MP-BA abre inscrições para estágio em várias promotorias
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O Ministério Público da Bahia (MP-BA) está com inscrições abertas para o processo seletivo de estagiários de ensino médio e graduação. AS vagas são para as unidades de Salvador, Feira de Santana, Itaberaba, Santo Antônio de Jesus e Vitória da Conquista. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 29 deste mês.
A prova será aplicada de forma on-line no dia 15 de maio de 2026, com abertura da sala virtual e início às 14h. Os interessados devem consultar as instituições de ensino conveniadas por meio do site do MP-BA. Para o estágio de ensino médio, há vagas disponíveis em Salvador, nos turnos matutino e vespertino.
A carga horária é de quatro horas diárias, totalizando 20 horas semanais, de segunda a sexta-feira. O valor da bolsa é de R$ 600, com auxílio-transporte, e a taxa de inscrição é de R$ 30, valor destinado ao custeio da realização da seleção. Acesse aqui o edital.
Para o estágio de graduação, as vagas são para estudantes do curso de Direito, em Salvador, e da área administrativa, além de diversas graduações como Administração, Arquivologia, Ciências Contábeis, Design, Direito, Engenharia Civil, Engenharia Sanitária e Ambiental, Jornalismo, Pedagogia, Relações Públicas, Serviço Social, História, entre outras. A bolsa oferecida é de R$ 1.100, mais auxílio-transporte, para jornada de quatro horas diárias. A taxa de inscrição para a graduação é de R$ 50. Acesse aqui para se inscrever.
Rinara Luz deixa a Santa Cruz e vai curtir aposentadoria || Foto Divulgação
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Dos nomes mais respeitados e queridos do jornalismo baiano, Rinara Luz deixou a chefia de Redação da TV Santa Cruz (Rede Globo) e vai curtir a aposentadoria depois de cerca de 40 anos de atuação profissional, 33 deles na Rede Bahia. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (13). Quem assumirá a chefia de Jornalismo da emissora sediada em Itabuna é o editor Paulo Santana.
– Rinara sempre foi uma líder nata, daquelas que inspiram pelo exemplo, pela serenidade nas decisões e pela forma humana com que conduz sua equipe. Sua passagem pela TV Santa Cruz deixou uma marca de ética e credibilidade e, ao longo dessas décadas, formou e orientou muitos jornalistas, sempre com sensibilidade, firmeza e generosidade – afirmou o diretor de Jornalismo da Rede Bahia, Christiano Caldeira.
Christiano vê o momento como de celebração de legado de Rinara e de continuidade do trabalho. “Nesta despedida e início de um novo ciclo, com a merecida aposentadoria de Rinara, fica o nosso profundo agradecimento por tudo o que ela construiu e representou para o jornalismo da nossa região”, completou
REFERÊNCIA ÉTICA
Nos quase 33 anos de TV Santa Cruz, Rinara passou por várias funções, até assumir a chefia de Jornalismo. É reconhecida pelo profissionalismo e humanidade tanto, além de se tornar referência para geração de repórteres, produtores e editores da emissora sul-baiana afiliada da Rede Globo.
Novo chefe de Jornalismo da Santa Cruz, Paulo Santana está na emissora desde 2021. É pós-graduado em gestão de conteúdo em comunicação e possui especialização em jornalismo político. Para a emissora, conforme comunicado deste início de noite, a missão de Paulo será “manter o trabalho ético e voltado para o que é relevante para os baianos e baianas”.
Inscrições no Prouni começam nesta segunda-feira (26).
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O Ministério da Educação (MEC) está oferecendo, na Bahia, mais de 48,7 mil bolsas para o Programa Universidade para Todos (Prouni),referentes ao processo seletivo do primeiro semestre de 2026. Dessas, 20.106 são integrais (100%, de graça) e 28.656 são parciais (50%, pagando metade da mensalidade).
Com 9.212 bolsas, Salvador é o município baiano com mais ofertas, sendo 4.167 bolsas integrais e 5.045 parciais. A oferta de bolsas por município pode ser acessada na página do Prouni, em “Consulta de bolsas”. Em Itabuna, são 66 cursos, dentre os quais Administração Biomedicina, Cibersegurança, Ciência da Computação, Direito e Comunicação Social – Publicidade e Propaganda.
Outros com vagas em Itabuna são Educação Física, Enfermagem, Engenharia Ambiental, Engenharia Civil,Engenharia Mecânica, Engenharia Química, Engenharia de Produção, Engenharia de Software, Farmácia Fisioterapia, Gestão Financeira, Jornalismo, Gestão Hospitalar, História, Letras, Odontologia, Pedagogia, Teologia, Serviço Social, dentre tantos outros.
O curso de graduação com o maior quantitativo de bolsas ofertadas na Bahia é administração, com 5.843 bolsas, sendo 2.167 integrais e 3.676 parciais. Em seguida aparecem ciência contábeis, com 3.449 bolsas (1.367 integrais e 2.082 parciais), e análise e desenvolvimento de sistemas, com 2.313 bolsas (1.123 integrais e 1.190 parciais).
As inscrições são gratuitas e começam nesta segunda-feira (26) e prosseguem até quinta-feira (29) pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. A divulgação do resultado acontecerá em duas chamadas, a primeira no dia 3 de fevereiro e a segunda em 2 de março. O edital do Prouni para o primeiro semestre de 2026 foi divulgado pelo MEC em 8 de janeiro. Acesse aqui para se inscrever.
Defender jornalistas é defender o direito de todos à verdade. Em um país marcado por desigualdades, corrupção e desinformação, silenciar a imprensa é um retrocesso que o Brasil não pode aceitar.
Fábio Costa Pinto
Em 13 de janeiro de 2025, em Lauro de Freitas, Bahia, um incidente me levou a retomar meus artigos e a denunciar o que venho enfrentando há anos: a perseguição e a estupidez coletiva, sem falar na inveja e no medo do que eu poderia revelar.
Bem, a atitude dessa perseguição e a estupidez coletiva, encontrei explicação nas reflexões de dois grandes intelectuais. Primeiro, o historiador italiano Carlo Cipolla, para quem “os estúpidos são mais perigosos que os bandidos e os malvados”, porque causam perdas a outros sem obter qualquer ganho para si mesmos. Em seguida, a reflexão do filósofo Dietrich Bonhoeffer, membro da resistência alemã antinazista, que na prisão tentou entender como um povo tão culto pôde apoiar Hitler. Ele concluiu que a Alemanha foi vítima de uma “estupidez coletiva”, que não é um defeito psicológico, mas um fenômeno sociológico e contagioso.
Há quatro anos, venho denunciando e cobrando das autoridades policiais e jurídicas a apuração e punição de crimes contra jornalistas, radialistas e profissionais da imprensa, além de povos originários, quilombolas, negros, mulheres, crianças e idosos, ou seria perseguição política? O que eu tenho vivenciado, imagino, é uma reação direta a essa atuação. Venho sendo seguido na rua, em mercados, farmácias, bancos e nas redes sociais, numa tentativa de prejudicar meu trabalho digno e ético. “Que mal faz uma pessoa de bem?”, pergunto, diante de tanta perversidade.
Minha atuação é uma resposta a esse cenário. Não sou apenas um jornalista, sou um ativista. Membro do Conselho Deliberativo da ABI e de comissões de direitos humanos e liberdade de imprensa, escrevo artigos como colaborador em vários sites e portais como Brasil 247, Tribuna da Imprensa Livre, portal de notícias IBI, Jornal Brasil Popular, entre outros, para dar voz aos invisíveis.
Minha luta é um lembrete constante de que a impunidade não é mais suportável em um país com esperanças. Diante da estupidez e da covardia, devemos sempre registrar um boletim de ocorrência, saber quem são os incomodados, ou quem é o mandante ou se é só um criminoso. Já registrei dois, na delegacia virtual. A luta para que a justiça prevaleça será a consequência.
UFSB oferece mais de 3,5 mil vagas em cursos de graduação|| Foto Divulgação
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A Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) ofertará o total de 3.562 vagas em cursos de graduação neste ano, entre o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Processo Seletivo próprio da instituição. As oportunidades são para ingresso em cursos de licenciatura, bacharelado e tecnólogo, nos campi do sul, extremo-sul e sudoeste do estado.
Em Processo Seletivo Próprio da UFSB são 1.243 vagas em Cursos de Graduação para o período letivo 2026.1. As oportunidades são nos municípios de Coaraci, Eunápolis, Ibicaraí, Ilhéus, Itabuna, Medeiros Neto, Porto Seguro, Santa Cruz Cabrália, Teixeira de Freitas e Nova Viçosa, nos distritos de Helvécia e Posto da Mata.
As vagas são ofertadas em cursos como Antropologia, Jornalismo, Oceanologia, Políticas Públicas, diversas Engenharias, cursos Interdisciplinares, licenciaturas e o curso de Tecnologia em Produção de Cacau e Chocolate.
Os candidatos podem se inscrever utilizando notas obtidas em uma das edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) dos últimos 10 anos. Além disso, o candidato que concluiu o Ensino Médio por meio do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) ou Egresso do Ensino Médio podem concorrer às vagas residuais. As inscrições devem ser feitas inclusivamente pela internet até o próximo dia 11.
SISU
Por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu), a UFSB ofertará 2.319 vagas em cursos de graduação, nos campi de Ilhéus, Porto Seguro, Teixeira de Freitas e Jequié. As oportunidades são para as áreas de saúde, artes, engenharias, ciências ambientais, humanas e sociais. No novo campos de Jequié, no sudoeste da Bahia, as vagas são nos cursos de Administração, Agronomia, Bacharelados Interdisciplinares em Ciências e em Humanidades e Engenharia de Cibersegurança.
Outra novidade é o curso de Engenharia de Computação e Informação, no Campus Jorge Amado, em Ilhéus. Para concorrer a uma vaga, o candidato poderá utilizar notas do Enem das edições de 2023, 2024 e 2025. A inscrição é gratuita e o candidato poderá fazê-la no período de 19 a 23 de janeiro de 2026, pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. O candidato poderá se inscrever em até duas opções de curso. Acesse aqui a página do Sisu.
Jornalista ilheense morre em Salvador || Foto Rede Bahia
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Morreu nesta sexta-feira (19), em Salvador, aos 85 anos, o jornalista ilheense Carlos Elysio de Souza Libório. O jornalista estava internado há uma semana, mas a causa da morte não foi divulgada pela família. O sepultamento está previsto para as 11h de domingo (21), no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador.
Nascido em 8 de fevereiro de 1940 e formado em Direito, Carlos Libório mudou-se para Salvador aos 11 anos. Com passagens pelas revistas Placar e Veja, Rádio Cruzeiro e TV Itapoan, ele foi professor na Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e o primeiro diretor de Jornalismo da TV Bahia. Ficou no cargo por 23 anos. Carlos Libório deixa a esposa, Nely Libório, e os filhos Leonardo e Mariana.
Joel Filho faleceu na tarde desta segunda-feira (8) em Itabuna || Reprodução
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Com passagens por Rádio Jornal e Difusora, TVs Cabrália e TVi e jornais como o Agora, do qual foi editor por vários anos, Joel Filho, de 69 anos, faleceu na tarde desta segunda-feira (8), sob suspeita de infarto, quando iria almoçar com o filho, no centro de Itabuna. O jornalista começou a se sentir mal e foi socorrido por pessoas que estavam no restaurante.
Acionado, o Samu 192 prestou socorro e tentou reanimá-lo por cerca de meia hora, porém a equipe médica não obteve sucesso, confirmando a morte de um dos principais nomes do jornalismo baiano.
VELÓRIO
O corpo do jornalista Joel Filho está sendo velado na Funerária Pax Paulo Preto, na Rua Antônio Muniz, Pontalzinho. O sepultamento será às 16h, no Cemitério Campo Santo, em Itabuna.
Repórter entra em trabalho de parto ao vivo em Itabuna
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Uma cena surpreendeu e emocionou os telespectadores do programa Bahia no Ar, da Record, na manhã desta segunda-feira (25/8). Durante uma entrada ao vivo, a repórter Maryanne Barros, da afiliada da emissora em Itabuna, anunciou que estava em trabalho de parto. A jornalista Jessica Smetak, apresentadora da atração, reagiu.
“Deixa eu me despedir um pouquinho do pessoal porque a gente vai se encontrar somente no ano que vem, que neste exato momento eu estou em trabalho de parto”, disse Maryanne ao vivo no programa. “Eu entrego para você e vou correndo para o hospital para poder ganhar minha pequena que está querendo chegar”, encerrou.
Surpresa, Jessica Smetak reagiu. “Maryanne, eu tô emocionada. Saúde pra você e pra sua família. Filho é uma bênção. É o segundo filho de Maryanne, a gente vai sentindo as contrações e chega a hora que tem que correr mesmo! Vá e mande notícias pra gente”, comentou a apresentadora.
MÃE PELA SEGUNDA VEZ
A jornalista Maryanne Barros já é mãe do pequeno Henry, de 2 anos, e tem usado as redes sociais para falar da experiência de ser mãe pela segunda vez. Na semana passada, ela publicou um desabafo falando da diferença da gestação de Karitas.
“Meu segundo gestar e quanta diferença de um para o outro, em tudo! Na primeira tive que ser fortaleza, na segunda sou brisa leve; na primeira a responsabilidade de um menino, na segunda o desafio de uma menina”, escreveu. “Uma coisa é certa: essa segunda gestação é bem mais leve, mais leve por não ser mais o desconhecido, mais leve por saber lidar com os sintomas, bem mais tranquila em ter dois homens cuidando tão bem de mim e da pequena.”
Também na semana passada, ela mostrou como estava a mala da filha para o momento do nascimento. “Mamãe de segunda viagem e agora a mala maternidade é bem mais prática e com itens que eu SEI que eu realmente vou precisar e usar! Lembrando que essa é só a mala de Karitas ainda tem a minha pra montar”, brincou. Do Metrópoles.
Andreyver Lima assume Comunicação da Câmara de Vereadores de Itabuna || Foto Divulgação
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O jornalista e analista político Andreyver Lima será o novo assessor de comunicação da Câmara de Vereadores de Itabuna, substituindo a jornalista Auriana Bacelar. A nomeação foi publicada no Diário do Legislativo, no último final de semana, em ato assinado pelo presidente da Casa, Manoel Porfírio (PT).
Andreyver é formado em Comunicação Social pela Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e Ciência Política pela Uniasselvi, além de possuir certificação em Política Cidadã e Opinião Pública pela Universidade Harvard e em Comunicação na Era Digital pela Fundação Getúlio Vargas (FGV).
O novo assessor já desempenhou funções como editor, apresentador e analista político, hoje no Conexão Morena, na Morena FM, além de acumular experiência na área da comunicação e do marketing político e ser editor do Conexão Grapiúna.
João Matheus anuncia novidades no programa que vai ao ar todos os sábados, a partir das 10h || Reprodução
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O programa Frequência Política estreia em novo formato neste sábado (9). Comandado por João Matheus, o programa terá na bancada a jornalista Hortênsia Rosa, com participação dos repórteres Silmara Sousa e Geovane Lima.
Para João Matheus, a grande novidade é a ampliação da transmissão. Além da Interativa FM e Difusora de Itabuna, o programa também será transmitido pela Itapuy FM, de Itororó, emissora que aparece entre as líderes de audiência no Médio Sudoeste baiano, com alcance em diversas cidades da Bahia e também de Minas Gerais.
Com foco em análise política, bastidores e entrevistas, o Frequência Política aposta em uma linguagem acessível, dinâmica e informativa, buscando consolidar ainda mais sua audiência regional.
Prouni oferta mais de 13 mil bolsas em cursos de graduação na Bahia || Foto Divulgação
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O Ministério da Educação (MEC) está oferecendo, na Bahia, 13.827 bolsas para o Programa Universidade para Todos (Prouni) referente ao processo seletivo do segundo semestre de 2025. Dessas, 7.045 são integrais e 6.782 são parciais (50%, pagando metade da mensalidade).
A oferta de bolsas por município pode ser acessada na página do Prouni, em “Consulta de bolsas”. Em Itabuna, há vagas em 57 cursos de graduação, como Direito, Letras, Serviço Social, Jornalismo, Engenharia Civil, Cibersegurança, Gestão Hospitalar, Engenharia Mecânica, Engenharia de Computação, Engenharia de Produção, Medicina Veterinária, Odontologia e Publicidade e Propaganda.
Em Ilhéus, há vagas em 47 cursos de graduação, dentre os quais Administração, Administração Pública, Biomedicina, Direito, Enfermagem, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Radiologia, Engenharia Mecânica, Engenharia de Computação, Gestão Hospitalar, Marketing Digital, Publicidade e Propaganda, Sistemas de Informação e Gestão de Segurança Privada.
NA BAHIA
Na Bahia, o curso de graduação com o maior quantitativo de bolsas ofertadas no estado é Direito, com 1.324 bolsas, sendo 340 integrais e 984 parciais. Depois dele, os dois cursos com as maiores ofertas são: Administração, com 1.085 bolsas (757 integrais e 328 parciais), e Psicologia, com 558 bolsas (181 integrais e 377 parciais).
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no período de 30 de junho a 4 de julho, pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. A divulgação do resultado vai acontecer em duas chamadas, sendo a primeira no dia 7 de julho e a segunda no dia 28 do mesmo mês.
Esta edição do programa oferece 211.202 bolsas em instituições privadas por todo o país. Dessas bolsas, 118.147 são integrais e 93.055, parciais. O candidato poderá se inscrever para concorrer às bolsas integrais (se sua renda familiar bruta mensal per capita não exceder o valor de 1,5 salário mínimo) ou parciais (se sua renda familiar bruta mensal per capita não exceder o valor de 3 salários mínimos).
Emílio Gusmão sofre assédio judicial de time de futebol em Ilhéus || Foto Reprodução
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O empresário e presidente do Barcelona de Ilhéus, Wellinton Nascimento, está sendo acusado de promover assédio judicial contra o jornalista e editor do Blog do Gusmão, relata o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba).
A perseguição começou em julho do ano passado, quando o site publicou matéria revelando a intenção de Wellinton arregimentar falsos torcedores para “promoverem bagunça” na partida entre Grapiúna e Colo-Colo, válida pela semifinal da série B do Campeonato Baiano.
Munido de prints de mensagens de WhatsApp do presidente do Barcelona com o conteúdo descrito acima, Gusmão publicou a matéria. Logo depois foi notificado pela Justiça de uma ação movida contra ele pela Ilhéus Soccer Futebol e Entretenimento S/A, empresa que é dona do Barcelona. Na ação, além de indenização, a empresa pede a quebra do sigilo telefônico do jornalista, em clara intenção de identificar quem seria a fonte da matéria.
Em dezembro passado aconteceu uma audiência de conciliação. Na oportunidade, a advogada da empresa autora da ação propôs ao jornalista um acordo, pelo qual ele faria uma retratação e o pagamento da quantia de R$ 10 mil, a título de danos morais. A proposta foi rejeitada por Gusmão, que reafirmou sua postura de integridade na prática do jornalismo, bem como a inaliedade do princípio da liberdade de imprensa e sigilo da fonte.
“A Constituição Brasileira, no artigo 5º, garante o sigilo da fonte no exercício profissional e Wellinton Nascimento, do Barcelona, quer subverter a ordem constitucional, no que diz respeito à liberdade de imprensa, para calar a minha voz, pois não me curvo diante do mandonismo dele”, diz Gusmão.
DENÚNCIA COMPROVADA
O jornalista acrescenta que a informação foi checada e ele comprovou que realmente o presidente do time se dispôs a provocar uma confusão no espaço público. “Considerei que esse fato deveria vir ao conhecimento das pessoas e cumpri meu dever como profissional de comunicação, alertando a comunidade e meus leitores quanto à incitação à violência”, completa.
Para o presidente do Sinjorba, Moacy Neves, o assédio judicial tem sido uma forma de intimidação contra os jornalistas por parte daqueles que não conseguem conviver com a democracia, que tem a imprensa livre como um dos seus pilares. “Não se busca mais a Justiça como forma de reparar danos causados pelo jornalismo sem apuração ou pela má fé, mas sim ampara-se em ações judiciais como uma maneira de inibir o bom jornalismo”, lamenta o sindicalista.
O Sinjorba vai acompanhar o caso de Gusmão, que será incluído no rol dos que são acompanhados pela Rede de Combate à Violência Contra Profissionais de Imprensa e no Relatório Anual de Violência contra a Imprensa, de 2024, elaborado pela Fenaj. Com informações do Sinjorba.
José Carlos Teixeira comandou a Secretaria de Comunicação de Itabuna na década de 90
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O jornalista José Carlos Teixeira, 76, teve a sua morte confirmada nesta quinta-feira (10), quatro dias depois de sofrer uma queda em Madre de Deus, na Região Metropolitana de Salvador. Faleceu em decorrência de complicações do trauma na cabeça. O local e horário do velório e cerimônia de cremação ainda serão divulgados.
Com 55 anos de trajetória no jornalismo, José Carlos Teixeira uniu competência, doçura, coragem, firmeza e rebeldia para se tornar um dos principais nomes da imprensa baiana. Nascido na cidade de Ruy Barbosa em 1947, filho de Horádia Teixeira, mãe solo, era o mais velho entre cinco irmãos. Passou a infância e juventude em Feira de Santana, cidade que lhe deu régua e compasso.
Iniciou seu caso de amor com os livros em uma biblioteca municipal, fez teatro, fez amigos e militou no movimento estudantil contra a ditadura militar no final dos anos 1960, dirigindo entidades estudantis e culturais.
Licenciou-se em Estudos Sociais na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e começou a atuar como repórter em 1969. Foi um dos fundadores e primeiro editor-chefe do Feira Hoje, um dos mais importantes jornais do interior da Bahia por muitos anos.
Nesta época, casou-se com a professora Eliana Pitombo, com quem dividiu a vida por mais de 30 anos e teve os filhos Joanna e João Pedro.
PAIXÃO PELO JORNALISMO
Em Salvador, formou-se em Comunicação Social na Universidade Federal da Bahia (Ufba) e passou pela pelas redações do Jornal da Bahia e Tribuna da Bahia. Foi correspondente d´O Estado de S. Paulo e chefiou a sucursal d´O Globo em Salvador.
Na década de 80, candidatou-se a vereador em Feira de Santana pelo MDB, partido de oposição à ditadura, com uma plataforma em defesa do trabalhador, da redemocratização e atuação intransigente contra a censura e a favor da liberdade de expressão.
Ainda profissionalmente, atuou como assessor de imprensa da secretaria estadual de Cultura, na época sob comando do poeta José Carlos Capinan, e das prefeituras de Feira de Santana e de Itabuna, onde foi secretário de Comunicação.
De volta às redações, trabalhou na TVE Bahia e no jornal A Tarde nos anos 2000, quando também atuou como professor de jornalismo da Unibahia.
Especializou-se em Maketing Político pela Universidade Católica do Salvador. Trabalhou em campanhas políticas em cinco estados e atuou em uma campanha presidencial em Angola, país onde viveu e trabalhou por cerca de três anos.
Em sua experiência internacional, atuou nas agências Link Angola e Maianga Publicidade; foi consultor da agência de notícias Angola Press e assessorou campanhas eleitorais.
De volta ao Brasil, fundou o site Bahia Toda Hora e nos últimos anos atuou como articulista nos sites Olá Bahia, Informe Baiano e Se Ligue Bahia.
Publicou dois livros, Dicionário de Mwangolê, pela Editora Maianga, e Walmir Lima: um bamba da Bahia, pelo selo da Assembleia Legislativa da Bahia. Também participou do livro de ensaios Memória em movimento: o sertão na arte de Juraci Dórea.
Atualmente, trabalhava em uma biografia do sambista Edil Pacheco e em uma coletânea com artigos publicados na imprensa nos últimos três anos.
Deixa a companheira Lenilde, que esteve ao seu lado nos últimos 15 anos, os filhos Joanna e João Pedro, o neto Ícaro, a enteada Maria Isabel, além uma legião de amigos por todos os lugares onde passou.
Rosi Barreto deixa exemplo de profissionalismo e ética e de ser humano || Foto Waldyr Gomes
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O jornalismo sul-baiano perdeu uma de suas mais corretas e queridas profissionais, na manhã desta segunda-feira (30). Ela faleceu hoje, aos 64 anos, após quase 30 dias internada no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, em Itabuna. Com a força e a candura que eram marcas de vida, Rosi Barreto lutou bravamente contra o câncer.
Rosi encantava a todos com o seu sorriso, a lealdade e o gostar de fazer e cativar amigos. Era craque nos textos de cultura e comportamento.
Fez história no jornalismo local trabalhando em redações como as da TV Santa Cruz, ainda na sua fundação, e no jornal A Região, onde imprimiu sua marca com matérias sobre o empreendedorismo grapiúna e deu voz a anônimos que ajudaram a construir Itabuna.
Nos mais de 40 anos de profissão, atuou, ainda, no jornal Agora e no Jornal das 7, da Morena FM. Com a sua sensibilidade, Rosi também levava para as páginas dos jornais o pulsar da cultura grapiúna. Conhecia os artistas da terra como poucos. E assim ajudou a descobrir, revelar talentos deste chão chamado Itabuna.
Ela deixa uma filha, a biomédica e servidora federal Marcela Barreto, sua companheira inseparável e com quem mantinha relação admirada por todos. Acompanhando a mãe em algumas missões do jornalismo, Marcela tomou gosto e revelou-se fotógrafa, mas optou pela biomedicina.
VELÓRIO
O corpo de Rosi será velado no SAF de Itabuna, na Rua Juca Leão, no Centro Comercial, em frente ao Grapiúna Tênis Clube. O sepultamento ocorrerá às 15h desta segunda-feira (30), no Cemitério Campo Santo, em Itabuna.
SAUDADE
O jornalista Gilvan Rodrigues trabalhou com Rosi Barreto no período em que comandou a Secretaria de Comunicação de Itabuna. “Rosi sempre foi pessoa que tinha dedicação imensa ao trabalho, com a saúde, a cultura. Profissionalismo marcante e pessoa bacana, solidária e amiga”, afirma Gilvan.
Colega de redação e amigo de Rosi por cerca de 30 anos, Ailton Silva lembra de algumas das características marcantes da jornalista. “São quase 30 anos de amizade. Uma pessoa espetacular, amiga, que sempre pensou no próximo e amava estar com os amigos”, acrescenta.
Neandra Pina também teve a oportunidade de trabalhar com Rosi. Foi surpreendida com a notícia do falecimento da colega de redação n´A Região. “Rosi é uma profissional de altíssimo nível, ética, generosa com os colegas e que fez a diferença no jornalismo. Amiga querida, amável, sensível, delicada e, ao mesmo tempo, uma fortaleza. Um ser humano admirável, amava estar com os amigos”.
Ex-secretário de Saúde de Itabuna, o médico Paulo Bicalho, hoje em Salvador, lamentou a partida da profissional. “Perdemos uma jornalista talentosa, capaz em transmitir a essência das necessidades humanas, sempre fidedigna aos fatos de maneira afetuosa. Meus sentimentos a filha e aos amigos”, expressou Bicalho.
MOÇÃO DE PESAR
O prefeito Augusto Castro emitiu nota de pesar, há pouco, pelo falecimento de Rosi. “Sua inquietude era marcante e contagiante sempre na busca de pautas e temas que gerassem boas reportagens. Rosi sempre falava com paixão de pessoas e fatos que marcaram sua vida. Com esforço e desmesurado amor, criou sua família e sua relação interação e zelo por Marcela Barreto era mais que simples amor maternal. Era de esperança, triunfos e encantamento a cada passo dado por sua amada filha”.
Campus da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc)
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Maior que o inestimável prejuízo financeiro seria a humilhação, pois, inevitavelmente, seria manchete dos jornais, rádios e televisões. Como àquela época não existiam as redes sociais a decepção seria bem menor, mas essa não é hora para avaliações.
Walmir Rosário
O sugestivo título não é apenas uma apelação de editores de publicações sensacionalistas. É verdade e dou que fé que o que passarei a contar nas próximas linhas é por demais verdadeiro, embora manterei oculto o nome de um dos personagens: o autor de tal proposta, o professor que marcou o tal e absurdo horário para uma prova.
O fato aconteceu na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), no início da década de 1990, portanto, no século passado, e continua gravado em minha carcomida memória, por ser esdrúxula até onde não pode mais. Não me lembro com riqueza de detalhes, pois não fui uma das pessoas atingidas, embora tenha sido abastecido com robustas informações.
Numa tarde fui procurado no jornal A Região, de Itabuna, do qual era editor, por alguns estudantes do curso de Direito, que pretendiam fazer uma séria denúncia. Uma verdadeira bomba, diziam. Eles queriam, de uma só vez, lavar a honra e a alma, além de conseguirem provas e subsídios para ingressar com uma ação contra o dito professor e a Uesc.
A Redação inteira parou para ouvir a história, inclusive Daniel Thame, com quem eu dividia as responsabilidades, as artes e manhas do semanário de maior circulação de Itabuna, à época. Ouvimos toda a história, contada e recontada por cada um dos alunos, sempre com um detalhe a mais, enquanto nós, de início não os levássemos a sério.
E não era pra menos a nossa desconfiança, embora não estivéssemos cara a cara com alunos dos cursos fundamentais e sim com homens e mulheres, muitos deles casados, pais e avôs. Por certo não teriam deixado seus afazeres de família e trabalho e se deslocados ao jornal para promover uma pegadinha em nós e nos leitores.
O que mais afligia aos estudantes do curso de Direito era não participar da colação de grau agendada para semanas próximas, pelo fato de não terem realizada a última prova de Direito Civil VI. Pior, ainda, para os que claudicavam com os resultados e notas nem tão positivos, sendo que alguns poderiam ir buscar uma repescagem na famigerada prova final.
E como ficariam os providenciamentos da colação de grau e a famosa festa de formatura praticamente quitada. E era um preço altíssimo, valor inestimável, pagos em prestações mensais com muitas dificuldades. Sem falar nos convites, já distribuídos para amigos mais chegados e familiares, muitos dos quais moradores de outras cidades, estados.
Seria uma vergonha dispensar os convidados e, ainda por cima, mudar a foto da turma, e ter que arcar com os novos custos. Maior que o inestimável prejuízo financeiro seria a humilhação, pois, inevitavelmente, seria manchete dos jornais, rádios e televisões. Como àquela época não existiam as redes sociais a decepção seria bem menor, mas essa não é hora para avaliações.
E os formandos em Direito pela Uesc (turno noturno) já se sentiam avacalhados pelo horrendo professor, capaz de ter proposto a realizar a quarta prova do último semestre num horário altamente impróprio, às 3 da madrugada, fora do expediente da universidade. Viviam uma situação assombrosa que os marcariam para o resto da vida. Que futuro profissional teriam?
E somente aí é que se encorajaram a contar a terrível história, objeto da denúncia que pretendiam fazer à sociedade. Pelo que relataram, eles estavam assustados com a exiguidade do tempo e propuseram ao professor, um conceituado advogado, que marcasse a prova do quarto crédito para a semana seguinte, como meio de facilitar a vida de todos.
De pronto, o professor não aceitou a proposta, sob a alegação que teriam um calendário a cumprir, no sentido de satisfazer a frequência (carga horária) e a apresentação dos temas da grade curricular. Sem acordo, a discursão foi aumentando e professor e alunos se distanciando de aparar as arestas para o pretendido acordo do dia da prova.
Lá pras tantas, o dito professor resolve dar um chega na questão e propõe realizar a prova, não na sexta-feira pretendida pelos alunos, mas no sábado às 3 da madrugada, horário que dispunha em sua apertada agenda. A proposta, mesmo estranha, bizarra, estapafúrdia, foi vista pelos alunos como viável, apesar de exigir um pouco de sacrifício. Mas, ao final de cinco anos, valeria.
E na data aprazada chegaram ao campus da Uesc, convenceram o vigia sobre a prova e entraram para o pavilhão de Direito. Restava apenas uma prova, cujo o tema estava por demais estudado. Tudo na cabeça. Bastava tirar boas notas e, cada um estaria livre da viagem diária, dos sacrifícios em chegar quase à meia-noite em casa. Agora, sim, todos fariam jus ao título de doutor advogado.
Em vão aguardaram o professor até os primeiros raios de sol, quando começaram a considerar que teriam sofrido uma pegadinha de muito mau gosto. Um crime, talvez, e que mereceria ser reparado nos tribunais. Mesmo assim, foram tirar a prova dos nove com o professor, que estranhou a ida na madrugada de um final de semana à universidade para uma prova. Brincadeira.
Após os ânimos amainados, consegui convencê-los a se submeterem à prova no dia estipulado pela universidade, pois o professor e a direção da Uesc deveriam fazer de tudo para que não fossem prejudicados. De minha parte, ao contrário da pretendida matéria e manchete estampada na primeira página, fiz uma notinha divertida na coluna Malha Fina, na página 3. E tudo se resolveu.