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Do site Última Instância:
Outro político com ficha suja, dessa vez a deputada estadual de Goiás Isaura Lemos (PDT), escapou da aplicação da lei Ficha Limpa. A parlamentar teve os efeitos da condenação imposta pela 1ª Vara da Fazenda Pública de Goiânia suspensos pelo ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal). É a segunda vez que o Supremo suspende condenação de político com ficha suja.
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A contragosto, o prefeito de Itapetinga, José Carlos Moura (PT), terá que convocar os candidatos aprovados em concurso realizado  em 2008 pelo então prefeito Michel Hagge (PMDB). Moura resistia a fazer a convocação, mas está sendo obrigado a ceder por conta de uma ação do Ministério Público.
A informação é do blog Políticos do Sul da Bahia.

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O petista Josias Gomes está empolgado com o sucesso de sua página no Twitter. Em menos de três semanas com o seu microblog, ele já se aproxima de 1.700 seguidores e confessa estar ficando viciado nas postagens de 140 caracteres. “Twittando”, JG naturalmente tece loas aos governos Lula e Wagner e desce o malho sem pena no tucano José Serra.
E a política, da direita à esquerda, vai ocupando cada vez mais espaço no mundo virtual.

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Sabe aqueles buracos que fazem aniversário e se tornam parte da nem tão bela paisagem itabunense? Pois é, um deles se encontra em uma das principais ruas do bairro da Conceição, a Hercília Teixeira, bem perto do semáforo no cruzamento com a Félix Mendonça.
A “cratera” inspirou um comerciante daquelas imediações a protestar de um jeito bem-humorado. Na quinta-feira, 1º, ele  sugeriu que transformassem o lugar num “pesque-pague”. Ontem (02), quando este blogueiro estava indo assistir ao “laranjaço”, deparou, no meio da rua, com a placa que dizia: “Estamos caçando tatu” (cuidado com o Ibama!).
O comerciante diz que vai continuar protestando, até que a Prefeitura se digne a por um fim no tal buraco. Mas só não pode fazer como os da balaustrada da ponte Góes Calmon, que foram pintados sem qualquer conserto.

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Curva da Morte finalmente ganha sinalização vertical (Fotos Roberto Benjamin).

Os apelos da comunidade de Camacan e do produtor rural e engenheiro agrônomo José Roberto Benjamin finalmente sensibilizaram a direção do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit). O órgão colocou a sinalização vertical, chamando atenção para os riscos do trecho da BR-101 conhecido como Curva da Morte, quilômetro 595 da rodovia.
No último dia 25, Benjamin denunciou aqui, no Pimenta, o desleixo do Dnit e as nove mortes ocorridas na Curva da Morte somente neste ano, sendo duas delas neste ano. A sinalização foi colocada nos dois sentidos da pista. “Estamos ainda solicitando a colocação de um dispositivo – sonorizador ou similar – compulsório de redução da velocidade”, diz Benjamin.
Benjamim havia feito um relato emocionado sobre o que considera um “matadouro” e a falta de ação do Dnit ao que vinha acontecendo naquela curva (veja aqui). O diretor do Dnit na Bahia, Saulo Pontes, atendeu aos últimos apelos e a sinalização foi providenciada em menos de uma semana.

Curva perigosa, sobre um riacho, registrou nove mortes neste ano.
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Duas falhas da defesa, uma seleção desequilibrada, desarrumada no segundo tempo, uma falha dupla de Júlio César e Felipe Melo (argh!!!). Junte tudo isso… E o Brasil está fora da Copa do Mundo.
E não adianta jogar (só) nas costas de Felipe Melo a culpa pela derrota contra a Laranja Mecânica, como faz aquele narrador que você conhece! Não adianta procurar um “Novo Dunga”. A Holanda está nas semifinais da Copa. O Brasil, “arrogante”, volta pra casa. Que, no caso, é a Europa!

Jornal holandês Depers "já sabia" e meteu uma loura em lugar do Cristo Redentor.

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A cerimônia que comemora o Dois de Julho em Salvador, dado o seu significado histórico e por tudo o que simboliza para a Bahia, é mais  um momento que os políticos aproveitam para aparecer. Outros, porém, estão mais preocupados em se esconder, já que estão obrigados – em virtude das alianças fechadas pelos seus partidos – a estar onde onde não gostariam.
Esse é o caso, por exemplo, da deputada estadual Ângela Sousa (PSC), que pessoalmente apoia Wagner, mas partidariamente tem que perfilar-se ao lado de Geddel. Além de Ângela, há outros deputados na mesma situação, mas todos eles deram muita sorte hoje. É que chove razoavelmente em Salvador nesta manhã e quem participa da cerimônia teve que providenciar capas e guarda-chuvas.
Assim, ficou mais fácil se esconder.

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Do Política Livre:
Na Assembleia, passou a ser dado como certo que dois deputados estão de malas prontas para deixar o DEM logo após as eleições. Eles estariam insatisfeitos com a legenda e, segundo dizem a amigos, descontentes principalmente com o “climinha” de intrigas internas. Só não abandonam o barco agora por medo de serem considerados “infiéis”. Um dos legisladores é sondado pelo governo desde o início da gestão petista.
Na Bahia, a representatividade do DEM caiu visivelmente: o número de Prefeituras baixou de de 140 para 44. Atualmente, a bancada do Democratas na Assembleia Legislativa da Bahia é composta por nove deputados estaduais que foram eleitos com o apoio do ex-governador Paulo Souto. Entretanto, até os próprios parlamentares, que agora são oposicionistas, temem não se reeleger.

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O assassinato de Paulo Colombiano,diretor do Sindicato dos Rodoviários de Salvador, e de sua companheira Catarina Galindo, na terça-feira, 29 de junho, tem grande possibilidade de estar relacionado à agressiva disputa existente em torno da entidade sindical. Os grupos que se engalfinham para controlá-la costumam utilizar armas que levam ao convencimento pelo medo, fato que era observado por um comunista no sepultamento do casal (os dois eram membros do PCdoB).
O fato é que, pela frieza, tudo indica que o crime foi coisa de profissional.

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Principal empresa do polo de informática de Ilhéus, a fabricante de computadores Bitway foi abatida por uma crise financeira sem precedentes. Boa parte dos 300 empregados foi demitida no decorrer desta semana.
Uma fonte próxima informou ao Pimenta que a empresa começou a sofrer sérias dificuldades durante a crise econômica mundial, entre setembro de 2008 e meados de 2009.
Além das dificuldades do mercado, a Bitway teria feito uma operação arriscada: importar acessórios e componentes de informática sem o seguro que garante ao importador o dólar com a cotação do período do fechamento do negócio.
A crise elevou a cotação da moeda norte-americana a níveis insuportáveis para o caixa da Bitway e o material, importado, ficou quase impagável para a realidade da empresa. O seguro para operações de importação é caríssimo.
Neste mês, a Bitway, que gerava uma média de 300 empregos, acabou ingressando com pedido de recuperação judicial. É uma tentativa de ganhar oxigênio (financeiro) e evitar pedidos de falência da empresa genuinamente ilheense e, até então, um case de sucesso.
De acordo com fontes do mercado, a Bitway teria sofrido com a perda de um de seus principais clientes, a Insinuante. A rede de eletro-eletrônicos ainda deveria à Bitway e deixou de comprar da indústria ilheense após a fusão com a Ricardo Eletro.
Com o grande poder de compra, a Insinuante-Ricardo Eletro queria adquirir produtos a um valor bem abaixo do praticado pela Bitway na relação anterior à aliança das gigantes do varejo. Não deu.
O efeito foi devastador sobre o caixa da empresa. Uma fonte também observa ser a indústria ilheense a única a desenvolver trabalhos de pesquisa e a manter uma incubadora no município, no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Tecnológico de Ilhéus (Cepedi).
A crise ocorre justamente no ano em que a Bitway projetava estar entre as principais fabricantes de desktops e notebooks e monitores do Brasil. Nas contas da empresa, hoje ela situa-se entre as cinco primeiras.
Em 2009, a industria produzia uma média de 30 mil computadores, por mês, em Ilhéus. Na fábrica paranaense de Piraquara, a produção era de 5 mil computadores/mês, segundo dados da própria fabricante.
De acordo com o site da empresa, a história da Bitway começou em 1983, como revenda de microcomputadores. A empresa chamava-se Cacaudata. A fabricação de computadores começou em 1995, com a criação do Polo de Informática de Ilhéus.
A crise ocorre no momento em que o país bate seguidos recordes de vendas de computadores. O polo de informática é responsável por boa parte do PIB ilheense, hoje em R$ 1,7 bilhão.