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É da França a multinacional de saneamento que atenta o Governo Azevedo para retirar da gaveta a proposta de privatização da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa).
Script nada original, aliás.
Nos idos de 1998, Fernando Gomes, prefeito à época, cedeu aos encantos da francesa Lyonnaise des Eaux. A privatização não ocorreu porque a sociedade reagiu e o edital “deu na pinta”.

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O ex-vereador pelo PCdoB de Itabuna, Luís Sena, foi um dos principais combatentes contra outras tentativas de venda da Emasa. Quando o assunto volta à tona, sempre com o ex-prefeito Fernando Gomes envolvido como um dos principais interessados, Sena prega a reação da sociedade.
“Os sindicatos e entidades que sempre se posicionaram contra essa manobra entreguista devem ficar atentos e vigilantes”, defende o ex-vereador . Em nota postada ontem à noite, 20, o Pimenta observou que o governo Azevedo, disposto a embarcar na projeto, contaria com a aquiescência da Câmara de Vereadores.
Hoje à tarde, o blog ouviu pelo menos um vereador dos que têm bom relacionamento com a gestão municipal. Foi o ex-oposicionista Ricardo Bacelar, do PSB. Ele disse que não há chance de votar favoravelmente em uma eventual proposta de venda da Emasa. “Isso está fora de cogitação”, diz Ricardo.

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Azevedo deixa professor a pé.

Os professores da rede municipal em Itabuna recorreram à Justiça do Trabalho para que o prefeito Capitão Azevedo (DEM) cumpra acordo coletivo e repasse o vale-transporte à categoria sempre a cada dia 10. Os diretores do Sindicato do Magistério Municipal (Simpi) alegam que foram realizadas várias audiências com o prefeito e secretários municipais, mas o acordo foi descumprido.
Apesar de não repassar os vales dos professores, alega a dirigente Alba Macedo, a prefeitura efetua o desconto na folha, todos os meses. De acordo com a presidente do Simpi, Normagnolândia Sant´Ana, a falta do vale “tornou-se um transtorno para os trabalhadores do magistério”.
Os profissionais são surpreendidos já na catraca. “Passamos o contrangimento na hora do registro da passagem no transporte coletivo”, afirma. Ou o profissional tira do próprio bolso mais uma vez ou é obrigado a ir a pé para a escola. A depender da distância para a escola, o profissional é obrigado a faltar ao trabalho, conforme relata Alba Macedo.

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Depois de mais de 20 anos em Itabuna, a Nestlé decidiu ampliar a sua produção na indústria que mantém com a Delfi no município sul-baiano. Além do Leite Ninho, produzirá no município três diferentes achocolatados. O pedido foi apresentado à Secretaria Estadual de Agricultura (Seagri).
Quem está gostando do incremento na produção da planta local é a prefeitura de Itabuna. O investimento significa mais dindin nos cofres do municípios, com o retorno do ICMS. A Nestlé já respondeu por até metade do que Itabuna arrecadava nesse tipo de imposto.

Nem tão longe de Itabuna, o prefeito Lenildo Santana, de Ibicaraí, vê no investimento da Nestlé uma guinada na cadeia produtiva regional.
Ibicaraí inaugura, neste semestre, a primeira fábrica de chocolate do (engessado) PAC do Cacau. Serão R$ 2,3 milhões investidos.
A produção tem como alvo não só o mercado regional. O sul da Bahia deixa de ser mero produtor de matéria-prima. E, o mais significativo, a partir da iniciativa de empreendedores locais.
O projeto vem sendo bem trabalhado, segundo Lenildo, para não repetir erros passados e recentes.

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Clodoaldo critica prefeitura.

O promotor público Clodoaldo Anunciação considerou uma “afronta” o gasto de aproximadamente R$ 500 mil com a contratação de atrações musicais para a Festa do Centenário de Itabuna. “Entendo que, dentro do universo que vivemos, isso é uma afronta”.
Para o promotor, o dinheiro gasto pela prefeitura na festa poderia ser aplicado em saúde ou educação. Ele observou, no entanto, que compete ao prefeito definir como gastar o recurso público. “Mas é um custo elevado”, completou. “O dinheiro com o qual se faz festa é o mesmo que poderia ser aplicado em áreas sociais e melhoria de vida da população”.
A prefeitura de Itabuna anunciou para a Festa do Centenário as bandas Chiclete com Banana, Lordão, Vera Cruz e os cantores Fábio Júnior e Aline Barros, além de atrações regionais.
O Chiclete foi contratado por R$ 240 mil. A segunda atração mais cara, Fábio Júnior, virá por R$ 103 mil. As apresentações ocorrerão na avenida Princesa Isabel, São Caetano, ao lado do centro administrativo Firmino Alves (sede da prefeitura), nos dias 27 e 28 (relembre aqui).
“Gasta-se R$ 500 mil para trazer artista que vem aqui dar uma volta no trio. No outro dia as pessoas continuam com seus problemas, mazelas”, pontuou.
Clodoaldo concedeu entrevista ao programa do radialista Cacá Ferreira nesta manhã. Ele falou sobre o afastamento por dois anos do Ministério Público estadual, para um curso de doutorado na Sorbone, França.
EMASA
O promotor comentou também a tentativa do governo de Azevedo em vender a Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa). “Não se pode entregar o patrimônio público de mão beijada, com a iniciativa privada ficando com o que é bom, e a parte ruim com o poder público. A comunidade tem de estar em alerta para que isso não ocorra”.

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O governo trabalha nos bastidores para passar à iniciativa privada o controle da Empresa Municipal de Água e Saneamento (Emasa). O tema privatização ou concessão do serviço de abastecimento estava adormecido em Itabuna, mas um consórcio nacional e estrangeiro despertou o interesse dos governistas.
O Pimenta apurou que, por trás da ideia, encontra-se o ex-prefeito Fernando Gomes. Para levar o projeto adiante, Azevedo conta com a ampla maioria na Câmara de Vereadores, onde, pelo menos, 10 dos 13 vereadores lhe dão sustentação. Fernando Gomes tentou vender a Emasa por quatro vezes nos dois últimos períodos em que governou a cidade.
Segundo uma fonte do Pimenta, o governo tem pressa e quer concluir o processo ainda neste ano, pois teme um cenário político diferente em 2011 – em outubro o eleitor vai às urnas para escolher governador, senadores, deputados federal e estadual, além do novo presidente da República.

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As negociações entre prefeitura de Itabuna e o Walmart avançaram e uma unidade do Maxxi, que atua na modalidade “atacarejo”, será instalada no município.
De acordo com o secretário de Indústria e Comércio, Carlos Leahy, o município aguarda a apresentação de documentos e projetos para finalizar o processo de concessão do alvará que vai permitir o início das obras.
A licença prevê a instalação do Maxxi em uma área de 15 mil metros quadrados às margens da rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415), ao lado da sede regional da Coelba e da Churrascaria Los Pampas, a menos de 500 metros do Atacadão (Carrefour) e do Makro.

Carlão: Maxxi em Itabuna.

Ao Pimenta, Leahy disse que a prefeitura imprimirá agilidade na liberação do alvará. A entrega do documento ao Walmart está previsto para ocorrer em ato no gabinete do prefeito Capitão Azevedo, no dia 27.
Uma das pendências para a liberação da obra era a autorização por parte do Departamento de Infraestrutura de Transportes da Bahia (Derba).
O projeto de acessibilidade já estaria pronto. Leahy ainda brincou com o fato de o empreendimento estar próximo do limite entre Ilhéus e Itabuna. “A loja será em Itabuna, viu?”.
A loja do Maxxi no sul da Bahia, a terceira no interior do estado, prevê gerar 200 empregos diretos. Os detalhes do projeto serão conhecidos pelo município até a próxima sexta-feira, 23, prazo pedido pelo Walmart para apresentação da proposta e da documentação necessária.

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Conforme o colunista Ilimar Franco, do Globo, os aliados de José Serra (PSDB) andam irritados com os atrasos frequentes no cumprimento de agenda por parte do presidenciável.
Para ilustrar o drama, veja a situação de Itabuna. Enquanto cerca de 200 pessoas se concentravam nas calçadas da avenida do Cinquentenário, no sábado passado, Serra discutia o “sexo dos anjos” em um hotel de Ilhéus.
Mas o atraso de uma hora e meia em Itabuna teve até efeito positivo: a chuva arrefeceu e mais gente chegou para o evento que, segundo a Polícia Militar, reuniu 500 pessoas. Segundo O Globo, os cabos eleitorais do PSDB, DEM e PPS receberam R$ 10,00 para fazer número no evento (confira aqui).

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Parte do muro do estádio Luiz Viana Filho foi ao chão, ontem. A prefeitura havia sido acionada pelo Ministério Público estadual (MPe) para que demolisse a estrutura que ameaçava desabar sobre a cabeça de transeuntes.
Moradores do Banco Raso e a comunidade católica do São Caetano não conseguiram sensibilizar os “engenheiros” da prefeitura. Daí, confeccionaram um robusto abaixo-assinado e fizeram o favor de entregá-lo à promotoria local.
O MPe acionou a prefeitura. Que não teve outra saída. O muro “caiu” ontem (confira aqui).

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Há pouco, a polícia recebeu a informação de que havia assaltantes e reféns no interior do motel Smile, na saída de Itabuna para Ilhéus (próximo ao Atacadão).
As polícias militar e civil deslocaram cinco viaturas e cerca de 20 homens para o local. Foi quando descobriram que tudo não passava de um trote.
Bem que poderia haver instrumento para melhor identificação de autores de crimes como esse.

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O candidato a governador Geddel Vieira Lima (PMDB) inaugura o comitê itabunense da coligação “A Bahia tem pressa” nesta segunda, às 19h. O comitê funcionará na avenida do Cinquentenário, 775.
O ato terá a presença do ex-ministro e de candidatos a deputado estadual e federal, como Lúcio Vieira Lima e Renato Costa. Esta é a segunda visita de Geddel a Itabuna em menos de duas semanas.

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Um grupo de professores filiados à Associação dos Professores de Itabuna (API) impediu que o terreno doado à entidade pela prefeitura fosse negociado no “escurinho do cinema” e sem a aprovação da categoria.
O terreno, localizado na avenida Manoel Chaves, Jardim Primavera, seria trocado por um pequeno apartamento no centro da cidade. Lotes já estavam sendo comercializados como um promissor condomínio residencial.
Não se sabe de quem partiu a autorização para negociar a área, mas na API se diz que o presidente João Rodrigues teria sido “ultrapassado” no negócio. O caso promete feder.

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Marco Wense

Fernando: retorno (Arquivo).

O ex-prefeito Fernando Gomes é um, digamos, prefeiturável “condicional”. Ou seja, é pré-candidato na sucessão de 2012 se Geddel Vieira Lima for o próximo morador do Palácio de Ondina.
Fernando, que já governou Itabuna por quatro vezes, acha que a eleição para o governo da Bahia será decidida no segundo turno, entre o petista Jaques Wagner e o peemedebista Geddel.
E por falar em sucessão municipal, procura-se um candidato que não tenha nenhum vínculo com o fernandismo, geraldismo e o azevismo.

RENATO COSTA

Já disse aqui que o bom médico Renato Costa, ex-aliado de Geraldo Simões, não poderia descartar o apoio de Fernando Gomes na sua caminhada rumo ao Parlamento estadual.
A votação de Renato em Itabuna sempre girou em torno de 9 a 12 mil votos. O empresário Carlinhos (da Bavil), histórico fernandista, acha que Renato, com o apoio do ex-prefeito, pode ultrapassar os vinte mil votos.
Entre o inevitável constrangimento e os votos do fernandismo, Renato Costa não teve outra saída que não fosse a de não contrariar Geddel, responsável direto pela inusitada e surpreendente reaproximação política.

PT VERSUS PSDB

Os petistas começam a espalhar que José Serra, se for vitorioso na eleição para presidente da República, vai acabar com o programa Bolsa Família. Os tucanos, por sua vez, espalham que Dilma, se eleita, ficará refém da ala radical do PT.
Nem uma coisa, nem outra. Serra não vai acabar com o Bolsa Família. Vai até, pensando na reeleição e de olho no cativo eleitorado do presidente Lula, ampliá-lo. Já os radicais do PT, como se diz na gíria, vão “comer tampado” com Dilma Rousseff.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Apelidada de “Muro de Pisa” pelo site O Trombone, devido a uma temível e perigosa inclinação, a estrutura que protegia a área do estádio Luiz Viana Filho, num trecho da Rua Juarez Távora, desabou na manhã de hoje (19). O barulho foi percebido por moradores, pouco depois das 9h da manhã, e máquinas da Secretaria de Desenvolvimento Urbano foram acionadas às pressas para retirar o entulho.
Não houve a mesma pressa antes, para corrigir o problema, quando moradores e o próprio Trombone apontaram o risco de desabamento. Na semana passada, o site tratou do assunto e ouviu o secretário de Esportes do município, Alcântara Pelegrini. Este revelou que havia procurado a Sedur, mas lhe disseram que o Muro de Pisa era seguro. Torto como a torre homônima, sem nenhuma chance de virar atração turística, mas firme como uma rocha (foi o que disse o engenheiro Sóstenes Vilas-Boas).
Com esse prognóstico furado, a Sedur precisou correr, numa tentativa inútil de não passar vergonha. Mas era tarde demais e o governo não pode dizer que não foi avisado.
Logo após o incidente, o repórter Fábio Roberto procurou o secretário Fernando Vita para ouvir dele alguma explicação, mas o titular do Desenvolvimento Urbano alegou que tinha uma missão na Avenida Amélia Amado e deu no pé.
Registre-se que, por sorte ou graça divina, nenhuma pessoa se encontrava no passeio em frente ao muro quando este tombou. Neste momento, em vez de comentar mais uma trapalhada deste governo tão dedicado a pagar micos, a imprensa poderia estar noticiando uma tragédia.

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A bela e inconfundível arte de Waldyrene Borges encontra-se na exposição “Memórias Herdadas”. Até o dia 30 de julho, os quadros da artista podem ser apreciados no Jequitibá Plaza Shopping, onde o público tem a oportunidade de conferir as novas técnicas introduzidas por ela em seu trabalho já reconhecido.
A mostra, segundo Waldyrene, é uma homenagem ao centenário de Itabuna.