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Temer é poupado pela PF e PGR, segundo a Folha || Antonio Cruz/Agência Brasil/Arquivo

Reportagem da Folha de São Paulo desta segunda-feira de Carnaval revela que o presidente Michel Temer e amigos estão sendo poupados em investigação sobre decreto do setor portuário (veja aqui). Já na última sexta (10), o diretor da Polícia Federal, Fernando Segovia, criticou a qualidade da investigação do caso. A crítica de Segovia foi feita durante entrevista à Agência Reuters. Mais que isso, Segovia indicou que o inquérito que investiga presidente, amigos e empresários poderá ser arquivado.
A reportagem é assinada por Rubens Valente. Ela aponta que várias medidas não foram tomadas, indicando que o presidente será poupado, ao se deteter apenas em aspectos formais, a exemplo de depoimentos dos investigados, e não houve quebra de sigilos bancário e fiscal dos envolvidos. A matéria atribui à PF e à Procuradoria-Geral da República as falhas na investigação.

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Polícias cumprem mandados em Porto Seguro|| Foto divulgação

A Polícia Federal, Polícia Civil e Polícia Militar estão realizando nesta terça-feira (12) a segunda fase da Operação Última Estação, que visa coibir os crimes tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e outros crimes decorrentes da atuação de integrantes de facção criminosa baiana.

Cerca de 150 policiais das Polícias Federal, Civil e Militar cumprem 11 mandados de prisão preventiva, 6 de condução coercitiva e 19 de busca e apreensão em Porto Seguro, Salvador, Alagoinhas, Dias D’Ávila, Camaçari e Serrinha, na Bahia; além de Aracaju, em Sergipe; Maceió, em Alagoas; e Goiânia, em Goiás. Também estão sendo cumpridas 22 medidas de bloqueio de contas bancárias usados pelos investigados.

Na primeira fase da operação, em setembro deste ano, foram cumpridas buscas, apreendidos bens e bloqueados mais de R$ 40 mil, auferidos ilicitamente pelo traficante Marcelo Batista dos Santos, o “Marreno”, que morto pouco mais de um mês antes, em Salvador, em confronto com policiais militares.

INTEGRANTES DA ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA

Com a continuidade das investigações, foi identificado que outros integrantes da organização criminosa agiam da mesma forma, ou seja, lavavam o dinheiro oriundo do tráfico de drogas, fazendo-o circular em contas bancárias de terceiros ou abertas com identidades falsas e adquiriam imóveis e outros bens em nome de interpostas pessoas.

Ações realizadas no transcorrer das investigações já resultaram na prisão de seis integrantes da quadrilha, sendo apreendidos cerca de 40 quilos de maconha, cinco fuzis, uma pistola de calibre restrito, recuperados três veículos roubados e apreendidos outros três veículos dos criminosos.

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Suplente de vereadora é investigada em esquema que movimentou R$ 63 milhões

A ex-vereadora Meire Lopes prestou depoimento em um hotel de Jequié, após ser conduzida coercitivamente pela Polícia Federal, nesta terça (5), na Operação Melinoe. Ela é apontada como uma das cabeças do esquema que movimentou mais de R$ 63 milhões na Prefeitura de Jequié, no período de 2013 a 2017. Parentes da hoje suplente de vereadora também são suspeitos de participação.

Cerca de R$ 7 milhões de recursos da educação foram utilizados no esquema de “terceirizados fantasmas”, segundo investigação da Polícia Federal. A maior parte da grana era sugada do Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb).

Nesta terça, a Polícia Federal, numa operação conjunta com o Ministério Público Federal e a Controladoria-Geral da União (CGU), cumpriu mais de 40 mandatos na Operação Melinoe. O esquema de terceirizados fantasmas, de acordo com a investigação, ocorria na Secretaria de Educação de Jequié.

Veja mais

http://157.230.186.12/2017/12/05/pf-faz-operacao-para-cumprir-46-mandados-e-caca-ex-vereadora-de-jequie/

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Ataques registrados também na Faculdade de Filosofia da Ufba|| Evandro Veiga/Correio/Arquivo

Ao menos três professores da Universidade Federal da Bahia (Ufba) foram ameaçados – um deles de morte -, recentemente, por conta do teor de pesquisas que desenvolvem dentro da instituição. Além do trio de docentes, uma aluna do mestrado também foi ameaçada dias antes da apresentação de sua dissertação.

Parte dos casos foi denunciada pelo reitor da universidade, João Carlos Salles, nesta segunda-feira (20), quando divulgou uma moção de repúdio contra os ataques, a maioria deles feita através das redes sociais.

No comunicado, o reitor se manifesta contra “a opressão diante das tentativas de cerceamento de todo um campo de produção do conhecimento científico”, a qual ele atribui a uma onda de conservadorismo no país.

“Em episódios recentes, verificamos ameaças de morte e outros tipos de violência contra uma de nossas docentes, pesquisadora do Neim; a tentativa de impedimento de defesa de uma dissertação de Mestrado de aluno do IHAC (Instituto de Humanidades, Artes e Ciências), tendo que solicitar a segurança da própria Universidade; e a perseguição e ridicularização nas redes sociais de projetos de pesquisa e extensão que versam sobre essas temáticas”, destaca o reitor, em nota.

A professora citada, que teve o nome preservado pela instituição, recebeu as ameaças por desenvolver pesquisas relacionadas à divisão sexual do trabalho. Os ataques contra ela ocorrem há cerca de um mês. Além de lecionar, a vítima é pesquisadora do Núcleo de Estudos Interdisciplinares sobre a Mulher (Neim), grupo de estudos sobre gênero e sexualidade vinculado à graduação de Ciências Sociais.

De acordo com a assessoria da Ufba, a instituição tem tomado todas as providências para garantir a segurança dos envolvidos e a realização dos eventos científicos, aumentando, inclusive, a segurança nos locais em que a professora ministra aulas. Confira íntegra da reportagem de Nilson Marinho, Gil Santos e Júlia Vigné no Correio24h.

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Segóvia toma posse nesta segunda, em Brasília || Foto Zeca Ribeiro/AC

O delegado Fernando Segóvia toma posse hoje (20) como novo diretor-geral da Polícia Federal (PF).  A solenidade será às 10h30min, no Ministério da Justiça. O presidente Michel Temer deve participar da cerimônia. junto com ministros e parlamentares. Segovia substituirá o atual diretor-geral, Leandro Daiello.

Formado em direito pela Universidade de Brasília UnB), Segóvia está há 22 anos na Polícia Federal. Foi superintendente regional no Maranhão e adido policial na África do Sul. Em boa parte de sua carreira, exerceu funções de inteligência nas fronteiras do Brasil.

Leandro Daiello estava no cargo desde 2011, nomeado na gestão do então ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e já havia manifestado interesse em deixar o cargo. Da Agência Brasil.

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Polícia Federal investiga fraude em 14 concursos || Foto  Marcelo Camargo/Ag. Brasil
Polícia Federal investiga fraude em 14 concursos || Foto Marcelo Camargo/Ag. Brasil

A Polícia Federal descobriu fraudes em 14 concursos públicos nacionais aplicados pela Fundação Carlos Chagas. Segundo a coordenação da Operação Afronta II, que encontrou as irregularidades, 47 candidatos se beneficiaram de escutas eletrônicas no momento de realizar as provas. De acordo com a PF, alguns desse candidatos já foram habilitados e empossados nos cargos para os quais concorreram.

Hoje (18), a PF cumpriu dois mandados de prisão temporária, quatro mandados de condução coercitiva e dez mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal em São Paulo, nas cidades de Campinas (SP) e Maceió. Os demais candidatos foram intimados para prestar esclarecimentos.

Em outubro do ano passado, a PF deflagrou a primeira etapa da operação, em Sorocaba (SP), para apurar uma fraude no concurso público do Tribunal Regional Federal da 3ª Região para os cargos de técnico e analista judiciário.

Na ocasião, foram indiciados nove membros da organização criminosa: o líder do grupo, o técnico responsável pelos equipamentos eletrônicos, quatro pessoas que desviavam as provas, e três que corrigiam as questões desviadas. Foram indiciados ainda doze candidatos que receberam as questões por meio de equipamentos de ponto eletrônico, e duas pessoas que também tiveram participação na fraude, embora não fossem membros da organização.

A Polícia Federal solicitou à Fundação Carlos Chagas informações acerca de outros certames que os indivíduos responsáveis por desviar as provas haviam se inscrito. Pediu ainda que a fundação fornecesse os gabaritos de respostas de todos os candidatos destes concursos suspeitos.Leia Mais

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marco wense1Marco Wense

O recuo de Torquato se deu em decorrência de que sua decisão seria vista como uma represália. Mas a vontade de “enquadrar” a Polícia Federal continua acesa. A desforra também.

 

 

A Polícia Federal tem demonstrado que não se deixa levar pelos governantes de plantão. Sua atuação é a prova inconteste de que vem se comportando com independência e firmeza.

A PF é vinculada ao ministério da Justiça. Muitos operadores do Direito, incluindo aí juristas renomados, comungam com a opinião de que a instituição deve ser autônoma.

O órgão já efetuou várias prisões de políticos de diversos partidos, até de parlamentares próximos do presidente da República. Fez isso nos governos de Lula, Dilma e agora no de Temer.

Até que tentam acabar com essa ousada “autonomia” da Polícia Federal. Só não fizeram ainda porque sabem do conceito que a instituição tem na sociedade, deixando o Congresso Nacional e o Executivo lá atrás, tomando poeira.

O atual ministro da Justiça, Torquato Jardim, andou ensaiando uma mudança na estrutura da PF, inclusive querendo substituir Leandro Daiello, diretor-geral.

Torquato Jardim teve que recuar. A exoneração de Daiello seria interpretada como uma interferência no âmbito da Operação Lava Jato, principalmente depois que a PF apontou o presidente Michel Temer como figura maior do “quadrilhão” do PMDB na Câmara dos Deputados.

O recuo de Torquato se deu em decorrência de que sua decisão seria vista como uma represália. Mas a vontade de “enquadrar” a Polícia Federal continua acesa. A desforra também.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

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Ação conjunta resulta em apreensão de armas em Maraú
Ação conjunta da PF e PM resulta em apreensão de armas em Maraú

Uma operação em conjunto do Batalhão de Choque da Polícia Militar e Polícia Federal,  na tarde desta sexta-feira (15), em Maraú, resultou na apreensão de um fuzil, uma carabina, uma espingarda calibre 12 e um revólver. A ação policial ocorreu após denúncia anônima de que um homem estava ostentando armas de grosso calibre em um veleiro no município. As armas e o homem foram encaminhados para a Delegacia da PF em Ilhéus.

O armamento foi localizado com ajuda da cadela farejadora Andy, raça pastor malinois, do Batalhão de Choque (BPChq). “Estamos aqui prontos para agir em qualquer circunstância. As forças de segurança na Bahia são unidas e a população é quem mais ganha com essa integração”, destacou o comandante do BPChq, tenente-coronel Paulo Guerra.

As equipes continuam na região de Maraú fazendo varreduras em outros locais e apoiando as investigações da PF, que busca agora identificar o nome e a nacionalidade do acusado, que foi interrogado no início da noite desta sexta-feira.

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PF cumpre mandados contra Nilo|| Foto Arquivo
PF cumpre mandados contra Nilo|| Foto Arquivo

O ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) Marcelo Nilo (PSL) é alvo de operação da Polícia Federal nesta manhã de quarta (13).

O deputado estadual é acusado de falsidade eleitoral com envolvimento da Babesp, empresa de pesquisa de opinião também apelidada de DataNilo, numa referência ao parlamentar baiano.

Mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela PF e Ministério Público Eleitoral (MPE) em dois endereços do deputado e de pessoas próximas, como o genro Marcelo Dantas Veiga, e o assessor Roberto Pereira Matos.

Durante a Operação Opinião, a PF colhe provas para averiguar se Nilo é o verdadeiro dono da Babesp, que ficou famosa em 2014 por prever a vitória de Rui Costa na disputa ao Palácio de Ondina.

 

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Geddel teria discutido Caixa 2 com a JBS || Foto Valter Campanário / ABr
Geddel é preso novamente em Salvador || Foto Valter Campanário / ABr

Do Correio 24 horas

O ex-ministro Geddel Vieira Lima foi detido na manhã desta sexta-feira (8) por equipes da Polícia Federal em sua casa, no bairro Chame-Chame, em Salvador. Os policais chegaram ao imóvel por volta de 5h30 e saíram de lá as 7h. Geddel foi levado no banco de trás do carro e, mesmo com os vidros fechados, tentou cobrir o rosto. Foi o Ministério Público Federal pediu prisão preventiva de Geddel, que já cumpria prisão domiciliar.

Alguns moradores da rua Plínio Moscoso, onde fica o Condomínio Pedra do Valle, nº64, acompanharam a saída da PF. Segundo a TV Bahia, um vendedor ambulante que estava na rua no momento da chegada dos policiais foi levado para dentro do prédio para servir de testemunha. Um funcionário do prédio também foi levado como testemunha.

A prisão de Geddel de hoje  faz parte da quarta fase da operação Operação Cui Bono. Além do ex-ministro, há um mandado de prisão contra Gustavo Ferraz, que é assessor do ex-ministro e acusado de envolvimento com o político baiano. Há também outros três mandados de busca e apreensão.

MALAS DE DINHEIRO

Polícia Federal leva Geddel logo cedo
Polícia Federal leva Geddel logo cedo

Na terça-feira (5) a PF flagrou mais de dez caixas e malas com mais de R$ 51 milhões em um imóvel que seria usado pelo ex-ministro para esconder as notas no bairro da Graça, em Salvador. A PF precisou de 14 horas para contar o dinheiro em sete máquinas bancárias para fazer a contagem. O dinheiro foi depositado em uma conta judicial.

A PF possui quatro provas que reforçariam a ligação Geddel com o dinheiro. A perícia encontrou impressões digitais de Geddel em malas e caixas onde estavam estocadas as cédulas no apartamento.

O proprietário do imóvel confirmou à PF, em depoimento na capital baiana, que emprestou o imóvel a Geddel. Silvio Silveira teria cedido o apartamento para que o político guardasse os pertences do pai, que morreu no ano passado. No depoimento, Silveira disse não saber da real intenção do ex-ministro quando solicitou o empréstimo do apartamento.

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Malas de dinheiro são encontradas em imóvel que seria de Geddel
Malas de dinheiro são encontradas em imóvel que seria de Geddel

Da Agência Brasil

Em uma operação para cumprir mandado de busca e apreensão, emitido pela 10ª Vara Federal de Brasília, a Polícia Federal (PF) encontrou hoje (5) várias caixas e malas com dinheiro em  imóvel na Rua Barão de Loreto, no bairro da Graça em Salvador, “que seria, supostamente, utilizado por Geddel Vieira Lima como ‘bunker’ para armazenagem de dinheiro em espécie”.

A operação, chamada de Tesouro Perdido, é decorrente de dados colhidos nas últimas fases da Operação Cui Bono. De acordo com a PF, “os valores apreendidos serão transportados a um banco onde será contabilizado e depositado em conta judicial”.

OPERAÇÃO CUI BONO

A primeira fase da Operação Cui Bono foi deflagrada pela PF em 13 de janeiro deste ano. Ela investigou esquema de fraude na liberação de créditos da Caixa Econômica Federal no período entre 2011 e 2013. De acordo com a investigação,  entre março de 2011 e dezembro de 2013, a vice-presidência de Pessoa Jurídica da instituição era ocupada por Geddel Vieira Lima.

Dinheiro foi encontrado em apartamento em Salvador.
Dinheiro foi encontrado em apartamento em Salvador.

A investigação da Operação Cui Bono –  expressão latina que em português significa “a quem beneficia?” – é um desdobramento da Operação Catilinárias, deflagrada em dezembro de 2015, no âmbito da Operação Lava Jato, quando policiais federais encontraram um telefone celular na residência do então presidente da Câmara dos Deputados, o ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que revelou intensa troca de mensagens eletrônicas entre Cunha e Geddel. A operação tinha a finalidade de evitar que provas importantes fossem destruídas por investigados da Lava Jato.

Atualmente, Geddel Vieira Lima cumpre prisão domiciliar. A Agência Brasil entrou em contato com a defesa de Geddel e aguarda retorno.

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Força-Tarefa prende casal que transportava drogas para Ilhéus
Força-tarefa prende casal que transportava drogas para Ilhéus|| Foto divulgação/SSP-BA

Uma operação em conjunto entre a Secretaria da Segurança Pública da Bahia e Polícia Militar de Goiás resultou na apreensão  de 152 kg de cocaína em Contendas do Sincorá, na Bahia, e na capital de Goiás, na manhã deste sábado (2). Quatro traficantes foram presos e relataram que os destinos da droga seriam as cidades de Ilhéus e Jequié.

Além da cocaína, dois veículos utilizados pela quadrilha foram também localizados. As ações foram iniciadas na cidade baiana e durante abordagem a um veículo modelo Ford KA as equipes encontraram 16,5 quilos da droga. Após depoimento do casal de traficantes que estava no carro os policiais montaram uma campana e pegaram um veículo modelo Doblô com mais 25kg que vinha na sequência.

Droga seria distribuída em Ilhéus e Jequié
Droga seria distribuída em Ilhéus e Jequié||Foto divulgação da SSP-BA

O casal informou que a maior parte da droga estava em uma casa na cidade de Goiânia.  “De imediato pedimos o apoio da Polícia Militar de Goiás, com quem temos ótimo relacionamento por conta das ações integradas de combate a roubos de bancos”, explicou o coordenador da Força Tarefa da SSP, major Marcelo Barreto.

Mais de 100 quilos de cocaína apreendidos em Goiás
Mais de 100 quilos de cocaína apreendidos em Goiás

O oficial contou que na residência foram encontrados mais 110,5 kg de cocaína e capturado outro traficante. “Seguimos firme com o propósito de combater as organizações ligadas ao tráfico. Ficamos tristes, por outro lado, em saber que muita gente na Bahia usa drogas enriquecendo essas facções. É preciso também conscientizar sobre o prejuízo do consumo e tratar quem já esta entregue ao vício”, finalizou.

A droga apreendida na Bahia e os traficantes foram apresentados na Delegacia da Polícia Federal de Feira de Santana.

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walmirWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

 

Mas não se empolguem os brasileiros com essa limpeza feita no mais alto posto da República em tamanha rapidez, sem antes confirmamos as decisões dos ministros magistrados do TSE.

 

A partir da tarde desta terça-feira (6), mais uma vez, o Brasil terá posto a prova a vida das instituições democráticas, com o julgamento das contas de campanha da chapa Dilma-Temer, referentes à eleição presidencial de 2014, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O resultado, ainda imprevisível para nós mortais, por certo será objeto de muitas lutas no judiciário.

Seja qual for o placar, a decisão será questionada no próprio TSE e, posteriormente, no Supremo Tribunal Federal (STF), encarregado das questões constitucionais. Nessas idas e vindas processuais, advogados, representantes do Ministério Público Federal e magistrados (ministros) dessas cortes ainda terão muito o que decidir.

E a cada movimento processual uma imensa torcida (pró e contra) também fará manifestações – seja nos bastidores dos poderes ou nas ruas, no sentido de mobilizar o país. Pelo que temos visto (espantados, é claro), os interessados diretos nessa briga lutam apenas pela sobrevivência política, no sentido de se manterem encastelados no poder.

O Brasil como Nação pouco importa para a maioria esmagadora deles, que tem meios e artifícios para ficar na “crista da onda”, seja qual o resultado. PT, PSDB, DEM, ou que sigla sobreviver, contará com a pronta adesão dos políticos, sempre dispostos a fazer um enorme sacrifício pela governabilidade, conforme dizem nos meios de comunicação.

Esse tal de espírito altruísta tão em voga nesses momentos nem sempre se encontra à disposição no dia a dia da vida política brasileira, na qual costuma prevalecer o interesse financeiro individual. Não fosse a “teimosia” de membros do Ministério Público, da Polícia Federal e de alguns juízes, os que hoje habitam, ou estão prestes a serem conduzidos às prisões, estariam fazendo discursos patrióticos para brasileiro ver.

O julgamento do TSE tem a finalidade de descobrir se a chapa Dilma-Temer usou de meios ilícitos para vencer a eleição, como movimentar a campanha com dinheiro escuso, resultado de propina solapada de instituições públicas. Mais do que ferir a lei eleitoral, sem a observância dos trâmites legais de doações, as “ricas ajudas” eram feitas com recursos resultantes de corrupção.

Para os simples mortais, a quem interessa o julgamento da chapa Dilma-Temer, cuja primeira mandatária já se encontra fora do poder, por conta de um processo de impeachment? É que agora, além da possibilidade de manter Dilma inelegível (o que o Senado não o fez), o julgamento poderá condenar o seu companheiro de chapa, Michel Temer, afastando-o do poder.

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Não se empolguem os brasileiros com essa limpeza feita no mais alto posto da República em tamanha rapidez, sem antes confirmamos as decisões dos ministros magistrados do TSE.

Mas não se empolguem os brasileiros com essa limpeza feita no mais alto posto da República em tamanha rapidez, sem antes confirmamos as decisões dos ministros magistrados do TSE. Nesse julgamento pode acontecer de tudo, inclusive nada, embora provas não faltem para tanto, amealhadas durante a Operação Lava Jato.

Questões objetivas e subjetivas são levantadas constantemente pelos vários grupos interessados e com as teses mais distintas, como se o roubo não fosse roubo só pela inteligência e elucubrações dos senhores juristas. Questões mais escabrosas ainda serão levantadas nas chamadas preliminares, com a intenção de fazer parar o processo, sem qualquer julgamento.

Enquanto os interessados em se manter no poder continuam guerreando nos mais altos tribunais, nós, do Brasil de verdade, simplesmente esperamos que o Brasil nos dê mais uma demonstração de que as nossas instituições são realmente democráticas. Esperamos que a economia continue dando com vida própria, confirmando que existe uma população que depende do trabalho para sobreviver.

E é justamente essa parcela da população que sofre com as indefinições que afetam a economia, pois não tem como se defender dos constantes aumentos de preços, principalmente nos supermercados. Esperamos que os nossos magistrados julguem com independência e rapidez necessária; que nossos parlamentares legislem com a consciência de Nação; e que o Executivo (seja quem for) continue tocando a máquina governamental com segurança e transparência.

Afinal, é assim que um grande país funciona no regime democrático, mesmo que um ministro peça vistas ao processo, o que não irá arrefecer os ânimos dos sofridos brasileiros.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

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Do Congresso em Foco
https://youtu.be/gs78la-IIIM?t=1
O ex-deputado e ex-ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) foi hostilizado na manhã desta terça-feira (6) ao deixar o prédio em que mora, em Natal, preso pela Polícia Federal. Manifestantes que o aguardavam em frente ao edifício Bello Monte gritavam “ladrão”, “bandido”, “safado” e “vai para a cadeia”.

De óculos escuros, o ex-deputado por 11 mandatos baixou a cabeça, não respondeu aos xingamentos e entrou na viatura da Polícia Federal. De lá, seguiu para a Superintendência da PF na capital do Rio Grande do Norte.

Ele foi preso em novo desdobramento da Lava Jato, a Operação Manus. A Justiça também determinou a prisão preventiva do ex-deputado cassado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que já está detido desde o ano passado em Curitiba.

Eles são acusados de corrupção ativa e passiva e lavagem de dinheiro na construção da Arena das Dunas, estádio construído para a Copa de Mundo de 2014 em Natal. As investigações apontam superfaturamento em R$ 77 milhões e repasse de propina aos dois peemedebistas na forma de doações oficiais entre 2012 e 2014.

A operação deflagrada nesta terça cumpre 33 mandados – cinco de prisão preventiva, seis de condução coercitiva e 22 de busca e apreensão nos no Rio Grande do Norte e no Paraná. Seu nome remete ao provérbio latino “Manus Manum Fricat, Et Manus Manus Lavat”, que significa “uma mão lava a outra”.Leia Mais

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PF cumpre mandados da Operação Panatenaico (Foto AB/Arquivo).
PF cumpre mandados da Operação Panatenaico (Foto AB/Arquivo).
A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã de hoje (23) a Operação Panatenaico para investigar organização que fraudou e desviou recursos das obras de reforma do Estádio Nacional Mané Garrincha para a Copa do Mundo de 2014. De acordo com a PF, a obra, orçada em cerca de R$ 600 milhões, custou mais de R$ 1,5 bilhão. “O superfaturamento, portanto, pode ter chegado a quase R$ 900 milhões”.

Os principais alvos da operação, de acordo com a PF, são os ex-governadores Agnelo Queiroz (PT) e José Roberto Arruda (PR), e o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB), hoje assessor do presidente Michel Temer.

Cerca de 80 policias federais cumprem 15 mandados de busca de apreensão, dez de prisão temporária, além de três conduções coercitivas, quando a pessoa é levada para depor e depois liberada. As medidas judiciais foram determinadas pela 10ª Vara da Justiça Federal no Distrito Federal (DF). Todas as ações ocorrem em Brasília e em outras cidades do DF.

“Entre os alvos das ações de hoje estão agentes públicos e ex-agentes públicos, construtoras e operadores das propinas ao longo de três gestões do governo do DF.  A hipótese investigada pela Polícia Federal é de que agentes públicos, com a intermediação de operadores de propinas, tenham realizado conluios e assim simulado procedimentos previstos em edital de licitação”, diz nota da PF.

O nome da operação é uma referência ao Stadium Panatenaico, sede dos Jogos Panatenaicos, competições realizadas na Grécia antiga, anteriores aos Jogos olímpicos. A arena, utilizada para a prática de esportes pelos helênicos, é considerada uma das mais antigas do mundo. Redação com Agência Brasil.