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A Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) apreendeu 21,5 toneladas de pele bovina em Vitória da Conquista durante fiscalização em salgadeiras no sudoeste baiano. De acordo com a direção da Adab, os estabelecimentos já haviam sido notificados das irregularidades, mas insistiram na comercialização sem o documento sanitário obrigatório e em péssimas condições de higiene.

Segundo comunicado da agência, todo o material apreendido foi inutilizado no aterro de Vitória da Conquista. “Cada pele comercializada clandestinamente equivale a um bovino abatido da mesma forma”, alerta o diretor-geral da Adab, Paulo Emílio Torres.

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A Secretaria da Agricultura da Bahia (Seagri) divulgou nesta terça-feira os resultados da etapa da vacinação contra a febre aftosa realizada em novembro do ano passado. De acordo com a Seagri, foram imunizados 97,12% do total de 4,9 milhões de bovinos e bubalinos com até 24 meses.
O secretário Eduardo Salles lembra que o índice alcançado é superior aos 90% exigidos pela Organização Mundial de Saúde Animal para regiões livres de febre aftosa. “Isso mostra o comprometimento do Estado com a defesa agropecuária e dos criadores em colaborar com o desenvolvimento do setor”, elogia Salles.
Os destaques na etapa da vacinação contra a aftosa foram as coordenadorias regionais da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab) de Irecê (cobertura de 99,26% do rebanho), Itapetinga (99,14%) e Itaberaba (99,11%).

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Adab liberou carne que, segundo MP, deveria ser incinerada (Foto Costa Filho).

O promotor Yuri Lopes negou que o Ministério Público seja “tolerante” às condições precárias de abate e transporte de carne em Itabuna, alegação ontem usada por uma veterinária da Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), para liberar 2,2 mil quilos de carne apreendidos pela Polícia Rodoviária Estadual (PRE). “A polícia está de parabéns. A carne deveria ser incinerada e de modo algum destinada ao consumo”, afirmou ao PIMENTA.
A promotoria move ação civil pública requerendo a interdição do matadouro local. A Justiça determinou nova perícia para verificar a situação sanitária do referido matadouro. A perícia deve ser feita pela Adab.
O promotor afirmou que custa a acreditar que a Adab tenha liberado a carne sob alegação de tolerância por parte do MP.
Yuri Lopes explicou que a fiscalização do transporte intermunicipal de carne é de competência da agência de defesa agropecuária, enquanto a vigilância sanitária local é responsável pela fiscalização da venda da carne no município.
– Ambas devem ser realizadas independentemente de qualquer solicitação do Ministério Público. Até porque estas instituições existem para atender esta finalidade e, por isso, ambas possuem fiscais – observa.
Lopes diz ser um “equívoco” atribuir ao Ministério Público a tarefa de fiscalizar o transporte e venda de carne. “Na verdade, a atuação do MP ocorre justamente porque os órgãos de vigilância sanitária não cumprem sua tarefa primordial”.

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Carne era transportada sem refrigeração e sem a mínima condição de higiene (Foto Costa Filho).

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) apreendeu ontem 3.400 quilos de carne transportados irregularmente em carrocerias de picapes e caminhão. O flagrante ocorreu no trecho Itabuna-Ibicaraí da BR-415, no sul da Bahia.
A apreensão foi efetuada pelos policiais Sargento Araújo e soldados Rezende e Valmário. Eles constataram que o produto era transportado sem refrigeração e em péssimas condições de higiene, tendo como destino mercados e feiras livres de Itabuna, Itajuípe e Buerarema.
Dois mil quilos da carne apreendida estavam sendo transportados em um caminhão Ford F-4000 (JLM-0412), dirigido por Eudes Santos Silva. A carne do sol apresentava aspecto ruim e era transportada sem condições de higiene. O destino era o centro comercial de Itabuna.
O restante, 1,4 mil quilos de carnes e derivados, era transportado em picapes Fiat Strada. 700 quilos teriam como destino Itajuípe, sem refrigeração e cobertos por lonas sujas. O veículo dirigido por João Xavier Filho. O outro Strada levava carnes e miúdos do matadouro de Itabuna para Buerarema, conforme o motorista José Carneiro dos Santos.
Parte da carga, 700 quilos, foi liberada pela coordenação da Adab em Itabuna. A polícia rodoviária não tem notícias de que fim deu a Adab ao restante da carga, se foi liberado. As informações são do repórter Costa Filho, do Tribunal Livre, da Rádio Jornal.