Aqui vai uma sugestão para quem precisa enviar nota fiscal eletrônica para clientes fora de Itabuna e perderam aquela opção do link para encaminhá-la por e-mail. Estávamos cansados de gastar tubos com o envio de notas fiscais via Correios, já que a prefeitura criou um sistema próprio de emissão de NF-e que excluiu a opção de envio por correio eletrônico, o e-mail. A promessa de retorno do link não se concretizou até agora, 30 dias depois do panavueiro.
A solução veio em pesquisas do Pimenta na amável internet. Tava bem ali na cara, mas nem a prefeitura sugeriu. O que fizemos? Baixamos o programinha PDF Creator em nossos computadores (clique aqui e tenha uma das dezenas de opções para download).
O que ocorre a partir daí?
Bom, após fazer o download do programa e instalar em sua máquina, preencha a nota no site da prefeitura e solicite a impressão. Ante de imprimir, selecione o PDF Creator como “impressora” e mande ver. O programa vai gerar a nota fiscal em PDF. Peça para salvá-la. Pronto. Basta enviar a nota para quem a sua empresa prestou o serviço, via e-mail.
Tempo de leitura: < 1minutoPré-candidatos "se embolaram" na sede do Itabuna
Os políticos que tentarão conquistar mandatos nas próximas eleições estão, como é normal nessas épocas, marcando presença até em aniversário de boneca. E às vezes pode haver filas de pré-candidatos em eventos que, em períodos normais, não seriam nenhum sucesso de público.
Na tarde deste domingo, 23, a sede do Itabuna Esporte Clube recebeu nada menos que quatro pré-candidatos: um a deputado federal (o empresário Félix Mendonça Jr.) e três a deputado estadual (Wenceslau Júnior, Augusto Castro e Coronel Santana). Foram todos bater parabéns no aniversário de 43 anos do azulino.
Félix – dono da empresa MRM, patrocinadora do clube – foi naturalmente o mais festejado. Ganhou até título de “Amigo do Itabuna”.
Tempo de leitura: < 1minutoObras: confusão na avenida.
Lojistas e profissionais que atuam na avenida do Cinquentenário preveem uma segunda-feira pra lá de conturbada na principal artéria do comércio itabunense. Neste domingo, 23, operários e técnicos da prefeitura retiraram fiações de TV a cabo e de transmissão de voz e dados (Oi-Telemar). Ou seja, nada de vendas a cartão, acesso à internet, telefonemas…
O corte da fiação se deve às obras de revitalização da avenida, estimada em R$ 4 milhões. A prefeitura tem pressa, pois iniciou os trabalhos fora dos prazos estipulados. A fiação será totalmente embutida e subterrânea após as obras.
O município também toca a reforma da calçada da avenida sem a devida autorização da Caixa Econômica Federal, que vetou o tipo de piso adquirido pelo município. O banco ameaça não liberar R$ 1,145 milhão para a obra (relembre aqui).
A polícia ainda não conseguiu prender a dupla de criminosos que, por volta das 13 horas de ontem, invadiu a loja de informática Compshop, na rua Ruffo Galvão, em Itabuna, e levou 14 notebooks.
Os bandidos aproveitaram o horário de menor movimentação para agir, armados. O prejuízo é estimado em cerca de R$ 30 mil. Os assaltantes, pelo menos, já foram identificados.
A polícia já identificou todas as quatro vítimas da chacina ocorrida nesta madrugada, na favela do Gogó da Ema, bairro São Caetano, em Itabuna. Além de Hugo Soares da Silva Filho, 45 anos, morador do local, foram mortos Lucas Santos Oliveira, o “Buiú”, de 19 anos, que morava no bairro Mangabinha; Afonso Santos Pereira, 16, que residia na Vila Anália; e Mateus Santos de Jesus, conhecido como “Maicon” ou “Neguinho”, do bairro Novo Jaçanã.´
Buiú, segundo informou uma parente do próprio ao repórter Oziel Aragão, do Xilindró, era o alvo do assassinos, juntamente com o Maicon. Os outros dois teriam morrido por estar no mesmo local.
Testemunhas revelaram que os assassinos escondiam os rostos com máscaras negras, portando escopetas e uma metralhdora. O crime tem provável ligação com o tráfico de drogas.
Tempo de leitura: < 1minutoAzevedo: espaço pra "Marcão" (Foto arquivo 30.06.09).
E não é que a turma do ex-assessor municipal Marcos Gomes voltou a mandar na saúde… Na semana que passou, Marcão, como é chamado pelo prefeito Capitão Azevedo (DEM), conseguiu derrubar Álvaro Catarino, do cargo de coordenador administrativo do Samu 192 em Itabuna.
Marcão colocou em seu lugar (no lugar de Catarino, bem entendido!) um amicíssimo, deslocado da unidade de saúde do Pedro Jerônimo. Tá podendo!
Na gestão do ex-prefeito e pai Fernando Gomes, Marcos, aquele de nome e sobrenome, mandava e desmandava na pasta da Saúde. As suas garras voltaram a crescer. Afiadíssimas, pois.
O estudante José Denisson da Silva Neto, de 17 anos, foi assassinado brutalmente na porta do Colégio Ciso, em Itabuna, na tarde de quinta-feira, dia 20.
Denisson estava na porta da escola, quando dois homens se aproximaram em uma moto e um deles deflagrou quatro tiros que atingiram o estudante na perna direita, abdome, braço esquerdo e nas costas. O jovem, que cursava a oitava série, morreu na hora.
“Não, José Denisson não era apenas um estudante e sim um jovem envolvido com o tráfico de drogas, que morreu numa guerra pela disputa dos pontos de venda”, bradaram os simplistas, reverberando o noticiário policial, quase que com o alivio de que há um marginal a menos em circulação.
Mas não é tão simples assim.
José Denisson era apenas um estudante, jovem da periferia paupérrima de Ilhéus que se mudou para a periferia paupérrima de Itabuna.
O consumo de drogas foi o caminho natural de uma existência em meio a grandes dificuldades e nenhuma perspectiva de futuro.
(Foto Pimenta na Muqueca – 20.05.10).
Um perfil que se encaixa perfeitamente no padrão de crianças e adolescentes que são recrutados pelos traficantes.
De consumidor, ele passou a vendedor de drogas.
Um desses inúmeros soldadinhos do tráfico, que comercializam pequenas quantidades em portas de escolas e bares, ganhando um dinheirinho que mal dá pra sustentar o próprio vício.
E que de tão abundantes no, digamos, mercado, acabam se tornando absolutamente descartáveis, visto que não faltam peças de reposição.
José Denisson foi apenas mais uma peça descartada nessa engrenagem macabra, em que o tráfico encurta a vida de milhares de jovens e adolescentes.
No momento em que José Denisson deixou de ser apenas estudante para se tornar estudante e soldadinho do tráfico, selou o próprio destino.
Morreu como morrem tantos e tantos soldadinhos, tombados numa guerra que quase sempre só atinge a parte de baixo do submundo das drogas.
É lícito supor que se existissem políticas públicas de inclusão de jovens e adolescentes, José Denisson não estaria na porta do colégio, onde encontrou a morte, mas na sala de aula, onde poderia encontrar um futuro melhor.
Inúteis perorações, verborragia pura, diante de um corpo estendido no chão, diante dos colegas de escola, testemunhas de uma lição de violência cotidiana que assusta, mas que não se faz absolutamente nada para evitar.
Não foram apenas quatro tiros que mataram José José Denisson.
Foi também uma arma letal que atende pelo nome de omissão.
Daniel Thame é jornalista, blogueiro e autor do recém-lançado Vassoura.
Católicos de Itabuna se reúnem esta noite para a Vigília de Pentecostes, na Catedral de São José. O encontro começa às 18 horas com a Santa Missa e segue até a meia-noite. Serão momentos de orações, louvores, meditações e leitura bíblica.
Segundo o Padre Moizés de Souza, a vigília está sendo organizada com a finalidade de preparar os católicos para o Dia de Pentecostes, celebrado neste domingo, 23.
A solenidade de Pentecostes é uma das mais antigas na tradição católica e lembra a descida do Espírito Santo sobre os apóstolos e Maria, 50 dias após a ressureição de Jesus Cristo.
Tempo de leitura: 2minutosClodoaldo: solução para o Hblem.
O Ministério Público promete adotar medidas contra o caos no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), de Itabuna. Mais cedo, o Pimenta na Muqueca conversou com o promotor Clodoaldo Anunciação.
O promotor se reuniu com profissionais médicos e representantes de entidades, ontem, e ouviu relatos de como andam as coisas no hospital que é a principal referência do sul da Bahia para casos de urgência e emergência. “Vamos tomar todas as medidas para que o hospital funcione”.
Uma visita técnica da promotoria local e entidades como Conselho Regional de Medicina da Bahia (Cremeb) e OAB será agenda para os próximos dias. A missão é averiguar, in loco, o que médicos têm narrado: a total falta de condições de trabalho e, em alguns casos, a morte de pacientes devido à inexistência (ou insuficiência) de equipamentos básicos.
As dificuldades de trabalho são atribuídas, em grande parte, ao baixo valor repassado ao Hospital de Base (R$ 1,5 milhão do estado e R$ 300 mil da prefeitura).
“Não basta dizer que não tem recursos. O hospital precisará ser transparente”, alerta, deixando claro que não se está acusando a gestão do Hblem, mas falando do que será necessário para que se tenha um quadro real dos valores exigidos para uma mudança de quadro. A partir de um plano de ações e investimentos evita-se o que na área pública costuma ser denominado de “saco sem fundo”.
Hoje, o Hblem recebe R$ 1,8 milhão por mês, mas existem divergências quanto ao valor que o colocaria em condições para funcionar sem a desconfiança de credores, por exemplo. Estima-se que a dívida do hospital com os credores gire em torno de R$ 11 milhões, sendo R$ 2,5 milhões só da atual gestão.
Como não tem mais crédito na praça, a unidade de saúde tem de comprar à vista. Como a falta de recursos é regra e não exceção, o Hblem está sucateado e a situação compromete o atendimento aos pacientes.
Na visita ao hospital, ainda sem data agendada, também deverão fazer parte da comissão os promotores Itana Viana e Márcio Fahel, do Grupo de Atuação Especial em Defesa da Saúde (Gesau), órgão do MP. Clodoaldo disse que também o Cremeb será convidado. “Faremos questão de que [o Cremeb] esteja conosco”. O Ministério Público, afirmou, não atuará sozinho, mas com a participação da sociedade.
O jornalista Ederivaldo Benedito, que conduz o melhor programa jornalístico do rádio AM atualmente em Itabuna, disse muito bem na manhã desta sexta-feira, referindo-se ao assassinato do jovem José Denisson (veja aqui), cometido ontem: “quando um bandido atira em alguém às 3 horas da tarde, em plena via pública, ele está atirando não somente em uma pessoa, mas na sociedade; está dizendo à polícia e ao judiciário que essas instituições não valem nada”.
E olha que Bené não sabia de um detalhe: segundo testemunhas, um dos autores do assassinato estava, minutos depois, misturado aos curiosos que observavam o corpo caído no chão, os pais chorando, a polícia etc.
Enquanto o pai da vítima era entrevistado por uma emissora de televisão, o homicida ficou bem próximo. Acredita-se que para intimidar, pois o homem saberia quem tirou a vida de seu filho, mas tem medo de delatar o criminoso.
A pouco mais de dois meses do dia do centenário de Itabuna, o prefeito Capitão Azevedo já sente a angústia de encarar a comunidade tendo muito pouco para mostrar em matéria de realizações. Não é à toa que uma certa neurose começa a tomar conta do governo.
Para completar o terror, o INSS passou a promover sucessivos bloqueios nos repasses do FPM, o que contribui para sufocar a administração e ameça tornar o aniversário ainda mais melancólico.
No governo, muitos dizem que os sequestros de verbas seriam uma orquestração política fomentada por graúdos do Partido dos Trabalhadores. Tudo para fazer com que a festa de Azevedo seja a pão e água…
Paranoia? Desculpa?
Pode ser, mas o prefeito tem repetido tanto a tese da conspiração, que pelo menos ele já acredita piamente na mesma.
Tempo de leitura: < 1minutoWagner: duplicação de rodovia.
As obras de duplicação da rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415) começam no segundo semestre deste ano e terão custo de R$ 150 milhões. O projeto da obra está pronto e será entregue ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) na próxima segunda-feira, 24, segundo afirmou o governador Jaques Wagner.
Nesta sexta-feira, 21, Wagner concedeu entrevista ao apresentador Tom Ribeiro, do Alerta Total (TV Cabrália), e disse esperar que até o aniversário de Itabuna – 28 de julho – a licitação da obra já esteja concluída. Os recursos vão sair do PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento), do governo federal.
Wagner também observou que a pista será construída à margem direita do rio Cachoeira e haverá quatro pontes interligado-a à pista já existe, à esquerda do rio. Na entrevista, o governador também afirmou que o projeto da barragem do rio Colônia, prometido em dezembro do ano passado, já está praticamente pronto. A duplicação do acesso Itabuna-Ibicaraí, trecho Nova Itabuna-Ferradas, será concluído até agosto, informou.
Ainda na entrevista a Tom Ribeiro, o governador petista anunciou a construção da Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) em Itabuna, no bairro Jaçanã. Ela terá estrutura para 300 atendimentos diários, funcionando como mini-hospital. O governo baiano investirá R$ 1,2 milhão na construção da UPA e o governo federal, R$ 1,8 milhão. A previsão é de que a unidade esteja funcionando em seis meses.
Mais uma para o rol das histórias dos assaltos frustrados em Itabuna. Um rapaz nervoso, trêmulo como se aquela fosse a sua primeira vez, depois de chegar arrotando valentia, saiu com o ‘rabo entre as pernas’, ao ter sua arma tomada pela vítima. O fato ocorreu no interior do frigorífico Frigosul, na avenida Juracy Magalhães, ontem à noite.
Antônio Barbosa Neto anunciou o assalto, apontando um revólver 38, carregado, para o proprietário do frigorífico, que estava no caixa. Este, ao perceber que o molecote à sua frente tremia mais que vara verde, também sacou seu brinquedinho da gaveta e desafiou Neto, que desistiu de sua tarefa e resolveu fugir. Foi capturado pela polícia em seguida e levado ao Complexo Policial.
No dia em que foi executado na porta da escola, José Denisson não compareceu à sala de aula. O aluno não possuía histórico de violência nem de excesso de faltas. “Ele chegou e nem entrou na escola”, afirma o vice-diretor Eugenio Abreu.
José Denisson era novato no Ciso. Aos 17 anos, cursava a oitava série. Era o primeiro ano do jovem na escola estadual. Até o ano passado, Denisson morava em Ilhéus, também no sul da Bahia.
O vice-diretor observou que o aluno estava com uniforme incompleto. Estava de bermuda tactel e, do uniforme, travaja apenas uma blusa. No momento da execução, ele estava sentado no passeio da escola.