Criminosos atacaram carro de família na BR-101, em Uruçuca || Imagem Zé Drone
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Um homem foi morto a tiros durante assalto, na manhã desta segunda-feira (18), na BR-101, em Uruçuca, no sul da Bahia. Ao PIMENTA, a Polícia Civil informou que a vítima foi identificada como Jonny Correia Ribeiro, de 32 anos.
De acordo com o registro da ocorrência, Jonny estava de carro com a esposa na rodovia, onde passaram a ser perseguidos por dois homens armados em uma motocicleta. Durante a perseguição, os criminosos dispararam contra o carro das vítimas, que tombou.
Jonny foi baleado e morreu no local. A esposa dele conseguiu escapar dos bandidos e pediu ajuda em um posto policial. Os criminosos roubaram pertences do casal e fugiram. Segundo o Blog Agravo, uma criança, que estava com o casal, também presenciou o crime.
A Delegacia Territorial de Uruçuca deu início a inquérito para investigar o caso. Policiais fazem diligências para identificar e prender os autores do latrocínio (roubo com resultado morte).
Camacãense, José Cássio Varjão é cientista político com MBA em Cooperação Internacional e Políticas Públicas
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Aquele final de tarde serviu como um marco, um divisor de águas, inserindo uma mudança significativa entre o antes e o depois da cidade de Camacã. Naquele dia, vi herdeiros de grandes fazendas da região cabisbaixos, um deles chorando, se maldizendo, por ser o responsável por enfrentar o declínio da lavoura cacaueira.
José Cássio Varjão
“Quais as cidades do interior da Bahia que mais perderam população nos últimos 45 anos”? Se você, caro leitor, pesquisar no Google ou em outro site de busca exatamente como esta frase foi escrita acima, encontrará a resposta. Nesse período, Camacã perdeu 44,39% da sua população. Dos 41 municípios da região cacaueira do sul da Bahia, foi a cidade que mais perdeu habitantes desde 1980. Uma migração silenciosa, repleta de decepções e simbolismos. A cidade mais rica, entre as produtoras de cacau, nunca olhou para o futuro como deveria, viveu enebriada pela lavoura que a construiu e a destruiu.
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Entre o aluguel e o quilo de carne mais caros da Bahia, o que aconteceu com a cidade outrora próspera? Como ela chega à melhor idade? Quais lembranças estruturais dessa época “dourada” encontramos ao caminhar por suas ruas e praças? Quais riquezas desse período áureo do cacau ficaram enraizadas para as futuras gerações de camacaenses?
Administrada pelos coronéis do cacau por décadas, numa prática política baseada no poder local dos grandes proprietários de terra, Camacã foi uma cidade de imigrantes, aqueles que chegavam de todas as partes, principalmente os comerciantes, e sempre prosperaram. Será a própria lavoura cacaueira, o ouro negro em amêndoas, a culpada por criar gerações de pessoas improdutivas e despreocupadas financeiramente? Como consequência dessa omissão, diferentemente dos outros municípios da região cacaueira do sul da Bahia, Camacã perdeu quase 50% da sua população. A cidade, que já foi o 13º ICM (antes da CF/88 era só ICM) do estado da Bahia, hoje está chegando ao 170º lugar. Onde está o cerne do problema? Por que somente Camacã ruiu?
Ainda antes de completar 10 anos de emancipação, um duro golpe foi desferido nas pretensões do município se tornar um grande centro comercial e de serviços, o que faria o município não depender somente da monocultura cacaueira. A mal contada história da BR-101 passando pelo centro da cidade, com mais verdades do que mitos, nos condenou, junto com administrações capitaneadas por latifundiários, que só enxergavam o limite das suas terras, a ser a cidade que mais perdeu habitantes no estado da Bahia nas últimas décadas. Era a época dos coronéis, os mesmos retratados por Vitor Nunes Leal, ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, em seu livro, Coronelismo, Enxada e Voto, demonstrando como o dono das terras, o trabalhador e o voto estavam ligados umbilicalmente.
O enredo conclusivo, criado em torno do trajeto da BR-101 em Camacã, foi discutido numa reunião entre cacauicultores e os formadores de opinião dentro da comunidade, realizada em determinada fazenda do município, em que a versão de que os custos pelo trajeto original ficariam mais caros foi difundido. Waldeck Ribeiro, ex-presidente da Câmara de Vereadores, me mostrou uma fotografia, em 1993, com mais de uma dezena de cacauicultores de Camacã e de Mascote, perfilados na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, junto a Mário Andreazza, Ministro do Interior do Governo Federal, que contava outra história. Após ver “os representantes do povo”, todos vestidos com calças boca de sino e terno com tecido quadriculado, no estilo Agostinho Carrara, cheguei em casa e perguntei ao meu pai, José Loiola Varjão, sobre o tal assunto. Ele me confirmou a reunião na fazenda, para logo em seguida me interromper e sentenciar: “vamos dar um tiro nessa conversa”, papo encerrado. Esse assunto proibido não saiu do meu imaginário nos últimos 32 anos.
Essa passagem é fato consumado. Se tiraram ou não a BR-101 do centro da cidade é um acontecimento que hoje não nos conduzirá a lugar algum. Faz parte do passado, assim como as águas do rio Panelão, que, supostamente, já transportaram até cédulas eleitorais, não voltarão jamais. Nesse período, conversei com várias pessoas de Camacã e região, sempre angariando informações. Também conversei com um ex-funcionário da Bahia Construtora (empresa responsável pela pavimentação entre o Rio Branco e o Rio Pardo da BR 101), que, à época, junto com outros trabalhadores, se perguntavam por que o trajeto foi mudado, se até em Camacã as máquinas já tinham feito cortes nos barrancos onde hoje se situa a Rua Antônio Pereira dos Santos, para passar a estrada?
Imagem aérea de Camacã, no sul da Bahia || Foto PMC/Divulgação
Aqui faço outro questionamento, mudando o contexto: por que os políticos locais, tão bem recebidos em Brasília, não foram pleitear a principal rodovia do Brasil passando pelo centro da cidade, trazendo o progresso sobre rodas para a região?
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Em meados da década de 1970, alguns membros do legislativo municipal, como Arquimedes Carvalho Filho, Waldeck Ribeiro e outros, foram a Brasília pleitear, junto ao Banco do Brasil, a construção de uma agência em Camacã. Após algumas semanas, diretores do banco estavam na cidade, escolheram e compraram o terreno onde funcionava o Clube Vasco da Gama, de propriedade de Álvaro Guerreiro, para construir a agência 0837, do Banco do Brasil. Todo o processo entre a visita dos políticos a Brasília e o início da construção foi célere. Aqui faço outro questionamento, mudando o contexto: por que os políticos locais, tão bem recebidos em Brasília, não foram pleitear a principal rodovia do Brasil passando pelo centro da cidade, trazendo o progresso sobre rodas para a região?
Manda quem pode, obedece quem tem juízo. Quem iria confrontá-los? Quem iria argumentar que implodir pedreiras por mais de uma dezena de quilômetros até a ponte do Rio Pardo, que ainda seria construída pela Construtora Norberto Odebrecht, seria mais barato do que aproveitar a estrada existente? Quem iria alertá-los de que as pontes do rio Panelinha, já no ramal da fazenda Sapucaia (antiga estrada que fazia o trajeto para Itabuna), do Rio Panelão, em Camacã, do rio Água Preta, nos Quinze, e do Nanci, onde já existia um posto do DNER, foram construídas em concreto bruto para receber a nova estrada? Por que não utilizar essa mesma estrada, que antes nos levava a Porto Seguro, Rio de Janeiro ou São Paulo? O Sr. Zezito Freitas, cacauicultor com propriedade rural nos arredores da estação da Polícia Rodoviária Federal, em Camacã, foi a única voz dissonante nessa história, não queria a estrada nas suas terras.
Para ter certeza em afirmar que o progresso foi afastado de Camacã, li inúmeros artigos e publicações científicas comprovando que ser margeada por uma rodovia federal traz enormes benefícios econômicos às localidades. Em monografia submetida ao Departamento de Ciências Econômicas da Universidade Federal de Santa Catarina, em agosto de 2002, Silvinei Vasques, ex-diretor da Polícia Rodoviária Federal, discorre sobre Construção da BR-101 e Seus Reflexos na Economia de Joinville. Outros autores, inclusive da região, pesquisaram sobre o advento da BR-101 no sul e extremo-sul da Bahia, que abriu a região para o Sudeste do Brasil.
Continuando com minhas pesquisas, seguem abaixo, detalhadamente, as informações extraídas do IBGE Cidades com relação à população das maiores cidades da Bahia, margeadas pela BR-101, nas últimas seis décadas:
As cidades de Gandu e Itamaraju ficaram encaixotadas por estarem entre dois grandes polos comerciais e de serviços, como Santo Antônio de Jesus e Itabuna, Eunápolis e Teixeira de Freitas, respectivamente. Nas outras cidades, percebe-se o quão importante foi a construção da BR-101, com a população crescendo, em alguns casos, até mais de duas vezes em relação à década de 1970. Eunápolis se beneficiou também por ser o entroncamento para Porto Seguro. Teixeira de Freitas, por sua vez, obteve o maior crescimento dentre todas as cidades citadas, pela proximidade com o estado do Espírito Santo e algumas cidades de Minas Gerais. Próximo a Camacã, o melhor exemplo é São João do Paraíso, município de Mascote, que antes da rodovia era somente um vilarejo com um punhado de casas.
Para continuar discorrendo sobre os 64 anos de Camacã, farei uma divisão entre os primeiros 32 anos de emancipação e os 32 anos seguintes. Entre 1961 e 1993, apesar de já ter entrado no processo de declínio em 1990, com o surgimento da vassoura de bruxa, a alta arrecadação de ICMS (aqui já era ICMS) quando dinheiro não era o problema, serviu para execução de algumas obras estruturantes na cidade, principalmente entre 1977 e 1982. Naquela época a maioria das obras eram realizadas com verba do município. Importante salientar que a cidade tinha, em 1980, de acordo com o IBGE, uma população de quase 41 mil habitantes.
Em 1990, na fatídica reunião no Clube de Campo de Camacã, em que eu estava presente, o engenheiro agrônomo da Ceplac Mário Tavares informou à população ter encontrado a Crinipellis perniciosa, o fungo que dizimou a lavoura cacaueira e acelerou o declínio de uma cidade sem planejamento e que não sobreviveria sem o cacau. Aquele final de tarde serviu como um marco, um divisor de águas, inserindo uma mudança significativa entre o antes e o depois da cidade de Camacã. Naquele dia, vi herdeiros de grandes fazendas da região cabisbaixos, um deles chorando, se maldizendo, por ser o responsável por enfrentar o declínio da lavoura cacaueira.
Vista panorâmica de Camacã || Foto PMC/Divulgação
Nesses primeiros 32 anos de Camacã, foram 20 anos de governo entre dois coronéis, de 1977 a 1996, intercalando-se os mandatos. Dois latifundiários que traziam pessoas de fora para administrar a cidade.
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Nesses primeiros 32 anos de Camacã, foram 20 anos de governo entre dois coronéis, de 1977 a 1996, intercalando-se os mandatos. Dois latifundiários que traziam pessoas de fora para administrar a cidade. Aqui, entra João Ubaldo Ribeiro, no livro Política: Quem manda, por que manda, como manda, com a 1ª edição publicada em 1981, quando escreveu sobre “um fenômeno contemporâneo, que vem pondo em risco até mesmo a representatividade popular nas democracias. Trata-se da diferença, cada vez mais ampla, entre quem detém a autoridade para as decisões e quem tem o conhecimento indispensável para tomá-las, sendo obrigado, cada vez mais, a confiar em assessores, consultores e técnicos, os tais burocratas. Isso resulta no controle das decisões públicas cada vez mais longe dos eleitos, perdendo-se a representatividade entre o povo e quem é escolhido por ele”. Eu particularmente chamo isso de “terceirização da vontade popular”. Um é eleito para outros governarem.
Numa ação contraproducente, tendo como base a construção do Terminal Rodoviário de Camacã, ficou latente a falta de parâmetros daqueles que detinham o poder, ou tomada de decisão por parte dos burocratas, citados no parágrafo anterior, que resultou no esfacelamento das empresas que funcionavam em torno da praça Dr. João Vargens. Com a saída das empresas de ônibus e pela proibição de estacionamento e circulação de kombis e picapes, os comércios entre aquela região e o Instituto de Cacau da Bahia foram cerrando suas atividades, um a um. Nos comentários da época, os executores de tal mudança tinham como objetivo fazer a cidade crescer no percurso entre os Correios e a Rodoviária. A realidade é que isso não passou de especulação imobiliária dos donos das terras naquele perímetro e, por ironia da história, a cidade chegou até onde almejavam, mas pelo lado contrário, descendo morro abaixo. “Cobriram um santo e descobriram outro”.
Os tais coronéis, que, na sua maioria não enxergavam um palmo na frente do nariz, nunca, absolutamente nunca pensaram no futuro de Camacã. Nenhum deles investiu em boas moradias na cidade. Quase todos pernoitavam em suas casas na fazenda. Algumas eram belas mansões, que foram se depreciando junto com o cacau que deixaria de existir.
Quase todos os que viviam exclusivamente da lavoura, sem preocupações ou organização financeira pessoal, terminaram completamente endividados, falidos. Incongruente nessa história foram os comerciantes da cidade, proprietários de lojas, farmácias e armazéns, que também eram pequenos agricultores, os quais viviam do seu empreendimento e não ficaram endividados como os grandes latifundiários. Contrários à emancipação, os coronéis de Canavieiras teriam feito “algum trabalho”, que objetivava o declínio de Camacã? Ou foi o carma dos pequenos agricultores obrigados a vender suas terras para os coronéis a preço de banana? Conjecturas à parte, Camacã subiu como um foguete e ruiu como um castelo construído na areia.
Inaptos na arte de governar, porém habilidosos na perseguição política, os controladores do poder local só o perderam em uma oportunidade, quando o padre Auxêncio da Costa Alves foi eleito em 1972, surpreendendo a todos. O padre governou durante 4 anos, com uma faca nas suas costas. Fora esse interregno, mandaram na cidade desde sua emancipação, intentando contra quem os desafiasse. Um deles, que nunca disputou cargo público, andava na cidade com os nomes de pessoas numa lista para serem expurgadas dos seus trabalhos, alijadas daquela sociedade, como a turma do PT, objetivando dar o lugar aos seus apadrinhados. São vários os que saíram de Camacã e, decepcionados, nunca mais olharam para trás.
Em época de fartura ninguém aprende. É perfeitamente compreensível que algumas pessoas de Camacã, por laços de convivência mais íntimos, contestem o argumento de que os coronéis não deixaram marcas registradas a serviço da coletividade. A realidade é infinitamente superior às narrativas criadas, os mitos produzidos em torno de pessoas que governaram com imposições, perseguições, beneficiando uns poucos. Caso interessante a ser citado foi a época da geração de energia através da barragem de Camacã, quando havia energia elétrica em suas propriedades rurais, mas parte significativa da população da cidade estava às escuras, sem a energia. Aliás, o poderio econômico da lavoura cacaueira transitava somente no centro financeiro da cidade, com suas 7 agências bancárias. Nas áreas periféricas, a miséria era extrema, sem luz, água, saneamento básico e sem farinha no prato.
Como um paciente sobrevivendo com práticas paliativas, Camacã foi sendo esbulhada ao longo das últimas décadas, tendo as suas riquezas investidas em outros lugares. Até os filhos dos cacauicultores saíam para estudar e nunca voltavam, salvo raríssimas exceções. O chamado investimento sem retorno.
Precisamos conhecer nosso passado para termos condições de fazer reparos históricos. Desmistificar esse coronelismo é uma abordagem fundamental para que Camacã se liberte da cultura política baseada na dependência e no medo e isso passa pela educação política, pela valorização do coletivo populacional enquanto capital social de uma comunidade. É romper com o imaginário de que só quem tinha terra e sobrenome poderia governar. É reconstruir o ambiente político a partir do povo, sendo o processo de desmistificação do passado o caminho para construção de um futuro baseado no desenvolvimento econômico, na ética administrativa, na inovação e no compromisso com o bem público. No próximo artigo, vamos discorrer sobre os 32 anos seguintes.
José Cássio Varjão é camacaense, graduado em Ciência Política e possui MBA em Cooperação Internacional e Políticas Públicas e pós-graduação em Administração Pública Municipal e Desenvolvimento Local; Administração Pública e Gestão de Cidades Inteligentes; e Gestão de Negócios Inovadores.
Bandidos fortemente armados interceptaram um caminhão carregado de cacau, sequestraram o motorista e levaram cerca de 250 sacas do produto, totalizando 1.000 arrobas, na terça-feira (12). O caminhoneiro foi obrigado a entregar a direção do veículo para um dos criminosos quando trafegava pela BR-101, na altura de Aurelino Leal. Outros três bandidos escoltaram a carga até Buerarema, onde o motorista foi liberado.
O motorista relatou na delegacia que um bandido invadiu o caminhão enquanto os outros comparsas seguiram numa caminhonete preta. Existe a suspeita de que os criminosos tenham colocado as 250 sacas de cacau (cada saca tem 4 arrobas) em outro veículo para facilitar a fuga.
O tamanho do prejuízo ainda não foi divulgado, mas estima-se que seja superior a R$ 640 mil. Até o início da noite de hoje ninguém havia sido preso. A polícia recuperou o caminhão na noite de quarta-feira (13), em Firmino Alves. Atualização às 11h de 14/08 para correção de informação.
Veículo tombou no início da tarde desta quarta-feira (6) || Foto Redes Sociais
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Após interdição provocada por acidente com uma carreta cegonha, nesta quarta-feira (6), na BR-101, trecho Itabuna-Buerarema, no sul da Bahia, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a via foi completamente liberada por volta das 16h10min.
O acidente ocorreu às 12h20min. A carreta transportava carros de passeio, e alguns deles foram arremessados na área de mato às margens da rodovia. O motorista passa bem.
Carreta tombou na BR-101, em Buerarema || Montagem PIMENTA
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Uma carreta cegonha tombou nesta quarta-feira (6), por volta das 12h20min, na BR-101, quilômetro 521, em Buerarema, no sul da Bahia. O veículo estava carregado. Imagens obtidas pelo PIMENTA mostram que, pelo menos, quatro carros foram arremessados da carroceria da carreta.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informa que o acidente provocou a interdição total da rodovia. O registro da ocorrência está em andamento. A pista permanecia interditada até as 13h50min.
Acidente ocorreu no início da tarde desta quarta-feira (6)
Ainda não há informações sobre feridos e se outro veículo se envolveu no acidente. Nas imagens feitas logo após o tombamento, é possível ver um homem caminhando em cima da carreta.
Ministro Renan Filho faz anúncio em reunião virtual com Jerônimo e Rui || Imagem GovBA
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Nesta quinta-feira (24), o ministro dos Transportes, Renan Filho, assinou ordem de serviço para obras emergenciais na ponte sobre o Rio Jequitinhonha, na BR-101, em Itapebi, no extremo-sul da Bahia. O investimento de R$ 104,78 milhões abrange o reforço paliativo da ponte atual, que teve o tráfego interditado em maio deste ano, e a elaboração dos projetos de engenharia e construção de uma nova ponte.
Segundo Renan Filho, a obra será iniciada imediatamente, e a entrega da ponte nova ocorrerá em 2026. O ministro dos Transportes anunciou as medidas em reunião virtual com a participação do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e do ministro da Casa Civil, Rui Costa.
Ponte sobre o Rio Jequitinhonha, na BR-101, em Itapebi
“Agradeço ao ministro Rui Costa, que, na Casa Civil, tem garantido as condições necessárias para que o Ministério dos Transportes possa atuar com agilidade na busca de soluções para os problemas que o Brasil enfrenta devido à falta de manutenção. O teto de gastos reduziu muito os investimentos no país ao longo dos últimos anos, e agora estamos retomando esses investimentos. Precisamos, ao mesmo tempo, fazer obras novas e corrigir o que deixou de receber investimentos no passado”, completou Renan.
NOVA PONTE
A nova ponte terá 510 metros de extensão e faixas duplicadas. A contratação inclui serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização e construção de Obras de Arte Especiais (OAE), que englobam infraestrutura, mesoestrutura e superestrutura. A ponte contará com sensores de vibração que farão o monitoramento ininterrupto da movimentação de tráfego no local. A tecnologia irá auxiliar na avaliação de segurança da estrutura para a população que passa por ali diariamente.
ÚLTIMAS AÇÕES
A ponte atual foi totalmente interditada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), no dia 5 de maio, após avaliação técnica apontar risco estrutural. Desde então, o tráfego da chamada Rota 3 – entre Itabuna e Eunápolis – foi redirecionado para rotas alternativas, usadas por veículos leves, viaturas, ambulâncias e caminhões de abastecimento.
Em 20 de maio, a Secretaria de Infraestrutura da Bahia (Seinfra) concluiu a instalação da rede elétrica nos acessos da Rota 3, permitindo à Polícia Rodoviária Estadual (PRE) o controle do tráfego local. No mês passado, o governador Jerônimo Rodrigues e o ministro Renan Filho anunciaram a reabertura parcial da ponte, em sistema de pare e siga, exclusiva para veículos leves e vans, medida que entrou em vigor em 18 de junho.
Veículos bateram de frente na BR-101, próximo ao trevo de Mascote || Fotos Rede Sociais
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Batida de um micro-ônibus com uma caminhonete deixou quatro pessoas mortas, nesta quinta-feira (3), na BR-101, próximo ao trevo de Mascote, no sul da Bahia. Ao PIMENTA, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) confirmou os óbitos.
De acordo com a PRF, a colisão frontal ocorreu às 11h30min, no quilômetro 598 da BR-101 e deixou a rodovia parcialmente interditada.
O impacto da batida destruiu a caminhonete. As causas do acidente ainda são desconhecidas. A caminhonete transportava cinco pessoas. A vítima sobrevivente tem 17 anos e foi encaminhada em estado grave para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna.
De acordo com a PRF, as vítimas que não resistiram ao impacto da colisão foram identificadas como Ana Paulo Oliveira, de 36 anos; Eduarda Vitória Oliveira dos Santos, 6; Hércules Oliveira dos Santos, 14; e Ronaldo Mário de Jesus, de 50 anos. Todos eram da mesma família.
Ponte sobre o Rio Jequitinhonha será liberada parcialmente nesta quarta-feira (18) || Imagem TV Santa Cruz
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O ministro dos Transportes, Renan Filho, confirmou para esta quarta-feira (18), às 6h, a liberação parcial do tráfego de veículos leves, vans e de serviços públicos, como ambulâncias e viaturas policiais, na ponte sobre o Rio Jequitinhonha, em trecho da BR-101, no município de Itapebi, extremo-sul da Bahia.
A ponte está completamente interditada desde 5 de maio. Segundo o Governo Federal, estudos demonstraram a segurança da reabertura para veículos leves, com sistema pare-siga. Ônibus e caminhões continuarão impedidos de cruzar a ponte, sendo obrigados a usar trajetos alternativos, como o desvio da estrada da Veracel.
CONTROLE
A retomada do fluxo de veículos será controlada pela Polícia Rodoviária Federal com o apoio da Polícia Militar, conforme decidido em reunião entre os ministério do Transportes e da Justiça e Segurança Pública, nesta segunda-feira (17), em Brasília. Além de Renan Filho, participaram o secretário-executivo do Ministério da Justiça, o ilheense Manoel Carlos de Almeida Neto; e o governador Jerônimo Rodrigues (PT), este último, por videoconferência.
De acordo com o ministro Renan Filho, a operação garantirá a passagem segura dos veículos autorizados e evitará o rompimento do bloqueio para ônibus e caminhões. Assista ao anúncio.
Tráfego na Ponte sobre o Jequitinhonha será liberado neste mês
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O ministro dos Transportes, Renan Filho, anunciou, no final da tarde desta quinta-feira (5), em Salvador, a liberação do tráfego de veículos leves sobre a ponte do Rio Jequitinhonha, localizada no km 661 da BR-101, em Itapebi, no extremo-sul da Bahia. O acesso para veículos de passeio e vans com passageiros estará liberado a partir do dia 20 deste mês, quando serão concluídas as primeiras intervenções.
O ministro dos Transportes adiantou ainda que obras emergenciais são executadas visando liberar o trecho da rodovia também para o tráfego de veículo com carga menos pesadas. Segundo ele, a liberação da ponte para veículos leves será com segurança, conforme parecer técnico das equipes de engenharia. Além disso, Renan Filho informou que estão sendo executadas obras no desvio, utilizado hoje, para evitar que veículos fiquem atolados.
O ministro reafirmou também que uma nova ponte será construída sobre o Rio Jequitinhonha no prazo de 12 meses. O processo de licitação para a obra deve ser concluído no próximo mês. A nova ponte já deve ser projetada para um futura duplicação da BR-101 no trecho sul e extremo-sul da Bahia, e o governo federal vai investir R$ 100 milhões.
Renan Filho anunciou as medidas depois de participar de reunião, em Salvador, com o governador Jerônimo Rodrigues, deputados federais e senadores. Antes, ele já havia conversado com prefeitos de municípios do extremo-sul, que veem acumulando prejuízos desde que o trecho da BR-101 foi interditado.
A ponte sobre o Rio Jequitinhonha, no km 661 da BR-101, em Itapebi, está totalmente interditada para o tráfego de veículos desde o dia 5 de maio. Nesse período, a ponte passou por obras de inspeção e ensaios técnicos para avaliação estrutural. Com a interdição da ponte, o trajeto para chegar aos municípios do extremo-sul da Bahia ficou muito mais longo.
Na operação, PM apreendeu 29 quilos de maconha e arma de fogo || Foto 15º BPM
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Policiais militares entraram em confronto com um homem que trafegava em alta velocidade em um carro, na madrugada desta quarta-feira (4), na BR-101, próximo ao trevo de Itajuípe, no sul da Bahia. De acordo com o 15º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o suspeito chegou a fazer manobras na contramão, antes de ser interceptado pelas guarnições.
“Após perseguição, o motorista abandonou o veículo e efetuou disparos contra os policiais, que revidaram”, afirmou a Polícia Militar em nota. Baleado, o homem não resistiu ao ferimento e morreu. Com ele, além do carro, um Ford Ka, os policiais apreenderam 29 quilos de maconha e uma pistola.
Ponte sobre o Rio Jequitinhonha, na BR-101, em Itapebi
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O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que a ponte sobre o Rio Jequitinhonha, na BR-101, em Itapebi, no extremo-sul da Bahia, será demolida e substituída por uma nova no prazo de até 12 meses. Por segurança, a ponte atual está completamente interditada desde 5 de maio.
Rui fez o anúncio durante reunião com a presença de prefeitos baianos e do diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), Fabrício Galvão, na quinta-feira (22), em Brasília. O ministro também mencionou a adoção de medidas emergenciais, como o uso de balsa e a qualificação da estrada usada como desvio.
“Fizemos essa reunião com o diretor do DNIT, que é o órgão vinculado ao Ministério dos Transportes, porque vão precisar demolir a ponte atual para construir uma ponte nova. E as providências de pavimentação e de estrutura do desvio, assim como a instalação de balsas, vão ser providenciadas. Vamos juntos lá anunciar a demolição da ponte e dar a ordem de serviço”, declarou o ministro.
O diretor-geral do DNIT reforçou que será feita uma reestruturação do desvio para garantir a segurança e trafegabilidade, enquanto a nova ponte não for concluída. “Vamos viabilizar um desvio totalmente trafegável. Vamos colocar pedra, defensa metálica, adição de cimento, tudo o que for necessário para garantir a qualidade daquele desvio nos 50 quilômetros. E vamos também viabilizar uma balsa, principalmente para aquele transporte local”, explicou Fabrício Galvão.
Alex era o motorista do caminhão e morreu no local
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Identificados os dois motoristas que morreram, na manhã desta segunda-feira (19), depois de uma colisão envolvendo um caminhão que transportava botijões de gás e outros dois veículos: uma caminhonete Fiat Strada e Kombi. As vítimas são Alex Oliveira de Jesus, de 38 anos, motorista do caminhão; e Nilton Pires de Alcântara, que dirigia o Fiat Strada. Os ocupantes da Kombi sofreram ferimentos leves.
O acidente ocorreu no quilômetro 460 da BR-101, em Aurelino Leal. De acordo com testemunhas, o motorista Alex Oliveira perdeu o controle do caminhão carregado de botijão (vazio) de gás de cozinha, que tombou, fechando o trecho da pista e atingindo os outros dois veículos. A Kombi saiu da pista e parou em um matagal. O Fiat Strada vinha longo atrás da Kombi e sofreu impacto ainda maior. O veículo ficou com a frente completamente destruída. O motorista Nilton Pires morreu na hora.
O acidente foi causado por óleo diesel espalhado no trecho da pista. O derramamento do combustível na rodovia teria sido causado por um incidente envolvendo um quarto veículo, minutos antes da tragédia. O pneu teria estourado e danificado o tanque de combustível do veículo. Os corpos das vítimas foram levados para o Departamento de Polícia Técnica de Ilhéus, que só chegou ao local quase três horas depois do acidente.
O acidente interrompeu o tráfego de veículos por mais de cinco horas, causando um engarrafamento quilométrico nos dois sentidos da pista. A via só foi liberada no início da tarde, depois que homens do Copo de Bombeiros fizeram a limpeza, usando pó de serra.
Colisão ocorreu na BR-101, em Aurelino Leal || Imagem Redes Sociais
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Um caminhão e um Fiat Strada bateram de frente, na manhã desta segunda-feira (19), na BR-101, em Aurelino Leal, no sul da Bahia. Ao PIMENTA, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que os motoristas dos dois veículos morreram ainda no local da colisão.
O caminhão transportava botijões de gás. O acidente ocorreu por volta das 7h, no quilômetro 460. O veículo maior tombou e ficou atravessado na pista, que foi totalmente interditada, com os botijões espalhados no local. O Fiat Strada foi parar no mato ao lado da rodovia.
As vítimas ainda não foram identificadas. Cinegrafista amador fez imagens dos veículos e divulgou nas redes sociais. Assista.
Caminhões danificados após colisão na BR-101, em Camacan || Fotos Redes Sociais
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Uma colisão entre dois caminhões e um carro deixou duas pessoas mortas e uma ferida, na BR-101, em trecho de Camacan, no sul da Bahia. As vítimas que morreram foram identificadas como Cleidione Procópio Dias, de 31 anos, e Lucinei Pereira Santos, de 44.
A Polícia Rodoviária Federal registrou o acidente, que ocorreu na madrugada de sábado (5). Há suspeita de que um dos motoristas tenha tentado fazer uma ultrapassagem em local proibido.
Carro foi destruído no acidente || Foto Redes Sociais
Os corpos de Cleodinei e Lucimei foram levados para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) de Itabuna. A vítima ferida foi levada para um hospital da região. Não há detalhes sobre o estado de saúde dela.
PRF recuperou caminhão e resgatou motorista || Foto PRF
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) frustrou um assalto no quilômetro 430 da BR-101, em Ubaitaba, no sul da Bahia. Durante patrulhamento, a equipe foi alertada por usuários da rodovia sobre a presença de dois veículos em atitude suspeita, na noite desta terça-feira (18). Ao chegar ao local, os policiais flagraram a ação criminosa, na qual um caminhoneiro era mantido refém dentro da cabine de seu veículo.
Com a aproximação da PRF, os suspeitos fugiram, abandonando os dois veículos utilizados no crime. Durante a varredura na área, os policiais localizaram o caminhão Mercedes Benz/Accelo, parcialmente saqueado, com parte da carga espalhada no chão. O motorista foi resgatado ileso.
A carga, composta por diversos produtos, incluindo mercadorias adquiridas em plataformas de compras online, foi recuperada. O veículo e a carga foram encaminhados para os procedimentos cabíveis.