Eugenildo foi encontrado morto dentro da sua casa, em Ubatã
Tempo de leitura: < 1 minuto

O empresário Eugenildo de Almeida Nunes foi encontrado morto em sua casa, em Ubatã, na manhã deste sábado (3). Ele teria cometido suicídio. As informações são dos sites Ubatã Notícias e Giro Ipiaú.

Na última terça-feira (30), a casa do empresário foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pela Polícia Civil no âmbito de investigações de suposto crime de estupro de vulnerável, do qual Eugenildo era suspeito.

As buscas envolveram também investigadores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA). Desde o dia da operação, Eugenildo passou a ser considerado foragido da Justiça, por causa de mandado de prisão aberto contra ele.

Imagem de uma carta – supostamente escrita pelo empresário – circula nas redes sociais. O texto, de autoria não confirmada, aborda as suspeitas que pairavam sobre Eugenildo, como ele era mais conhecido.

O empresário fez fortuna com investimentos em diversas atividades econômicas, a exemplo de postos de combustíveis, hotéis e fazendas.

Armas e objetos eróticos apreendidos na casa do suspeito, em Ubatã
Tempo de leitura: < 1 minuto

A Polícia Civil tenta localizar um homem suspeito de estupro de vulnerável com mandado de prisão em aberto. Nesta terça-feira (30), os policiais cumpriram mandados de busca e apreensão em Ubatã, no Sul da Bahia. O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), participa das investigações sobre o caso, iniciadas em novembro de 2020.

Na casa do suspeito, os investigadores apreenderam dois revólveres calibre 38, uma espingarda de grosso calibre, uma pistola, munições, aparelhos eletrônicos e produtos eróticos.

De acordo com a polícia, por ser empresário, o homem aproveitava a posição socioeconômica para explorar sexualmente garotas de famílias em situação de vulnerabilidade social. Ele teria feito promessas e oferecido dinheiro, presentes, imóveis e emprego às vítimas.

O empresário, conforme as investigações, cometeu os abusos durante dois anos, quando as adolescentes tinham 13 e 15 anos. Ele teria ameaçado de morte as vítimas e o pai delas, caso fizessem algum tipo de denúncia.

A Polícia Civil não divulgou o nome do suspeito. As ações continuam, com o objetivo de colher materiais e denúncias de outras possíveis vítimas. Os investigadores recebem informações por meio do número  (71) 3235-0000 para ligações de Salvador e 181 para chamadas do interior do estado.