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Empresários e o prefeito Marão visitaram canteiro de obras do Assaí || Foto Clodoaldo Ribeiro

A filial ilheense do Assaí Atacadista deverá ser inaugurada em junho deste ano, conforme previsão do Grupo Pão de Açúcar (GPA) em encontro com o prefeito Mário Alexandre (Marão), nesta sexta (15). O grupo está investindo R$ 40 milhões na construção do Assaí, na Praia do Sul, na Rodovia Ilhéus-Una (BA-001), em Ilhéus.

Ontem, Marão, acompanhado de empresários, secretários e vereadores, visitou a obra. A loja vai gerar em torno de 300 empregos diretos e 150 indiretos, conforme previsão do GPA. O Assaí registrou crescimento médio de 25% em 2018.

CONTRATAÇÃO

Há dez dias, o Assaí Atacadista iniciou a contratação de funcionários para a unidade em Ilhéus. A seleção está sendo feita com intermediação do SineBahia. Neste primeiro momento, estão sendo selecionados profissionais para 150 vagas em várias áreas.

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Assaí Atacadista

Exclusivo

Um novo atacadão reacenderá a polêmica entre os governos de Ilhéus e Itabuna quanto aos limites entre os dois municípios, embora a Assembleia Legislativa tenha definido a área territorial de cada um deles.

O Grupo Pão de Açúcar comprou uma fazenda que fica localizada bem na área limite que separa os dois municípios, no quilômetro 24 da Rodovia Ilhéus-Itabuna, após as lojas do Makro e Atacadão, sentido Itabuna. No local, o GPA vai construir uma loja do Assaí Atacadista.

Parte do terreno fica em território itabunense; a outra, em área ilheense. O PIMENTA apurou que a aquisição foi concretizada em dezembro. O Assaí possui 75 lojas em todo o país, duas delas na Bahia (Juazeiro e Feira de Santana). Os cálculos são de que a loja possa gerar em torno de R$ 3,6 milhões em arrecadação com impostos onde for instalada.

Há pouco mais de dois anos, os dois maiores municípios do sul da Bahia travaram guerra política sobre a área onde estão instaladas as lojas do Makro e Atacadão. Depois de mediação – e definição – de limites na Assembleia Legislativa, Ilhéus manteve sob seus domínios as faixas de terra dos primeiros grandes atacadões instalados às margens da rodovia. Para isso, contou com o empenho do memorialista José Nazal.