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ITABUNA registra novos casos de dengue e vive a ameaça de epidemia.
ITABUNA registra novos casos de dengue e vive a ameaça de epidemia.

Nem bem se recuperou de uma epidemia de dengue, Itabuna volta a conviver com a ameaça de um novo surto da doença que matou 11 pessoas e provocou o caos na rede pública de saúde do município.

Os novos dados deixaram de orelha em pé quem é especialista no assunto. Entre o sábado (25) e a última segunda-feira, o município registrou 12 novos casos de vítimas do Aedes aegypti, o mosquito transmissor da dengue.

A prefeitura acionou a Sétima Dires (Sesab) para fazer o que eles chamam de bloqueio de caso (aplicação de fumacê num círculo de 30 metros em torno da residência do paciente). A preocupação aumenta, pois o fumacê não está entre as medidas preventivas contra o mosquito – o inseticida apenas mata o mosquito adulto.

Os novos dados indicam que o trabalho de prevenção desenvolvido pelo município ainda apresenta problemas, apesar de a cidade ter enfrentado uma epidemia que, além das mortes, registrou 13 mil notificações e superlotou as unidades de saúde.

Outro dado preocupante é que o registro de casos não está concentrado em uma só região da cidade. As notificações ocorrem em bairros como Pontalzinho, Santo Antônio, Conceição, Fátima, Pedro Jerônimo, Ferradas e Nova Ferradas, além do centro da cidade.

A Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) e o Ministério da Saúde já emitiram sinais de alerta à prefeitura.

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Tramita no Congresso Nacional um projeto de lei (PL nº 3.429, de 2008) que cria 2.477 Funções Comissionadas do Poder Executivo (FCPE). Essa simpática sigla representa a futura extinção de igual número dos chamados cargos de confiança – os conhecidos Direção e Assessoramento Superiores (DAS).

Essas FCPEs serão destinadas aos servidores efetivos do Executivo Federal, em substituição aos DAS. O objetivo é aumentar o grau de profissionalização do serviço público, ao privilegiar a capacitação técnica. Os DAS geralmente são preenchidos por indicações políticas.

Para poder ocupar a FCPE serão exigidos do servidor requisitos profissionais mínimos, a serem definidos pelos respectivos órgãos. A proposta de lei prevê ainda que o servidor seja submetido a programas de capacitação nas escolas de governo da administração pública federal.

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A 7ª Dires promove,amanhã e na sexta-feira (31), no auditório do Módulo Center, uma rodada de reuniões e cursos de capacitação destinados a preparar técnicos da área de saúde para lidar com a gripe influenza A H1N1 (gripe suína).

Participam técnicos da Sesab e profissionais da área de vigilância epidemiológica de municípios abrangidos pela 7ª Dires.

O treinamento será ministrado amanhã, a partir das 14 horas, para técnicos da regional, e na sexta, a partir das 18h30min, para profissionais que atuam em Itabuna. As instruções serão transmitidas pela médica Maria Mazarello Vilaça, da Sesab.

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O radialista Orlando Cardoso criticou hoje a Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (FICC) por realizar concurso para a escolha de um hino para Itabuna. Lembra que a cidade tem hino há bastante tempo (letra de Nicolau Midlej e melodia de Joel Carlos) e o que falta é divulgá-lo.

Aliás, algumas escolas da rede municipal até incentivam os alunos a entoar a canção oficial, mas logo a garotada terá que esquecer o que aprendeu e se acostumar com o novo hino encomendado pela FICC.

Se a moda pega, daqui a pouco o Ministério da Cultura lança um concurso para mudar o Hino Nacional e o “Ouviram do Ipiranga às margens plácidas” vai pras cucuias.

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Definitivamente, com o quadro de violência do jeito que se encontra, festa de rua em Itabuna está se tornando cada vez mais uma espécie de campo de batalha. As duas noites de folia na avenida Mário Padre comprovaram isso.

Apesar do suficiente número de policiais, que não economizaram nas bordoadas, a quantidade de brigas chamou atenção. Na primeira noite, chegou a ocorrer troca de tiros e duas mulheres – uma do centro da cidade e outra moradora do bairro São Pedro – foram atingidas, felizmente sem gravidade.

Quem estava frustrado com a não-realização do São João compareceu em peso. Mas muita gente diz que teria sido melhor ficar em casa…

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Projeto de Loiola disciplina serviço em Itabuna

Apesar de ter sido aprovada no Congresso Nacional, a legalização do mototáxi depende de legislação própria nos municipios. Em Itabuna, o vereador Clóvis Loiola (PPS) já protocolou projeto que disciplina o serviço.

A proposta contempla o transporte individual de passageiros e o de mercadorias, prevendo regras como o limite de um veículo para cada mil habitantes, padronização e utilização obrigatória de itens como “touca” (balaclava), a fim de garantir a segurança dos passageiros.

O projeto de Loiola iniciará sua tramitação na próxima semana, logo após o recesso parlamentar.

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Do Globo Esporte.com

Tradicional clube do futebol brasileiro, o Bahia seguia em plena evolução na Série B até os 38 minutos do segundo tempo contra o Juventude. O Tricolor, que vinha de duas vitórias consecutivas, fez dois gols com facilidade no primeiro tempo, mas permitiu o empate do Alviverde, por 2 a 2, na noite desta terça-feira, no Estádio de Pituaçu. Ananias e Beto marcaram para os baianos, enquanto Xavier e Mendes anotaram para os gaúchos.

Apesar do tropeço, o Bahia subiu para a nona colocação, com 20 pontos, a seis do Figueirense, último colocado do G-4. Já o Juventude foi a 16, e aumentou a distância para a zona do rebaixamento em dois pontos.

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A polícia ainda não tem pistas dos assassinos de Ronaldo da Silva, de 44 anos, que morava em Uruçuca e foi executado na madrugada desta terça-feira (28), no interior da Pousada Itajuípe, em Itajuípe.

Segundo informações, quatro bandidos encapuzados chegaram à recepção da hospedagem e apresentaram uma foto da vítima, procurando saber onde ela se encontrava. Os bandidos renderam o vigilante e, em seguida, dirigiram-se para o apartamento de número 22, onde surpreenderam Ronaldo da Silva e o atingiram com vários disparos.

Os assassinos fugiram em um Volkswagen Gol, de cor preta. A suspeita é de que a vítima tivesse envolvimento com o tráfico de drogas. Testemunhas afirmam que Ronaldo, que é natural de Campinas (SP), teria tentado se esconder em Itajuípe, após a tentativa de homicídio no último sábado, em Uruçuca.

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Philipe Murillo

A comemoração do aniversário de emancipação de Itabuna faz saltar na imprensa e nos discursos das autoridades uma história vaidosa e orgulhosa do município. Por meio dela, ficamos informados que Itabuna é o resultado de uma “saga”, cujos personagens centrais são os coronéis que fincaram poder nesta terra e construíram a “Civilização Grapiúna”.

A partir daí, uma série de signos é montada com vista a ratificar essa visão sobre o passado. Talvez o mais presente deles seja o mito dos pioneiros (ou dos desbravadores, como ficaram conhecidos por aqui), onde se sobressaem figuras como Firmino Alves, Henrique Alves e Félix Severino do Amor Divino. Esse imaginário “progressista, civilizacionista e desbravador” serve de referência para muitos empreendedores que buscam se afirmar na sociedade de Itabuna.

Dessa forma, projetamos no nosso presente o que consideramos que esses indivíduos foram no passado, mas muitas vezes esquecemos de questionar: o que escolhemos para compor nossa memória?

Ao contrário do que muitos pensam, o passado é um elemento fundamental para amparar as questões do presente. A memória é construída e ratificada a partir dos grupos sociais que se projetam na sociedade atual. Um bom exemplo disso foi a comemoração pelos 500 anos da chegada dos portugueses ao Brasil.

Naquela oportunidade, a memória de um país composto por “um povo novo, formado pela mistura de três raças valorosas, alegre, pacífico e inconfundível” foi solidificado com um passado onde só se enxergava harmonia, progresso e ordem, além de reforçar símbolos que ajudavam a forjar uma identidade homogênea de uma população tão múltipla: bandeira nacional, heróis (Tiradentes, D. Pedro I, Caxias e Vargas) e cultura popular (samba, futebol, etc).

Os efeitos da comemoração dos “500 anos” foram a construção de um país cujas desigualdades social e racial gritantes foram ofuscadas por uma visão estereotipada e mitificada do passado brasileiro.

As comemorações pelo centenário do município parecem caminhar num rumo muito semelhante ao que foi visto em 2000. Esquecemos da pluralidade dos indivíduos que ajudaram a construir Itabuna, além de ofuscar as diferenças culturais e sociais que permearam sua comunidade.

A memória de Itabuna, na ânsia de ratificar seus valores de progresso, apaga do seu passado a luta de diversos trabalhadores que disputaram o direito de viver nesta cidade. Foi assim quando os feirantes, em 1937, exigiram da prefeitura de Claudionor Alpoim a liberdade para comercializaram seus produtos na feira pública que se localizava na Praça Adami.

Lembrar que, em nome do progresso local, as lavadeiras foram obrigadas a se retirar das margens e do leito do rio Cachoeira em 1946, e por este motivo, foram até a Justiça Pública contra a ordem do prefeito Armando Freire. Cabe citar também que, na década de 1950, os candomblés e os bicheiros de Itabuna sofreram uma dura perseguição da imprensa e das autoridades policiais que reprimiam qualquer comportamento cultural que ultrapassassem as fronteiras da idéia de civilização impostas pelas elites locais.

Estes breves episódios do passado de Itabuna nos remetem quase que instantaneamente para os fatos recentes de nossa cidade. Quem não lembra da retirada das floricultoras da Praça José Bastos no ano de 2007? Ou ainda, da perseguição cotidiana aos camelôs nas principais vias urbanas da cidade? E o que dizer da situação dos feirantes nos espaços destinados a Feira Pública? Preocupar-se com uma memória que nos faça refletir sobre os desafios existentes na sociedade contemporânea é um passo decisivo para se repensar Itabuna e não se envaidecer dela como um amor cego.

Optar por uma memória em torno do Centenário de Itabuna que cristaliza um passado heróico e mitificado do passado local é ajudar a camuflar uma sociedade conservadora e autoritária do presente, e excluir mais uma vez outros tantos personagens que contribuíam para consolidar esta cidade. Dizem que os homens são capazes de aprender com suas experiências. Que tal não repetirmos os mesmo erros das comemorações dos “500 anos” no Centenário de Itabuna?

Philipe Murillo S. de Carvalho é mestre em História Regional e Local pela Universidade do estado da Bahia. Autor da dissertação “Uma cidade em Disputa: Tensões e conflitos urbanos em Itabuna (1930-1947)

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Allah Góes | allah.goes@hotmail.com

A frase que dá título a este artigo é uma paráfrase pinçada do sociólogo Selem Rachid Asmar, que define nossa região como uma terra rica, onde vicejam as oportunidades, mas que ao mesmo tempo é pobre em realizações, em riqueza humana e cultural.

Infelizmente, este pensamento, que na época em que foi divulgado criou por aqui um grande alvoroço, mesmo em se passando quase 30 anos, continua mais atual do que nunca, pois continuamos, mesmo às vésperas de completar 100 anos de emancipação, ainda como se fôssemos aquela vila esquecida, sem glória, sem história.

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Pimenta no Improviso (foto Karol Vital)
Pimenta no Improviso (foto Karol Vital)

Negócio bom demais esse tal de Improviso Oxente! Só podia ser mesmo invenção da galera criativa, premiada e batalhadora da Casa dos Artistas de Ilhéus…

Nesta noite, com grande prazer, o Pimenta foi pauta do Improviso. Na verdade, apenas o molho em uma “muqueca” que incluiu internet, a mídia regional, assessorias de imprensa, furos, “barrigas” , entre outros pratos.

Nossos agradecimentos a Felipe de Paula pelo convite e a Romualdo Lisboa pela receptividade. Mais: Karol Vital, Carlos e Anabel Mascarenhas, Emílio Gusmão (que gravou tudo), Vila Nova, Marcos Penha, Ely Izidro, Juliana Moura, Randolfo Gomes, Heitor Brasileiro… Enfim, toda essa galera do bem, que se dispôs a uma apimentada troca de ideias.

Melhor que essa, só outra.

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O site Bahia Notícias, do jornalista Samuel Celestino, divulgou no início da noite uma pesquisa em que o governador Jaques Wagner aparece reeleito em todos os cenários simulados. Os números prometem tirar o sono de alguns, avisa Celestino, numa referência nada discreta ao ministro Geddel Vieira.

Eis os cenários: na pesquisa espontânea, Jaques Wagner chega a 24,6%; Paulo Souto 12,2%; e Geddel Vieira Lima 5,7%. Outros 5,7% não souberam ou não quiseram opinar. Já na pesquisa estimulada, Wagner obtém 35,8% das intenções de voto; Paulo Souto 27,8%; e Geddel, 14,7%. Brancos e nulos somaram 8,25%.

Num eventual segundo turno, Jaques Wagner derrotaria Paulo Souto por 45% a 37%. Quando a disputa é com Geddel, os números são 49% (Wagner) e 29% (Geddel). Se os candidatos fossem Paulo Souto e Geddel, o ex-governador venceria com 42% contra 31% do ministro da Integração Nacional.

A consulta foi encomendada pelo Instituto Getúlio Vargas, do PTB, e foi realizada em Salvador e 35 municípios do interior. Quem aplicou os questionários foi o Instituto Economic Pesquisas e Projetos, entre os dias 8 e 16 de julho. Foram entrevistadas duas mil pessoas – a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais.

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Em Brasília, onde participa do 7º Congresso Internacional Brasil Competitivo, o governador Jaques Wagner defendeu o financiamento público de campanhas eleitorais como arma para diminuir a corrupção no setor público.

O governador afirmou que o atual modelo, com o setor privado financiando as campanhas políticas, deixa o setor público “de joelho diante do setor privado”. “Ali é o elo primeiro da corrupção”, cravou.

O encontro reúne prefeitos e governadores brasileiros para discutir a gestão pública, e o governador baiano falava sobre ferramentas para otimizar a gestão pública.

Wagner listou projetos baianos nesse sentido e relatou a economia (R$ 362,8 milhões) que o estado vem fazendo aplicando princípios de otimização dos recursos. Para ouvir a fala do governador, clique AQUI.