uma crise gerada pela ganância, acabou – mesmo sem que os seus principais protagonistas desejassem – revelando a trama de um crime maior.
Ao defenderem a “incorporação” do Bairro Salobrinho, sob a alegação de que a população daquele bairro de Ilhéus depende mais dos serviços públicos de Itabuna, os defensores da “causa perdida” revelaram um crime eleitoral: – Grande parte dos eleitores do Salobrinho vota em Itabuna.
Ao fazer o recadastramento, apenas da 27ª (Vigésima Sétima) Zona Eleitoral de Itabuna, a Justiça Eleitoral de Itabuna, deixou de fora os eleitores da 28ª (Vigésima Oitava), onde devem estar cadastrados os “eleitores fantasmas” vindos de outro município.
As suspeitas sobre a “migração” de eleitores não residentes em Itabuna já existiam desde o pleito de 2004, quando uma dirigente partidária foi acusada de ter sido pega, no dia da eleição, com cerca de dois mil títulos de eleitor (o que não foi confirmado pela Justiça Eleitoral). Falou-se naquela época que a “fábrica de títulos” tinha origem na sede do SAC/Itabuna.
Por infeliz coincidência, membros do mesmo grupo que havia se beneficiado desde 2004 com a “criminosa migração de eleitores” fazem parte do grupo que quer “oficializar” o crime.
Zelão é astuto observador da cena política sulbaiana.


























