O comércio sul-baiano voltou a sofrer com o derrame de cheques roubados. Muitas empresas aceitam cheques no pagamento de produtos ou serviços sem fazer a devida consulta.
Estelionatários têm usado como principais vítimas pequenas empresas, que não costumam ser associadas a sistemas de proteção ao crédito. Somente na hora da compensação é que as vítimas descobrem que, na verdade, trata-se de cheque roubado.
Aí já é tarde.

As cadeias deveriam servir para ressocializar e, se a realidade tivesse alguma consideração pelas leis, os egressos do sistema penal seriam sujeitos melhores do que no momento em que se tornaram clientes das penitenciárias. Mas o costume é ver os ex-detentos voltarem a cometer crimes, visto que a maioria dos presídios funciona como um depósito de seres humanos, onde se deixa de lado esta condição e o tratamento é o que seria bem indicado a bestas-feras.
Se cumprissem sua função, as prisões poderiam ser importantes na vida de muitas pessoas que, pelos descaminhos da vida, vieram a cometer algum delito. Para elas, a pena serviria de fato como um momento de refletir e se arrepender, de aprender uma profissão, de sentir falta da família e reconhecer o seu valor.
Como menosprezam o papel de recuperar, as cadeias se tornaram lugares malditos, reservados aos que são vistos como “párias” da sociedade, os indesejáveis, os excluídos. É nas celas que estes são simplesmente separados do mundo, não para se ressocializar, mas para livrar os demais de sua presença.
É só pesquisar em um bairro periférico para ver quantas famílias têm pelo menos um de seus membros encarcerado. Na periferia, isso é até normal, fala-se com naturalidade sobre o assunto, alguns lamentam, mas quase ninguém se constrange. Infelizmente, a miséria também provoca esse conformismo com o infortúnio, mas a sensibilidade é maior entre os clientes eventuais e esporádicos da Casa de Dete (um dos apelidos da Casa de Detenção).
Não é à toa o rebu que se deu quando um professor de Direito em Itabuna ilustrou sua aula com exemplo infeliz, no qual citou, inadvertidamente, a estada do pai de uma aluna, hoje vereador, em uma das celas do Complexo Penitenciário de Bangu, isto em passado já longínquo. O professor não sabia que o político era pai de sua pupila e se viu numa saia justa daquelas, as coisas esquentaram e já se fala que o vereador opera para que o autor da menção desonrosa perca o emprego na faculdade.
À filha, melhor seria admitir o vetusto deslize paterno e afirmar com toda altivez que o genitor já pagou o que devia à sociedade e hoje é um cidadão recuperado, que cumpre seus deveres e está plenamente reintegrado à sociedade. Mas a jovem, sabe-se lá por que, preferiu atacar o professor, que pode não ter sido feliz no exemplo, mas também não faltou com a verdade. E esta pode até doer, mas não vale nada quando fica escondida.
Ricardo Ribeiro é um dos blogueiros do Pimenta e também escreve no Política Et Cetera.
O contribuinte itabunense tem só até o próximo dia 20 para pagar o IPTU com desconto de 15% ou em cota única. Mesmo no caso de parcelamento, a primeira vence também no dia 20.
E se for pagar em cota única depois do dia 20, a vítima tem de recorrer ao setor de Tributos da prefeitura. A sede de faturar provocou chiadeira de dezenas de contribuintes.

O presidente entendeu que havia incompatibilidade entre o exercício da advocacia e do cargo de coordenador do Núcleo de Direitos Humanos e Penas Alternativas da Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. Por essa razão, excluiu Peixoto.
O fato ocorreu em meados de fevereiro, poucos dias após o advogado ter um desentendimento com a juíza da Vara do Júri e Execuções Penais de Itabuna, Cláudia Panetta. Na ocasião, Sânzio Peixoto foi defendido pelo presidente da OAB em Itabuna, Andirlei Nascimento.
O presidente local da Ordem também condena a postura da subseção baiana. Segundo ele, o papel da OAB é o de dar apoio institucional e somente punir o advogado quando este deixe de cumprir os seus deveres éticos e profissionais. “Ao que consta, não é o que aconteceu com o advogado Sânzio Peixoto”, argumenta Nascimento.
Peixoto diz que o Estatuto da Advocacia aponta os casos em que a ocupação de determinados cargos é incompatível com o exercício da profissão. Ele argumenta que a prova de que ele não infringia o Estatuto é que vários outros coordenadores do Núcleo de Direitos Humanos são advogados. O próximo substituto de Peixoto no cargo, Ilo Rocha Gomes, militaria na profissão.
Do G1:
Um aluno de 17 anos foi flagrado, na tarde de terça-feira (12), portando arma de fogo na Escola Municipal Anésia Guimarães, no bairro de Pequi, em Eunápolis, a 668 km de Salvador, região sul do estado. De acordo com a polícia local, a arma era calibre 32 e estava sem munição.
O delegado Marivaldo Felipe afirmou que os professores comunicaram a situação à polícia após denúncia de colegas de classe.
Marivaldo Felipe informa que já foi aberto um Termo de Ocorrência Circunstanciado por porte ilegal e que o adolescente foi liberado e encaminhado para a casa dos avós, com quem vive.
O capitão Guilherme Eleutério da Silva, 34, e o tenente Everton da Silva Rabelo, 29, morreram em um acidente nesta manhã, no quilômetro 150 da Linha Verde (BA-099). Os policiais militares estavam em um Siena Vermelho, placas JMR-1424, quando um dos pneus estourou e o carro capotou. Eles se deslocavam para o município de Conde, onde ocorreria troca de comando da unidade da corporação.
Os tenentes Valter Barbosa de Souza Júnior, Carla Souza de Oliveira e Luciano Belazzi de Oliveira também estavam no Siena e saíram feridos. Os três estão internados no Hospital do Conde e não correm risco de morte. Um dos oficiais feridos no acidente, Valter Júnior, é itabunense e filho do radialista Valter Barbosa.
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Ambientalistas que fazem parte de ONGs baianas e nacionais veem a decisão do Governo do Estado de alterar a localização do projeto Porto Sul como um avanço. Para os que vinham resistindo ao empreendimento na Ponta da Tulha, a opção de construir o porto em Aritaguá “reforça a importância do embasamento técnico para viabilizar a infraestrutura necessária ao crescimento do País de forma sustentável”.
Apesar de aprovarem a mudança, os ambientalistas ainda cobram cautela. “Deve-se considerar a extensão dos impactos de um complexo dessa dimensão para a região”, afirma Renato Cunha, do Grupo Ambientalista da Bahia (Gambá).
Cunha salienta que há “muitas dúvidas em relação à nova localidade” e acrescenta que as ONGs estão abertas “a discutir com a sociedade e com o governo essa possibilidade (de construção do porto em Aritaguá)”,
Nesta terça-feira, 12, o Governo do Estado publicou no Diário Oficial o decreto de desapropriação de uma área de aproximadamente 4.800 hectares, que será destinada ao Complexo Intermodal. Dentro do projeto, está inserido o terminal portuário da empresa Bahia Mineração.
Denúncia de descaso da Coelba
Me chamo Hélder Almeida e resido no bairro Mangabinha, mais precisamente à Rua Nossa Senhora das Graças. Meu objetivo é registrar a indignação de todos os moradores vizinhos quanto aos serviços prestados pela empresa COELBA nesse logradouro, e cobrar alguma intervenção com urgência.
Toda a vizinhança passa pelo transtorno e prejuízo de ter aparelhos danificados, falta de potência na rede elétrica para ligar chuveiros, microondas ou qualquer outro aparelho comum que demande energia de qualidade. Em minha residência já foram queimados 3 HDs e 2 fontes de computador, 1 modem, 1 tv, várias lâmpadas e diversas resistências de chuveiro. Tudo isso em menos de um ano, período em que resido nesse domicílio. Nas casas próximas, sempre há o histórico de algum objeto queimado, TVs, microondas, ar-condicionados e até mesmo refrigeradores.
O contato com a empresa já foi feito diversas vezes e por diversos vizinhos. Tanto por telefone quanto pessoalmente na central e, segundo eles, o problema já foi até identificado: seria a falta de mais transformadores para suprir a demanda. Porém nenhuma providência é tomada e tudo continua do mesmo jeito. Agora, com o período mais frio se aproximando, tudo piora com uso intensificado de chuveiros e outros aparelhos.
Em momentos críticos, a tensão nas tomadas oscila entre 55 e 75 volts, quando deveria ser fornecido algo em torno de 110 volts. Isso faz com que todos os aparelhos elétricos em uso acabem sofrendo danos.
Estamos movendo uma ação no Ministério Público contra a empresa, mas todo esse processo demanda tempo. Enquanto isso, o serviço continua de péssima qualidade e nós consumidores sofremos com o descaso. Espero que haja alguma resposta por parte da COELBA e alguma providência seja tomada após essa queixa ser veiculada neste blog, que possui acentuado prestígio na nossa região.
Atenciosamente,
Hélder Almeida
Bacharel em Ciência da Computação – UESC
Do Valor Econômico:
O campo brasileiro vive um momento excepcional de produtividade em alta e forte aumento da rentabilidade. As razões são os picos históricos de preços de algumas commodities, os custos de produção em queda e o clima favorável em quase todo o país.
Os fundamentos são tão favoráveis que os produtores iniciaram uma inédita onda de antecipação de pagamentos de suas dívidas. Acostumado aos pedidos de rolagem das dívidas, o Banco do Brasil, maior operador de crédito rural do país, já registra “retornos voluntários” superiores a 10% dos empréstimos ao setor.
Movidos pela febre do consumo, interno e externo, os produtores aproveitam o cenário favorável para pagar dívidas antigas. O BB, cuja carteira rural soma R$ 75 bilhões, informa ter recebido 60% dos débitos renegociados em épocas de crise climática e de renda no período 2004-2007.

O primeiro “lado” atingiu em cheio os brios da caserna, que está reagindo. Militares já promovem um abaixo-assinado, exigindo que a atração seja derrubada.
Mais curiosa é a tese levantada nos quartéis. Segundo a versão dos que defendem o fim de “Amor e Revolução”, a novela seria fruto de um acordo entre o empresário Sílvio Santos e o Governo Federal. O objetivo seria sanear o Banco Panamericano.
Se bobear, a história dos militares acaba dando outra novela…

A abertura da mostra será no dia 30, às 18h45min, no Centro Cultural Porto de Trás, e todas as exibições ocorrerão sempre nos finais de semana. Além do filme de Navarro, serão destaque um documentário sobre o capoeirista Mestre Bimba e diversas obras de sucesso do cinema nacional, como Narradores de Javé, Saneamento Básico e É proibido fumar. Os filmes serão levados a diversas comunidades, nas áreas urbana e rural de Itacaré.
Sobre o filme “Eu me lembro”, o crítico Luiz Zanin, do Estadão, afirmou tratar-se de uma “obra profundamente baiana em sua maneira de sentir e, ao mesmo tempo, totalmente universal em sua forma de expressão”.
As sessões são gratuitas.
Será aberto às 18 horas desta quinta-feira, 14, em Itabuna, o 1º Encontro Nacional de Capoeira, promovido pelo grupo Cordão de Ouro. A abertura será no auditório da FTC, com um debate sobre a capoeira como instrumento de inclusão, atividade que terá a participação de alunos da escola de capoeira Cordão de Ouro, além de uma turma especial, formada por crianças com síndrome de down. O grupo faz parte do projeto “Capoeira para Todos”, coordenado pelo Mestre Ninja.
O encontro prossegue até o dia 16, com programação tanto na FTC como no Centro de Cultura Adonias Filho. Na sexta-feira, 15, haverá oficinas e para o dia 16 foram agendados batizado, apresentação cultural e troca de cordéis.

E o pior: esta entidade abstrata chamada Sistema Informatizado do INSS, que não tem rosto, nem cheiro, nem história de vida, simplesmente determina que um rapaz pobre vá fazer perícia em Vitória (ES).
Utilizo este espaço para relatar uma história que urge por um final feliz. O protagonista da triste novela real chama-se Adriano Barbosa Ferreira, de 26 anos, morador do bairro Nova Ferradas, em Itabuna. Ele é epiléptico, tem focos e coágulo no cérebro. Conseguiu apenas dois empregos em toda a vida. No último deles, era ajudante de cozinha num restaurante, mas foi demitido ao ter uma crise e cair em cima do tacho de comida.
Desde 2006, o rapaz tenta obter um benefício junto ao INSS. Quando tentou trabalhar em Campinas-SP, sofreu um acidente e uma alma generosa lhe pagou um ano de contribuição. Mas ele decidiu voltar para a Bahia, onde estava sua família. Aí começou uma humilhante peregrinação. Já fez “n” perícias, condição imprescindível para obter o benefício. Todas as tentativas foram frustradas, para desolação do pobre jovem.
E o pior: esta entidade abstrata chamada Sistema Informatizado do INSS, que não tem rosto, nem cheiro, nem história de vida, simplesmente determina que um rapaz pobre vá fazer perícia em Vitória-ES. Ainda que não tenha dinheiro para custear a passagem e hospedagem, e precise da caridade alheia para dormir numa caçamba fria e empoeirada. Essa é uma das amargas histórias que conta Adriano. Além de reunir uma série de testemunhas que ajudam com passagens.
O tal Sistema também já agendou para ele perícias em Foz do Iguaçu-PR, Salvador e São Paulo, sem falar das poucas vezes em que se sentou diante do Senhor Perito (outro que não parece ser humano) em Itabuna e Ilhéus. A última tentativa frustrada foi dia 4 de abril de 2011, em Salvador. Ele conseguiu chegar até lá graças às contribuições de pessoas que cruzam seu caminho.
Chegando Adriano Barbosa à perícia na capital, o Senhor Perito não quis sequer ver a ressonância, laudos e receitas que atestavam sua incapacidade para o trabalho. Simplesmente, mais uma vez, negou-lhe o benefício e abortou o caminhão de sonhos que o jovem levava em sua pasta de documentos transparente e surrada.
A cada perícia marcada, Adriano via renovada a esperança de ter um terreninho para plantar e colher, já que não é aceito no mercado de trabalho formal; sonha em comprar seu remédio (que muitas vezes falta na farmácia da Dires – não se sabe o porquê, já que o Ministério da Saúde é legalmente obrigado a fornecer a medicação para todo aquele que fizer dela uso continuado. Isso é lei!).
O mais simples de tudo (mas para Adriano e sua família é complicado): ele sonha em comprar o pão de cada dia. Aquele feijão-com-arroz que certamente nunca faltou na mesa do Senhor Perito do INSS. Assim como nunca faltou na mesa daquele que inventou o frio sistema do órgão.
Celina Santos é pós-graduada em Jornalismo e Mídia, e chefe de redação da revista CONTUDO.
O ministro da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante, afirmou nesta terça-feira (12) que a Apple e a Foxconn vão produzir o computador tablet iPad no Brasil até o final de novembro deste ano. O anúncio de Mercadante acontece em meio à viagem da presidente Dilma Rousseff à China, onde se reuniu com o presidente da multinacional de origem chinesa.
“Tem que ser detalhado agora as condições (em que se dará a produção do iPad), onde que vai ser, logística”, disse Mercadante a jornalistas. Segundo o Itamaraty, a Foxconn, que fabrica produtos da Apple em regime de terceirização na China, anunciou a Dilma a intenção de investir US$ 12 bilhões no Brasil.
A produção de iPads no Brasil, segundo o ministro, está sendo estudada por um grupo de trabalho que envolve os ministérios da Fazenda, de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e de Ciência e Tecnologia, além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Dilma se encontrou com o presidente da Foxconn, Terry Gou, durante seminário de negócios em Pequim, que reuniu representantes de quase 300 empresas brasileiras e chinesas. Informações do G1.

O colunista ainda brinca com frases reais ou inventadas (como a lendária “Elementar, meu caro Watson”), tira uma onda com o general De Gaulle, a quem se debita uma “boutade” ofensiva ao Brasil – dizendo que prefere outra frase atribuída ao mal-humorado general francês: “Como se pode governar um país que tem 246 espécies de queijo?”.
















Denúncia de descaso da Coelba





