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Jogadores comemoram gol marcado pelo atacante Fred (Foto Rafael Ribeiro-CBF).
Jogadores comemoram gol marcado pelo atacante Fred (Foto Rafael Ribeiro-CBF).

O Brasil venceu a Sérvia por 1 a 0, no Estádio do Morumbi, hoje (6). O gol foi marcado no segundo tempo pelo centroavante Fred, no último amistoso da seleção antes da estreia na Copa do Mundo, na próxima quinta (12), quando enfrentará a Croácia. Para o treinador Luiz Felipe Scolari, o jogo foi muito disputado e difícil para o Brasil superar a marcação sérvia.
– É difícil sair dessa marcação. Mas o jogo foi muito bom. Foi um bom teste – acrescentou.
O técnico da seleção disse que os jogadores estão prontos e ansiosos para o início da Copa do Mundo, na Arena Corinthians (Itaquerão), em São Paulo.
– Estamos ansiosos para começar. Tudo o que tinha de ser feito de planejamento foi feito, ou está sendo feito. Agora, no vestiário, disse para eles [jogadores] ‘aproveitem bem’. De agora em diante, o sacrifício será muito grande.
SACRIFÍCIO E GLÓRIA
Segundo Felipão, que citou uma palestra proferida ontem à noite (5) pelo ex-treinador Rubens Minelli, o recado que foi dado aos jogadores é que o sacrifício pode durar 30 dias [tempo que dura a competição], mas a comemoração “pode durar 1.430 dias [quatro anos, até a próxima Copa do Mundo]”.
O técnico também considerou normal as vaias de torcedores que apareceram durante o jogo de hoje; principalmente na saída para o intervalo. “É normal [as vaias]. Apareceu em Goiânia também. Não foi problema para nenhum dos nossos jogadores. Eles estão bem preparados e sabem que se não jogam bem, pode acontecer. Dos 67 mil torcedores, 65 mil saíram satisfeitos. Foi um cartão de visita bem legal”, disse Felipão.
De acordo com o técnico, fisicamente a seleção está pronta para começar a Copa do Mundo, mas taticamente ainda pode melhorar. “Podemos fazer alguma coisa, principalmente com bola parada”, disse ele. Com informações da Agência Brasil.

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carteira(1)Da Agência Brasil
O Ministério do Trabalho e Emprego vai aumentar o prazo dos contratos temporários de trabalho, autorizando a prorrogação por seis meses além dos três meses iniciais, se justificada essa necessidade. Até então, a prorrogação era limitada a uma única vez de três meses. A medida começa a valer em 1º de julho, de acordo com portaria publicada pelo ministério no dia 3, no Diário Oficial da União.
A regra diz que a contratação de trabalho temporário só é válida caso haja necessidade de substituir funcionários do quadro permanente e regular de uma empresa, ou quando haja acréscimo extraordinário de serviços. No caso de substituição de pessoal, a portaria passa a definir que o contrato temporário não pode ultrapassar um período total de nove meses.
A norma indica que a empresa de trabalho temporário tem que solicitar autorização ao ministério com, no mínimo, cinco dias de antecedência caso queira contratar um empregado temporário ou prorrogar o seu contrato. O pedido pode ser feito por meio do portal do ministério na internet.
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A Câmara dos Deputados aprovou nessa quarta-feira (4) projeto de lei que proíbe o uso de animais em pesquisas de desenvolvimento de produtos de uso cosmético. O texto agora segue para votação no Senado antes de ir à sanção presidencial.
O projeto é uma resposta ao protesto feito por ativistas no ano passado, quando invadiram a sede do Instituto Royal, em São Roque (SP), e levaram 178 cães da raça beagle e sete coelhos usados em pesquisas de cosméticos.
A proposta estabelece prazo de cinco anos para que os laboratórios instalados no país deixem de usar animais para testar os produtos. Durante esse período, o texto diz que será “vedada a reutilização do mesmo animal depois de alcançado o objetivo principal do projeto de pesquisa.”
As instituições e pessoas que desobedecerem a norma serão multadas. A multa para instituições que violarem as regras passa a variar de R$ 50 mil a R$ 500 mil. Já as pessoas que usarem animais de forma indevida para testes e pesquisas terão de pagar multa que varia de R$ 1 mil a R$ 50 mil. Informações da Agência Brasil.

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lei da palmadaDa Agência Brasil
O projeto que trata da Lei da Palmada foi aprovado na Comissão de Direitos Humanos do Senado, a última necessária antes da votação em plenário. Após muita polêmica, a matéria deve ser avaliada ainda hoje (4) pelos senadores.
Mais cedo, o presidente da Casa, Renan Calheiros (PMDB-AL), compareceu à reunião da comissão para pedir aos colegas que aprovassem o projeto e garantiu que concederá todo o espaço e tempo necessário para a discussão do assunto durante a votação em plenário.
Confira artigo: UM TAPINHA NÃO DÓI
Após a intervenção do presidente, foi concedida vista de uma hora e, ao retornar do intervalo, os senadores aprovaram a matéria em votação simbólica. A apresentadora Xuxa Meneghel, uma das principais defensoras do projeto, chegou ao Senado logo após a aprovação na comissão e pretende acompanhar a deliberação final mais tarde. Xuxa também havia acompanhado a votação do projeto na Câmara dos Deputados, há duas semanas.
O Projeto de Lei da Câmara (PLC) 58/2014 altera o Estatuto da Criança e do Adolescente e prevê que eles sejam educados e cuidados sem o uso de castigos físicos ou de tratamento cruel ou degradante. O texto define castigo como a “ação de natureza disciplinar ou punitiva com o uso da força física que resulte em sofrimento físico ou lesão à criança ou ao adolescente”.  Já o tratamento cruel ou degradante é definido como “conduta ou forma cruel de tratamento que humilhe, ameace gravemente ou ridicularize a criança ou o adolescente”.

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camisa_10_educacao_anuncio_finalA Câmara dos Deputados concluiu hoje (3) a votação dos destaques do Plano Nacional de Educação (PNE), aprovado na semana passada. O plenário rejeitou os destaques que questionavam artigo relacionado ao financiamento da educação e decidiu que as instituições privadas serão beneficiadas pelo aumento gradativo da participação da educação pública, nos próximos dez anos, até alcançar o equivalente a 10% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas e bens produzidos no país). O texto agora segue para sanção presidencial.
O PNE estabelece 20 metas a serem cumpridas nos próximos dez anos. Entre as diretrizes, estão a erradicação do analfabetismo; o aumento de vagas em creches, no ensino médio, no ensino profissionalizante e nas universidades públicas; a universalização do atendimento escolar para crianças de 4 a 5 anos; e a oferta de ensino em tempo integral para, pelo menos, 25% dos alunos da educação básica.
Segundo o plano, o investimento em educação crescerá paulatinamente até 2024, atingindo o equivalente a 10% do PIB ao ano — quase o dobro do praticado atualmente (5,3%). Em 2019, no quinto ano de vigência do plano, o valor já deve estar em 7%.
Após analisar o texto-base com quatro anos de atraso, a votação dos destaques foi o primeiro item na pauta do chamado esforço concentrado que os deputados anunciaram para esta semana.
Pelo texto aprovado, os recursos previstos no PNE também poderão ser utilizados no Programa Universidade para Todos (Prouni), que dá isenção fiscal a escolas e faculdades privadas que concedem bolsas de estudo; bem como no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e no Ciência Sem Fronteiras.
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Governo temia paralisação dos federais na Copa.
Governo temia paralisação dos federais na Copa.

A poucos dias do início da Copa do Mundo, o governo conseguiu um acordo com a Polícia Federal para evitar um greve da categoria durante os jogos. O Palácio do Planalto acertou um aumento salarial de 15,8% para agentes policiais, escrivães e papiloscopistas. Será repassado 12% agora e 3,8% em janeiro.
A correção salarial terá um impacto de R$ 376 milhões na folha de pagamento da União até janeiro, segundo a Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapef), entidade que representa mais de dez mil servidores.
Com isso, a categoria, que ameaçava fazer greve durante o mundial para pressionar o Planalto a retomar as negociações de aumento e reestruturação de carreiras, decidiu suspender a ameaça de paralisação – o que impactaria principalmente os aeroportos da cidades-sede da Copa.
A PF é parte essencial do plano de segurança da Copa, cujo planejamento foi elaborado com base em uma cartilha produzida pelas Forças Armadas e a própria PF. Informações do Uol.

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ensino_medio foto agencia brasilA porcentagem de estudantes em atraso escolar no ensino médio diminui desde 2006, ao passar de 46% para 29,5%, em 2013. A taxa de distorção idade-série corresponde aos estudantes com mais de dois anos de atraso escolar. Os dados são do Censo Escolar do Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).
Nas escolas públicas, esse índice passou de 50% em 2006 para 32,7% no ano passado. Já nas particulares, de 11% para 7,6%. Os dados foram selecionados com o auxílio da plataforma de dados educacionais QEdu, onde as informações estarão disponíveis para a consulta a partir de hoje (2). O portal é uma parceria entre a Meritt e a Fundação Lemann, organização sem fins lucrativos voltada para educação.
Quando o aluno ingressa no ensino médio, ele já passou por um percurso escolar de pelo menos nove anos no ensino fundamental. Segundo o coordenador de Projetos da Fundação Lemann, Ernesto Faria, o atraso no ensino médio mostra o problema do fluxo como um todo. “Temos altas taxas de reprovação, mas não temos política para lidar com os alunos que fazem a série novamente”, analisa Faria. “A reprovação pode estigmatizar os alunos e aumentar a chance de ele não terminar a educação básica”, diz.
Os dados de 2013 mostram que as maiores taxas de distorção idade-série no ensino médio público ocorrem nas regiões Norte e Nordeste, em escolas de áreas rurais. Consideradas escolas em zonas urbana e rural, Pará (57,3%), Sergipe (50,7%) e Piauí (49,2%) tem as maiores taxas. As menores são registradas em São Paulo (17,1%), Santa Catarina (18,4%) e Paraná (24,3%).
Nas escolas rurais, Amazonas (69,8%), Pará (60,3%) e Piauí (57,7%) apresentam as maiores porcentagens de alunos em atraso escolar. As menores taxas estão em São Paulo (13,8%), Santa Catarina (15,9%) e Paraná (22%).
“As taxas são muito altas. Diversas pesquisas mostram que a reprovação não melhora o desempenho. Não há ganho por reprovação, não há ganho para o sistema educativo, que acaba bancando um ano a mais desse aluno e não há ganho para o aluno, que perde um ano da vida para complementar a etapa”, analisa a gerente da Área Técnica do movimento Todos pela Educação, Alejandra Meraz Velasco.
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou hoje (29) a promoção de consulta pública para definir alterações nos rótulos de alimentos que contém ingredientes capazes de provocar alergia.
Entre as chamadas substâncias alergênicas a serem listadas nas embalagens dos produtos estão cereais com glúten, crustáceos, ovo, peixe e amendoim; o leite, a soja, castanhas em geral, nozes e os sulfitos (presentes no vinho). Alimentos que contenham traços ou derivados desses ingredientes devem mostrar o aviso em seus rótulos.
O diretor da Anvisa, Renato Porto, admite que a atual rotulagem de produtos muitas vezes não traz a informação clara de quais substâncias alergênicas estão contidas no alimento. Um dos exemplos citados por ele trata do caseinato de sódio, proteína derivada do leite e que pode provocar efeito adverso severo em crianças com intolerância à lactose. “As pessoas precisam saber que o alimento tem algum produto que pode ter traço alergênico, e que as severidades para o efeito adverso podem ser graves”, explicou.
A consulta pública, segundo Porto, ficará disponível pelo maior prazo possível, de 60 dias, para que a sociedade possa contribuir para a escolha da melhor forma de informar ao consumidor a presença de ingredientes alergênicos em alimentos. “A gente espera que, em 60 dias, a demanda volte para Anvisa, e que ela consiga trazer a melhor forma de regulamentação”, disse, ao se referir, por exemplo, à definição de tamanho e localização, no rótulo, do aviso de ingrediente alergênico.

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Dilma caiu no ranking da Forbes da 2ª para a 4ª colocação.
Dilma caiu no ranking da Forbes da 2ª para a 4ª colocação.

A presidente Dilma Rousseff aparece na lista anual da revista americana Forbes na lista das 100 mulheres mais poderosas do mundo. A brasileira aparece na quarta colocação de um ranking em que a chanceler alemã Angela Merkel é a primeira.
Dilma aparecia em segundo lugar na lista do ano passado. A revista justifica a presença da brasileira ao citá-la como “uma das chefes de estado mais poderosas do mundo, que comanda a 7ª maior economia mundial”.

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Parreira confiante (Foto Toma Silva/ABr).
Parreira confiante (Foto Toma Silva/ABr).

Vladimir Platonow | Agência Brasil
O coordenador técnico da Seleção Brasileira de Futebol, Carlos Alberto Parreira, não poupou palavras para defender o favoritismo do Brasil na Copa do Mundo deste ano. Em entrevista coletiva realizada ontem (26), na Granja Comary, centro de treinamentos da seleção na cidade serrana de Teresópolis (RJ), Parreira demonstrou otimismo e disse que é hora de “reescrever a história”, em referência ao fato de o Brasil ser uma das únicas grandes potências do futebol a não ter vencido a Copa em casa.
“Nós somos os favoritos, sim. Evidentemente, não basta ser favorito para ganhar. Quantos favoritos já fracassaram? Então não basta ser favorito. Tem que ir a campo, encarar a partida com a maior seriedade e exercer o favoritismo a cada jogo”, declarou Parreira, ao lado do auxiliar técnico da seleção, Flávio Murtosa.
Questionado sobre como a comissão técnica e os jogadores estavam lidando com o chamado “fantasma de 50”, quando o Brasil, em 1950, perdeu a final para o Uruguai, no Maracanã – apesar de ser favorito na ocasião – Murtosa disse que o problema, na época, foi o clima de “já ganhou”.
“O Brasil era favorito. Era a melhor seleção. Mas o grande mal daquela Copa foi o ‘já ganhou’. Isto este grupo não tem. Sabe que será uma Copa difícil, mas que tem condições de atingir o objetivo, de entrar e vencer”, avaliou.
“MÃO NA TAÇA”
Parreira disse que não há contradição em dizer que o Brasil já é campeão e ao mesmo tempo evitar o clima de “já ganhou” na disputa. “Não estamos falando isso da boca para fora. Nós acreditamos mesmo. Em 50, sem dúvida alguma, o fora de campo não ajudou. Em seleção brasileira, me perguntam o que eu aprendi em seis ou sete Copas do Mundo? A primeira coisa é ganhar fora de campo. E não é fácil. Envolve muitas coisas. Operacional, logística, planejamento, relacionamento com o torcedor, com a imprensa, com a própria equipe. Então, nós já estamos com uma mão na taça”, disse Parreira.
Murtosa ressaltou que, se o Brasil quiser ser campeão, terá de jogar, necessariamente, com quatro ou cinco grandes seleções e destacou a Bélgica como uma possível surpresa.
Parreira disse que o Brasil poderá reescrever sua história com a Copa deste ano. “É oportunidade para um resgate de algo que está entalado há 64 anos. Das grandes seleções, somos a única que não ganhou em casa. Vamos mudar essa história, acabar com o ‘maracanazzo’. Vamos reescrever essa história futebolística.”

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Gerson MarquesGerson Marques | gersonilheus@gmail.com

Quem planta ventos colhe tempestades. São ovos de serpente que estão colocando no centro do debate político. Não haverá vencedores.

O clima contaminado pelo ano eleitoral está transformando  em uma guerra de mentiras e ódio o que deveria ser um debate construtivo de um país em busca de si mesmo. Nossas elites e seus veículos de comunicação estão plantando uma safra que será terrivelmente difícil colher, todos saíram perdendo. No afã de ganhar uma eleição, estão transformando  massas difusas, sem lideranças e sem causas articuladas em bombas relógios que fatalmente explodirão em seus colos.
Qualquer observador mais atento, que consiga concatenar ideias simples de sociologia, história e cultura, concluirá que esse clima de ódio insuflado terá que ser desaguado em algum lugar. As eleições passarão, têm data para acontecer, mas o plantado não será colhido nela. Ficará para depois, não se dissipará fácil seja vencedor o projeto atual ou o de oposição. Pior  ainda para a oposição, que terá somado contra si os insuflados de agora, com os movimentos tradicionais que se sentiram órfãos das urnas.
Chegaremos a um momento, em futuro próximo, que veremos os mesmos que agora aplaudem a queima de ônibus, as greves sem lideranças, o caos no centro das grandes cidades,  implorarem por uma repressão violenta, como forma de retomar a ordem. É de uma irresponsabilidade inigualável o que estão fazendo com o Brasil para se ganhar uma eleição. Lembra a história de envenenar o  boi para matar os carrapatos…
É bobagem achar que isso terminará em golpe militar. Esqueça. Nem os militares querem, nem existe clima para isso no mundo. O que sustenta uma ditadura é o controle das comunicações. Isso se tornou impossível hoje em dia, com o advento da internet e outras mídias.
Quem planta ventos colhe tempestades. São ovos de serpente que estão colocando no centro do debate político. Não haverá vencedores. Já o caos, sim, esse interessa a muitos, aos grandes esquemas de corrupção, aos grandes bandidos do trafego de drogas, armas, contrabando, aos políticos inescrupulosos, a certo tipo de mídia que acha que vende mais quanto pior for a notícia.
Querem tocar fogo na lona do circo sem parar para pensar que é debaixo dessa lona que vivemos e ganhamos nosso pão, mas sempre tem aqueles que poderão ir morar em Miami…
Neste sentido, a história se repete. Sempre que o Brasil avança, cria-se este clima para inviabilizá-lo, foi assim com Getúlio, no segundo governo, com João Goulart e com JK. Seria tão bom se nos déssemos ao trabalho de conhecer nossa própria história. Quem sabe assim não seríamos vitimas de nossa própria ignorância.
Gerson Marques é empresário e consultor de turismo.

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concursosConcurso públicos em todo o país oferecem um total de 31.202 vagas e até R$ 23,99 mil de salário, a exemplo do Tribunal Regional Federal (TRF) da 2ª Região (Rio de Janeiro e Espírito Santo).
Das vagas, 19.493 são destinadas a candidatos que possuem nível superior. Outras 6.636 são destinadas a profissionais de nível médio, segundo a Folha Dirigida.
Confira editais e vagas clicando no link “leia mais”, abaixo.
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operadoras oi-claro-tim-vivoOs consumidores brasileiros estão mais propensos a trocar de operadora de celular na comparação com clientes de outros países, segundo estudo da fabricante de hardware e software de infraestrutura de redes Nokia.
Segundo a pesquisa, divulgada nesta sexta-feira à Reuters, 67% dos consumidores brasileiros mudaram de operadora nos últimos cinco anos e 48% mostraram-se dispostos a mudar nos próximos 12 meses. No mundo, essa taxa é inferior a 40%. Em países como Rússia e Estados Unidos, é de cerca de 27%, apontou o levantamento que abordou 12 mil usuários de 11 países.
De acordo com Fernando Carvalho, diretor de estratégia e desenvolvimento de negócios da Nokia para a América Latina, a percepção de qualidade é fator determinante para a decisão de trocar de operadora. A categoria preço e cobrança foi apontada como mais importante para 33% dos usuários no Brasil. Leia mais n´O Globo.

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conexões abrO Brasil registrou em abril 150 milhões de acessos à internet em banda larga, o que representa um crescimento de 51% em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), nos últimos 12 meses, 51 milhões de novos acessos foram ativados.
As conexões em banda larga móvel, incluindo as redes de 3G e 4G, somaram 127,2 milhões em abril, com 63% de aumento na comparação com o mesmo mês em 2013. Desse total, 111,5 milhões são de conexões de celulares, incluindo os smartphones, e 15,7 milhões são terminais de dados. A banda larga pela tecnologia 4G conta com 2,5 milhões de acessos.
Na banda larga fixa, os acessos somaram 23,1 milhões em abril, com crescimento de 10% no último ano. Segundo a Telebrasil, o número de acessos em banda larga fixa significa que 39% dos domicílios brasileiros urbanos têm internet de alta velocidade.
A infraestrutura de banda larga fixa está presente em todos os municípios brasileiros. As redes 3G estão instaladas em 3.658 municípios, onde moram 91% dos brasileiros. O 4G está instalado em 106 cidades, que concentram 37% da população brasileira. A meta das operadoras, segundo o edital de licitação da tecnologia, é atender com 4G as 45 cidades do país com mais de 500 mil habitantes. Da Agência Brasil.