O diretório itabunense do PT se reúne às 8 horas da manhã deste sábado (11), para discutir a situação do militante Francisco Estevam, mais conhecido como Chico Preto ou Chico do São Pedro.
Criticado depois de participar de um encontro com o secretário de Administração da Prefeitura de Itabuna, Gilson Nascimento, o militante aumentou a temperatura no diretório ao publicar uma carta aberta, que para muitos soou como um pedido de desfiliação.
Chico diz que o PT se tornou um partido burguês e que os gestores filiados à legenda vão de encontro “à forma petista de governar”.
Economista e analista de sistema, Carlos Mascarenhas enumera, a partir das entrevistas de Gentil Pires e Paulo Machado ao Jornal Bahia Online (confira a reportagem), quais são os “gargalos” do Pólo de Informática de Ilhéus. “Além de não serem em grande número, podem ser facilmente resolvidos a curto e médio prazo”, diz.
Abaixo, os pontos destacados pelo especialista e diretor da Bitway:
1. Representatividade política e que a comunidade regional lute por ele;
2. Escola Técnica voltada a projetos tecnológicos e cursos superiores na área de tecnologia;
3. Um Distrito Industrial em condições decentes e obras de infraestrutura;
4. Aeroporto internacional e maior quantidade de vôos;
5. Recursos para capital de giro das Empresas;
6. Política pública para atração de novas indústrias;
7. Parque de software para agregar valor aos micros produzidos.
A estes, Carlos Mascarenhas também acrescenta a necessidade de instalação de uma Central de Tratamento de Resíduos Sólidos.
Das vozes mais estridentes que se levantaram contra o discurso de Jaques Wagner, ontem, quando o mesmo disse que não trata mal nem os adversários nem os ‘birutas de aeroporto’ (que, à frente dele, falam bem, mas pelas costas, danam a fazer oposição), nenhum faz parte do time dos aliados de “primeira hora”.
Os prefeitos ofendidos devem ser os mal-educados ou os “birutas”, termo que, neste caso, pode ser interpretado como “traidores”. Quem se encaixa em um destes perfis é que se ofendeu. Ademais, o governador foi claro em seu discurso que nem a esses dispensará o tratamento que antes os carlistas dava a quem não era da base – e que todos conhecem.
No mais, representam mais perigo ao governador as ‘birutas de aeroporto’, que ele sabem quem são, do que os prefeitos que, de fato lhe fazem oposição. Estes, cumprem o seu papel. Os demais, acendem vela para ‘deus’ e o diabo… E cabe ao leitor apontar quem é ‘deus’ – não o Supremo, bem entendido – e quem é o diabo…
Candidatos aprovados na última fase do concurso da PM baiana, cujo resultado saiu no dia 12 de maio, ainda esperam a homologação do certame, que estava prevista para o dia 27 de junho. Todos estão certos de que o cronograma já foi pra cucuia e é praticamente impossível que a matrícula no curso de formação, programada para o dia 1º de outubro, realmente aconteça nesta data.

COMENTÁRIO DE UM LEITOR GAIATO, QUE ASSINA “ZÉ MANÉ”, SOBRE O ASSALTO AO CAIXA DO BB NA CEPLAC:
“Dizem que um tal de Luiz Henrique Franco Timóteo já sabe quem foi.
Mas ele só conta para a Veja”.
Para quem não se lembra, Franco Timóteo foi o autor das denúncias de que o surgimento da vassoura-de-bruxa na região se deu a partir de terrorismo biológico de um grupo de petistas. Depois de muito barulho e 0ba-oba político, as investigações da Polícia Federal foram arquivadas por falta de provas.
Ficaram para Timóteo os 15 minutos de fama, com direito a destaque na Revista Veja, que também fez seu terrorismo (jornalístico) com a história.
Como bem lembrou um leitor do Pimenta (e é inquestionável), mais biruta de aeroporto do que alguns prefeitos baianos, está o PT, em sua posição dúbia diante do atrapalhado e claudicante Sarney Bigodão.
Seria o caso de mudar o nome da legenda para Partido Tonto. E não se dá nome mais apropriado porque este é um blog de respeito.
A polícia não deverá ter muitas dificuldades pelo menos para identificar os bandidos que assaltaram ontem o caixa eletrônico do Banco do Brasil, instalado na sede regional da Ceplac (rodovia Ilhéus – Itabuna).
Imagens do videomonitoramento já estão sendo analisadas pela Polícia Federal. Já existem também informações que podem levar ao local onde foi comprado o botijão de gás usado no roubo, juntamente com um maçarico.
O prédio anexo que abriga o gabinete do prefeito Capitão Azevedo, o cerimonial, a área de licitações e a secretaria de Assuntos Governamentais e Comunicação Social, literalmente, ameaça desabar. O prédio foi construído há menos de três anos, em 2006, e a sua estrutura apresenta fissuras de difícil correção. Escoras de madeira foram improvisadas para dar sustentação à estrutura.
Cerca de duas horas após o encerramento do encontro que deu início ao chamado Pacto contra a Violência em Itabuna, no auditório da Faculdade de Tecnologia e Ciências (FTC), um fato mostrou, de forma emblemática, a situação da segurança em Itabuna.
Por volta da meia-noite, na avenida Amélia Amado, nas proximidades do antigo “Bingo Sports”, o morador de rua Antonio Sérgio Ferreira Santana, 22 anos, foi alvejado por um tiro no braço esquerdo.
O crime teria sido cometido por um elemento conhecido por “Big Louro”, que estava em companhia de outro, não identificado. A PM foi acionada, mas não conseguiu alcançar a dupla.
O detalhe: o local do crime fica a 50 metros da FTC, onde ocorreu o encontro que reuniu dezenas de autoridades ligadas às cúpulas das polícias Civil, Militar, Rodoviária, além do Ministério Público, Judiciário, Legislativo e Executivo.
Apesar do reajuste escalonado de 20% aos funcionários da Emasa, a posição do Sindicato dos Trabalhadores em Água e Esgoto da Bahia (Sindae) é manter a campanha salarial na empresa. Justifica a entidade que outros itens da pauta não foram atendidos pela direção.
Em encontro esta semana em Salvador, servidores da Emasa e representantes do Sindae avaliaram que é preciso continuar pressionando a empresa, em função de pontos como plano de carreira e até mesmo o plano de saúde, que a Emasa afirma já ter garantido.

O Sindicato dos Trabalhadores em Água e Saneamento de Itabuna (Sintrasi) consta como entidade inexistente nos cadastros do Ministério do Trabalho e Emprego. A informação foi transmitida durante recente reunião na Delegacia Regional do Trabalho, em Ilhéus, da qual participaram o presidente da Empresa Municipal de Água e Saneamento de Itabuna (Emasa), Alfredo Melo, e representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Água e Esgoto da Bahia (Sindae).
Melo tem preferência declarada pelo Sintrasi e vinha se negando a negociar com os dirigentes do Sindae, entidade de âmbito estadual e escolhida em assembleia para representar os trabalhadores da Emasa.
Na reunião na DRT, perante a mediadora Maysa Costa Duarte, o presidente da Emasa argumentou que já vinha negociando com o Sintrasi e salientou números da campanha salarial da empresa, como o reajuste salarial de 20% (15% em junho e 5% a partir de outubro), aumento de R$ 100,00 no ticket-alimentação e plano de saúde. Em seguida, afirmou que manteria a posição de não negociar com o Sindae.
O representante do sindicato na reunião, José Hermínio dos Santos, interpelou Alfredo Melo, apontando a ilegalidade do Sintrasi, que não possui registro sindical. A situação irregular foi comprovada na hora, mediante consulta ao site do Ministério do Trabalho.

O encontro realizado ontem no auditório da FTC marcou o início de um esforço conjunto do poder público, instituições e entidades representativas da comunidade pelo que está sendo chamado de Pacto da Segurança em Itabuna. O município apresenta índices alarmantes de violência em todos os níveis, desde a doméstica ao crime organizado, passando pela violência social, caracterizada pela exclusão de grande parcela da população daquilo que se convencionou chamar “cidadania”.
O encontro dessa terça-feira não traçou nenhum plano, não agendou nenhuma ação pontual contra o problema. “O que se quer, na verdade, é criar um grupo de pessoas capazes, representando as diversas entidades e as comunidades, para daí discutir os problemas desde a sua raiz. Sabemos que grande parte da violência que vivenciamos tem raiz na exclusão social”, adianta o secretário de Ações Governamentais e Comunicação Social da prefeitura de Itabuna, Walmir Rosário.
Ele afirma que a intenção é, detectadas as origens, implementar as ações visando combater o problema a partir delas. “Aí entram obras de infraestrutura, espaços de esportes e lazer, escolas etc, além das ações pontuais de combate ao crime, naturalmente. Mas o enfoque principal é o acesso do jovens à cidadania, ao mercado de trabalho. Vamos contar com a ajuda das associações de moradores, com as entidades representativas da sociedade para, juntos, construirmos os caminhos para a solução do problema”.
Moacyr Leite, presidente da Associação dos Muncípios do Sul, Extremo-Sul e Sudoeste da Bahia, também tomou as dores dos prefeitos que o governador Jaques Wagner comparou a “birutas de aeroporto”.
Na opinião de Leite, o discurso mais malvadeza de Wagner foi fruto de um momento de destempero, que ele considera não combinar com a cortesia que deve prevalecer nas relações políticas e humanas.
Marcos Cardoso
Inaugurado em julho de 2006, o Restaurante Popular é fruto de um convênio entre a Prefeitura Municipal de Itabuna (PMI) e o Governo Federal. Está integrado aos programas da rede de ações e políticas públicas de inclusão do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
O Restaurante Popular surgiu com o objetivo de reduzir o número de pessoas em situação de insegurança alimentar e nutricional. Mas em Itabuna ele se encontra fechado desde o final de dezembro, quando se encerrou o contrato de prestação de serviço entre a Prefeitura e a empresa COAN (responsável por sua administração).
O restaurante gerava 30 empregos diretos e mais 150 indiretos, fornecia mais de 1000 refeições por dia e tinha como público comerciários e trabalhadores formais em geral, assim como informais, aposentados, estudantes e desempregados.
Outro motivo para a suspensão do funcionamento seria a necessidade de reparo nas instalações. Apesar de construído em 2006, o prédio apresentava problemas hidráulicos, elétricos e estruturais, como rachaduras nas paredes.
Com o fim do contrato, o comando do restaurante passou a ser de exclusiva responsabilidade da PMI. O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, determinou ao secretário de Administração, Gilson Nascimento, agilidade na reforma do prédio para a reabertura do Restaurante Popular o mais rápido possível e com uma boa estrutura para atender melhor a população.
O prédio foi reformado, ou melhor, pintado, rebatizado de Restaurante do Povo, todavia o povo só conhece a fachada. Estamos no sétimo mês do ano, e até o momento, nem sinal de reabertura. Eis que surge uma luz no fim do túnel: é muito provável que o Restaurante Popular (ou do Povo) faça parte do calendário alusivo aos festejos dos 99 anos de Itabuna. Como dizia o sociólogo Betinho, ícone das campanhas contra a fome e a miséria no Brasil, “quem tem fome tem pressa”.
Ao Capitão Azevedo, que durante a campanha eleitoral de 2008 se apresentou como a Irmã Dulce da política itabunense, perguntamos: quando os menos favorecidos da cidade terão comida de qualidade a baixo custo?
Marcos Cardoso é diretor do Sindicato dos Comerciários de Itabuna
O governo ilheense finalmente aceitou a proposta dos educadores da rede municipal e vai conceder os 12% de reajuste, retroativo a maio. Após impasse de quase três dias, a prefeitura também garantiu o pagamento de tíquete-alimentação aos demais servidores da educação, e não apenas aos professores.
O reajuste vai constar em folha já a partir do contracheque deste mês. O tíquete para as demais categorias da educação será pago a partir de outubro. Desde a última segunda, 6, mais de 25 mil alunos estavam sem aula na rede municipal de Ilhéus, quando os profissionais iniciaram a paralisação.






















