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Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos vão gastar mais.
Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos vão gastar mais.

Os 11 candidatos à Presidência da República que concorrem às eleições deste ano informaram ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que devem gastar juntos R$ 916,7 milhões durante a campanha eleitoral. O número expressa o limite de despesas que eles pretender ter, informação que candidatos que concorrem a todos os cargos  em disputa devem informar obrigatoriamente à Justiça Eleitoral, ao pedirem os registros de candidatura.
De acordo com as informações entregues ao TSE, a candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), declarou que o limite de gastos de sua campanha será R$ 298 milhões. Aécio Neves (PSDB) pretende gastar R$ 290 milhões. Eduardo Campos (PSB) previu limite de R$ 150 milhões.  Eduardo Jorge (PV) gastará até R$ 90 milhões.
O limite de gastos do candidato Pastor Everardo (PSC) é R$ 50 milhões. José Maria  Eymael (PSDC) declarou R$ 25 milhões e Levy Fidelix (PRTB) informou gastos  de até R$ 12 milhões. Os candidatos à Presidência que devem gastar menos na campanha são  José Maria de Almeida (PSTU), R$ 400 mil; Luciana Genro (Psol), 900 mil; Rui Costa Pimeira (PCO), R$ 300 mil, e Mauro Iasi (PCB), R$ 100 mil.
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Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.
Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.

A primeira pesquisa da série encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) ao Ibope traz a presidente Dilma Rousseff (PT) com 39% das intenções de voto. Aécio Neves (PSDB) atinge 21% e Eduardo Campos (PSB), 10%.
O levantamento ainda traz Pastor Everaldo (PSC) com 3%, Magno Malta (PR) com 2% e José Maria (PSTU) com 1%. A soma de intenções de voto nos demais candidatos dá 3%.
A pesquisa aponta segundo turno na corrida presidencial, pois Dilma tem 39% e a soma dos adversários dá 40%. A margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais.
O Ibope ouviu 2.002 eleitores no período de 13 a 15 de junho. A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-00171/2014.
SEGUNDO TURNO
A presidente Dilma Rousseff bate os dois principais adversários no segundo turno. A petista tem 43% e Aécio atinge 30%. Já no embate com Eduardo Campos, Dilma tem 43% e Campos, 27%.
O levantamento também aferiu a rejeição aos candidatos: Dilma tem 43%, Aécio vai a 32% e Campos soma 33%.

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Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.
Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.

A nova pesquisa Datafolha não traz boas notícias para os três principais candidatos à presidência da República. Dilma Rousseff (PT) aparece com 34%, Aécio Neves (PSDB) soma 19% e Eduardo Campos (PSB) com 7%, no levantamento divulgado hoje pela Folha.
Enquanto as intenções de voto em Dilma Rousseff (PT) caem três pontos percentuais em um mês (tinha 37% em maio), a queda de Campos é de quatro pontos (saiu de 11% para 7%). Aécio oscila de 20% para 19%.
A pesquisa traz, em outro pelotão, o Pastor Everaldo (PSC) com 4% e Magno Malta (PR) com 2%. Eduardo Jorge (PV) tem 1%, assim como José Maria (PSTU) e Denise Abreu (PEN).
A pesquisa de hoje detectou recorde de eleitores que não têm candidato: 30%, conforme o instituto. São 13% que não sabem em quem votar e 17% de eleitores que pretendem votar em branco ou anular o voto.
A pesquisa foi feita terça, quarta e ontem em 207 municípios brasileiros. De acordo com o instituto, foram ouvidos 4.337 eleitores e o levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais. O registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) está sob o número BR-00144/2014.

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Corrida presidencial: Campos, Dilma e Aécio.
Corrida presidencial: Campos, Dilma e Aécio.

A candidata à reeleição à presidência da República, Dilma Rousseff (PT), atinge 50% das intenções de voto na Bahia, segundo a última pesquisa Ibope, feita no período de 15 a 19 de maio. Aécio Neves (PSDB) atinge 12% e Eduardo Campos (PSB) chega a 7%.
Na fila dos “nanicos”, Pastor Everaldo (PSC) chega a 2% no estado. Os demais não pontuaram.
O percentual de brancos e nulos na corrida presidencial entre o eleitorado baiano atinge 14%. Já o de indecisos, chega a 13%.
A presidente Dilma também lidera na pesquisa espontânea. Ela tem 29% das intenções de voto nesta modalidade, contra 6% de Aécio Neves. Embora não seja candidato, o ex-presidente Lula é citado por 6% dos eleitores ouvidos. Eduardo Campos, 3%, assim como Marina Silva, também do PSB.
A pesquisa foi encomendada pela Rede Bahia e tem margem de erro de 3 pontos percentuais. Está registrada sob o número BR-00130/2014.

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Marina Silva e Eduardo Campos (Foto Ed Ferreira/AE).
Marina Silva e Eduardo Campos (Foto Ed Ferreira/AE).

Ilimar Franco | O Globo
O candidato Eduardo Campos já começou a receber os primeiros informes sobre o peso da presença de Marina Silva como sua vice. Em alguns estados, as intenções de voto no socialista chegam a triplicar nas pesquisas. Eduardo dá a volta por cima nas regiões metropolitanas, onde é forte a penetração das igrejas evangélicas. Mantida a tendência, será vigoroso o embate na oposição.

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Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.
Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.

O Ibope divulgou pesquisa nesta quinta (22) em que a presidente da República e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT) aparecem com 40% das intenções de voto. O tucano Aécio Neves soma 20% e Eduardo Campos (PSB) atinge 11%.
A pesquisa ainda traz Everaldo Pereira (PSC) com 3%. Eduardo Jorge (PV) e José Maria (PSTU) têm 1% cada um.
A pesquisa mostra que Dilma recuperou três pontos percentuais (tinha 37% e foi a 40) em relação ao levantamento de 17 de abril, mas Aécio e Campos cresceram mais. O tucano saiu de 14% para 20% e Campos saltou de 6% para 11%.
O percentual dos que pretendem votar em branco ou nulo atinge 14% e o de indecisos, 10%. A pesquisa foi feita em 140 municípios, no período de 15 a 19 de maio. Foram ouvidos 2.002 eleitores, segundo o Ibope. A margem de erro é de dois pontos percentuais. BR-00120/2014 é o número de registro do levantamento.

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O PTB fechou nesta quarta (21) apoio à reeleição da presidente Dilma Rousseff, garantindo à petista em torno de 45 segundos no horário eleitoral gratuito. Outro partido fechado com Dilma é o PSD.
Baseando-se no arco de alianças, calcula-se que a petista tenha mais da metade do horário eleitoral neste ano. Aécio Neves (PSDB) ficaria com um terço deste tempo. Eduardo Campos (PSB/Rede) teria, nos cálculos do momento, pouco mais de 2 minutos.

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Geddel, Souto e Aécio Neves em Feira (Foto Valter Pontes/CPhoto).
Geddel, Souto e Aécio Neves em Feira (Foto Valter Pontes/CPhoto).

A Bahia será um dos principais alvos do tucano Aécio Neves e do pessebista Eduardo Campos durante a batalha eleitoral deste ano. A dupla está em visita ao estado nesta segunda-feira.
Aécio acabou de participar de evento em Feira de Santana, o segundo maior colégio eleitoral do estado. Campos participa de evento com universitários no terceiro maior colégio eleitoral baiano, Vitória da Conquista.
Para não perder terreno, o PT convocou o ex-presidente Lula, que também está na Bahia. Vem para solenidades em São Francisco do Conde e Salvador, onde anuncia apoio ao pré-candidato ao governo baiano pelo PT, Rui Costa.
Há pouco, Aécio disse em Feira que a aliança construída pelo PSDB, DEM e PMDB está entre as mais sólidas do país. “A chapa dos pré-candidatos Paulo Souto, ao governo, e Geddel Vieira Lima, ao senado, é o resultado da aliança política mais bem construída até agora no Brasil”, disse o tucano.

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marco wense1Marco Wense
A pregação dos presidenciáveis Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) sobre a indispensável união da oposição não passou de uma conversa mole.
Propuseram até um messiânico pacto de não agressão em nome da salvação do país. O problema é que o tucano e o socialista pensam que são políticos diferenciados, mas são iguaiszinhos aos outros.
Estagnado nas pesquisas de intenção de voto, Campos, ex-lulista de carteirinha, começa a perceber que essa aliança só ajuda o tucanato, feliz da vida com o consolidado terceiro lugar do governador de Pernambuco.
E mais: o PSB, com esse pacto, só faz fortalecer a polarização entre o PT e o PSDB, entre Dilma Rousseff, que busca o segundo mandato (reeleição), e o senador Aécio Neves.
O namoro acabou. A pomba não quer mais saber do esperto tucano. Vão se bicar. Entre mortos e feridos, todos depenados.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.
Dilma Rousseff, Aécio Neves e Eduardo Campos.

A pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta (9) confirma tendência de segundo turno na eleição presidencial. Feito na quarta e ontem (7 e 8), o levantamento traz Dilma Rousseff, do PT, com 37% das intenções de voto, seguida por Aécio Neves, do PSDB, com 20%, e Eduardo Campos, do PSB, com 11%. O quarto colocado é o Pastor Everaldo, do PSC, com 3%.
Na pesquisa anterior, em abril, Dilma aparecia com 38%, Aécio alcançava 16% e Campos atingia 10%, enquanto Everaldo chegava a 2%.
No cenário da pesquisa atual, os adversários de Dilma, juntando os “nanicos”, somam 38% contra 37% da presidente, embora a diferença esteja dentro da margem de erro (2 pontos percentuais). O instituto ouviu 2.844 eleitores em 174 municípios.
Dilma bateria Aécio e Campos em um segundo turno. Contra o pessebista, seria 49% a 32%. A margem é menor contra o tucano: 47% a 36%. Atualizado às 9h30min.

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Marina Silva e Eduardo Campos (Foto Ed Ferreira/AE).
Marina Silva e Eduardo Campos (Foto Ed Ferreira/AE).

O presidenciável Eduardo Campos (PSB) e a sua vice, Marina Silva (PSB-Rede), participam de um debate sobre desenvolvimento sustentável da Região Cacaueira baiana. O evento será na próxima sexta (2), às 15h, no auditório da Faculdade de Ilhéus.
A candidata ao governo baiano pelo PSB, Lídice da Mata, e a candidata ao Senado, Eliana Calmon, também participam do debate, além do sindicalista e dirigente do PSB, Bebeto Galvão.
Um dos temas previstos no debate é o Complexo Porto Sul. A curiosidade aumenta, pois até bem pouco tempo a ex-ministra Marina Silva era contra o empreendimento. Será uma boa oportunidade para questionamentos.

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Bob Fernandes

Dilma cai 6 pontos no Datafolha, de 44% para 38%. Governo e oposição podem ler isso como deve ser lido, ou optar pelo autoengano.
Aécio Neves (PSDB-MG) e Eduardo Campos (PSB-PE) têm o que comemorar. Por ora, no quintal da vizinha. Dilma caiu, mas segue com folga na dianteira. Aécio e Campos, estacionados, com 16% e 10%.
Já o governismo pode culpar os institutos de pesquisa, ou render-se aos fatos. Forjado também por boatos, mas ancorado em fatos reais, fato é que há um clima de pessimismo, de insatisfação, no ar.
Inútil culpar apenas a oposição, a mídia, e boatos tornados fatos. Basta ouvir o que se diz no próprio governismo; e o que não se diz, o silêncio dos que deveriam comunicar, falar pelo governo.
A CPI da Petrobras, se vier, nasce de erros do governo. Se vier solteira, será palanque devastador para a oposição. E confissão de fracasso na política de alianças: uma maioria que se transmuta em minoria.
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marco wense1Marco Wense

Cabe aos senhores pré-candidatos à presidência da República a espinhosa tarefa de provar que suas legendas, no caso o PT de Dilma, o PSDB de Aécio Neves e o PSB de Eduardo Campos, não têm culpa no cartório.

Não à toa que estudos apontam um crescente descrédito na classe política: apenas 3% dos brasileiros acreditam que deputados e senadores representam e defendem os interesses da sociedade.
O pior é que tudo caminha para uma situação preocupante, já que os homens de bem se afastam do processo político como o diabo da cruz. Sem falar no desabafo popular de que “todo político é ladrão”.
O duelo entre quem quer permanecer no poder e quem quer tomar o poder é de uma baixaria inominável. O debate de ideias cede lugar para acusações mútuas de corrupção.
Fazendo uma alusão ao pega-pega entre petistas e tucanos, o jornalista Miguel Martins lembra que a rinha entre o PTB de Getúlio Vargas e a UDN de Carlos Lacerda resultou em duas décadas de uma ditadura que nos tirou do trilho da modernidade.
A preocupação agora é com a eleição presidencial, com a política nacional mergulhada em um “mar de lama”. A disputa assentada na criminalização da política, em um pilar “que fez, faz e sempre fará mal à democracia”.
Mas abrir mão da apuração dos fatos em nome de uma eleição civilizada, deixando os larápios do dinheiro público sem punição, é alimentar a impunidade, que fez, faz e sempre fará mal à democracia.
Que sejam todas elas instaladas: CPI da Petrobras, com a compra da refinaria de Pasadena no Texas (EUA), CPI do Metrô de São Paulo, com as licitações fraudulentas, e a CPI do Porto de Suape (PE).
Cabe aos senhores pré-candidatos à presidência da República a espinhosa tarefa de provar que suas legendas, no caso o PT de Dilma, o PSDB de Aécio Neves e o PSB de Eduardo Campos, não têm culpa no cartório.
A dureza da lei não é só para os descamisados.

Ex-presidente Lula ao lado da presidente Dilma Rousseff.
Ex-presidente Lula ao lado da presidente Dilma Rousseff.

PLANO B
Só os incautos e desinformados continuam achando que o plano B do PT é uma invencionice da oposição para enfraquecer a candidatura da presidente Dilma Rousseff (reeleição).
O plano B, que é Luis Inácio Lula da Silva como candidato, se tornando imbatível e ganhando a eleição logo no primeiro turno, já foi comentado aqui em duas oportunidades.
Com efeito, o plano B se fortalece na medida em que a presidente cai nas pesquisas de intenção de votos. Dilma só será candidata se não houver nenhum risco do PT perder o comando do cobiçado Palácio do Planalto.
O GATO COMEU
Um grupo de vereadores está fornecendo uma recompensa de R$ 3 mil para quem oferecer alguma informação sobre o sumiço de três respiradores pulmonares do Hospital de Base.
A curiosidade fica por conta de como os R$ 3 mil foram divididos, se algum edil deu mais do que o outro. Se o grupo fosse de 21, com todos dando a mesma quantia, caberia R$ 142,85 para cada.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.
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Gilberto GilO cantor baiano Gilberto Gil fará campanha para Eduardo Campos e Marina Silva, do PSB-Rede. À Folha, explicou que a preferência pela chapa das “pombinhas” na corrida presidencial se deve à presença de Marina como vice. Depois, questionado se aceitaria ser ministro numa eventual gestão de Campos, Gil não fugiu ao seu estilo:

– Pensando em hoje, não. Pensando em amanhã, não sei. Amanhã é amanhã. Amanhã será outro dia.

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Durante entrevista, Wagner cita pesquisa não registrada (Foto José Nazal).
Durante entrevista, Wagner cita pesquisa não registrada (Foto José Nazal).

O governador Jaques Wagner pode ter cometido crime eleitoral numa entrevista à Rádio Metrópole, de Salvador, quando citou dados de uma pesquisa encomendada pelo grupo governista, mas ainda não registrada.
O levantamento mostraria, segundo Wagner, situação confortável para os seus candidatos, principalmente a presidente Dilma Rousseff. Na sucessão estadual, a pesquisa mostraria cenário embolado.