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Wagner foi anunciado como "chamariz" (clique para ampliar).

O pré-candidato a prefeito de Ilhéus, Joaquim Bastos (PDT), despede-se do cargo de reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) no próximo dia 2. No início da semana, o magnífico distribuiu convites anunciando que o governador Jaques Wagner viria à universidade para, junto com ele, inaugurar um novo anexo de construções.
O compromisso, porém, nunca esteve na agenda do mandatário baiano. A assessoria confirma que o Galego estará na Uesc, sim, mas no dia 2, quando toma posse a reitora eleita, Adélia Pinheiro.

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Reitor em final de mandato na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), o professor Joaquim Bastos está com um pé na política partidária e os olhos voltados para 2012.
Ele promete definir, até o dia 31, a qual partido irá filiar-se caso concorde em disputar a prefeitura de Ilhéus. Convites parecem não faltar. PDT, PMDB e PCdoB cortejam o reitor.
O reitor não esconde o espanto com os valores gastos numa campanha para prefeito em cidades do porte de Ilhéus. “Fico pasmo”, disse ao PIMENTA.
Joaquim está com 62 anos e em processo de aposentadoria como professor e a idade, segundo ele, também pesará na decisão. Confira a entrevista concedida ao blog.
PIMENTA – O senhor recebeu convites de pelo menos três partidos. Já se decidiu pela candidatura e por qual legenda sairá? 
JOAQUIM BASTOS – Eu tenho conversado sobre política há mais de seis anos e alguns partidos me convidaram para a eleição. Com o final do mandato de reitor e o processo de aposentadoria, agora eu posso pensar nisso.
Qual a legenda escolhida?
Tenho conversado com alguns partidos. O tipo de política que faço é política acadêmica, então, tenho discutido bastante. Até o final do mês eu defino a filiação. Ainda não tenho definição clara sobre qual partido. Tenho conversado para me familiarizar [com a política partidária].
O que o senhor analisa para definir pré-candidatura?
Estou vendo as possibilidades concretas, para realmente me envolver com a vida política da cidade e entender também como funciona um partido.
Com quem o senhor tem conversado?
As conversas se dão em Salvador, Brasília e Ilhéus, para ver se realmente tomo essa decisão na minha vida. Aos 62 anos, tenho que pensar se realmente quero quatro anos na prefeitura.

A gente vê cidades como Itabuna e Ilhéus captando menos dinheiro fora do que a Uesc. 

Existe ainda um temor do que pode vir pela frente, caso vença?
Dizem que vai ter muita coisa para consertar, para fazer. Aí tenho que analisar. A gente vê cidades como Itabuna e Ilhéus captando menos dinheiro fora do que a Uesc. Precisamos ver por que isso acontece. Enfim, tem muita coisa que a gente desconhece [da estrutura partidária e da prefeitura].
Mas não dá para adiantar para onde o senhor vai, politicamente falando?
Conversei com quatro partidos. Me chamaram pra conversar. Tô indo numa boa. Tenho mais três, quatro pessoas comigo, pessoas que têm noção mais aprofundada de política partidária e que vão me ajudar [na decisão].
As propostas de filiação partem mesmo de PDT, PCdoB e PMDB? Qual seria o quarto partido?
(risos) Semana passada, conversamos com um grupo de 12 pessoas, e ficamos em 14. Conversa muito interessante, mas por vezes fico pasmo quando falam em valores de uma campanha a prefeito.
Quanto?
A gente tá acostumado a fazer campanha para reitor com 30 mil reais.  O prefeito de Ilhéus mostrou o contracheque dia desses e daria R$ 600 mil, R$ 650 mil de salário em quatro anos. Eu não admitiria gastar metade disso em campanha. A única coisa que tenho para colocar na mesa é o meu currículo. Dinheiro, moeda, eu não tenho um centavo para colocar em política. Gastar aquilo que se ganha em 25 dias de pauleira…
Depois das conversas iniciais, já há sinalização clara sobre para onde ir?
Há partido que eu considero grande, mas temos outros de estrutura menor, porém, com capacidade de aglutinação. Tenho 37 anos de universidade, uma certa rodagem em relação a acomodar pessoas. Gosto de compartilhar trabalho, responsabilidade, mas também decisão. Ninguém consegue administrar Uesc sozinho. Prefeitura, então, nem sonhando. Mas teria que ter condição.

Não dá para nomear pensando em simpatia, mas eficiência produtiva.

E qual seria, além da capacidade de formar uma boa coligação?
Por exemplo, que não seja indicado apenas um nome para determinado cargo, mas vários. Não dá para nomear pensando em simpatia, mas eficiência produtiva.
O senhor conhece a realidade da prefeitura?
A gente sabe, conhece o orçamento, que é público. Dá para identificar alguns componentes de despesa, receita. Quanto a prefeitura arrecada com a taxa de iluminação? Quanto custa o serviço? Saber se a prefeitura está em dia, se permite retirar as três certidões [para firmar convênios, captar recursos]? Até dia 31, eu vou tomar minha decisão.

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O reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Joaquim Bastos, tem convites de PMDB, PDT e PCdoB para disputar a prefeitura de Ilhéus em 2012.
Com exclusividade, o PIMENTA conversou com o reitor da Uesc há pouco. Joaquim afirma ter recebido convites de quatro partidos e antecipou que conversas se dão não apenas em solo ilheense, mas em Salvador e Brasília.
O reitor confirmou o interesse em ser candidato, mas antecipou que a decisão será tomada no dia 31 de agosto, quando então anunciaria a qual partido vai se filiar. “Terei mais um mês para definir, mas será neste dia”. O prazo de filiações para quem vai disputar eleição em 2012 termina em 30 de setembro, mas os partidos têm até 6 de outubro para entregar a relação de novos membros.
Professor da Uesc e próximo da aposentadoria, Joaquim avalia se disputar a prefeitura é algo que realmente queira aos 62 anos e tendo, caso eleito, mais quatro de vida pública. O PIMENTA publicará a íntegra da entrevista.
O reitor seria a novidade em um processo eleitoral em que velhas caras já se apresentaram, dentre elas o ex-prefeito Jabes Ribeiro.

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A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) decretará luto oficial de três dias pela morte do professor Djalma Eutímio de Carvalho, segundo anúncio do reitor Joaquim Bastos.

De acordo com o Jornal Bahia Online, Djalma Eutímio estava preocupado com o estado de saúde e, há 15 dias, vinha usando um equipamento para monitorar os batimentos cardíacos.

O corpo do professor será submetido à necropsia, que apontará a causa da morte – se afogamento ou infarto fulminante.

Confira:  ADVOGADO DJALMA EUTÍMIO MORRE AFOGADO EM ILHÉUS

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Dirigentes da ACI e FTC com Eduardo e Bastos ao centro.

Ontem, o reitor da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Joaquim Bastos, disse que a instituição está construindo uma relação cada vez mais próxima da população sul-baiana.

“Além de promovermos a integração, estamos formando uma massa crítica regional de alto nível, com um trabalho que envolve diversos aspectos em áreas estratégicas”. É justamente a falta de inserção na comunidade regional o calcanhar-de-aquiles da universidade.

O reitor participou da 13ª edição do Fórum de Líderes Empresariais de Itabuna, no Hotel Tarik, evento organizado pela Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (Acei). Apesar de falar da inserção, Bastos lamentou que o mercado regional “ainda não tenha condições reais de absorver grande parcela dos profissionais formados pela Uesc”.

A universidade, lembra, saiu de um orçamento de R$ 40 milhões no início dos anos 2000 e terá neste ano R$ 125 milhões, mas a maior parte vai para pagamento de pessoal e custeio, “sobrando muito pouco para investimento”.

Organizador do fórum, Eduardo Fontes, da Associação Comercial e Empresarial de Itabuna, ressalta a importância estratégica da Uesc para o desenvolvimento regional. “Foi isto que motivou o convite ao reitor da universidade e Joaquim Bastos preencheu plenamente a expectativa”, afirmou Eduardo. Ouça entrevista do blog com o reitor da universidade (clique aqui).