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Comerciários e lojistas de Itabuna voltam a travar um cabo de guerra ao som de canções de Natal.

Como a proximidade dos festejos de fim de ano coincide com as discussões em torno da campanha salarial dos trabalhadores, a necessidade de ampliação do funcionamento do comércio vira moeda na barganha.

Os comerciários reivindicam reajuste salarial de 12%, enquanto o segmento patronal oferece pouco mais da metade: 6,6%. As negociações estão travadas.

Fala o presidente do sindicato, Gilson Costa: “sem assinatura da Convenção Coletiva, o comércio, assim como as lojas do shopping e as do São Caetano, fica impedido de funcionar em horários especiais e no período natalino”.

O filme é repetido. No final, as partes se acertam e as lojas abrem em horário diferenciado no mês de dezembro. É assim todos os anos.