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A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), em Ilhéus, abre na próxima semana o prazo de inscrições para o Vestibular 2011. A instituição vai oferecer quatro novos cursos, todos na área de engenharia, e um total de 1.600 vagas nas suas 33 opções de graduação.
As inscrições serão aceitas somente pela internet no período de 1º até as 20 horas do 30 de setembro (www.uesc.br). O valor da taxa ficou definido em R$ 85,00. Os cursos mais concorridos são os de Medicina, Direito e Enfermagem.
(Confira edital)
A instituição reserva metade das suas vagas para o sistema de cotas para oriundos de escolas públicas, afrodescentes e indígenas. Conforme edital, as provas serão aplicadas nos dias 16, 17 e 18 de janeiro.

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Já lá se vão alguns minutos desta já segunda-feira, dia 23 de Agosto de 2010. Já sei que hoje vou dormir depois das 2 da manhã. Talvez 3.
Como aconteceu ontem. E anteontem.
Não, não tomem minha boemia tão a sério. Gostaria de ter dormido mais cedo anteontem. Não consegui. Ontem também não. E tampouco conseguirei hoje. Amanhã tenho que trabalhar, e o azar de não ter descansado no final de semana será meu.
E de meus vizinhos.
Leia mais no Blog do Degas

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Amostras da água estão sendo coletadas para se verificar o nível de poluição

A praia que você frequenta em Ilhéus é poluída? Apesar de muitos desconfiarem, ainda não é possível responder com rigor científico, mas é isso que um trabalho realizado pela Prefeitura e a Embasa, monitorado pelo Ministério Público Federal, pretende fazer.
Desde o dia 9 de agosto, equipes estão coletando amostras de água do mar, que serão analisadas para descobrir o nível de poluentes e saber se determinadas praias podem ser frequentadas sem restrições. Ou, como dizem os técnicos, se elas têm “condições de balneabilidade”.
Além de simplesmente identificar a poluição, o objetivo do trabalho é servir como base para projetos de saneamento. É exatamente a execução destes a parte mais difícil, considerando-se – a título de exemplo – que os esgotos do bairro do Pontal são lançados in natura, há decadas, na baía que é o mais belo cartão postal e símbolo de Ilhéus.

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Atacadão sofre com ação de empresa (Foto Pimenta).

A Rota Transportes, que domina as linhas intermunicipais no sul da Bahia, foi à luta e impediu que os coletivos de Itabuna deixassem passageiros na porta do Atacadão.
Assim, quem optava pelas empresas urbanas para ir à loja atacadista, precisava caminhar cerca de 500 metros a pé.
De segunda para cá, a coisa piorou. Os ônibus urbanos de Tabocas são obrigados a contornar exatamente na placa que define os limites de Itabuna e Ilhéus. Ou seja, ficou ainda mais distante para quem quer chegar lá, partindo de Itabuna de busão que não seja da Rota.
Os taxistas já sentem os reflexos. Um deles dizia ao Pimenta que fazia, em média, 200 reais por dia. Hoje, foi para casa mais cedo porque  até as 18 horas algo como R$ 50,00, repetindo outros dias da semana magra.
– Antes, o passageiro de Itabuna vinha de ônibus e voltava com a gente. Com essa mudança, eles nem vem mais ou vem em número bem menor. A loja nem tem mais aquele formigueiro de gente. Não sei o que vai ser de nós – lamenta.

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O guaiamu ou guaiamum (Cardisoma guanhumi) é um tipo de caranguejo terrestre da família dos gecarcinídeos, de hábitos noturnos. Vive em tocas no lodo e fora d’água, encontrado desde o Estado de Sergipe até o Sudeste do Brasil, quase sempre em locais entre o mangue e o início da mata, e em terreno arenoso conhecido como restinga.
Importante alternativa complementar para a economia de pescadores do litoral do Nordeste e principalmente para a Bahia, onde está presente em todo seu litoral. Devido ao perigo de extinção, existem alguns projetos de conscientização de marisqueiros sobre a importância de não capturar o animal na época da reprodução, conhecida como andada, mas falta infra-estrutura fiscal para este controle.
No litoral norte de Ilhéus, o guaiamum é tão apreciado que já existe um festival promovido pela Secretaria de Turismo do Município.
Leia mais no blog Pactos&Impactos, do fotógrafo e ambientalista Ed Ferreira

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O deputado federal Geraldo Simões (PT) voltou a defender, nesta sexta-feira, 20, em Buerarema, a revogação da portaria pela qual a Funai define 47 mil hectares de terras no sul da Bahia como território indígena.
A crítica ao documento ocorreu em mais uma reunião de produtores rurais dos municípios de Una, Ilhéus e Buerarema, que serão atingidos caso a medida se concretize. Segundo o agricultor Luiz Henrique Uaquim, que coordena o movimento em defesa dos produtores, já ocorreram 78 encontros como o de ontem desde julho de 2009.
Simões classificou a hipótese de demarcação como “medida absurda” e lembrou que o caso já foi levado ao presidente Lula. “O caminho é tomar medidas como levar o  problema ao Congresso e formar um comitê de fiscalização composto por deputados, para impedir essa medida absurda”, afirmou.
Já Uaquim observou que uma eventual expulsão dos pequenos produtores da área reivindicada pela tribo tupinambá deixaria aproximadamente 2.800 famílias em estado de desamparo. Afirmou que, além disso, as consequências para a economia local seriam desastrosas porque “a produção dos agricultores que serão afetados corresponde a cerca de 70% dos itens que compõem as cestas básicas da região”.

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– Em 12 meses, Itabuna cria 673 empregos.
– Ilhéus gera quase três vezes mais: 1.717 vagas

Construção civil corta vagas em Itabuna, polo de serviços e comércio (Foto Waldyr Gomes).

A economia itabunense gerou magérrimos 20 novos empregos em julho, conforme dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) levantados pelo Pimenta. Trata-se de um dos piores resultados do ano para o município de mais de 210 mil habitantes e polo comercial e de prestação de serviços do sul da Bahia.
O comércio, aliás, cortou 64 postos de trabalho no mês passado, enquanto o setor de serviços abriu 47 novas vagas com carteira assinada. Nos sete primeiros meses de 2010, o município abriu somente 513 vagas, quando computados os resultados de todos os setors. Se levados em conta os últimos 12 meses, a cidade gerou em um ano apenas 673 empregos.
Setores que puxavam os bons índices de emprego retraíram em julho. Dentre os exemplos, a construção civil. Apesar de abrir 307 novas vagas neste ano, cortou 12 empregos em julho.
ILHÉUS
O saldo de empregos com carteira assinada foi melhor em Ilhéus, com o registro de 95 novas vagas. Os destaques positivos foram comércio (63 novos postos de trabalho) e indústria (40). A construção civil e a agropecuária seguiram em mão contrária e cortaram, respectivamente, 24 e 20 vagas, afetando o saldo do mês de julho.
Além de abrir 95 vagas no mês passado, Ilhéus está à frente de Itabuna no acumulado do ano e dos últimos 12 meses. De janeiro a julho, a economia ilheense abriu 854 novas oportunidades com carteira assinada. Entre julho de 2009 e julho deste ano, criou novas 1.717 vagas, quase três vezes mais que Itabuna.

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O vereador Jailson Nascimento, presidente da Câmara Municipal de Ilhéus, está mesmo determinado a aprovar o projeto “Lata Velha”, com o qual pretende viabilizar a permanência de sua decadente frota de ônibus alugada à Secretaria Municipal de Educação. As “sucatas” fazem o transporte de estudantes da rede municipal de ensino.
O Pimenta denunciou ontem a intenção do vereador. Ele pediu ao colega Alzimário Belmonte (o “Gurita”) para assinar o projeto, que aumenta para 20 anos a idade máxima dos ônibus autorizados a circular no município. Atualmente, o limite é de cinco anos.
A ideia era aprovar a matéria, que emenda a Lei Orgânica, a toque de caixa, sem muita discussão. Só que a publicação das intenções de Nascimento trouxe o assunto à tona e agora está aberto o debate.
Resta saber como os vereadores vão se comportar diante do projeto, em que o maior interessado usa do poder político para satisfazer interesses empresariais (o que por si só já é questionável sob o aspecto da moralidade). Mas o assunto é ainda mais grave, pois envolve a segurança dos estudantes transportados em ônibus velhos, em precárias condições de segurança.
Pelo menos, agora haverá discussão em torno do projeto. A previsão é de que ele seja apreciado na próxima semana pelas comissões técnicas da casa, sem a pressa desejada pelo presidente do legislativo municipal.

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Dois homens forçavam a porta de uma residência no Iguape, em Ilhéus. A vítima, temendo o pior, acionou o 190 em busca de socorro da polícia.
O policial informou ser impossível atendê-la naquele momento, pois não havia viatura na companhia.
– E se tivesse viatura nem adiantava, senhora, pois estamos sem combustível – disse, para uma senhora perplexa.
Por fim, aconselhou-a a tomar uma medida para espantar os donos do alheio: – Liga e desliga a luz. Liga e desliga.
Ao imaginar a cena absurda, a vítima reagiu com humor, perguntando ao milico quem lhe pagaria a conta. E desligou o telefone.
Que a cena é ridícula, é. Mas os malandros deixaram a senhora em paz.

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A Região Online
O Ministério Público Estadual encontrou uma série de irregularidades na Escola Princesa Isabel, em Ilhéus. Os problemas vão de infiltração no telhado na sala de informática a alimentos fora da validade e armazenados em locais impróprios.
Foi verificado ainda que o pátio onde as crianças brincam foi invadido pelo mato e veneno para matar ratos foi colocado em locais indevidos. A promotora Karine Cherubini determinou a suspensão da merenda que estava sendo servida.
Eles descobriram também que os alunos estão sem aulas de informática porque os dez computadores enviados pelo governo federal não podem ser instalados por falta de um local adequado.
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Dono de pequena frota de ônibus, que aluga ao município para o transporte de alunos da rede pública de ensino, o vereador ilheense Jailson Nascimento (PMN) tentou alterar um dispositivo da Lei Orgânica que limita em cinco anos a idade dos veículos a serem empregados naquele serviço.
Quem mora em Ilhéus sabe que os ônibus de Jailson são candidatos fortíssimos ao quadro “Lata Velha”, do Caldeirão do Huck. O vereador percebeu movimentação no governo municipal para tirar suas sucatas de circulação e agiu rápido: solicitou ao colega Alzimário Belmonte (o “Gurita”) que apresentasse emenda à Lei Orgânica, prevendo que o limite de vida útil dos ônibus, para uso no transporte coletivo no município, passasse a ser de 20 anos.
A ideia de Jailson Nascimento, que preside o legislativo, era aprovar a matéria a toque de caixa, atropelando o procedimento das comissões técnicas. Só que a operação foi descoberta e a proposta – apresentada na semana passada – voltou para a geladeira.
O presidente da Câmara, no entanto, não desistiu da ideia e está pressionando a administração municipal a deixar suas latas velhas rodando em paz. Ainda que elas representem um sério risco para os estudantes da rede municipal, além de outros clientes dos sucatões, já que o vereador também os aluga para particulares.

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A Associação de Turismo de Ilhéus publicará no próximo dia 30 de agosto o edital com as chapas inscritas para a eleição da entidade. Em assembleia, ficou decidido que a escolha do novo presidente vai acontecer a 5 de outubro.
O atual comandante da Atil, Luiggi Massa, deixa o cargo e a esperança de uma renovação não apenas no comando, mas também nas atitudes da associação.

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Após o pedido de recuperação judicial, a indústria de informática Bitway decidiu concentrar a sua produção na região sul do País. Desde o mês passado, a empresa manteve só parte do administrativo na matriz, em Ilhéus. A produção de desktops e notebooks se restringe à unidade em Piraquara (PR).
A empresa entrou com pedido de recuperação judicial ainda no final do primeiro semestre, após somar enormes prejuízos em operações arriscadas na importação de componentes e perder um de seus principais clientes, a Insinuante.
A Bitway situava-se entre as cinco maiores fabricantes de computadores do país. A concentração em Piraquara visaria redução de custos. Uma das apostas da indústria para reverter a crise ainda é a rede Varejo do Brasil, que vende os produtos da indústria ilheense. Ainda não se sabe qual o volume de dívidas da empresa. A Bitway empregava cerca de 250 funcionários na matriz, reduzidos a cerca de 30 agora.

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O arquiteto Fred Costacurta, da Parkia Consultoria, zanzou por oito anos com seu projeto de revitalização da Lagoa Encantada, na zona norte de Ilhéus. Uma proposta grandiosa, capaz de inserir no mapa do ecoturismo internacional uma região belíssima, mas absurdamente ignorada.
Costacurta disse ter procurado, ao longo de todo esse tempo (quase uma década!) uma série de instituições do poder público – do estado e do município – e em nenhuma delas encontrou o apoio necessário ao projeto.
Recentemente, o arquiteto decidiu exibir o plano à iniciativa privada, que costuma ser muito mais rápida do que os governos para enxergar o que é bom e agir. A empresa procurada pelo homem da Parkia foi a Bahia Mineração, que construirá um terminal de embarque de minério na região da Ponta da Tulha, também no litoral norte ilheense. A Bamin solicitou de pronto que a Parkia formatasse a proposta para que as ações pudessem ser empreendidas.
Pode-se dizer que o projeto, apresentado hoje em uma reunião da Associação do Turismo de Ilhéus (Atil), está quase “redondinho”. No setor hoteleiro, prevalece o entendimento de que a revitalização da Lagoa Encantada será a primeira grande ação planejada em prol do turismo ilheense, um setor no qual sempre prevaleceu o improviso e o amadorismo.
Finalmente, parece que essa história começa a mudar.

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A espantosa história da professora que cortava o cabelo de suas alunas para produzir apliques (“mega hair”) em uma escola da rede pública no bairro Nossa Senhora das Vitórias, em Ilhéus, teve repercussão nacional.
A notícia foi publicada inicialmente pelo Blog do Gusmão e hoje saiu no site do jornal Correio Braziliense, do Distrito Federal.
Segundo informações, a professora, que havia sido contratada mediante seleção simplificada, foi afastada pela Secretaria Municipal da Educação. O caso chegou ao conhecimento do Ministério Público, mas a autora está desaparecida.
A professora lecionava para uma turma de segunda série do ensino fundamental. O delito foi descoberto quando uma aluna se queixou à direção da escola, após ter o cabelo cortado por duas vezes. A secretária da Educação, Lidney Campos, afirma que várias vítimas da ex-funcionária foram ouvidas e fotografadas.