Direto do Radar, da revista Veja
Na frente? 1
De acordo com informações já do conhecimento do partido, o PSDB saiu-se mal em uma pesquisa nacional de intenção de voto a ser divulgada na quarta-feira. Ela mostra um empate técnico de José Serra e Dilma Rousseff, mas com a petista 1 ponto porcentual à frente. A pesquisa foi feita entre 5 e 10 de março com 2 002 pessoas em 142 municípios.
Na frente? 2
Outra pesquisa, desta vez encomendada pelo PT, foi levada ao Planalto na sexta-feira. Deu pela primeira vez Dilma Rousseff 3 pontos à frente de José Serra.
O rei dos palanques está aflito
Aos mais próximos, Lula tem reclamado da (falta de) desenvoltura de Dilma Rousseff nos palanques. Avalia que os seus discursos são longos e sem emoção.

QUEM AINDA LÊ GILBERTO AMADO?
Dia desses falamos aqui, incidentalmente, em Gilberto Amado – por extenso, Gilberto de Lima Azevedo Souza Ferreira Amado de Faria (foto). Ensaísta, cronista, romancista, memorialista político, diplomata, GA, da Academia Brasileira de Letras (ABL), é um desses escritores que ninguém mais lê. Igual a Afrânio Peixoto e Graça Aranha. Nascido em Estância/SE, Gilberto foi o primeiro de uma prole de 14 filhos do casal Melchisedech Amado de Faria e Ana Amado, a Donana (quem neste mundo ainda se chama Melchisedech?). A família teve outros intelectuais: os irmãos Genolino (também da ABL), Gildásio e Gílson, além dos primos James e um certo Jorge Amado. Pois é: Gilberto é sobrinho de João Amado de Faria, pai de Jorge.
SEU MELCHISEDECH E O “G”
Pôr na filhara nomes com a inicial G era direito de que seu Melchisedech (foto) não abdicava. Conta-se que, ao nascer mais um rebento, o velho esfregou as mãos, de contente. “É mais um com G”, comemorou. Aí, a surpresa: a mulher lhe disse que, devido a uma dificuldade na gravidez, fizera a promessa de que dariam ao filho o nome de José. Seu Melk ficou inconsolável, mas não desistiu do intento. Pensativo, mediu a sala do casarão em passos largos durante toda aquela manhã e no começo da tarde entrou no quarto de Donana, já com a solução em punho. “Ana, vamos botar nele o nome de José, sim, mas em italiano!”. Batizado e registrado como Giusepe Amado, o novo sergipano passou a reforçar o time do G.
JUSSARI QUASE VIRA “GILENÓPOLIS”
Antes que perguntem, não sei os nomes dos 14 filhos (há quem diga que são 15) de seu Melk e Donana. Só Gilberto, Genolino, Gentil, Gildásio, Gildo, Gennyson (o caçula), Giusepe, Genoline (que morreu aos sete anos), Gillete e Genne. Deixei por último, de propósito, um que se fez político famoso no Sul da Bahia, a partir de Itabuna: Gileno Amado, que por pouco não ligou seu nome ao município de Jussari (foto) – que passaria a se chamar… Gilenópolis! A frase que citei de Gilberto foi “não escrevo sem dicionário” (por algum tempo, pensei que fosse minha!). Mas há outra, ótima, a propósito de chatice: “chato é aquele sujeito que nos rouba a solidão sem nos fazer companhia”. Gilberto Amado definiu, soi-disant, Jararaca Ensaboada.
DE SONHOS E PESADELOS
Noite dessas, após jantar exageradamente, recolhi-me ao leito, na expectativa de sonhos impublicáveis. Imaginava que Morfeu me presentearia com a vizinha do 6º andar, ou, na hipótese menos otimista, com Anamara Brito (foto). Antevendo um mar de bandalheiras noite adentro, adormeci, tendo nos lábios um sorrizinho prenunciador de safadezas mil. Vã esperança, traumatizante experiência. Ia alta a madrugada, quando fui surpreendido por estranhíssimo sonho: visitou-me a vizinha, mas, antes que algo relevante entre nós ocorresse, ela – tão rapidamente quanto surgiu – esfumou-se, desapareceu no ar, escafedeu-se, dando lugar a uma figura a princípio indefinida, mas que logo se materializou: era a ex-PM Anamara Brito, inteiramente desfardada, se é que vocês sabem do que estou falando…
JOTAÉ ATACA EM ALTA MADRUGADA
“Maravilha!” – pensei com os botões do pijama – calculando que, mesmo sem a vizinha difícil, eu ainda estava em alto lucro. Mas o inesperado me fez uma surpresa, mudando o sonho em pesadelo: em meio a meus planos maquiavélicos envolvendo a ex-policial, eis que ela, por artes e manhas que nem o velho Freud explicaria, se transformou em… Jararaca Ensaboada! E esta, multiplicada por dois em altura, largura, peso e más intenções, danou-se a me abraçar, beijar, apertar e lamber, com tamanho estoque de descarações que me fez despertar transido de pavor, já a cama em feitio de lagoa, tantos eram os suores. Quando abri estes olhos cansados, estava em desabalada carreira em direção à janela, acho que na busca de socorro urgente. Com a luz do sol nascente, dissipou-se o delírio e ficou-me uma decisão radical: doravante, à noite, só comida leve.
BIZARRO: GENTIL, NOBRE, GARBOSO
“Como vai essa bizarria?” – perguntava Olavo Bilac a Emílio de Menezes (foto), na rua do Ouvidor, em 1920. Bizarria é qualidade de quem é bizarro, sabemos, mas o poeta parnasiano, ao se dirigir ao colega nestes termos, não queria ofendê-lo. Ao contrário: bizarro (está nos dicionários) é “gentil, nobre, generoso, bem-apessoado, bem-parecido, garboso, vestido com elegância, alto e esbelto, elegante e loução, generoso e liberal”. E também “fanfarrão, jactancioso, extravagante, esquisito e excêntrico”. Curioso é como bizarro perdeu todo o seu poder de agradar, restando-lhe somente a raspa dos dicionários, a face pior do termo. Os jovens, se vêem um sujeito com uma melancia pendurada no pescoço, umas roupas estranhas, cabelo idem e sapatos de duas cores logo o rotulam: bizarro.
SUPRASSUMO DO MAU GOSTO
As palavras têm vida própria. Nascem, se desenvolvem, envelhecem e morrem no descaso das novas gerações. É o caso de bizarro, que não tem, em nossos dias turbulentos, o mesmo sentido que se lhe davam poetas, prosadores e o povo em geral no início do século XX. O termo se transformou, de sorte que a imensa maioria dos falantes do português (no Brasil, ao menos) associa bizarro a ofensa. Na acepção hipoteticamente usada por Bilac (foto) ele hoje é um arcaísmo, uma velharia. Há muitos outros que a turma passada dos 40 aninhos ainda se lembra. Por exemplo, teteia (mocinha atraente, delicada, mimosa – segundo a média dos dicionários). Se eu dissesse à vizinha do 6º andar que ela é uma teteia, aí sim, teria a certeza de ser ignorado até o fim dos tempos. Antes, teteia era o suprassumo do elogio; hoje, do mau gosto.
UM CHUTE EM JOÃO MANGABEIRA
O PSB demorou a se pronunciar sobre o assassinato de professores em Porto Seguro, e quando o fez mostrou ter perdido a oportunidade de permanecer calado. Em nota “manifesta, de público, sua recusa em qualquer conivência com qualquer tipo de crime contra a vida e contra o patrimônio público”. Apesar da frase mal construída, percebe-se que o partido nega cumplicidade (”conivência”) com os crimes contra a vida e o patrimônio. É pouco. O cidadão medianamente informado conhece, até porque muito os vê praticados, vários tipos de crime: contra a vida e o patrimônio público, sim, mas também contra a honra, a dignidade sexual, o meio ambiente, o patrimônio histórico, a administração da justiça, a economia popular… Como foi escrita a nota (“quem não sabe rezar…”), fica a impressão de que, tirando o patrimônio público e a vida, outro tipo de crime… pode! O aguerrido João Mangabeira (foto) está subindo pelas paredes da tumba.
A “VINGANÇA” DE LENY ANDRADE
Leny Andrade (foto) não gosta de ser chamada de jazz singer. “Sou uma cantora de música brasileira”, reagiu certa vez ao comentário de um jornalista americano. Mas não se pode negar em seu fraseado a influência (benéfica) das grandes vocalistas do jazz. No fim dos anos noventa, esteve em nossa região, para um show no Teatro de Ilhéus, quando, com seus maravilhosos scat singings, não conseguiu encher mais de um quarto do recinto. Vingou-se. Subiu num avião e, quatro dias depois, apresentou-se no Carnegie Hall, em Nova Iorque, tendo na primeira fila, a bater palmas para ela, um senhor chamado Tony Benett. Nada mau para uma cantora branca.
JOHNNY ALF, UM MESTRE DA MPB
O pianista, cantor, compositor e mestre da MPB Johnny Alf (foto), nome artístico do carioca Alfredo José da Silva, morreu na quinta-feira, dia 4, em Santo André-SP, aos 80 anos. Ele estava submetido a quimioterapia contra um câncer de próstata, há seis meses. Rotulado como “precursor da bossa-nova”, Alf foi bem mais do que isso, atuando durante mais de meio século e influenciando a MPB contemporânea. Sua Ilusão à toa, composta nos anos cinquenta, é um clássico que já inspirou Ronaldo Bastos e Lulu Santos (Um certo alguém) e Caetano Veloso (Amor mais que discreto).
“SEU NOME EU NÃO DIGO”
“Ilusão à toa” teve gravações de Elis Regina, Gal Costa, Alcione, Leila Maria (foto), Eliseth Cardoso, Caetano, Gilberto Gil e outros. Na letra codificada, uma situação é sugerida, mas não esclarecida. Por deixar no ar o sentimento de que “o seu nome eu não digo” – o tema é muito festejado pelo universo homossexual. Tanto que foi incluída no CD Canções de amor de iguais, de Leila Maria (compositora, em 1997, de Bom é beijar, que tem versos como bom é beijar, não importa se é cavalheiro ou dama.
MINHA CANÇÃO PREFERIDA
Voltando às preferências sexuais consideradas “ortodoxas” (ou “caretas”?), devo dizer que dentre as canções que sei de Johnny Alf (Duas contas, Eu e a brisa, Rapaz de bem…) Ilusão à toa é a minha preferida. Sozinho, entre quatro paredes, faço dela minha trilha sonora com a vizinha do 6º andar, aquela que passa e não me olha, sem saber que, apesar de tudo, a mim me apraz essa ilusão à toa… E antes que mergulhemos na lamentável subliteratura sem volta, vamos à arte, propriamente dita: Leny Andrade e Ilusão à toa (o show foi em NI, naturalmente). Depois, Gilberto Gil (foto) com participação de Johnny Alf, numa leitura mais jazzística de Eu e a brisa.
(O.C.)
Edinaldo Meira da Silva (PMDB) é prefeito de Bom Jesus da Serra, município situado no sudoeste baiano. Ele responde a processo no TRE por compra de votos nas eleições de 2008 e, segundo a justiça, vinha operando para atrapalhar as investigações. Resultado, o tribunal decretou a prisão preventiva do peemedebista nesta sexta-feira (12).
A prisão foi realizada hoje (13) por agentes federais e o prefeito se encontra no presídio regional Nilton Gonçalves, em Vitória da Conquista. Além de Edinaldo Meira, um assessor dele também foi recolhido ao xilindró.
Está para nascer sujeito mais liso e escorregadio do que o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo. Fazendo política com a errada premissa de que partidos são insignificantes, ele vive na ilusão de que é possível agradar a todos, dizer amém para Deus e para o Diabo.
Se Wagner chega a Itabuna, Azevedo se derrete todo. Quando fala com Geddel, são declarações de amor. E ontem, apesar da frieza do encontro, o prefeito fez questão de elencar as qualidades de Paulo Souto, afirmando que “só besta” desconhece os benefícios que o ex-governador já trouxe a esta ludibriada cidade.
Alguém precisa avisar ao prefeito que política não se faz dessa forma. O discurso copiado do ex-prefeito defenestrado de Ilhéus, Valderico Reis, é ridículo, apolítico e demontra imaturidade incompatível com o exercício de um cargo importante como o de prefeito de Itabuna.
Se não aprender rápido que a política tem regras implacáveis, e agir segundo as mesmas, Azevedo pode pagar caro pelos equívocos e a vã ilusão de que é possível agradar a todos. Anotem.

A juíza da Vara Crime, Cláudia Panetta, acatou pedido da delegada Sione Porto e decretou a prisão preventiva de Jeferson Cabral e Silva, acusado de matar a ex-namorada e garota de programa Camila Vieira. O crime ocorreu na última terça-feira, 9, no motel Eros, em Itabuna.
O acusado do assassinato está foragido desde os primeiros momentos após o crime. A preventiva saiu nesta sexta-feira, conforme o programa Jornal das Sete, da Morena FM. “Jefinho” prometeu entregar-se à polícia nas próximas horas. Ele teme o “código” das prisões para casos como este.

O ex-governador Paulo Souto, que tentará retomar o cargo em outubro, esteve em Itabuna há pouco, para uma festa do Democratas (DEM) em homenagem à mulher. Também esteve por lá o prefeito Capitão Azevedo.
Apesar dos discursos cordiais e da troca de elogios, eles estiveram, na maior parte do tempo, em lados opostos do palanque. Mesmo quando falaram lado a lado, não trocaram nenhum daqueles efusivos abraços típicos dos políticos em época de campanha.
Questionado pelo Diário Bahia se Souto é o seu candidato a governador, Azevedo foi saindo pela tangente. Disse apenas que existem muitos pré-candidatos, mas ainda não chegou a época das convenções.
Já Paulo Souto, também se referiu às tais convenções, quando indagado se o DEM é democrata ao ponto de aceitar que Azevedo declare apoio a Luiz Argôlo, do PP. Ou seja, vai esperar chegar a época de as candidaturas serem sacramentadas para ver o que vai acontecer.
Se a falta de abraço representa relações estremecidas, Paulo Souto retruca: “Você está vendo coisa”.
O último aumento da passagem de ônibus, em 2 de janeiro de 2009, foi considerado ilegal pelo Ministério Público estadual e ainda está sendo questionado na Justiça. Mas o prefeito Newton Lima nem esperou o veredito. Por cima do aumento ilegal, anunciou um outro que começa a vigorar no dia 21. A tarifa passa de R$ 1,90 para R$ 2,00.
A “reforma” de Newton Lima está a pleno vapor…

“A gente conhece gestores que nunca tiveram nada na vida e hoje estão milionários”.
Capitão Azevedo, nesta sexta-feira, 12, em entrevista ao programa Bom Dia, Bahia, apresentado pelo repórter Fábio Roberto na Rádio Nacional. Ele prometeu que não vai meter a mão no seu, no nosso dinheiro…
Nesta sexta-feira, 12, às 22h, tem a 1ª Calourada de Direito, na Boate Ballo, em Itabuna. A festa é organizada pela comissão de formatura da turma de direito da Faculdade Unime.
As atrações são a Banda Zabumbahia e o DJ Delmário. O evento tem o apoio da Kello e da Formandus. Ingressos e informações podem ser obtidos pelo telefone (73) 9981-1510.
Durou pouco menos de 10 minutos a visita de Paulo Souto a Itabuna, nesta sexta-feira, 12. Atraído a uma festa da presidente do Democratas local, Maria Alice Pereira, o ex-governador baiano ficou uma fera com o pequeno público no clube da Usemi. Souto veio acompanhado do também ex-governador Nilo Coelho, dos deputados João Almeida (PSDB) e Sandro Régis (PR) e do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, pré-candidato ao Senado baiano.
O presidente estadual do DEM esperava um grande público e reunião de lideranças regionais do campo do Democratas. Doce ilusão. Por lá, encontravam-se apenas os prefeitos de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), e de Itajuípe, Marcos Dantas (PP). O público reunido por lá, neste momento, não enche a Kombi do partido.
Souto abandonou a festa com a desculpa de que tinha compromisso em outra cidade.
Acredite se quiser:
O suplente de vereador Wellington Rodrigues, o Leléu, foi visto na manhã desta sexta-feira (12) tentando devolver o terno de microfibra e a gravata de seda “azul-democratas” que comprou na loja Magui Fashion.
O conjunto estava guardado há meses no guarda-roupa de Leléu, à espera da posse na Câmara de Vereadores. O suplente seria beneficiado, caso o TRE condenasse Milton Gramacho (PRTB) por crime eleitoral, mas ontem o tribunal absolveu o vereador por 5 votos a 2.
Com a expressão mais desconsolada do mundo, Leléu tentava convencer Magui a receber a vestimenta de volta, mas o comerciante teria argumentado que não tinha como aceitar, pois realizou uma venda e não um contrato de risco.
Sendo assim, o terno voltou para o armário. E Leléu, para a geladeira…
Um ‘apagão’ comprometeu o atendimento na unidade do Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) de Itabuna, entre as 7h e 9h desta sexta-feira. Até quem precisou de atendimento na unidade da Coelba, localizada também no SAC, foi prejudicado com as constantes quedas de energia. De acordo com eletricitários, os constantes ‘apagões’ têm a ver, também, com a queda de investimentos em manutenção das redes de alta tensão que garantem o fornecimento de energia na região.
A suposta fraude do laudo que responsabilizou a jovem Priscyla Gama, no acidente em que ela e três amigas morreram, no dia 5 de janeiro de 2008, foi destaque nesta sexta-feira na edição estadual do Jornal do Meio-Dia (Rede Bahia).
A matéria informa, de acordo com o que já havia sido noticiado pelo Pimenta, que os peritos Paulo Libório e Robson Lincoln serão processados nos âmbitos administrativo e criminal. Os dois são acusados de corrupção passiva e prevaricação.
Uma nova investigação do caso, conduzida pelo delegado especial Luciano Patrício, isenta Pryscila, que dirigia um Ford Fiesta, de qualquer culpa pela batida com o ônibus da Águia Branca. O delegado acredita que os policiais adulteraram a perícia para favorecer a empresa.
Ouvido por telefone pela reportagem da Rede Bahia, Patrício disse que o laudo tem erros grosseiros e afirmou que ou os peritos são muito “incompetentes” ou de fato foram subornados pela Águia Branca.
O corpo de um menino de nove anos está sendo procurado por homens do Corpo de Bombeiros no Rio Cachoeira, em Itabuna, Clício Souza Nunes brincava com dois amigos na última quarta-feira (10), e os três garotos acabaram se afogando.
Os amigos do menino foram salvos por moradores da comunidade ribeirinha da Bananeira, onde o fato ocorreu. A dona de casa Joelma Figueiredo diz que só foi possível salvar duas crianças, enquanto Clício desaparecia na água barrenta e cheia de baronesas.
Os bombeiros afirmam que a pouca visibilidade na água e a correnteza dificultam a localização do corpo, que já está desaparecido há mais de 48 horas.
































