Para quem curte reggae dos bons, hoje tem Adão Negro na Boate Bunker, no Luau Universitário, a partir das 21 horas. A noite será ainda uma mescla de forró e pop rock com as bandas Danado de Bom, Euforia e Submarino, além de DJs. O Luau é promovido pela IVP Entretenimento. O ingresso para camarote custa R$ 40,00 e a pista, R$ 25,00. Agora, clique no play e confira o reggae maneiro da banda Adão Negro em Me Liga.

Acusações em uma campanha eleitoral, principalmente quando se disputa o Palácio do Planalto, são como balas trocadas. O tiroteio entre os candidatos é tão intenso que termina empurrando o eleitor para o voto nulo (ou branco).
Fulano (a) é isso, é aquilo, é tudo que não presta. Fez isso, fez aquilo. A conclusão, se o eleitor acreditar no disse-me-disse, nos boatos e nas mentiras, é que os candidatos são verdadeiros diabinhos.
Sinceramente – ou francamente, como diria o saudoso Leonel de Moura Brizola –, não acredito no envolvimento da petista Dilma Roussef no “Caso Erenice” e nem do tucano José Serra no “Caso Vieira”.
O “Caso Vieira”, no entanto, deixa o eleitor com a pulga atrás da orelha. Conforme reportagem da revista Isto é, o engenheiro Paulo Vieira teria sumido com o dinheiro arrecadado na campanha de Serra, cerca de R$ 4 milhões.
O presidenciável do PSDB jurou que não conhecia Paulo Vieira: “Eu não sei quem é o Paulo Vieira. Nunca ouvi falar. Ele foi um factóide criado para que vocês da imprensa fiquem perguntando”.
Assim que o “desconhecido” de Serra soube do desdém do tucano, foi logo dizendo: “Não se larga um líder ferido na estrada a troco de nada”. E, em tom ameaçador, finalizou: “Não cometam esse erro”.
No outro dia, sem pestanejar, sob a ameaça do próprio acusado do desvio de R$ 4 milhões, José Serra foi logo dizendo que “o Paulo é muito competente”. Pois é. De totalmente desconhecido, o Paulo passou a ser elogiado.
José Serra ficou com medo. Esse medo é a prova inconteste de que Vieira sabe de detalhes que podem comprometer o tucano, provocando na reta final da campanha um estrago de difícil conserto.
GEDDEL E O PMDB
O ex-ministro Geddel Vieira Lima, candidato derrotado na eleição para o governo da Bahia, sabe que terá dificuldades para manter sua base de apoio, principalmente em relação aos prefeitos do PMDB.
Muitos chefes de Executivo já pensam em mudar para uma agremiação partidária aliada do governador eleito Jaques Wagner (PT). Só esperam o resultado do segundo turno da eleição presidencial.
Alguns alcaides são da opinião de que a debandada é irreversível com a vitória de Dilma Rousseff. Outros, que são eleitores de José Serra, apostam na eleição do tucano, com Geddel assumindo um cargo importante no governo do PSDB.
Uma coisa é certa: ganhando Dilma ou Serra, o Partido do Movimento Democrático Brasileiro, com o seu conhecido e histórico pragmatismo, vai reivindicar preciosos espaços em troca do apoio parlamentar no Congresso Nacional. É o toma-lá-dá-cá.
ABORTO

Ex-alunas da então professora Mônica Serra confirmaram a interrupção da gravidez no quarto mês de concepção. É bom lembrar que a tucana, em ato político na Baixada Fluminense, disse que “ela (Dilma) é a favor de matar criancinhas”.
Quem tem telhado de vidro…
Discretamente, o prefeito de Ilhéus deu posse nesta sexta-feira, 15, ao novo secretário municipal do Meio Ambiente. É o professor, coordenador-geral de pós-graduação da FTC e ceplaqueano Antônio Fontes.
A pasta do Meio Ambiente ficou mais de 30 dias acéfala. O antigo secretário, José Alencar, teve pedido de exoneração aceito pelo prefeito no dia 14 de setembro.
Além de Fontes, Newton Lima também empossou nesta sexta o professor Alberto Kruschewsky na Superintendência de Esportes do município.
O professor Francisco Carlos procura rebater especulações de que teria interesse pela Direc 7, em Itabuna. Numa conversa com o Pimenta, Chico afirmou que esteve por nove anos no comando do órgão ligado à Secretaria da Educação da Bahia e que se considera satisfeito.
“Não quero voltar à Direc, a minha única preocupação hoje é fortalecer cada vez mais a base do Coronel Santana na região”, diz o educador, que atuou na linha de frente da campanha do deputado estadual eleito pelo PTN.
Há dois dias, o blog Políticos do Sul da Bahia divulgou que o Coronel Santana estaria “de olho na Direc”. E que o nome para o órgão seria o do professor Francisco Carlos.

Com o dano no transformador, a estação intermediária de Mutuns deixou de operar e a água que abastece todo o centro e bairros adjacentes passou a ser captada apenas na estação de Rio do Braço. Isso significa uma queda na vazão, de 600 para 300 litros por segundo.
De acordo com o presidente, um novo equipamento será instalado ainda neste fim de semana, mas a expectativa é de que o abastecimento somente se regularize em dez dias. Enquanto isso, a população terá que racionalizar ao máximo o consumo, para não sofrer ainda mais com a falta d’água.
Além do problema com a estação de Mutuns, Alfredo Melo relata outra complicação gerada pela Coelba. Ele afirma que, de terça-feira (dia 12) até este sábado (16), houve quatro interrupções no fornecimento de energia à estação de Nova Ferradas, o que prejudicou a população da zona oeste da cidade.

Não é de hoje que o prefeito Capitão Azevedo tem dado demonstração de sua falta de intimidade com a administração pública.
Walmir Rosário | wallaw2008@hotmail.com
Há uma diferença enorme entre o planejamento de uma operação militar e a administração de uma cidade. Infelizmente, os patrocinadores e os marqueteiros de sua campanha esqueceram de dizer isso ao então candidato a prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo. Passados quase dois anos e ele, sequer, se apercebeu das diferenças, o que o faz cometer alguns desatinos que a política não costuma perdoar.
Enquanto numa operação de guerrilha as ações são planejadas para demonstrar ao inimigo conhecimento do terreno, situação privilegiada de controle do domínio no sentido de amedrontá-lo, minando o adversário aos poucos, na política a inteligência trabalha de forma bem diferente. A ideia na primeira situação é espalhar, diminuindo forças, enquanto na política a “ordem” é juntar todos no mesmo terreno. “Ciscar pra dentro”, dizem os experts.
Tal e qual numa operação de guerra, Capitão Azevedo continua amealhando desafetos, criando inimigos (muito mais do que adversários), enquanto poderia construir colaboradores, atropelando os ensinamentos deixados pelo pensador florentino Nicolai Machiavelli (ou Maquiavel, como o chamamos por aqui). Dizia com muita propriedade o filósofo italiano que, caso o político queira praticar uma “maldade”, faça-a de imediato, de uma vez só, para não dar tempo à reação, bem como para que o próprio tempo se encarregasse de fazê-la ser esquecida.
Aqui pelas bandas de Itabuna, não. O prefeito faz de modo inverso ao pregado por Machiavelli. Pratica suas maldades aos poucos, ameaçando suas vítimas, fazendo com que eles se unam e possam criar defesas. O mais esquisito disso tudo é que as vítimas são os próprios servidores públicos municipais, ocupantes de cargos comissionados, nomeados pelo prefeito para ajudá-lo a governar a cidade.
Leia Mais
O empresário Roberto da Luz, “Duda Polirodas”, sofreu um grande susto no início da noite desta sexta, 15, quando saía do antigo posto Texaco, na avenida J.S.Pinheiro, e tentava fazer o contorno na rotatória da avenida. O empresário colidiu contra um VW Crossfox e, em seguida, chocou-se contra um poste.
Uma mulher que estava como carona no veículo de Duda sofreu diversas escoriações, sendo socorrida pelo Samu 192 e levada para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem).
O dia foi longo para os membros da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investiga o suposto desvio de R$ 1 milhão da Câmara de Vereadores de Itabuna. O depoimento do ex-diretor administrativo e ex-chefe de gabinete da presidência da Casa, Eduardo Menezes, foi encerrado há pouco. O conteúdo ainda não vazou, mas foram cerca de nove horas de depoimento. Ele havia prometido abrir a boca à comissão. E abriu. Acusou o presidente da CEI, Milton Gramacho (PRTB), de receber uma “bola” de R$ 2,5 mil por mês, via presidente da Câmara, Clóvis Loiola (PPS). A versão “panos-quentes” do governo é de que o dindin seria para votar na eleição de Roberto de Souza (PR) para presidente do legislativo. Pano rápido.
A aprovação ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva voltou a subir na reta final da eleição, após meses de estabilidade, e atingiu na segunda semana de outubro seu maior índice desde que o petista foi eleito, mostra pesquisa Datafolha.
Pela primeira vez, a aprovação do presidente chega a 81% de ótimo/bom, recorde na série histórica do Datafolha. No levantamento realizado na semana passada, 78% dos eleitores brasileiros consideravam a administração de Lula ótima ou boa. Antes, a melhor avaliação havia sido atingida em 24 de agosto (79%). Leia mais na Folha.
Petista mantém vantagem sobre tucano
A pesquisa Datafolha divulgada há pouco revela situação de estabilidade na disputa presidencial. Assim como no levantamento da semana passada, Dilma Rousseff aparece com 54% dos votos válidos e José Serra (PSDB) com 46%. Nesta contabilização, são excluídos brancos e nulos e o percentual de indecisos.
A pesquisa Datafolha que será divulgada em instantes apontará um quadro próximo ao registrado na semana passada. Segundo o blog do Noblat, Dilma Rousseff tem 47% das intenções de voto (possuía 48%) e José Serra com 41%.
No comparativo com a pesquisa da semana passada, Dilma oscilou um ponto para baixo e Serra manteve os mesmos 41%. Como o cenário esperado era de uma subida do tucano, o que não ocorreu, se pergunta se a tática contra José Serra já está funcionando.
Aguardemos todos os números da pesquisa, pois.
O depoimento do ex-assessor da presidência e ex-diretor administrativo da Câmara de Vereadores, Eduardo Menezes, já dura mais de sete horas.
A Comissão Especial de Inquérito (CEI) do “Loiolagate” começou a ouvi-lo às 11 horas desta sexta, na sala das Comissões Técnicas.
As primeiras informações são de que o depoimento é contundente e desnuda como funcionava boa parte do esquema de corrupção na Casa.
Eduardo Menezes era chefe do gabinete da presidência da Câmara e foi exonerado no mês passado. Fontes sustentam de que um dos alvos do depoimento é o líder do Governo, vereador Milton Gramacho, supostamente envolvido em repasses ilegais de dinheiro.
Mais um exemplo do descalabro administrativo em Buerarema, no sul da Bahia. O Hospital Nossa Senhora Santana fechou as portas nesta sexta-feira, 15, e a direção orientou que os quase dez pacientes internados procurassem hospitais de Itabuna para continuar tratamento. O hospital é privado, mas era mantido com repasses do SUS e da prefeitura de Buerarema.
O curioso é que as portas da unidade foram fechadas dias depois do prefeito Mardes Monteiro retornar ao cargo. Ele é um dos três sócios do Hospital Nossa Senhora Santana, o único do município.
Terá início na próxima quarta-feira, 20, no Centro de Convenções Luís Eduardo Magalhães, a InfoIlhéus 5.0. O evento vai reunir o que há de mais moderno em matéria de informática, além de palestras sobre temas ligados à tecnologia.
A InfoIlhéus será aberta às 19 horas do dia 20, com a presença do conferencista Roberto Shinyashiki em palestra sobre o tema “Revolução dos Campeões”.
Na quinta e na sexta, dias 21 e 22, estará aberta a Feira de Produtos e Serviços, sempre das 14 às 21 horas, em paralelo com o Congresso de Tecnologia e Informática. Já o sábado, 23, será reservado ao Super Info Feirão, uma feira com as últimas novidades em computadores, periféricos e eletroeletrônicos, a preço de fábrica.
A InfoIlhéus é realizada pelo Sinec (Sindicato das Indústrias de Informática de Ilhéus) e tem a participação de indústrias de setores como informática, eletrônica, logística e embalagens.
A presidente do DEM itabunense e dublê de radialista, Maria Alice Pereira, comemorava em seu programa a subida de José Serra nas pesquisas:
– Vira, vira, virou! – exclamava diante dos microfones da rádio Difusora de Itabuna.
E Madame Alice foi além na sua propaganda:
– No dia da eleição, você não pode de deixar de subir a serra, votando no 45, Serra presidente. Vamos assim até o último dia.
E fechou o seu programa na emissora do ex-prefeito Fernando Gomes (PMDB) prevendo que “não vai demorar” José Serra passar à frente nas pesquisas.


























