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O Corpo de Bombeiros de Ilhéus se defendeu da crítica sobre sua atuação no combate ao incêndio na Unicoba. Testemunhas chegaram a dizer que os “soldados do fogo” chegaram atrasados e, por isso, não conseguiram evitar a destruição total do galpão da indústria.
Não é essa a versão dos bombeiros.
Segundo a corporação, o problema é que não existe um hidrante sequer no Distrito Industrial de Ilhéus e os bombeiros tiveram que fazer seguidas viagens para reabastecer o tanque da viatura e aí não deu para fazer muita coisa.
O Jornal Bahia Online fez um levantamento sobre a situação dos hidrantes na Terra da Gabriela. Existem nove equipamentos na cidade e quatro deles estão quebrados. Até mesmo o que funciona em frente ao Corpo de Bombeiros encontra-se com problemas.
Em resumo, é fogo!

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O prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo, parece ter decidido chamar para a briga os cerca de 400 agentes comunitários de saúde que atuam no município. É o que deixa transparecer a atitude do gestor, que marcou cinco reuniões para discutir pendências com a categoria e não compareceu a nenhum dos encontros agendados.
O último “bolo” foi dado nesta manhã de sexta-feira, 19. Azevedo combinou a audiência, os agentes apareceram, mas o prefeito os contemplou com seu velho e conhecido “zignal”. Indignados com a falta de consideração, os trabalhadores ocuparam a entrada do Centro Administrativo, onde discutem a postura que irão tomar.
Quem também está presente na manifestação é o vereador Wenceslau Júnior (PCdoB), que apoia a categoria. Ele explica que o governo municipal deixou de pagar o adicional de periculosidade aos agentes e não lhes repassou o reajuste dado pelo governo federal. “É um absurdo a postura do prefeito com relação aos agentes comunitários, nós não vamos aceitar esse desrespeito”, afirma o comunista.

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Quem vai à Beira-Rio se exercitar ou simplesmente passa pelo local é obrigado a enfrentar o ataque dos mosquitos (foto Zeka)

O lamentável estado em que se encontra o Rio Cachoeira, absurdamente poluído, virou um chamariz para mosquitos de diversas espécies. As nuvens de insetos são verdadeiros obstáculos para as pessoas que costumam fazer caminhadas às margens do rio e logo elas terão que utilizar máscaras, tanto para reduzir o mal-estar com o odor existente no local como para não engolir os mosquitos.
Em alguns trechos da margem, como nas imediações da estação elevatória da Emasa, é praticamente impossível ficar parado em alguns horários, quando o odor fica mais concentrado e os insetos infernizam quem se aventura a passar.

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Tonéis abandonados pela Prefeitura estão se tornando focos de dengue (foto Zeka)

A terrível experiência que Itabuna viveu com a dengue no início de 2009, quando houve o registro de nove mortos,  tão cedo não sairá da memória da população. Mas parece já ter sido esquecida pelo governo municipal.
Na avenida Aziz Maron, onde deixou a recomposição de um passeio inconclusa, a Prefeitura abandonou três tonéis que eram utilizados na obra. Os serviços foram interrompidos faz tempo, mas os trambolhos estão lá, acumulando água e se transformando em berçário de Aedes aegypti.
Isso às vésperas do verão, que é o período crítico para o controle da dengue, e com a Bahia incluída entre os estados que deverão enfrentar epidemia da doença.

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Bandidos aproveitaram a ausência de vigilância e arrombaram na madrugada desta segunda-feira, 15, o Grupo Escolar Municipal Amélio Cordier, situado no bairro Santa Inês, em Itabuna. Segundo informações de uma professora, que prefere não se identificar, o alvo principal dos ladrões foi o laboratório de informática da escola, que tinha equipamentos novos, fornecidos pelo Ministério da Educação.
Pelo menos três dos dez computadores do laboratório foram levados pelos assaltantes. Eles também carregaram impressoras e monitores de LCD e danificaram outros equipamentos que não conseguiram retirar da escola, onde estudam cerca de 300 alunos.
O Grupo Escolar Amélio Cordier era protegido pela guarda municipal até o início deste ano, quando a Prefeitura decidiu remover a vigilância, sob a alegação de que instalaria um sistema de segurança eletrônica. Isso nunca aconteceu.
Há informações de que a diretora da escola já havia encaminhado diversos ofícios para a Prefeitura, solicitando o retorno da vigilância e a realização de uma obra para elevar o muro do estabelecimento de ensino. As solicitações também jamais foram atendidas.

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Por falta de coleta, o lixo se acumula em uma esquina da Rua Candeias

Moradores do Alto da Conquista, em Ilhéus, estão indignados com o serviço prestado pela empresa Porto Corp, responsável pela coleta de lixo na cidade. Segundo eles, os veículos que recolhem os resíduos não passam em alguns trechos, sob a alegação de que são ladeiras de difícil acesso. Esse é o caso, por exemplo, da Rua Candeias, onde pilhas de lixo estão se formando em plena via pública, tornando-se uma ameaça para a saúde dos moradores.
Como a cidade é repleta de morros e os veículos da Porto Corpo não conseguem subir uma ladeirinha, logo a Prefeitura terá que solicitar à Porto Corpo que contrate garis alpinistas para dar conta do serviço.
Em tempo: os moradores da Rua Candeias também pagam IPTU.

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O título da nota poderia ser “o Burro e a Formiga”, com o primeiro personagem representando, naturalmente, a estupidez, e o segundo, a fragilidade, a incapacidade de vencer uma força que se impõe a tudo no governo do prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo.
A história tem a ver com a sucessão de calotes que resultaram no fechamento do Restaurante do Povo. Segundo o site Cia da Notícia, há tempos o secretário da Ação Social, José Formigli Rebouças, vinha reclamando ao secretário da Fazenda, Carlos Burgos, dos atrasos de pagamento. E este, como de praxe, fazendo ouvidos de mercador.
A situação de desabastecimento chegou a tal ponto, que a coordenação do Restaurante passou a utilizar o “pinga-pinga” de R$ 2,00 deixado pelos clientes para comprar alimentos em Sacolões. Era uma compra irregular, pois esse dinheiro deveria ser depositado em uma conta do município, mas foi o jeito para dar uma sobrevida ao estabelecimento.
Não deu mais. A burrice, como tem frequentemente ocorrido neste governo, venceu.

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Esta avenida fez parte do "pacote de obras" entregue por Azevedo em julho

Na falta do que incluir no recheio do “pacote de obras” do centenário de Itabuna, festejado no mês de julho, o governo municipal deu uma de esperto e inaugurou obras inconclusas, como a revitalização da Avenida Pedro Jorge.
Há três meses, a via que liga os bairros São Pedro e São Caetano foi apresentada ao cidadão como obra pronta e acabada. Mas é só passar por lá que se vê como a realidade é diferente da ficção governista.
Um trecho da avenida com 1 quilômetro de extensão permanece praticamente intransitável e as obras estão há muito tempo paralisadas. Mas o cidadão-leitor-eleitor-contribuinte não duvide de que o “campo de guerra” seja novamente relacionado na lista de “inaugurações” do governo Azevedo, no centésimo-primeiro aniversário de Itabuna.
Haja óleo de peroba!

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A Prefeitura de Itabuna concluiu há cerca de dois anos a revitalização da Praça Otávio Mangabeira, numa ação meramente cosmética e que muito facilitou a eleição do atual prefeito, José Nilton Azevedo.
Naquela época, a Prefeitura instalou uma fonte luminosa na praça, informando que o equipamento fora cedido por uma empresa do Paraná, até que o definitivo fosse instalado. Nunca foi…
Passou o tempo, a fonte foi desativada, levaram o equipamento embora e a água parada se tornou foco de dengue. Denunciaram, a Prefeitura mandou secar. E pronto!
Nesta terça-feira, 12, Dia das Crianças, centenas delas foram até a praça com seus pais e encontraram um cenário bem diferente do que foi apresentado há dois anos (prova de que foi uma revitalização fajuta e ordinária, dessas que são feitas para torrar o dinheiro público e, naturalmente, sobrar algum para os bolsos de alguém).
A praça Otávio Mangabeira tornou-se símbolo de uma cidade terrivelmente infeliz quando se trata de escolher seus governantes e o faz pelos motivos mais equivocados, sem pensar nas consequências do ato. E hoje o que se vê é uma Itabuna suja, maltratada, com seus pouquíssimos espaços de lazer totalmente esculhambados (essa é a palavra!), serviços de saúde sucateados e um governo que, a cada dia, se supera mais em matéria de incompetência.
O sentimento que temos é de extrema tristeza com tudo isso…

A fonte de dois anos atrás foi só para "engabelar" a comunidade…

Essa é a praça onde as crianças brincavam neste dia 12 de outubro de 2010. Vergonha! (foto Pimenta)
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Atrás do busto do jurista, o pedido de socorro (foto Pimenta)

É lamentável que  a Prefeitura de Ilhéus tenha destruído a Praça Ruy Barbosa e, passados mais de quatro meses, sequer iniciou a reforma daquele espaço situado em um área de expressão turística, das mais valorizadas da cidade.
Em junho, o governo Newton Lima mandou retirar todas as árvores, alegando tê-lo feito em atenção a um pedido dos moradores. As raízes das árvores estariam causando danos nos imóveis daquelas imediações.
Argumento plausível, mas faltou um tiquinho de planejamento ao governo, pois não se poderia fazer a remoção sem um projeto urbanístico, sabendo-se de antemão o que seria plantado no lugar das árvores arrancadas.
Por enquanto, o cenário na praça é desolador. Tanto que, atrás do busto em homenagem ao jurista baiano, uma faixa expressa apelo claríssimo ao governo:
– Socorro!

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Retroescavadeira foi alugada por moradores, na tentativa de desobstruir esse canal no bairro Castália

Uma patrulha mecânica realizava nesta quinta-feira, 30, serviço de encascalhamento nas ruas Independência, no loteamento Monte Líbano (bairro São Roque), e João Timóteo, no Castália. De quebra, uma retroescavadeira era mobilizada na tentativa de desobstruir um canal entupido naquelas imediações.
Quem passava pelo local tinha a vã ilusão de que um governo atento e operoso havia determinado a melhoria. Mas que nada!
Os responsáveis pelo trabalho foram os próprios moradores. Cansados de pedir providências à Prefeitura de Itabuna, alguns deles apelaram à velha “vaquinha” e pagaram pelo serviço. Bom (e corretíssimo) seria poder descontar no IPTU…

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Só pra variar, os ambientalistas ilheenses poderiam voltar suas preocupações também para o Rio Almada, que está sendo destruído aos poucos devido à falta de saneamento nas comunidades que vivem em suas margens.
Em Aritaguá, distrito situado na zona norte de Ilhéus, metade dos esgotos domésticos é lançada diretamente no rio. Outros 25% vão para os quintais das casas e, fatalmente, também contaminam o Almada. O restante segue para fossas sépticas.
Há um pedido de construção de 150 fossas mofando há seis anos na Prefeitura de Ilhéus (a solicitação foi feita em novembro de 2004, no apagar das luzes do governo Jabes Ribeiro). Quem assina é o líder comunitário Ailton Nascimento dos Santos, que até hoje assiste com tristeza a morte lenta do Almada.
Além do esgoto, Nascimento aponta outro problema: o lixo. Ele conseguiu junto à Prefeitura a liberação de um caminhão-basculante para fazer a coleta, mas grande parte dos moradores ainda joga seus resíduos sólidos no rio.
Um crime que os “ambientalistas” não veem, porque sua pauta é como “samba de uma nota só”: é Porto Sul e nada mais.

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A falta de manutenção das estradas que dão acesso às comunidades rurais de Ilhéus continua sendo um problemão, que o governo municipal se limita a querer resolver com açõezinhas.
Hoje, após meses reivindicando e sofrendo com a buraqueira, moradores interditaram a estrada que liga o  bairro do Iguape ao distrito de Aritaguá. Uma tentativa desesperada de sensibilizar o governo, o que é considerado missão de extrema dificuldade.

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Prefeitura demora para concluir uma obra simples e atrapalha a vida de quem costuma fazer caminhadas na Aziz Maron (foto Pimenta)

Quem passa pela Avenida Aziz Maron, em Itabuna, nota que há meses o local apresenta um aspecto de abandono. Com o objetivo de recompor o piso da calçada, a Prefeitura retirou as pedras portuguesas (uma excelente ideia) e pretende utilizar concreto no novo pavimento, mas até hoje um grande trecho do passeio está no barro batido.
Da cabeceira da Ponte do Marabá até o Jequitibá Plaza Shopping, o cenário é esse da foto. Caminho de terra de um lado, montes de pedras do outro.
Gente que pratica caminhadas por ali – e até os que passam por obrigação mesmo – reclama da demora da Prefeitura em concluir uma obra que não tem nada de complicada. O que complica, infelizmente, é o governo.

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O suporte de um painel eletrônico de propaganda, instalado na Praça Otávio Mangabeira, centro de Itabuna, ameaça desabar a qualquer momento. Imagens obtidas pelo Pimenta mostram que o equipamento sofreu oxidação em sua base e ainda não caiu por muito pouco.
Caso venha a ceder, o painel, que não é pequeno, poderá ferir gravemente ou até matar uma pessoa. Não custa lembrar  que a área em questão é bastante movimentada e deveria exigir maior atenção de quem tem a responsabilidade de fiscalizar a exploração da propaganda em áreas púbicas.
Com a palavra a Secretaria Municipal de Indústria, Comércio e Turismo…

Base do painel está corroída e estrutura pode vir ao chão

Uma visão do suporte por dentro: preocupante