Apesar do procuradoria do Ministério Público do Trabalho sugerir reajuste de 7% para os rodoviários de Itabuna, as empresas Viação São Miguel e Expresso Rio Cachoeira bateram pé e só oferecem 5% de reajuste para a categoria.
O percentual é rejeitado pelos trabalhadores e a questão será resolvida no Tribunal Regional do Trabalho (TRT). Neste momento, viajam para Salvador os advogados Iruman Contreiras e Francisco Valdece para o dissídio coletivo.
As empresas obtiveram liminar que obriga os rodoviários a manter, pelo menos, 70% da frota em circulação. Os rodoviários vão recorrer da decisão.
Enquanto as empresas do transporte urbano em Itabuna oferecem 5%, as intermunicipais que negociaram com o Sindicato dos Rodoviários de Itabuna (Sindirod) aceitaram pagar reajuste de 10%.
Além de conceder reajuste menor, a São Miguel e a Expresso Rio Cachoeira querem tirar benefícios como o passe-livre da categoria, emperrando a negociação tanto nas cláusulas econômicas (reajuste) como sociais (tíquete refeição e passe).












Um morador do bairro Vila Anália, na periferia de Itabuna, ligou para o programa Patrulha Geral, apresentado por Fábio Roberto na Rádio Nacional AM, e discorreu sobre as agruras de sua comunidade. Observou que os principais problemas são os buracos e a falta de iluminação nas ruas. O cidadão contou ter levado a situação ao conhecimento do secretário de Administração Gilson Nascimento e ouvido deste um papo muito estranho.
Indignados com a poluição sonora que toma conta das áreas centrais da cidade, empresários de Itabuna pediram providências às suas entidades representativas: no caso, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) e a Associação Comercial e Empresarial (ACI). Nesta quarta-feira, 2, a partir das 9 horas, as duas promovem reunião, no auditório da CDL, com a presença de representante do Ministério Público. A finalidade é traçar estratégias para combater a barulheira.








