Governo muda regras do sangue-aniversário || Foto Joédson Alves/AB
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As novas regras que limitam a antecipação do saque-aniversário do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) entram em vigor neste sábado (1º).Aprovada pelo Conselho Curador do FGTS e implementada pela Caixa Econômica Federal, a mudança altera o funcionamento dos empréstimos que permitem ao trabalhador antecipar valores futuros do fundo.

De acordo com o Ministério do Trabalho, o objetivo é evitar que trabalhadores fiquem desamparados em caso de demissão e reduzir o impacto da modalidade sobre os recursos do FGTS, que também financiam programas habitacionais e obras de infraestrutura.

Atualmente, 21,5 milhões de trabalhadores, o equivalente a 51% das contas ativas do FGTS, aderiram ao saque-aniversário, e cerca de 70% deles já fizeram operações de antecipação junto a bancos.

Criada em 2019, a modalidade permite ao trabalhador sacar uma parte do saldo do FGTS todos os anos, no mês do seu aniversário. A adesão é opcional e pode ser feita pelo aplicativo FGTS, no site da Caixa ou nas agências.
Ao optar pelo saque-aniversário, o trabalhador abre mão de sacar o saldo total do fundo em caso de demissão, mantendo apenas o direito à multa rescisória de 40%.

A antecipação do saque-aniversário funciona como um empréstimo bancário: o trabalhador pede ao banco o adiantamento dos valores que teria direito a sacar nos próximos anos; Em troca, o banco cobra juros e usa o saldo do FGTS como garantia da operação; até agora, não havia limite de parcelas, valor ou número de operações. Era possível antecipar até 10 anos de saques e contratar mais de uma operação ao mesmo tempo.

O Ministério do Trabalho explica que a antecipação tem causado prejuízo a muitos trabalhadores demitidos, que ficam sem acesso ao saldo do FGTS por tê-lo dado como garantia do empréstimo.

“O trabalhador, ao ser demitido, muitas vezes se vê sem recursos, porque o saldo da conta está bloqueado pelo banco”, disse o ministro Luiz Marinho, acrescentando que “além disso, a prática enfraquece o FGTS como fundo de investimento em habitação e infraestrutura”.

O QUE MUDA?

Com a nova regra, o governo impõe limites de valor, número de parcelas e prazo de contratação.

*No primeiro ano, o trabalhador poderá antecipar até R$ 2,5 mil (cinco parcelas de R$ 500). Depois, o limite cai para R$ 1,5 mil (três parcelas de R$ 500).
* O trabalhador poderá fazer no máximo de cinco parcelas no primeiro ano e três parcelas a partir de 2026;
* Cada parcela deve ser entre R$ 100 e R$ 500;
*Apenas uma antecipação por ano e
* Prazo mínimo de 90 dias (carência) entre a adesão ao saque-aniversário e a contratação do empréstimo. Da Agência Brasil.

Trabalhador pode usar o aplicativo para fazer simulações de crédito || Foto Divulgação
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O Crédito do Trabalhador registrou 22.545 contratos, a partir de 6.134.192 propostas enviadas pelos trabalhadores às instituições financeiras habilitadas na Carteira de Trabalho Digital. Além disso, foram realizadas 52.493.840 simulações, de acordo com os dados repassados pela Dataprev ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) nesta segunda-feira. Nesta terça-feira (25), o MTE divulgará novas informações sobre os contratos realizados.

A prestação mensal do empréstimo não poderá ultrapassar 35% do salário do trabalhador. No momento da solicitação, o trabalhador pode optar por autorizar o uso de 10% do FGTS como garantia, 100% da multa rescisória ou outras garantias.

A instituição financeira avaliará dados como tempo de serviço e salário do trabalhador para decidir se concederá o crédito. Caso o trabalhador desista do empréstimo, ele tem 7 dias corridos, a partir do recebimento do crédito, para devolver o valor total recebido das instituições financeiras.

O Crédito do Trabalhador entrou em vigor na sexta-feira (21). De acordo com o governo, 47 milhões de trabalhadores com carteira assinada, incluindo domésticos, rurais e empregados do MEI, poderão ter acesso ao empréstimo.

A modalidade de crédito está disponível exclusivamente na Carteira de Trabalho Digital para todos os trabalhadores com carteira assinada. A partir de 25 de abril, todos os bancos poderão oferecer o crédito por meio de suas plataformas digitais.

O presidente Adolfo Menezes durante a sessão da Alba, nesta terça (5) || Foto Divulgação
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A Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) aprovou, nesta terça-feira (5), o pedido de autorização do Governo da Bahia para obter até R$ 1,165 bilhão de empréstimo da Caixa Econômica Federal. Segundo o projeto de lei autorizativa, os recursos serão destinados às ações do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). O pedido teve votos contrários da oposição.

Para o presidente da Alba, deputado estadual Adolfo Menezes (PSD), a oposição está correta em criticar a velocidade da tramitação do projeto, mas erra no questionamento do valor autorizado.  “A Bahia tem as contas ajustadas e capacidade de endividamento. Além do que, os recursos são aplicados em prol da melhoria de vida dos 15 milhões de baianos”, declarou.

EMENDAS IMPOSITIVAS

Deputados de oposição – e alguns da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) – reclamam do descumprimento do pagamento das emendas impositivas pelo Governo da Bahia. O líder da minoria, deputado Alan Sanches (União), afirmou que não haverá acordo com a maioria enquanto o problema não for resolvido.

Já o líder do Governo, deputado Rosemberg Pinto (PT), propôs reunião para discutir o assunto. O presidente da Alba se colocou à disposição para fazer a intermediação com o governador Jerônimo Rodrigues.

URGÊNCIA

O parlamentares aprovaram, na mesma sessão, quatro requerimentos de urgência, encaminhados pelo Poder Executivo: um pedido de autorização para contratação de crédito no valor de US$ 500 milhões junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID); um projeto criando cerca de 2.400 de cargos efetivos para a Polícia Civil; e outro instituindo o Programa Minha Casa Minha Vida Bahia.

A lista inclui, ainda, um projeto pedindo autorização para concessão de subsídios às empresas aéreas que iniciaram operações de linhas internacionais em aeroportos da Bahia em 18 de junho deste ano.

Adolfo Menezes preside a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba)
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O Governo do Estado obteve autorização da Assembleia Legislativa (Alba) para contrair empréstimo de R$ 1,6 bilhão junto ao Banco do Brasil. Os deputados estaduais aprovaram o Projeto de Lei 25.092/2023, de autoria do Poder Executivo e relatado pelo deputado Paulo Rangel (PT), nesta semana. A União deu aval à operação de crédito.

O valor deverá ser investido em infraestrutura viária, infraestrutura hídrica e mobilidade urbana, previstos no Plano Plurianual (PPA) e nos orçamentos anuais do Estado. O presidente da Casa, deputado Adolfo Menezes (PSD), elogiou a decisão dos parlamentares, por significar investimentos no Estado em benefício dos baianos. O PL teve os votos contrários da oposição e do PSOL.

– Foi uma decisão de grande relevância para Bahia. São recursos que se destinarão a novos investimentos no Estado, gerando crescimento econômico. E o que é mais importante, em setores que dizem respeito diretamente aos interesses da população, que levam qualidade de vida. Sem contar os quatro anos de retaliação que a Bahia sofreu do governo federal – enfatizou.

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Itabuna publica contrato de operação de crédito para obras de infraestrutura || Foto Zé Drone
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A Prefeitura de Itabuna e o Banco do Brasil firmaram, ontem (8), o contrato por meio do qual a instituição financeira concederá empréstimo de R$ 115 milhões ao município, com garantia da União. O acordo prevê a liberação de R$ 95 milhões até 31 de dezembro de 2023 e mais R$ 20 milhões no intervalo de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2024.

Além do aval da União, o empréstimo foi autorizado pela Câmara de Vereadores de Itabuna. Conforme a Lei Municipal 2.619/2023, que regulamenta a operação de crédito, os recursos deverão ser investidos nas seguintes áreas: Infraestrutura Viária, Iluminação Pública, Mobilidade Urbana, Educação, Saúde, Esporte e Lazer.

Quando o Tesouro Nacional avalizou a operação, no mês passado, o prefeito Augusto Castro (PSD) antecipou ao PIMENTA que o pacote de obras abrange serviços de drenagem e pavimentação de vinte e quatro bairros da cidade. A Prefeitura já deu início à licitação das intervenções.

CARÊNCIA E TARIFAS

O período de carência para início da quitação do principal da dívida será de doze meses, com fim previsto para 8 de setembro de 2024. O município pagará o crédito em 108 prestações mensais, a partir de outubro do próximo ano.

Como contrapartida à garantia da União, o contrato vincula cotas de repartição das receitas tributárias destinadas ao município. A operação de crédito vencerá em dez anos, no dia 8 de setembro de 2033, data limite para que Itabuna cumpra todas as obrigações contratuais.

Além dos encargos financeiros, a tarifa da contratação do crédito será de 0,70% do valor total contratado (R$ 115 milhões). A quantia também servirá como referência para a comissão de compromisso de 0,20% ao ano.

Também será cobrada tarifa de pagamento antecipado, ao longo de dez anos, nos percentuais de 4,50%, 4,25%, 4%, 3,75%, 3,50%, 3,25%, 3%, 2,75%, 2,5% e 2%, incidindo sobre o valor total do crédito.

A edição desta sexta-feira do Diário Oficial do Município traz cópia do contrato na íntegra.

Deputados votam matérias sob os olhares de professores nas galerias do plenário || Foto Sandra Travassos/Alba
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Durante sessão tensa, a Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) aprovou pagamento da segunda parcela de precatórios do Fundef autorização para empréstimo de R$ 400 milhões na Caixa Econômica Federal. A sessão começou na noite de ontem e somente terminou na madrugada desta sexta-feira (25). Os projetos são de origem do Executivo estadual.

Para o presidente da Alba, deputado Adolfo Menezes (PSD), o sinal verde da Casa às duas proposições vai permitir ao Estado a manutenção do bom ritmo de crescimento em sua infraestrutura urbana e viária, bem como no respeito ao pagamento de um direito das professoras e dos professores, reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal.

– A Alba aprovou, na madrugada de hoje, dois relevantes projetos para a Bahia e para a categoria do Magistério. Foi uma sessão tensa, pela própria natureza da Casa, em ser lugar do diálogo, mas também do debate, quando fez-se valer a vontade da maioria, prevalecendo a democracia. Há de se relevar que o governador Jerônimo Rodrigues ampliou para toda a categoria das professoras e professores os recursos oriundos dos precatórios – disse Adolfo Menezes.

Por ampla maioria, os deputados aprovaram o Projeto de Lei nº 25.033/2023, relatado pelo deputado Vitor Bonfim (PV), que dispõe sobre o pagamento da segunda parcela de precatório judicial aos profissionais do da Educação Básica no Estado. O projetos teve o voto contrário da bancada de oposição e do PSOL. O abono é complementação do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).

EMPRÉSTIMO

Relatado pelo deputado Rosemberg Pinto (PT), o Projeto de Lei nº 25.025/2023 autoriza o Governo da Bahia a contratar operação de crédito interno, junto à Caixa Econômica Federal (CEF), no limite de R$ 400 milhões, com a garantia da União, destinados na aplicação de projetos nas áreas de mobilidade e infraestrutura urbanas e infraestrutura viária.

Autorização foi concedida com 19 votos || Imagem TCI
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Nesta segunda-feira (17), a Câmara de Vereadores de Itabuna aprovou, em segunda votação, projeto de lei que autoriza o município a fazer empréstimo de até R$ 115 milhões no Banco do Brasil. Dos vinte parlamentares presentes na sessão, dezenove votaram a favor, sendo do vereador Danilo da Nova Itabuna (PSL) o único voto contrário. O vereador Israel Cardoso (Agir) não participou e justificou a ausência com atestado médico.

Votaram a favor Adão Lima (PSB), Alex da Oficina (Agir), Cosme Resolve (PMN), Diego Pitanga (PT), Júnior do Trator (PMN), Pastor Francisco (Republicanos), Francisco Filho (PSD), Gilson da Oficina (PL), Kaiá da Saúde (Avante), José Devaldo (PP), Erasmo Ávila (PSD), Luiz Júnior (DC), Ricardo Xavier (Cidadania), Ronaldão (PL), Sivaldo Nascimento (PL), Solon Pinheiro (Solidariedade), Dando Leone (PDT), Wilma Oliveira (PCdoB) e Piçarra (Solidariedade).

Ao PIMENTA, o secretário de Governo, Rosivaldo Pinheiro, esclareceu que, neste caso, a pretensão do município não precisa ser respaldada pelo Senado, diferentemente do que ocorre em operações internacionais, como o empréstimo negociado com o Fonplata.

Francisco (primeiro à esquerda) é um dos relatores do projeto na Câmara || Foto Divulgação
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A Prefeitura de Itabuna enviou à Câmara de Vereadores pedido de autorização para contratar empréstimo de até R$ 115 milhões no Banco do Brasil, com garantia da União. O projeto já está em tramitação nas comissões técnicas do Legislativo. Ontem (21), os vereadores Francisco Santos (PSD) e Ronaldão (PL) foram escolhidos relatores do projeto nas comissões de Legislação e de Finanças, respectivamente.

A proposta prevê que os recursos serão investidos em saneamento básico, infraestrutura, mobilidade urbana, equipamentos, assentamentos urbanos e urbanismo. Para Francisco, o empréstimo vai alavancar o desenvolvimento da cidade. “Este é um projeto importante, me senti na obrigação de ser relator”, emendou.

Ronaldão também vê a iniciativa com bons olhos, mas reconhece que a proposição do Executivo pode suscitar contestações. “Esse dinheiro é para ser investido em Itabuna; se não chegar dinheiro novo, não tem como renovar. A tentativa é para renovar todos os aspectos da cidade, principalmente água. Temos que procurar uma maneira de investir, para atrair empresas e gerar empregos para os jovens”, argumentou.

A Câmara de Vereadores já autorizou o município a buscar empréstimo de até US$ 30 milhões por meio do Fundo Financeiro para Desenvolvimento da Bacia do Prata (FonPlata). O Município desistiu desta operação. Atualização às 8h20min para atualização de informação.

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Prevista para a tarde desta quarta-feira (8), a votação da autorização de pedido de empréstimo de US$ 30 milhões pela Prefeitura de Itabuna não deverá ocorrer. Nos bastidores da Câmara, o vereador Danilo Freitas, Danilo da Nova Itabuna, deverá entrar com pedido de vista, manobra que suspende a votação da matéria.

O vereador já havia apresentado questionamentos quanto ao empréstimo que a Prefeitura busca obter do banco de desenvolvimento Fonoplata. O governo informou que deseja utilizar os 30 milhões de dólares para obras estruturantes. Dentre os questionamentos, estão prazo de pagamento, carência, endividamento do município e dúvidas quanto ao banco, considerado desconhecido.

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PREFEITO DE ITABUNA PEDE AOS VEREADORES
CHEQUE EM BRANCO PARA DÍVIDA EM DÓLAR

O Partido Verde, secção Itabuna, vem a público expor alguns questionamentos ao Projeto de Lei no 013/2022, que autoriza o executivo a contrair dívida de 30 milhões de dólares, encaminhado à câmara municipal de vereadores de Itabuna.

Na mensagem, o prefeito fala da necessidade que o município tem de “ampliar as fronteiras e capacidades comerciais”, mas não especifica que fronteiras são essas, sendo desta forma, genérico. Fala de modernização da urbanização, mas não diz quais, fala de um “programa de reconstrução urbana, ambiental, de resiliência e promoção socioeconômica”, no entanto, mais uma vez não apresenta tal “projeto”.

O projeto, não especifica as taxas de juros que serão aplicadas e já indica o órgão financiador (FONPLATA – FUNDO FINANCEIRO PARA O DESENVOLVIMENTO DA BACIA DO PRATA), um fundo do exterior, enquanto temos órgãos financiadores nacionais, já conhecidos de todos nós, como BB, CEF, BNDES, DESENBAHIA, entre outros, além do que, fere a lei de licitação ao já indicar o órgão financiador no seu pedido autorizativo à Câmara Municipal. Fala que o critério de “escolha do FONPLATA, se deu pela sua atuação em outras regiões do Brasil, como se isso fosse critério, quando na verdade o critério para qualquer contrato público, deveria ser o da chamada pública, e ganha o que oferecer melhores condições de pagamento e menores taxas juros.

Como se não bastasse, se aprovado tal projeto, de lambuja, a câmara autoriza a abertura de crédito adicional, e já consigna dotações para amortização da dívida, sem ao menos saber em quantas parcelas, e qual o valor de cada uma delas, e nem a taxa de juros a ser aplicada.

Diante do exposto, há que se perguntar ao prefeito e vereadores:

Qual o prazo de pagamento dessa dívida? Qual o valor de cada parcela? Esse empréstimo vai comprometer da renda do município? Qual a capacidade de endividamento do município? Onde de fato será aplicado esse recurso? Qual a taxa de juro a ser aplicada? O município abriu concorrência para outras instituições financeiras? Por que o empréstimo é em dólar e não em Real, que é nossa moeda?

Aldenes Meira
Diretório Municipal do PV

Erasmo Ávila presidirá trabalhos que abrem nova legislatura || Foto Divulgação
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A Câmara de Vereadores de Itabuna promove audiência, às 19h desta segunda-feira (2), para discutir a autorização para que o Município contraia empréstimo de 30 milhões de dólares. A audiência foi solicitada pelo presidente do Legislativo, Erasmo Ávila (PSD), e ocorrerá na Biblioteca Plínio de Almeida, no mesmo prédio onde a Câmara está instalada.

Quem irá explicar o pedido de empréstimo será a secretária de Planejamento, Sônia Fontes. O aval da Casa é apenas o primeiro passo para a obtenção do empréstimo que deverá ser investido em infraestrutura.

Uma vez autorizado em âmbito local, o Executivo precisará de autorização do Senado para a referida operação de crédito. Entre as questões a serem respondidas na audiência, em que serão aplicados os recursos e como e quando ocorrerá o pagamento.

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O Banco do Nordeste vai anunciar, na segunda-feira (4), em reunião da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, linha de crédito emergencial para as cidades atingidas pelas fortes chuvas no ano passado.

Os empresários terão acesso a crédito com taxa de juros fixa de 3,5% ao ano. O valor é de R$ 100 mil para capital de giro e R$ 200 mil para investimentos.

A reunião será às 19h, na sede da ACI, localizada no prédio da União Comercial, rua Osvaldo Cruz, 56, centro de Itabuna.

O sul da Bahia foi fortemente atingido pelas chuvas de dezembro de 2021. Segundo levantamento da Defesa Civil Municipal, mais de 40% da área urbana de Itabuna ficou inundada, inclusive a principal área comercial, o Centro.

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A Câmara de Vereadores de Itabuna analisa pedido de autorização da Prefeitura para contrair empréstimo de US$ 30 milhões ao banco de desenvolvimento sul-americano Fonplata. Na última segunda (28), os secretários Júnior Brandão (Governo) e Sônia Fontes (Planejamento) discutiram com os vereadores juros, prazos de carência e amortização, impactos financeiros e benefícios socioeconômicos do empréstimo.

Titular do Planejamento, Sônia Fontes afirmou que o crédito habilita a construção do futuro do município. A operação deve ser quitada em 20 anos, com juros de 2% a 2,5%, com cinco anos de carência. A taxa de câmbio para conversão, explicou, será a do dia da assinatura do empréstimo para o período de amortização. Na manhã desta quarta-feira (30), o dólar está valendo R$ 4,758.

Ainda segundo ela, Itabuna possui capacidade de pagamento sem comprometer a receita nem a situação fiscal e observou a rigidez da legislação nacional para transações financeiras internacionais envolvendo municípios brasileiros. Fontes lembrou que a União atua como garantidora do empréstimo, retendo o repasse de transferências em caso de calote.

Sobre os benefícios da contratação do empréstimo, os secretários itabunenses ressaltaram que além das obras estruturantes almejadas, o Itabuna terá que fazer investimentos equivalentes a 20% do valor do empréstimo com recursos próprios. Com a contrapartida, eles acreditam que as obras complementares devem beneficiar especialmente os bairros mais periféricos de Itabuna.

A autorização dos vereadores para o empréstimo é apenas uma das fases do processo da contratação de operações de crédito. Em Itabuna, o projeto de lei autorizativo aguarda parecer das comissões de Legislação e Finanças para subir ao Plenário. Com a permissão da Câmara, a Prefeitura terá que, entre outras medidas, submeter os projetos executivos à aprovação do Ministério da Economia e, por fim, aguardar a liberação do Senado.

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O líder do governo na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), deputado Rosemberg Pinto (PT), celebrou a autorização, via aprovação do Projeto de Lei 24.104/21 nesta quinta-feira (18), para o Poder Executivo contratar empréstimo de R$ 1,5 bilhão junto ao Banco do Brasil.

A quantia está endereçada aos investimentos previstos no orçamento do Estado nas áreas de infraestrutura de transportes, mobilidade urbana, infraestrutura urbana, fortalecimento de fundo garantidor e gestão governamental.

“Este empréstimo é fundamental, senão nós teremos obras importantes paralisadas em cidades como Salvador, Vitória da Conquista, Itabuna e Caetité. Reforço que não são obras dirigidas apenas aos municípios da correlação de forças do governador e, independentemente de coloração partidária, visa garantir efetivamente a equidade e o investimento para suprir o redirecionamento que foi feito para conter a pandemia na Bahia”, alegou o líder governista.

A Ponte Salvador-Itaparica, o Veículo Leve de Transporte (VLT) do Subúrbio, os novos ramais do metrô e a nova rodoviária da capital baiana são alguns exemplos das obras que terão continuidade com a aquisição da verba.

De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, em 2020, o Governo da Bahia precisou utilizar R$ 1,85 bilhão para combater a Covid-19, deste total, R$ 1,5 bilhão foram destinados à montagem de leitos, equipes de profissionais e medicamento e a diferença de R$ 350 milhões para distribuição de cestas básicas aos estudantes da rede pública estadual de ensino e centros de acolhimento.

O pronunciamento de Vitório ocorreu, ontem (17), durante audiência pública virtual, na Comissão de Finanças, Orçamento e Controle da Alba, em que foi apresentado o balanço do 3º quadrimestre de 2020 das contas públicas do Governo do Estado.

INÉDITO

Fato inédito, como destacou Rosemberg. “Nunca nesta Casa, numa situação idêntica, um secretário da Fazenda do Estado se reuniu com todos os parlamentares, tanto da base do Governo, quanto da Oposição para explicar diretamente os investimentos em relação às contas e a sua a real situação financeira do Estado da Bahia. Não é por falta de informação que os deputados se posicionam em um lado ou em outro”, afirmou. O projeto agora segue para sanção do governador Rui Costa.

O parlamentar também relatou o Projeto de Decreto Legislativo nº 2933/2021 que renova, até 30 de junho de 2021, o reconhecimento, pela ALBA, da ocorrência do estado de calamidade pública, em decorrência da pandemia do novo coronavírus, nos municípios de Castro Alves, Central, Itabuna, Jaborandi, Remanso e Ubaíra.

Empresas podem ter socorro de R$ 20 bilhões
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A Câmara dos Deputados aprovou, nesta terça-feira (29), a Medida Provisória 977/20, que abre Crédito orçamentário destinado a atender despesas urgentes e imprevisíveis, como as decorrentes de calamidade pública. O crédito de R$ 20 bilhões é para a União conceder garantia a empréstimos feitos pelos bancos a empresas com receita bruta entre R$ 360 mil e R$ 300 milhões.

A MP perde a vigência à meia-noite de quinta-feira (1º) e precisa ser votada ainda pelo Senado. Segundo a Lei 14.042/20, os empréstimos devem ser realizados no âmbito do Programa Emergencial de Acesso a Crédito (Peac-FGI) até 31 de dezembro de 2020.

Além das pequenas e médias empresas, poderão ter acesso ao empréstimo com garantia também as associações, as fundações de direito privado e as sociedades cooperativas, exceto as de crédito.

O dinheiro virá da emissão de títulos públicos e reforçará o Fundo Garantidor para Investimentos (FGI), gerenciado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social Banco (BNDES).

De acordo com relatório de acompanhamento da execução orçamentária da Consultoria de Orçamento da Câmara dos Deputados, até o dia 25 de setembro, o governo já alocou no FGI cerca de 75% dos recursos liberados.