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Augusto-Castro12-300x221Em seu perfil no Facebook, o deputado estadual Augusto Castro (PSDB) escreveu que a troca do ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto, pelo empresário e escritor Joaci Góes, na chapa oposicionista que disputará o governo estadual, não implicou em perdas para os tucanos.
“A substituição foi feita por ajustes nas negociações e viabilizou a definição da chapa com a participação do PSDB na vice”, argumenta o deputado. Segundo Augusto, o ex-prefeito João Gualberto é uma liderança expressiva no tucanato baiano e “teve papel importante no crescimento do PSDB na Bahia”.
 “O nosso partido tem muito a agradecer a João Gualberto, que comandou com competência, por oito anos, um dos mais atraentes roteiros turísticos da Bahia e do Nordeste ”, registrou o deputado. A chapa, com Paulo Souto (DEM) na cabeça, Joaci Góes (PSDB) na vice e Geddel Veira Lima (PMDB) como candidato ao Senado, será apresentada formalmente na próxima segunda-feira (14), em Salvador.

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Geddel ameaçou, esperneou, mas será vice de Souto.
Geddel ameaçou, esperneou, mas será candidato ao Senado.

Enfim, a chapa das oposições foi definida. O peemedebista Geddel Vieira Lima aceitou a condição do DEM e será candidato ao Senado. Pela composição, Paulo Souto disputará o governo e o vice será o escritor Joaci Góes.
A chapa foi anunciada nesta quinta (10) em comunicado da estadual do DEM. O anúncio oficial ocorrerá na próxima segunda-feira (14). A promessa é de um grande evento.
– Hoje pela manhã, com a presença do prefeito ACM Neto, foi selada a união das oposições, que culminou com uma aliança histórica e a composição da mais forte chapa para disputar e vencer o pleito eleitoral, colocando os interesses da Bahia em primeiro plano – diz a nota do DEM baiano.
O DEM teria aceito “pacotão” de Geddel. A imposição daria, segundo comentário de bastidores, a vice de ACM Neto na eleição de 2016 ao PMDB. É o sonho de o partido voltar a administrar a prefeitura de Salvador em 2018, quando Neto, se reeleito prefeito, sairia para a disputa ao governo estadual.
Geddel também avaliou a possibilidade de, sendo candidato, fragmentar a oposição e favorecer o petista Rui Costa. A pesquisa feita pelo PMDB indicaria que o candidato de Wagner, por ser mais desconhecido, teria menor rejeição dentre os pré-candidatos até agora.

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Pré-candidato ao governo baiano, o peemedebista Geddel Vieira Lima negou ontem, ao PIMENTA, que tenha rompido com o DEM e, consequentemente, Paulo Souto (também pré-candidato) e o prefeito de Salvador, ACM Neto.
Momentos depois, Geddel, questionado por um eleitor se ele havia mesmo rompido com o consórcio DEM-PSDB, como informava o Chocolate com Política, respondeu de forma bem atucanada:
– Mais ou menos.
Ou seja, o não de momentos antes significava, na verdade, um “sim, talvez, sei lá, vamos ver”.  O peemedebista, na definição de um próximo, “está de bruna”.

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PT PMDBMatéria da Agência Estado revela que setores da cúpula petista nacional pensam em reduzir o número de candidaturas a governador no país para fortalecer o arco de aliança em torno da presidente Dilma Rousseff. O principal beneficiário da medida seria o PMDB.
“Entre as medidas sugeridas por esse grupo está a obrigatoriedade de alianças sólidas como pré-requisito para candidaturas próprias. A ideia desses petistas também é que a direção nacional se manifeste de forma explícita sobre a situação em cada uma das 27 unidades da federação como forma de orientar os diretórios estaduais”, segundo matéria da agência.
Goiás, Paraíba, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Tocantins seriam os alvos principais da medida. Os estados onde o partido contaria com candidaturas consolidadas são, conforme a matéria, Acre, Bahia, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo. “Em outros oito estados o partido está em processo avançado para apoiar aliados”.

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Rui ainda não tem vice definido.
Rui ainda não tem vice definido.

Caberá ao governador Jaques Wagner (PT) definir o nome do (a) candidato (a) a vice na chapa do amigo Rui Costa. Após especulações em torno de Andréa Mendonça (PDT), Alice Portugal (PCdoB) e Eliana Boaventura (PP), Mário Negromonte fincou pé e, novamente, insiste em ter a sua esposa (a dele, pois!) como vice de Rui. Ena Wilma Negromonte, a esposa do Mário, é prefeita de Glória, município da região de Paulo Afonso.
Negromonte atuou forte contra o nome de Eliana Boaventura. Conseguiu unir boa parte do PP contra a ex-deputada da região de Feira de Santana. E voltou a indicar a esposa, principalmente por não aceitar Eliana – nem João Leão no posto.
E a oposição?
Geddel seria o candidato do "consórcio", mas Souto desistiu de desistir...
Geddel seria o candidato do “consórcio”, mas Souto desistiu de desistir…

Enquanto o governo discute quem será o vice, o consórcio DEM-PSDB-PMDB está próximo de uma ruptura. Após Paulo Souto dizer a ACM Neto que não aceitaria concorrer ao governo, o sisudo deu cavalo-de-pau justamente quando tudo corria para que Geddel Vieira Lima fosse o candidato. O peemedebista havia sido comunicado, por Neto, da desistência de Souto – que, àquela altura, já havia desistido de desistir.
Agora, Geddel não quer outra posição que não seja a de candidato ao governo. Existem até conjecturas em torno de uma possível aliança entre o ex-ministro e a senadora Lídice da Mata, pré-candidata pelo PSB. A situação no consórcio demo-tucano-peemedebista só se resolverá, pelo visto, se Geddel for o escolhido. Ou ACM Neto deixar a prefeitura de Salvador para disputar o governo.

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Ricardo RibeiroRicardo Ribeiro | ricardorib@outlook.com
 

O peemedebista diz que não pleiteia nenhuma outra candidatura que não a de governador, descartando de bate-pronto a postulância ao Senado. Paulo Souto nada diz e segue – como diria Paulinho da Viola – tal qual “velho marinheiro, que, durante o nevoeiro, leva o barco devagar”.

 
O Carnaval chega ao fim e as oposições baianas atravessaram o circuito da folia sem definir quem irá puxar o bloco. Nem estava previsto que tal anúncio viesse a ocorrer, portanto não há que se falar em quebra de expectativa.
Aliás, ocorreu tudo dentro de um samba-enredo já bem conhecido. Do PMDB, um Geddel afoito como sempre, sem titubear e afirmando que sai do Carnaval mais candidato do que nunca; do DEM, um Paulo Souto sisudo, tenso e circunspecto, sem dizer se vai ou se fica, se quer ou se não quer.
Fala-se que ACM Neto sempre quis Paulo Souto e lhe deu a preferência. Até que este declinou da candidatura,  vindo depois a aceitá-la como obrigação partidária. Porém, a esse ponto Geddel já havia se habilitado a ocupar o posto do aliado vacilante e desde então uma nuvem de conflito paira sobre a unidade das oposições.
O peemedebista diz que não pleiteia nenhuma outra candidatura que não a de governador, descartando de bate-pronto a postulância ao Senado. Paulo Souto nada diz e segue – como diria Paulinho da Viola – tal qual “velho marinheiro, que, durante o nevoeiro, leva o barco devagar”.
Pode haver algo calculado nessa atitude low profile, talvez uma intenção de demonstrar sobriedade, quem sabe um quê de maturidade e sabedoria. No entanto,  às vezes aparenta certa falta de vontade, enquanto esta sobra em Geddel e ele não esconde. Muito pelo contrário.
Não se sabe se isso terá alguma influência na definição de uma candidatura, mas o fato é que, na vitrine do Carnaval, o PMDB aproveitou melhor o espaço para expor seu produto.
Ricardo Ribeiro é advogado.

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augustoO deputado estadual Augusto Castro (PSDB) afirmou, na tarde desta segunda-feira (24), que considera  a crítica feita pelo deputado Leur Lomanto Jr. (PMDB) ao PSDB um sintoma de “tensão pré-eleitoral”.
“ O PT é nosso adversário em comum nas eleições para governador e presidente da República e o PSDB tem feito sua parte na construção de uma chapa forte das oposições, inclusive abrindo mão, nesse momento final, de ter seu próprio candidato ao governo da Bahia”, diz o tucano. Augusto declarou ainda que, “do mesmo jeito que está empenhado em garantir uma chapa vitoriosa no Estado, o PSDB baiano vai trabalhar para ter êxito nas eleições para a Presidência da República”.
O deputado observa que o processo pela unidade das oposições no Estado, iniciado com vários pré-candidatos sob a coordenação do prefeito de Salvador, ACM Neto, afunilou com Geddel Vieira Lima (PMDB) e Paulo Souto (DEM) e deverá ser concluído logo depois do Carnaval.
“Aquele que for definido como candidato ao governo terá total apoio do PSDB”, garante o deputado. No entanto, segundo ele,  o partido não abre mão de integrar a chapa majoritária com o nome do ex-prefeito de Mata de São João, João Gualberto.

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Leur (à esquerda) defende candidatura de Geddel Vieira (Foto Jequié Repórter).
Leur (à esq.) defende candidatura de Geddel Vieira (Foto Jequié Repórter).

O deputado estadual Leur Lomanto Jr. (PMDB) criticou o que ele chamou de “falta de interesse” do PSDB em fortalecer a candidatura tucana a presidente da República. Leur defende Geddel Vieira Lima como cabeça de chapa no agrupamento das oposições e acredita que esta seria uma saída para que Aécio Neves contasse com o apoio do PMDB no estado.
A crítica foi direcionada, com nome e sobrenome:
– João Gualberto é uma grande liderança e pode agregar muito em qualquer lugar da chapa, mas é estranha a falta de interesse do PSDB baiano em fortalecer a candidatura do senador Aécio, já que o PMDB pode ser um apoio fundamental para o tucano nas aspirações presidenciais. A unidade não pode ser construída apenas com discurso. É preciso demonstrar isso com gestos e atitudes – disse o peemedebista.
COMPARATIVO SOUTO X WAGNER
O peemedebista está no time dos que acreditam que a candidatura de Geddel livra as oposições de um debate de comparações entre petistas e democratas, já que Paulo Souto foi governador por duas vezes. Na avaliação de Leur, Geddel é “o melhor nome para representar o grupo no pleito de outubro”.
– A sua candidatura evita um debate de comparações [entre governos Wagner e Paulo Souto] e traz uma proposta nova de levar esperança ao povo baiano. Além disso, o PMDB tem a força de 45 prefeitos, o maior tempo de televisão entre todos os partidos de oposição, inclusive mais que o dobro do Democratas e ainda agrega um grande número de legendas – disse.
Ainda vendendo o “peixe” peemedebista, Leur diz que o seu partido tem “um candidato que está com garra e disposição para recolocar a Bahia no protagonismo da região Nordeste, espaço que infelizmente vem sendo ocupado pelo estado de Pernambuco”.

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É tenso o processo de definição de quem representará as oposições no processo sucessório baiano. Aliás, dados os interesses em jogo, não poderia ser diferente.
O PSDB, por meio do deputado federal Jutahy Magalhães Jr., externou sua preferência por Paulo Souto (DEM) como cabeça da chapa majoritária do grupo, acrescentando que vê Geddel (PMDB) melhor no figurino de candidato ao Senado. A favor de Souto, pesa a larga vantagem nas pesquisas de intenção de voto para governador.
O PMDB, porém, não gostou da declaração de Jutahy. Na Assembleia Legislativa, o deputado Luciano Simões passou recibo e sugeriu que os tucanos batam asas para dar lugar a outros partidos que queiram ajudar o bloco.
ACM Neto, que apita o jogo, pretende resolver a pendenga até a próxima semana para que o escolhido possa brincar o Carnaval sem  maiores preocupações e, naturalmente, já desfilar na folia com a situação definida.

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marco wense1Marco Wense

 Tucanos e democratas andam assustados. Não sabem o que passa pela cabeça do temperamental Geddel Vieira Lima. O PT comemora e o PSB fica na expectativa de um “seja bem-vindo”.

O esperneio do ex-ministro Geddel Vieira Lima vai ficar para depois. Não é hora de tornar público o descontentamento com os democratas (DEM).
O presidente estadual do PMDB teve uma conduta irrepreensível durante todo processo de discussão no staff oposicionista. Jogou limpo, sem subterfúgios.
Geddel Vieira Lima não tergiversou. Desde o início escancarou sua vontade de disputar o Palácio de Ondina e ser o nome da oposição na sucessão do governador Jaques Wagner.
Por ter o entendimento e a consciência de que não poderia peitar Paulo Souto, duas vezes governador da Bahia, o peemedebista fazia a ressalva de que apoiaria o democrata caso fosse candidato.
O tempo passou. E nada de Souto dizer alguma coisa, se queria ser candidato ou não. Sequer algum sinal ou indício. O sepulcral silêncio incomodava democratas, tucanos e peemedebistas.
Geddel, com toda razão, fez chegar ao DEM sua preocupação com a frieza marmoriana de Paulo Souto. O democrata, como diria minha saudosa vovó Nair, não fazia aquilo e nem desocupava a moita.
O prefeito ACM Neto, o condutor-mor do oposicionismo, mandou dizer a Geddel que ainda estava cedo para qualquer definição, que sua cobrança era intempestiva.
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Paulo Souto e Geddel disputam candidatura
Paulo Souto e Geddel disputam candidatura

O jogo embolou no ataque oposicionista baiano, tipo quando um meia lança a bola na área e ficam dois atletas naquela de “não sei se vou ou se fico”. Na verdade, a indecisão foi do ex-governador Paulo Souto (DEM), que até o último dia de janeiro dizia não ter a intenção de ser candidato ao governo da Bahia e deixava Geddel (PMDB) livre para receber a bola.
Diante da resistência de Souto, o prefeito de Salvador, ACM Neto, capitão do time, chegou a definir que a jogada seria com Geddel, mas eis que o ex-governador, anabolizado por correligionários, encheu-se de energia e disposição, declarando que é candidato, sim senhor. Ocorre que o peemedebista já recebera a bola e agora se recusa a devolvê-la.
A possível crise é assunto da análise do jornalista Samuel Celestino, publicada neste domingo (9), no jornal A Tarde. Para o analista, caberá a Neto, que tem demonstrado jogo de cintura em outros confrontos, driblar resistências e restabelecer a paz no ninho oposicionista.
Apesar de Paulo Souto ser um atacante indeciso, sua candidatura é vista como estratégica para o DEM, que sofre com o ostracismo no plano nacional, mas – como lembra Celestino – está bem na fita na Bahia, com as prefeituras da capital e de Feira de Santana, o segundo maior colégio eleitoral do Estado.
E aí, Neto conseguirá reorganizar seu esquema tático ou a oposição seguirá rachada para o primeiro turno? Quem estiver ansioso com a resposta terá que aguardar, pois as definições desse imbróglio respeitam o modus operandi baiano. Ou seja, somente ocorrerão após o Carnaval.
 

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A disputa pela cabeça da chapa majoritária das oposições na Bahia, bloco que reúne PSDB, PMDB e DEM, parece ainda mais longe de um ponto final. Conforme matéria d´A Tarde, o peemedebista Geddel Vieira Lima manteve o nome, após Paulo Souto ter desistido da peleja e, logo depois, recuado, retornando ao jogo.
– Não tenho nada a acrescentar ao que venho dizendo ao longo dos últimos seis meses. Minha candidatura está posta. Não há novidade – disse Geddel ao diário soteropolitano.
Geddel conseguiu mais espaço no noticiário. E aí, das duas uma: ou há, de fato, uma queda-de-braço no bloco ou apenas os nubentes estariam fazendo jogo para ganhar ainda mais exposição no noticiário.

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TRAIÇÃO OU INGRATIDÃO: Geddel ofereceu estrutura e pode 'morrer' na AL-BA.
TRAIÇÃO OU INGRATIDÃO: Geddel ofereceu estrutura e pode ‘morrer’ na AL-BA.

O Trombone, do jornalista Domingos Matos, traz uma saída (nem tão honrosa) para o ex-ministro Geddel Vieira Lima no imbróglio com ACM Neto e Paulo Souto. O peemedebista sonhava com a candidatura a governador, mas pode “morrer” na Assembleia Legislativa. Confira o post d´O Trombone.
E Geddel, hein? O ex-ministro que se mostrou com tanto fôlego, esfregou na cara dos aliados uma e$trutura até maior que necessária para a missão e se considerava o candidato mais provável (pra não dizer “natural”) ao governo do estado pela oposição, vê a cada dia a imagem da Assembleia Legislativa se avolumando em sua retina.
Geddel candidato a deputado estadual seria a festa dos correligionários, que consideram que ele arrastaria pelo menos três colegas de chapa consigo, devido à votação que poderia ser excepcional.
Sandice? Quem disse?
Paulo Souto é o candidato perfeito para ACM Neto e o DEM. Entra para marcar posição, para abrir caminho para o prefeito de Salvador em 2018. Caso ocorra um acidente e se eleja, aí entraria em jogo a reedição das práticas carlistas: o “remanejamento de peças”. Neto candidato.
Leia a íntegra

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Paulo_SoutoEnquanto a situação discute o vice (ver nota abaixo), a oposição define seu candidato ao governo. E o nome é o do ex-governador Paulo Souto (DEM), fato praticamente irreversível. Na sexta-feira (31), o prefeito de Salvador, ACM Neto, venceu os últimos senões do correligionário e, após a conversa, o próprio Souto passou a falar como candidato, sem as reticências de antes.
O anúncio oficial somente não ocorrerá logo, porque falta aparar as arestas com o PMDB e estabelecer o papel de Geddel Vieira Lima no processo sucessório. O peemedebista já avisou que não gostaria de ser candidato ao Senado, o que é uma preocupação.
A ordem no grupo é evitar qualquer risco de rachadura no casco do navio oposicionista.

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De cima para baixo, em sentido horário: Gualberto, Paulo Souto, Aleluia, Geddel. Um deles será o candidato da oposição
De cima para baixo, em sentido horário: Gualberto, Paulo Souto, Aleluia, Geddel. Um deles será o candidato da oposição

No campo oposicionista, seguem as discussões para definir um nome que representará o bloco na disputa pelo Governo da Bahia. Dos quatro nomes colocados – Paulo Souto (DEM), Geddel Vieira Lima (PMDB), José Carlos Aleluia (DEM) e João Gualberto (PSDB), os dois primeiros despontam como favoritos e é possível que a definição saia até fevereiro.
Para o deputado estadual tucano Augusto Castro, a unidade estará assegurada seja quem for o nome que encabece a disputa. Ele afirma que o caminho é repetir a receita que deu certo para a oposição na capital do estado em 2012. “A união contra o PT garantiu a eleição de ACM Neto para prefeitura de Salvador. Dessa vez a unidade do grupo oposicionista garantirá a vitória para o governo do Estado”, diz o parlamentar.
A expectativa é de que no mês que vem sejam também definidos os outros dois nomes da chapa majoritária (os candidatos a vice e ao Senado). Segundo Castro, o PSDB “acatará a decisão que for tomada pelos partidos de oposição, que estão caminhando juntos”. Naturalmente, ele acrescenta que o PSDB continua no páreo, com Gualberto pleiteando a cabeça de chapa.