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Depois de trocarem bicadas e cutucadas, os tucanos selaram a paz com o PMDB, sob confetes e serpentinas, nesta sexta-feira de Carnaval. Na recepção ao presidenciável Aécio Neves (PSDB), estavam juntos o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), o deputado federal Antônio Imbassahy (PSDB), o estadual Augusto Castro (PSDB) e Geddel Vieira Lima (PMDB), que disputa com Paulo Souto a indicação para candidatar-se a governador.
O grupo visitou camarotes e procurou demonstrar que o bloco da oposição “brinca” unido. Mas só depois da Quarta-Feira de Cinzas é que será possível saber se a união sobrevive à folia e à escolha do candidato.
Os oposicionistas sabem que a possibilidade de vitória praticamente desaparece se ocorrer divisões.

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Eduardo-Campos-Dilma-Rousseff-e-Aécio-Neves

Folha de S. Paulo

Pesquisa Datafolha realizada nesta sexta (11) mostra que a presidente Dilma Rousseff seria reeleita no primeiro turno se disputasse a eleição contra os dois candidatos mais prováveis do PSDB e do PSB, o tucano Aécio Neves e o socialista Eduardo Campos.

Nessa simulação, Dilma tem 42% das intenções de voto; Aécio, 21%; Campos,15%. Brancos, nulos ou nenhum somam 16%. Outros 7% não sabem em quem votar.

O instituto testou quatro cenários para a eleição presidencial de 2014, alternando os nomes de Campos e Marina Silva, pelo PSB, e os de Aécio e José Serra, pelo PSDB.

Nas outras três combinações, Dilma não teria uma quantidade suficiente de votos para garantir vitória no primeiro turno.

No simulação em que a disputa aparece mais apertada, a petista alcança 37% das intenções de voto, Marina marca 28%, Serra alcança 20%.

Trata-se, porém, justamente do cenário mais improvável da eleição, já que os principais líderes do PSB e do PSDB trabalham pelas candidaturas de seus presidentes nacionais, Campos e Aécio.

Nesta rodada, o Datafolha fez 2.517 entrevistas em 154 municípios, o que resulta numa margem de erro de 2 pontos para mais ou para menos.

As simulações do atual levantamento não podem ser diretamente comparadas com as de pesquisas anteriores do instituto porque não há coincidência de cenários.

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luislindaColuna Tempo Presente (A Tarde)

Depois de ter conversado com a senadora Lídice da Mata e admitir a possibilidade de disputar o Senado pelo PSB, a desembargadora aposentada Luislinda Valois fixou o prumo em direção oposta. Com honras e pompas, filiou-se ao PSDB ontem.

O ato foi em Brasília, sob as bênçãos do senador Aécio Neves, do deputado Jutahy Júnior e do pré-candidato do partido ao governo baiano, João Gualberto. Em suma, sinalizou à esquerda, mas dobrou à direita.

Ela vai tentar se eleger deputada federal.

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geddelSegundo matéria publicada na edição do jornal A Tarde desta terça-feira, 1º, o peemedebista Geddel Vieira Lima já teria colocado à disposição o cargo de vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica Federal. A informação foi transmitida pelo próprio Geddel.

Pré-candidato ao governo baiano, o cacique do PMDB estadual diz que ainda não há definição sobre como o partido se posicionará na Bahia  com relação à eleição nacional. Mas as opções ficam entre o senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB-PE), descartando o apoio a reeleição de Dilma Rousseff.

“É evidente que no momento em que se aproxima a hora de repactuar nossa relação com a sociedade através das urnas, e eu não tenho ainda a dimensão exata do papel do PMDB da Bahia, fiz o que tinha que fazer”, declarou Geddel.

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Geddel: irregularidades em convênios (foto Bah

O governador Jaques Wagner há muito tempo anda queixoso por causa da estranha condição do peemedebista Geddel Vieira Lima, que, apesar de ocupar cargo de confiança no Governo Federal – é vice-presidente de Pessoa Jurídica da Caixa Econômica -, vive dando estocadas no PT.

As queixas de Wagner devem aumentar, agora que Geddel está de affair  com o senador Aécio Neves, pré-candidato à Presidência da República pelo PSDB. Manifestações de carinho recíproco ocorreram na última sexta-feira, 20, quando da visita do tucano a Salvador.

Diante de um elogio de Aécio, Geddel afirmou que não tem a menor dificuldade em conversar (leia-se “apoiar”) o senador para a sucessão de Dilma, acrescentando que este poderá ser o caminho natural, dadas as relações do PMDB da Bahia, onde tem se alinhado com DEM e PSDB e combatido o governo do petista Wagner.

Aliás, Geddel declarou não apenas a facilidade de diálogo com Aécio, mas também com Eduardo Campos e Marina Silva, outros dois presidenciáveis.

Pelo visto, há dificuldade apenas com Dilma.

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Aécio foi recebido pelo correligionário Augusto Castro
Aécio foi recebido pelo correligionário Augusto Castro

O senador tucano Aécio Neves, pré-candidato do PSDB à Presidência da República, inicia hoje pela capital baiana uma série de visitas a cidades nordestinas. Em Salvador, o mineiro foi recebido pelo deputado estadual Augusto Castro e o pré-candidato ao governo baiano, João Gualberto.

Aécio chegou com fome e pediu para degustar o quitute mais famoso da Bahia. Levaram-no para o Acarajé da Cira, no bairro de Itapuã, onde o homem traçou com vontade o bolinho de feijão. Augusto Castro garante que o correligionário presidenciável não abriu mão da pimenta.

Satisfeita a vontade, Aécio seguiu para encontro com o prefeito ACM Neto. Depois, teria uma entrevista coletiva.

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Augusto cobra agilidade nas indenizações.

Pré-candidata ao governo da Bahia, a senadora Lídice da Mata (PSB) diz não haver possibilidade de aliança entre os socialistas e o PSDB em âmbito nacional. Isto, apesar da tentativa de aproximação entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do PSB, e o senador tucano Aécio Neves, ambos pré-candidatos à Presidência da República.

O deputado estadual Augusto Castro (PSDB) se opõe à afirmação de Lídice. Segundo ele, “o senador Aécio Neves tem conversado com todo mundo, inclusive com Eduardo Campos”. Para o tucano da Bahia, existe, portanto, chance de aliança no futuro.

Tudo depende, como diria Otávio Mangabeira, das nuvens da política.

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Dilma: queda nas intenções de voto.
Dilma: queda nas intenções de voto.

A presidente Dilma Rousseff foi afetada pela expectativa do brasileiro em relação à economia e – ainda – a onda de manifestações pelo país. No intervalo de três semanas, ela despencou 21 pontos percentuais nas intenções de voto, segundo Datafolha, caindo de 51% para 30% das intenções de voto.
Marina Silva, do Rede, foi quem mais se beneficiou do momento brasileiro. Saiu de 16% para 23% das intenções de voto. Aécio Neves (PSDB) saiu de 14% para 17%. Eduardo Campos (PSB) beliscou apenas um ponto: 6% para 7%.
A pesquisa foi feita nos dias 27 e 28. Foram consultados 4.717 eleitores em 196 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais. Os números foram divulgados hoje pela Folha de São Paulo.

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Da coluna Painel (Folha de SP)

Lá e cá – O tucano Aécio Neves (MG) sai em defesa do DEM, aliado vital a seu projeto presidencial: “ACM Neto foi o gigante da eleição. Até porque enfrentou campanha de baixa estatura”, diz, em alusão ao ataque de Dilma ao prefeito eleito de Salvador.

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Do Uol
O prefeito Gilberto Kassab (PSD) confirmou nesta sexta-feira (2) a conversa com o presidente do PT, Rui Falcão, em que disse que José Serra (PSDB) preferiria a reeleição de Dilma Rousseff a apoiar uma eventual candidatura do também tucano Aécio Neves à Presidência em 2014.
“Eu falei em meu nome. Eu disse, em algum momento do ano passado, que eu achava que existia um risco se o Serra fosse prefeito, diante da tensão que existia, de até não apoiar [Aécio Neves]. Isso eu falei mesmo, é verdade”, afirmou o prefeito.

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Da Folha de S. Paulo:

O pré-candidato do PSDB à Presidência, José Serra, não conta com o apoio com boa parte dos prefeitos aliados ao ex-governador de Minas Aécio Neves (PSDB). Serra vai a Minas nesta segunda-feira (7), ao lado de Aécio, para tentar reverter essa situação e sedimentar os apoios de prefeitos de PSDB, DEM e PPS no Estado.

Em Minas, que tem 853 cidades, os três partidos controlam 286 prefeituras. A Folha de S. Paulo ouviu 264 prefeitos dessas legendas e 79 deles disseram que não estão fechados com Serra. Juntas, elas administram prefeituras onde estão 27% do eleitorado mineiro.