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Nos bastidores da política, o comentário é que os deputados federais Mário Negromonte e João Leão deixaram o secretário-geral do PP baiano, Jabes Ribeiro, em má-situação e sem as condições financeiras necessárias para disputar uma vaga à Assembleia Legislativa.
Velhas raposas da política estadual, Negromonte e Leão preferiram investir em seus filhos a apostar em Jabes. O presidente do PP baiano lançará Negromonte Júnior a estadual. Já o ex-secretário de Infraestrutura, aposta no filho Cacá Leão.
Ainda nos bastidores, se diz que Jabes teria recebido pressões para desistir da candidatura a deputado estadual para apoiar Negromonte Jr. Primeiro, o apoio a “Juninho” chegou como sondagem, tornando-se uma imposição com o passar do tempo. Aguardemos os próximos capítulos desta novela.

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(Foto A Região).

Jabes Ribeiro, principal nome da política ilheense nos últimos 20 anos, está praticamente fora da disputa eleitoral deste ano. Embora opositores digam que o motivo seja de ordem legal, o ex-prefeito aponta dificuldades financeiras para tocar sua campanha a deputado estadual.
Quem assiste à cena política baiana, no entanto, chega a duvidar como Jabes, secretário-geral do PP, não se cacifou a ponto de faltar-lhe apoios financeiros para a empreitada visando à Assembleia Legislativa baiana.
Contava-se como grande apoio financeiro para a campanha de Jabes o empresário Roberto Barbosa, da Minas Aço. Não há notícia de rompimento entre ambos.
Ao radialista Vila Nova, Jabes disse não possuir “estrutura financeira”. Também negou que vá apoiar Negromonte Jr., pois este não é da região…
Quem está de olho no capital eleitoral do jabismo é Márcio Veloso. Filho do deputado federal Raymundo Veloso, Márcio é candidato a deputado estadual pelo PMDB. Ele acredita que seria o mais beneficiado pela saída de Jabes, já que Ângela Sousa não tem a simpatia dos eleitores jabistas.

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Jabes: bens indisponíveis.

A Justiça tornou indisponíveis os bens do advogado e secretário-geral do PP baiano, Jabes Ribeiro. Ele é acusado de “lesar o erário” e terá de devolver R$ 1.594.427,93, no período em que foi prefeito de Ilhéus, segundo condenação da 2ª Vara Cível e Comercial de Ilhéus.

As condenações resultam de ações civis públicas movidas pelo Ministério Público contra o ex-prefeito. A Justiça, em decisão liminar, determina que todos os cartórios sejam comunicados da indisponibilidade dos bens do político, conforme o Bahia Online. A publicação informa que tentou contato com Jabes, mas não obteve sucesso.

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Virou folclore a facilidade com que o prefeito Capitão Azevedo (DEM) promete apoios eleitorais em 2010 à direita, ao centro e à esquerda.

Ontem à noite, na churrascaria Los Pampas, quem resolveu pregar uma peça no prefeito foi o secretário-geral do PP baiano, Jabes Ribeiro.

Diante de uma roda de políticos, aproximou-se do prefeito de Itabuna e lhe pediu, em alto e bom som, uns votinhos na caminhada à Assembleia Legislativa. Azevedo não fugiu da raia – ou do estilo:

– Você é da terra. Apoio na hora – prometeu a ‘vítima’ da galhofa.

No mesmo instante, o comunista Wenceslau Júnior, outro que disputa uma vaga à Assembleia, surgiu ao lado de Azevedo. E, claro, obteve promessa de votinhos em 2010.

O deputado estadual Luiz Argôlo participava da roda, mas o capitão não teve problema com este. É que Argôlo disputará uma vaga à Câmara Federal. Do contrário…

O 'baixinho' Azevedo é autor do "Apoio para todos": Argôlo, Wenceslau e Jabes.
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Marco Wense

O comando nacional do PSDB fez de tudo para que Geddel Vieira Lima, pré-candidato do PMDB ao governo da Bahia, apoiasse o tucano José Serra à presidência da República.

Como o tucanato jogou a toalha em relação ao apoio de Geddel a Serra, o deputado federal Jutahy Júnior, um dos tucanos mais próximos do presidenciável governador de São Paulo, mudou de discurso.

O parlamentar baiano, se referindo a Dilma Rousseff, diz, agora, somente agora, que “quem tem dois palanques não tem nenhum”. E finaliza: “Isso gera um conflito que não raro inviabiliza a própria ida do candidato ao Estado”.

Pois é. Esses políticos, hein! Só enxergam o próprio umbigo. Quando o tiro dos seus interesses sai pela culatra, mudam de opinião sem nenhum constrangimento. Depois ficam se queixando dos votos brancos e nulos.

JABES RIBEIRO

Jabes: 2010 é crucial.

Para que Jabes Ribeiro se torne um forte candidato a prefeito de Ilhéus na sucessão de 2012, enfrentando um provável concorrente do PT, a eleição para a Assembleia Legislativa do Estado é fundamental.

Elegendo-se deputado estadual, Jabes e o jabismo se fortalecem, criando um salutar contraponto à neoaliança envolvendo o prefeito Newton Lima (PSB) e o Partido dos Trabalhadores.

A inusitada parceria entre o prefeito e o PT é circunstancial. Se é duradoura ou não, sincera ou não, se é um engodo ou não, só o tempo, como senhor da razão, é que vai dizer.

O PT, agora, tem telhado de vidro. Não é mais franco atirador. Passa a ser co-responsável pelo governo. Participa da administração sabendo das dificuldades. Não pode, depois, alegar que a tal da “herança maldita” impediu o trabalho dos petistas.

Sinceramente, não acredito que Jabes, secretário estadual do PP, partido da base aliada do governo Wagner, esteja torcendo pela desgraça da atual administração. Seja adepto da nefasta política do “quanto pior, melhor”.

A sucessão do Palácio Paranaguá caminha para uma acirrada disputa entre o ex-prefeito Jabes Ribeiro e um petista. Um outro nome para enfrentar o jabismo e o petismo só se o próximo governador da Bahia for Paulo Souto (DEM) ou Geddel (PMDB).

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César e Jabes, em Ilhéus (Foto IlhéusAmado).
César e Jabes, em Ilhéus (Foto IlhéusAmado).

O secretário-geral do PP baiano também falou sobre a sucessão estadual. Para ele, o PT baiano compreendeu que se deve formar uma chapa forte para a disputa eleitoral deste ano. E qual seria essa chapa? A ideal, acredita, será aquela que muito se discute e encontra resistência em petistas orgânicos: Wagner candidato à reeleição, tendo Otto Alencar (PP) e César Borges (PR) como candidatos ao Senado.

A quem critica a presença de Borges na chapa do governador petista, Jabes tem defesa prontinha: “A dicotomia política acabou na Bahia. César Borges se tornou um político moderno, tranquilo e não está mais sob as ordens de ACM. Ele evoluiu e está fazendo um belíssimo mandato como senador”.

E quem seria o vice nesta chapa em que ex-carlistas dão o tom? Jabes, que curtiu um período na oposição, depois apoiou o carlismo e de lá saiu antes da morte do velho “Toinho Malvadeza”, rejeita o termo e afirma que a vice deve ir para um dos quadros do PSB ou PDT, por exemplo. “Só se ganha eleição com articulação”.

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Muitos estranharam a presença do deputado federal Fábio Souto (DEM) no Palácio Paranaguá, ontem, quando teve dois dedos de prosa com o prefeito Newton Lima (PSB). Mas Souto poderá dizer que é grato ao hoje prefeito ilheense. Em 2006, Newton Lima lhe deu apoio na disputa por uma das vagas a deputado federal baiano. E a forcinha chegou na reta final das eleições em que o pai do deputado, Paulo Souto, seria destronado do Palácio Paranaguá na contenda com o petista Jaques Wagner.

Aquelas eleições são de triste memória para o ex-prefeito de Ilhéus, o itabunense Jabes Ribeiro, que concorreu a deputado estadual. Jabes estava fechado com Fábio e Paulo Souto, mas afirma ter levado uma rasteira de ambos e abandonou a ‘tchurma’ dias antes do pleito, caindo nos braços de Mário Negromonte (PP).

Restou ao filho do ex-governador o apoio do então vice-prefeito de Ilhéus, Newton Lima (PMDB), que travava uma briguinha de bastidores com o então gestor (?) de Ilhéus, Valderico Reis (PMDB). Hoje, quem manda (?) é Newton.

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O articulista Marco Wense conversou há pouco com o vereador e virtual secretário de Planejamento de Ilhéus, Alisson Mendonça (PT), sobre as negociações envolvendo os petistas e o prefeito Newton Lima (PSB). A conversa se dá no Iate Clube de Ilhéus.

Alisson revelou a Wense alguns pontos de vista em relação à aliança:

1 – A união de PT e governo municipal fortalece o projeto de reeleição do governador Jaques Wagner.

2 – Newton passa a ter como legítimo opositor o ex-prefeito Jabes Ribeiro (PP), que lucrará caso o governo municipal não se recupere após esse esforço que envolve o PT (e, claro, se aliança não der certo).

3 – O PT terá o apoio de Newton Lima na sucessão ao Palácio Paranaguá em 2012 – e isso ficou fechado no final de semana).

Neste momento, o vereador almoça acompanhado dos vereadores Aldemir Almeida e Alcides Kruschewsky. E Alisson, veja só!, se coloca como nome natural do petismo para a sucessão de 2012. E vai trabalhar nesse sentido. Como tem muita água para passar por debaixo da ponte…

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Jabes pode ir para a Seagri.
Jabes pode ir para a Seagri.

É natural que ele negue, mas são grandes as possibilidades de Jabes Ribeiro substituir o secretário de Agricultura, Roberto Muniz. Ele assumiria a pasta e deixaria o caminho livre para a eleição de Mário Negromonte Júnior à Assembleia Legislativa.

O trio Jabes-Muniz -Negromonte Júnior é do PP. As negociações têm as bênçãos do presidente estadual do partido, o federal Mário Negromonte. Jabes, que é secretário-geral do PP, ainda está em dúvida, pois acredita ter grandes chances de ser eleito deputado estadual em 2010. Para isso, tem trabalhado em cerca de 40 municípios.

Nos bastidores, se diz que ele topa ser secretário, mas tudo vai depender do cenário eleitoral até quando Roberto Muniz se desincompatilizar. Se o “Galego” estiver bem posicionado nas pesquisas até lá, ele topa integrar o secretariado.

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“Sua morte deixaria uma lacuna impreenchível no mundo jurídico”, desabafou Agulhão F., felicíssimo com  o “achamento” do advogado Cosme Araújo, suspeito de estar doente, assassinado, escafedido ou homiziado, desde o fim da semana passada. Mas o trovador considera injusta a provocação que Cosme fez ao também advogado Jabes Ribeiro (veja aqui), igualmente muito “vivo”:

Data venia, é a verdade,
a ela nada acrescento,
pois não me move a maldade,
rimo sob juramento,
sem malquerença, ódio ou mágoa:
depois de feitas as contas
se um dá nó em pingo dágua
vem o outro e esconde as pontas!…
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Rolou uma boataria geral de que o advogado Cosme Araújo, de Ilhéus, teria sido assassinado. A conversa se espalhou, como de praxe, mas a verdade é que o polêmico causídico, ex-vereador, encontra-se em casa e vivinho da silva.

O radialista Osvaldo Bispo, da Difusora de Itabuna, ligou há pouco para Araújo. Nem precisou perguntar, pois o homem sabia do que se tratava e já foi respondendo bem ao seu estilo:

– Oswaldo, eu tô vivo, rapaz! Quem morreu foi Jabes (Ribeiro)!

Claro que o advogado estava se referindo à sua opinião sobre o status político de Jabes, que tecnicamente também continua vivo.

Essas e outras no www.politicaetc.com.br

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Foi só ternura o encontro entre Jabes Ribeiro e o jornalista Eduardo Anunciação, hoje pela manhã , na Feijoada do Crocodilo. JR se confessou apaixonado pelo trabalho do comentarista político do Diário Bahia (que também atua no programa Tabuleiro, da Rádio Conquista FM).

Enquanto dava um abraço bem apertado no velho Gaguinho, o ex-prefeito de Ilhéus avisava para este blogueiro que a sua candidatura a deputado estadual está mantida e não tem volta…

Lógico: a candidatura é uma vontade de Jabes, embora possa não ser do filho do presidente do PP, Mário Negromonte, que desejaria tê-lo como cabo eleitoral.