Não é só o Ministério Público que investiga o contrato milionário (e de valor considerado exorbitante!) mantido entre a prefeitura e a Construtora Marquise para os serviços de limpeza pública em Itabuna.
O contrato mensal é de R$ 1,5 milhão (exatamente, R$ 1.509.919,38 por mês), valor 200% superior ao cobrado em Ilhéus, cidade do mesmo porte. Quem decidiu passar uma lupa no contrato e investigar o que há por trás desses valores foi o vereador Roberto de Souza (PR).
À repórter Celina Santos, do Diário Bahia, o primeiro-secretário da Câmara Municipal disse que são muitos os problemas no serviço prestado pela Marquise. “É greve de gari, é lixo acumulado… Empresas do ramo acham o valor pago altíssimo. Queremos saber como foi feita essa licitação”.
Que a investigação, pois, não seja apenas oba-oba.














O professor Gustavo Lisboa, demissionário na Secretaria da Educação de Itabuna, não chegou a aparecer ontem na Prefeitura, conforme se esperava. Segundo informações, a intenção dele seria ter mais uma conversa com o prefeito Azevedo, que no entanto desmarcou todas as reuniões de ontem por conta de uma viagem.




