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Ontem, o jornal A Tarde demitiu um de seus melhores repórteres, Aguirre Peixoto, por pressão de representantes do mercado imobiliário. O fato ganhou destaque nas redes sociais e no microblog Twitter, o Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) emitiu nota condenando a atitude do veículo impresso mais tradicional do estado e os colegas do diário soteropolitano reagiram. Farão uma assembleia nesta quarta, às 14h, para tratar do assunto.

Uma reportagem de Aguirre Peixoto em dezembro do ano passado contrariou interesses do mercado imobiliário ao denunciar irregularidades e agressões ambientais na obra de construção do Parque Tecnológico da Bahia (Tecnovia), obra executada por um grupo de construtoras e pelo governo baiano. Um dos diretores d´A Tarde entregou o cargo após o episódio.

A direção do diário de Ernesto Simões Filho ficou mal na fita ao fraquejar diante das pressões – e da pior maneira, oferecendo a cabeça do repórter como prêmio aos algozes.

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Num flagrante do PIMENTA pelos bares da vida, duas figuras da maior qualidade: os jornalistas Luiz Conceição, da assessoria de imprensa da Ceplac, e Ailton Silva, editor d'A Região e do jornalismo da Rádio Morena. Dois amigos-irmãos nossos, que inspiram este blog. Conceição tem o faro dos grandes repórteres; Ailton é um guerreiro, que superou muitas adversidades para se tornar o profissional competente e respeitado que é hoje. Dá orgulho conviver com gente assim.
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Após uma reunião nesta terça-feira, 21, com um grupo de funcionários, o diretor do Jornal Agora, José Adervan, decidiu abreviar as negociações e executar uma medida dura. Três repórteres – todas mulheres – foram sumariamente demitidas da redação, por serem consideradas as idealizadoras da greve que exigia o pagamento de salários atrasados.
Segundo informações que chegaram ao PIMENTA, há funcionários que ainda não receberam os salários do mês de setembro. Empregados do jornal também se queixam de que os pagamentos são feitos em doses homeopáticas, em forma de vales semanais. “Alguns desses vales, pagos a jornalistas, são de apenas R$ 50,00”, revela um funcionário que prefere não se identificar.
Com a paralisação deflagrada na segunda-feira, o jornal acabou não circulando no dia seguinte. Mas, pelo que consta, a equipe sobrevivente voltou a trabalhar, intimidada pela “guilhotina”. As repórteres demitidas correspondiam a 50% da redação.

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Os jornalistas do diário itabunense Agora deflagraram greve por tempo indeterminado nesta segunda-feira (20). A equipe cruzou os braços a fim de pressionar a direção da empresa a negociar os salários atrasados.
O Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba), regional Sul, foi acionado e intermediará as negociações entre os empregados e a direção do jornal. O Agora é a mais antiga publicação impressa em circulação em Itabuna.

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ESCREVER NÃO É TRABALHO, É PASSATEMPO

Ousarme Citoaian

Milton Rosário, integrante de qualquer lista, por menor que seja, dos melhores jornalistas de sua geração (além de ser gente de excepcional qualidade), me contou esta. Certa vez, o pai do poeta Telmo Padilha (foto) virou-se para o autor de Girassol do espanto e, olho no olho, o chamou à terra: “Meu filho, deixe esse negócio de escrever e arranje um trabalho decente, pois literatura não dá camisa a ninguém”. Telmo persistiu e obteve reconhecimento nacional, o que não invalida a lição de que intelectual, para ganhar uma camisa nova, precisa suar (e muito!) a antiga. Não temos tabela de preços nem sindicato como proteção – e escrever, diz o senso comum, não é trabalho, é passatempo.

JORNALISTA É QUEM VIVE DO JORNALISMO

Aqui, uma questão semântica. Para a Fenaj (Federação Nacional dos Jornalistas) –  que anda pelas redações ameaçando prender e arrebentar quem por lá se encontre que não seja diplomado – é jornalista profissional quem tem o curso superior específico (aos demais, considerados no exercício ilegal da profissão, cadeia). Já o conceito “clássico” é diferente: jornalista é quem atende aos dois requisitos de 1) trabalhar regularmente na atividade e 2) ser remunerado por esse trabalho. Com ou sem diploma, é profissional o indivíduo que exerce o jornalismo periodicamente e é pago para fazê-lo. Fora dessa fórmula simples e clara, não há salvação, pouco importa o que pense a Fenaj.

“GANHARÁS O PÃO COM O SUOR DO TEXTO”

A região tem muitos (e bons) jornalistas não diplomados, e me arrisco a citar apenas um, na tentativa de síntese do que quero dizer. Refiro-me a Eduardo Anunciação (foto), um “bicho de jornal”, com mais tempo de redação do que urubu de vôo (às vezes penso que ele, por essa escrita em linhas tortas próprias dos deuses, teria nascido num ambiente de jornal – e, para completar a quimera, bebeu tinta de impressão, em vez de leite materno). Nunca foi balconista de loja, não trabalhou em banco, não sabe botar meia-sola em sapato, não é pedreiro nem médico. É jornalista. Daqueles que lutam com as palavras todos os dias, mal rompe a manhã – e pagam o supermercado com o suor do seu texto.

JORNALISMO DO DIFUSO E DO IMPALPÁVEL

O Sul da Bahia é terreno fértil para  colunistas de todos os jaezes, com amplo espectro de textos dirigidos a leitores interessados em confetes, serpentinas, lantejoulas, plumas, paetês ou temas difusos e impalpáveis. Temo-los também de amenidades, política, economia e do que mais lhes der na telha e for suportado pela “democracia” dos donos de veículos. Esse banquete de vaidades e tolices (exemplo típíco na foto) nada de bom acrescenta ao pensamento regional, mas é incentivado pelos jornais: são colunas e artigos que nada custam para aspergir ideias de segunda mão, enquanto tomam espaço dos profissionais. Jornalistas como Eduardo correm perigo: se escaparem da Fenaj, serão desempregados pelos diletantes.

PARA O BEM OU PARA O MAL, EIS O HÍFEN

Não há dúvida: a maior armadilha de nossa ortografia é o hífen. A depender do caso, ele é bem-vindo e bem-visto. É o hífen é do bem, digamos. Mas quando surge sem ser “convidado”, causa mal-estar e mau humor, deixa o leitor mal-humorado, faz o texto mal-amado, sugere que quem o escreve é mal-educado (mal-afortunado, em termos de língua culta). Aí, é o hífen do mal. Às vezes, ele é bendito, bem-visto, benquisto, benfeitor e bem-querido; noutras, é malnascido, malcuidado, malcriado, mal-ajambrado, mal-afamado, malvisto e, portanto, contra-indicado. É o contra-exemplo da boa construção.

GOVERNO MUDA GRAMÁTICA PORTUGUESA

O governo estadual houve por bem abolir, por sua inteira conta e risco, o hífen de “Bem-Vindos”. A CLMH (Comunidade dos Linguistas Mal-Humorados) há de dizer que isto não tem importância, pois todos os leitores vão entender que a placa indica a gentileza e a cortesia com que a autoridade recebe quem visita a Direc de Ilhéus. Mas peço licença para manifestar meu estranhamento com mais este descaso oficial com a língua portuguesa. Afinal, se nem num local feito por e para professores as regras gramaticais são obedecidas, onde mais vamos obedecê-las?

O VEÍCULO DÁ SUA OPINIÃO NO EDITORIAL

Era o fim do ano, numa redação de jornal. O redator-chefe vira-se para o editorialista e lhe encomenda, para o dia seguinte, um editorial sobre Jesus Cristo. “Contra ou a favor?” – pergunta candidamente o articulista… A história é conhecida por todo jornalista, ou quem trabalhou numa redação – seja como estagiário, servindo cafezinho ou dobrando jornal. Ela pretende ilustrar que o editorial não é a opinião de quem o escreve, mas a do veículo que o publica. Teoricamente, o autor de editoriais é alguém com isenção bastante para, como na historieta acima, escrever contra ou favor de Jesus, com a mesma desenvoltura.

CAVALO COM CHIFRES E COBRA COM ASAS

Se o prezado leitor (ou a prezada leitora!) concluiu que não se assina editorial, parabéns. Não se assina porque, se assinado, vira artigo “comum”, a espelhar a opinião do signatário, não mais do veículo. Editorial “assinado” se define com uma palavra de nossa língua culta pouco utilizada por nós, mas corriqueira em Portugal: contrafação – que vem a ser fraude, disfarce, fingimento, imitação, falsificação, e por aí vai. Editorial “assinado” é tudo isso (e mais alguma coisa), mas editorial não é. Será, mudando da língua erudita lusitana para a popular brasileira, um cavalo com chifres. Ou uma cobra com asas.

ROBERTO MARINHO E O EDITORIAL ASSINADO

Há tempos, o Jornal Nacional costumava, numa noite sim e na outra idem, antecipar o que O Globo publicaria no dia seguinte, como “o editorial do jornalista Roberto Marinho” – na foto, à direita do general Figueiredo. No afã de agradar ao chefe (ou, quem sabe, por ordem do mesmo), violentavam-se as regras e se desserviam as novas gerações de redatores. Essa contrafação (!) durou até quando apareceu no JN alguém com juízo e pôs cobro  à farsa – ou Doutor Roberto se cansou da brincadeira. O fato é que este morreu e, para nosso alívio, resolveu, em definitivo, o problema. “Editorial do jornalista Roberto Marinho”: nunca mais.

A LEI DE MURPHY EM VISITA ÀS REDAÇÕES

Morre o homem, ficam-lhe os defeitos. Em pleno 2010, há veículos por aí que identificam seus editoriais com a palavra “Editorial” no alto da página (o que é uma informação supérflua, ociosa, mas aceita por alguns grandes veículos) e ainda os assinam, numa prova irretocável de que não sabem o que fazem. Mas, como diz o muito citado Murphy (creio que esta é a Lei nº 81, do seu elenco de 100), “nada está tão ruim que não possa ficar pior”: pois acaba de surgir entre nós o editorial com foto. Isso mesmo: editorial assinado e com foto de quem o assina. Aí, pego meu boné e caio fora, pois a discussão já adentrou a órbita da insensatez .
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NOEL E A FÁBRICA QUE NÃO ERA DE TECIDOS

A imortal Três Apitos foi composta em 1933 para uma das paixões de Noel Rosa, Josefina (a Fina), que ele julgava trabalhar numa fábrica de tecidos (a Confiança) mas que, na verdade, era empregada numa pequena fábrica de botões.  Esse engano o levou a criar a famosa rima de pano/piano.  Ao descobrir o equívoco, ele manteve os versos. Coisa de poeta: sacrificou a verdade, em benefício da rima: “Mas você não sabe/ Que enquanto você faz pano/ Faço junto do piano/ Esses versos pra você”. E aqui há outra pequena fraude, pois Noel nunca foi pianista. Vejam o contraste desses dois operários em construção: a moça tece pano, ele tece poesia.

A POESIA RESISTINDO À INDUSTRIALIZAÇÃO

Aliás, contraste é o que não falta nesta bela canção de Noel (foto). O mundo, com seu pragmatismo, parece conspirar contra o amor e outras cardiopatias, da mesma forma que a fábrica, símbolo do progresso, contrapõe-se ao piano – que o poeta usa para dirigir-se à amada. Três apitos mostra o mundos dividido em dois: de um lado, o artista e sua carga de sensibilidade, claramente à margem da sociedade de consumo; do outro, o capitalismo, o progresso industrial, a busca do lucro. “Quando o apito da fábrica de tecidos/ Vem ferir os meus ouvidos/ Eu me lembro de você”. O chamado ao trabalho é, para o poeta, a invocação para o amor.

APESAR DOS ERROS, UM MOMENTO MÁGICO

Noel Rosa foi listado aqui entre pessoas e efemérides que completavam, ao lado de Itabuna, um século em 2010. De repente, vejo que mais um ano se passou, sem nenhuma homenagem ao Poeta da Vila – logo eu, que tenho predileção pela sua arte, e até, se posso ser imodesto, razoável conhecimento de sua lavoura. Caso esta coluna se mantenha, vamos postar ainda uns dois vídeos sobre este grande nome da cultura brasileira. Hoje, um grande momento da MPB, reunindo Elizeth Cardoso e Jacob do Bandolim. Mesmo com a grande intérprete, ao vivo, errando a letra de forma deplorável, penso que vale a pena ouvir.

(O.C.)

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Do Política Etc:
O jornalista Walmir Rosário, do site Cia da Notícia, ficou surpreso com a informação de que se tornou persona non grata no governo Azevedo.
Rosário foi secretário de Assuntos Governamentais e Comunicação do mesmo governo até junho deste ano. Saiu, por livre e espontânea vontade, por não concordar com os desmandos administrativos, a desorganização, a quebra de hierarquia e a omissão do prefeito.
Em seu site, o jornalista menciona frequentemente as mazelas que lhe incomodam no governo. Não mais como parte, porém como cidadão que exerce o seu direito de lamentar uma gestão pífia e que não raro ultrapassa o ridículo, chegando ao trágico.
O jornalista diz que mantém bons amigos no governo e atribui a autoria do título de persona non grata a gente que tem dado elevada contribuição para tornar a gestão municipal uma verdadeira “casa da mãe joana”. Importante ressaltar que não ser aceito ou apreciado em determinados grupos é motivo de orgulho.
Nesse caso, a definição atribuída a Rosário por certas ratazanas do governo vale perfeitamente como um atestado de cidadão de bem.

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O corre-corre pelo furo jornalístico gerou situação inusitada em Itacaré. Repórteres de veículos de comunicação do sul do país foram detidos por invasão de propriedades nas cercanias da mansão de João Paiva, onde está hospedada a presidente eleita do Brasil, Dilma Rousseff (PT). Nesta sexta, 5, três profissionais, acusados de invasão de propriedade, tiveram dedinhos de prosa com a puliça. Foram liberados depois do “sabão” do “xerife”.

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Comercial de tevê de uma faculdade particular instalada em Itabuna, a Unime, diz que o jornalista tem, na média, salário inicial de R$ 1,2 mil. É o que se pode chamar de doce ilusão. Salário inicial assim, só se for… longe daqui.

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Parece que a direção do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem) não digeriu bem a tentativa de uma equipe de tevê revelar o sucateamento da principal unidade médico-hospitalar de Itabuna.
Antônio Costa, presidente da fundação que mantém o hospital municipal, e um assessor, Antônio Giovani Cerqueira, prestaram queixa no Complexo Policial contra o jornalista Ederivaldo Benedito, que comandava a equipe de reportagem da TV Itabuna.
A equipe iniciava o registro de imagens do hospital sucateado quando foi repreendida por dois assessores da direção do hospital, de nomes Leonardo Soussa e Antônio Giovanni (relembre o caso). Este último é cunhado do secretário de Saúde, Antônio Vieira.
A intimação foi entregue na TVI e solicita ao diretor da emissora, José Amâncio Barbosa , Barbosinha, a apresentar  o jornalista Ederivaldo Benedito à sessão de crimes de menor potencial ofensivo, amanhã, dia 20, às 15 horas. “Bené” lembra que não agrediu nenhum servidor e não entende o porquê da queixa de Costa e Giovanni.
– Se eles estão me acusando, quem tem de prestar contas são eles. Eu vi cobras e ratos dentro do Hospital de Base. Tem muita sujeira lá dentro (do hospital). Tentaram quebrar nosso equipamento, tomar material e ameaçou a nossa estagiária.

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Uma equipe da TV Itabuna foi barrada no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), quando fazia reportagem sobre o sucateamento da unidade médico-hospitalar, nesta manhã de segunda-feira.
A direção do Hblem chamou a polícia militar e a Guarda Municipal para expulsar a equipe formada pelo jornalista Ederivaldo Benedito, a estagiária Ingrid Bárbara e o cinegrafista Léo Brandão.
Os jornalistas viram de tudo e boa parte não puderam registrar. Desde cobra no hospital a macas enferrujadas, pacientes usando talas improvisadas com pedaços de papelão, matagal e lixo.
Ederivaldo Benedito definia o cenário como “degradante”, algo que o estimulou a (tentar) fazer a reportagem.
Um batalhão de assessores do hospital e da Secretaria Municipal de Saúde foi acionado para barrar a equipe. Houve ameaça de agressão física com a tentativa de tomar, a força, as imagens gravadas no hospital.
O jornalista Ederivaldo Benedito conta que a ação repressiva dos assessores identificados como Leonardo e Giovani começou logo após contato com o diretor do Hospital de Base, Antônio Costa. Apesar de ter agendado entrevista com a produção da tevê, Costa teria refugado diante da câmera.
A equipe de reportagem esteve na sala do dirigente e este disse que não concederia entrevista gravada. Enquanto falava com Benedito, Costa mirava o cinegrafista Leo Brandão e desconfiava que estivesse sendo filmado. “Você tá me filmando, não quero dar entrevista”, disse.
Embora o chefe da reportagem o tranquilizasse de que não estava gravando, Costa não arredou pé. Benedito, conta, despediu-se do diretor e informou que iria colher imagens do hospital.
Nem bem começou a filmar o cenário de guerra no Hblem e a equipe recebeu dois leões-de-chácara, que tentaram afanar o conteúdo gravado. A polícia e até o prefeito Capitão Azevedo foram acionados.
Benedito conta que não suportou a ameaça de “polícia”:
– Leonardo [Soussa] disse que iria chamar polícia pra mim, respondi: “Chame a polícia para outros que estão aí na área”.
Referia-se a um esquema de superfaturamento de produtos do hospital.

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Um dia, no Maracanã, houve um coro contra mim. Perguntei pros meus filhos que estavam lá: “Vocês participaram?” “Claro, pai, senão não tinha graça”.

Galvão Bueno em entrevista ao Valor Econômico respondendo se evita ir a alguns estádios brasileiros por conta dos elogios da torcida  e da “traição” em casa. Ele admitiu que atualmente só transmite jogos da seleção brasileira, Formula Um e competições internacionais. Brasileirão… já era!

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A primeira turma de Jornalismo da Unime

Estudantes da primeira turma de Jornalismo da Facsul/Unime vão colar grau amanhã, em cerimônia realizada na quadra poliesportiva do campus 1 da própria faculdade, na avenida J.S. Pinheiro.

A turma, formada por 12 novos jornalistas, faz bonita homenagem aos professores: se autobatizou com o nome da professora Rita Virgínia Argollo, tem como paranifa a ex-professora e coordenadora do curso Julianna Torezani, e deu voz a todos os mestres no convite, em forma de revista, produzido pela Formandu’s.

Um dos formandos, Ailton Silva, é amigo pessoal dos blogueiros do Pimenta, o que nos torna parte da festa. Parabéns aos novos profissionais, parabéns ao companheiro Ailton, e que todos ajudem a elevar cada vez mais o nível da comunicação na cidade e na região.

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Do Comunique-se

O Ministério do Trabalho já emite registro para jornalistas sem graduação específica na área, mas ainda não há critérios definidos. O que rege a decisão é o acórdão do Supremo Tribunal Federal, que em junho de 2009 derrubou a obrigatoriedade de diploma para o exercício da profissão. O ministério não exige nenhum documento que comprove o trabalho como jornalista em veículo ou empresa de comunicação.

De acordo com ministério, os jornalistas não diplomados na área, que conseguiram o Registro Precário Concedido por força de liminar – Ação Civil Pública- 2001.61.00.025946-3, deverão passar a ser identificados como Jornalista/Decisão STF, devendo ser selecionado como documento de capacitação: Decisão STF RE 511.961. Os demais, não diplomados, serão identificados apenas como “jornalista”.

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