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Geraldo: PT fará 120 federais.
Geraldo: PT fará 120 federais.

Logicamente incluindo o “próprio si” na conta, o deputado Geraldo Simões diz que o PT trabalha para aumentar em mais da metade a sua bancada na Câmara Federal, hoje com 77 parlamentares. Através de sua assessoria, ele afirmou em Ibicaraí, ontem, que os prognósticos apontam a legenda com 120 deputados ao fim da apuração das urnas em outubro do ano que vem.

Para o vice-líder do PT na Câmara Federal, o que colabora no prognóstico é a falta de projetos da oposição e os avanços conquistados nos quase sete anos de governo Lula. O deputado ainda fez troça de José Serra a comparar os estilos do tucano e da petista Dilma Roussef (PT): “Tem alguém mais enfezado do que Serra?”.

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O deputado Geraldo Simões (PT) recebeu convite daqueeele grupo, o Grupo de Ação Comunitária (GAC), para participar de um almoço, ontem. Conselhos não faltaram para que o parlamentar federal não fosse ao encontro do tipo prestação de contas do mandato. “É campo minado”, asseverou um conselheiro.

O parlamentar foi preparado. E deu-se o previsto. À saraivada de ‘balas’, assumiu um estilo diplomático, vaselina mesmo.

Em um campo majoritariamente fernandista (ou seria azevedista?), Geraldo disse até ser a favor da conclusão do teatro e do mini-centro de convenções de Itabuna, obras (polêmicas!) executadas em terras do ex-prefeito Fernando Gomes. Fez até cálculos: “daria uns R$ 4 milhões [concluí-los]“.

Para ele, no entanto, esses não seriam presentes dignos para o centenário do município. Bons presentes? A duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna e a instalação, aqui, do polo têxtil. Disse o que queriam ouvir os membros do GAC e amoleceu resistentes.

É a tal Vaselina GS.

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Parece que não tem volta a demissão de Moacir Smith Lima da direção do Instituto Biofábrica de Cacau. Até agora não renderam resultados positivos os esforços de lideranças políticas da região em favor do retorno do ex-diretor. Com isso, já tem quem acredite numa ação deliberada do governo Wagner, no sentido de promover uma poda nos cargos ligados ao deputado Geraldo Simões.

Os defensores dessa tese afirmam que o ‘rebaixamento de copa’ começou com a exoneração do próprio Geraldo, da Secretaria da Agricultura, continuou com a demissão do titular da Educação, Adeum Sauer, e já chegou às empresas ligadas ao deputado, caso de Moacir.

Mas essa explicação carece de fundamentos. Se forem observados os postos que Geraldo ainda mantém na estrutura do governo e o recomeço das indicações – a Sudic é um exemplo – deduz-se que os que saíram, caíram pelos seus próprios méritos.

Claro que nisso tiveram uma ‘ajudinha’ do próprio governo, que passou pelo maior perrengue nos últimos meses, sacrificando investimentos nas diversas áreas. As vítimas mais recentes e notórias dessa complicada relação foram, justamente, Adeum e Moacir. Ambos se viram tolhidos em seus projetos mas, ainda assim, pagaram o pato e saíram como maus administradores.

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O deputado federal Geraldo Simões (PT) discursou no plenário da Câmara e voltou a fustigar o colega ACM Neto (DEM). Neto havia feito um discurso sobre a violência na Bahia, responsabilizando o governo pela onda de ataques em Salvador e acusando Jaques Wagner de negligenciar a segurança pública.

Simões disse que os ataques dos bandidos são reação a uma atitude do governo Wagner de desarticular o crime no estado e que a iniciativa deveria ser apoiada pela oposição.

O deputado petista acusou a oposição de desmantelar a segurança pública da Bahia em governos anteriores e de “torcer para que tenha problema”. Segundo o petista, a prática do democrata revela a “velha maneira de fazer oposição”. Com informaçoes do Bahia Notícias.

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Alguns empresários de Itabuna ficaram enciumados com a indicação do ilheense Nilton Cruz para o comando da Sudic. A escolha coube ao deputado federal Geraldo Simões (PT), que é amigo do indicado.

Jabes Ribeiro, do PP, e a deputada estadual Ângela Sousa, do PSC, disputavam o “Q.I.” Eles, por certo, sacariam alguém de Ilhéus…

Para os conterrâneos de Geraldo, ele perdeu uma boa oportunidade de lembrar de um itabunense.