Milho plantado em Poço Verde em local de plena caatinga || Foto Walmir Rosário
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Silenciosamente, desenvolveram gado de leite e corte de alta qualidade, animais criados com comida de qualidade; e todas as espécies de produtos agrícolas, com produtividade de fazer inveja aos centros mais avançados.

 

Walmir Rosário 

Rever os conceitos faz um bem danado para quem quer se manter na onda, auferindo resultados positivos. Por mais que façamos certo, sempre tem algo em nossa vida ou nossos negócios que precisa ser acertado. Afinal, como diz a piada, relógio que adianta não atrasa. É o tal de adiantar o passo após as reflexões, já transformadas em ações presentes e futuras.

Num simples apanhado, o Sul da Bahia não vai mal: o cacau se recuperando em genética, sanidade e preço de comercialização; o comércio se mantém estável, passando pelas mudanças de sempre, resistindo bravamente; os serviços a mil por hora, principalmente na área da saúde privada, com profissionais qualificados e equipamentos de ponta.

Não sei se estaria sendo coerente comigo mesmo se afirmasse que estamos apenas a um pontinho acima da mesmice, tendo em vista que grandes investimentos não são direcionados para o Sul da Bahia. Prova disse é a população estável, com índices bem abaixo de outras regiões da Bahia, mesmo possuindo terras férteis, chuvas em abundância e infraestrutura considerável.

Não nos faltam faculdades e universidades, embora, em minha opinião, ainda um pouco distantes dos setores produtivos, sem dar régua e compasso para fazer a economia prosperar. Como se tal não bastasse, nossa antiga fonte de desenvolvimento científico – devidamente comprovada – a Ceplac, é hoje carta fora do baralho.

Nossa tão sonhada indústria de informática, implantada em Ilhéus, não prosperou como planejada, embora ainda contribua para o crescimento – e quem sabe –, um dia para o desenvolvimento. Não conseguimos implantar um aeroporto internacional (gargalo para informática) e somos sobressaltados constantemente com a paralisação da construção da Ferrovia Oeste-leste (Fiol).

A Fiol e o Porto Sul – irmãos siameses –, e atual esperança nossa de desenvolvimento, sofrem com as paralisações decorrentes da política governamental e das empresas mães. Os motivos são os mais díspares possíveis, que vão desde as dificuldades econômicas do mercado internacional, as mudanças societárias e até desconfiança na política governamental.

E nós sul-baianos, já acostumados às dificuldades, simplesmente aguardamos que as bênçãos dos céus desçam por aqui para solucionar problemas que não foram criados pelos religiosos ou nossos santos padroeiros. Esperar por ações de nossos representantes políticos é tarefa impossível, pois não os colecionamos nas muitas eleições por décadas passadas.

Se olharmos para o passado, quem sabe poderíamos nos espelhar em nossos ancestrais, os sergipanos, que há mais de um século deixaram suas cidades assoladas pela seca para construir a civilização cacaueira, grapiúna. Aqui enfrentaram as matas fechadas e inóspitas, enriqueceram, criaram praticamente toda a infraestrutura de uma nova região.

Não custa lembrar que a economia da região cacaueira prosperou em níveis cada vez mais crescentes, apesar das dificuldades de então. Criaram um mercado forte, cujo produto por eles comercializado era pago ao produtor mesmo antes de entregá-lo. Comércio bem diferente do restante da atividade agrícola, cuja liquidez inicia geralmente após os 30 dias da entrega.

Como bons descendentes de sergipanos – caatingueiros dos bons –, visitamos nossos parentes, passamos férias em Aracaju, local em que encontramos sul-baianos nas ruas como se em Ilhéus ou Itabuna estivéssemos. Só que desprezávamos o campo, há anos em plena transformação. Pois bem, aos poucos começamos enxergar as mudanças, realizadas de forma silenciosa.

Há muito os sergipanos descobriram que, se tinham capacidade de fazer crescer negócios em outras regiões, também poderiam prosperar em sua própria terra, já bastante conhecida. No campo, resistiram às secas, criaram tecnologias para conviver e superar as dificuldades. Nas cidades, desenvolveram pequenas indústrias, notadamente de confecções, redes e o turismo.

Hoje todo o Brasil está perplexo com a capacidade de superação do sergipano, na cidade ou no campo. Silenciosamente, desenvolveram gado de leite e corte de alta qualidade, animais criados com comida de qualidade; e todas as espécies de produtos agrícolas, com produtividade de fazer inveja aos centros mais avançados.

Se antes se deslocavam em cima de caminhões pau-de-arara para se livrar da seca e ganhar a vida no Sul da Bahia, hoje plantam cacau numa região antes impensável. Não acredito que essa virada histórica saiu apenas de um papel num gabinete qualquer, mas sim da vontade de viver bem na sua própria terra, construindo sua própria e nova história.

Se antes o Sul da Bahia “importava” os sergipanos como simples mão de obra para implantar a cacauicultura, bom seria fazermos o caminho inverso, desta vez para beber da sabedoria dos nossos parentes em todas as áreas da economia. Por certo, voltaríamos com um novo cabedal de conhecimento para impulsionarmos nossa região. Também aproveitem o passeio, pois o sergipano continua sendo um excelente anfitrião.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado e autor de  autor de livros como O Berimbau – Valhacouto de boêmios, disponível na Amazon.

Empresa portuguesa pode assumir operações da Bamin
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A portuguesa Mota-Engil está negociando a compra da Bahia Mineração (Bamin). A empresa de origem europeia tem entre os seus principais sócios a China Communications Construction Company (CCCC). A informação foi divulgada nesta tarde pelo jornal especializado Valor Econômico.

A Bamin detém a concessão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) no trecho baiano e paralisou investimentos na construção do terminal portuário Porto Sul, no litoral norte de Ilhéus.

A empresa também é detentora da operação de minério de ferro em Caetité. De acordo com o Valor, as conversas estão avançadas entre Mota-Engil e Bamin, empresa brasileira que tem como dona a Eurasian Resources Group (ERG).

Desde o ano passado, a Bamin vem sendo negociada, por exemplo, com a Vale e a Brazil Iron.  Segundo o jornal, a Rumo, da Cosan, não mais demonstrou interesse na aquisição da Bamin.

José Alberto de Lima Filho é vereador de Itabuna e advogado || Foto Divulgação
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Essa é a agenda de desenvolvimento que proponho para a nossa cidade e que precisa continuar a ser colocada em prática nos próximos anos.

 

José Alberto de Lima Filho

Roberto Carlos começa a sua canção A Guerra dos Meninos afirmando: “hoje eu tive um sonho, que foi o mais bonito que sonhei em toda a minha vida”. Eu também tenho um sonho chamado Itabuna, sobretudo no limiar dos seus 115 anos de emancipação política; uma Itabuna mais próspera, justa, criativa e sustentável. E, ao acordar, me dei conta de que esse sonho já começa a se tornar realidade.

Próspera é a cidade com a capacidade e as condições de se desenvolver economicamente, gerando emprego e renda para a sua população, e os investimentos que vêm sendo realizados nos últimos quatro anos e meio pela gestão do prefeito Augusto Castro colocaram Itabuna no caminho do crescimento.

Temos avançado na melhoria do ambiente de negócios em nossa cidade, através dos investimentos em infraestrutura, mobilidade, equipamentos públicos e na criação de marcos legais necessários para a segurança jurídica. Isso sem falar no complexo FIOL—Porto Sul, um importante e necessário vetor de crescimento para Itabuna e região.

Justa é a cidade que, através da riqueza gerada pelo seu desenvolvimento econômico, consegue melhorar a qualidade de vida e bem-estar da sua população com avanços nas áreas da saúde, educação e assistência social, sobretudo, para os mais vulneráveis economicamente.

E, aqui, não se quer dizer apenas investimentos em obras e equipamentos, mas, principalmente, na valorização dos profissionais, verdadeiros abnegados, que prestam esses serviços que são essenciais à população.

Criativa é a cidade que consegue se inserir em uma cultura de inovação tecnológica, ainda mais na era da tecnologia da informação e suas sucessivas ondas, primeiro com os computadores, depois com a internet e agora, mais recentemente, com a inteligência artificial (IA). Precisamos criar todo um ecossistema para que Itabuna se beneficie dos avanços da tecnologia digital, tanto no setor público, quanto privado, inserindo-nos, assim, na vanguarda do século XXI.

Sustentável é a cidade que se desenvolve nos três aspectos acima sem se esquecer da importância da preservação e recuperação do meio ambiente. Estamos localizados em um dos ecossistemas mais ricos em biodiversidade do mundo inteiro.

Precisamos valorizar a nossa cultura de preservação da mata atlântica e de todo o seu bioma, preservação essa que devemos em grande parte ao cacau cabruca. Precisamos ainda recuperar o Rio Cachoeira para que volte a ser um espaço de lazer e de geração de riqueza para nossa sociedade e, para isso, precisamos executar projetos de saneamento básico que o livrem dos esgotos sanitários e demais contaminantes.

Enfim, essa é a Itabuna dos sonhos que começa a se tornar realidade. Essa é a agenda de desenvolvimento que proponho para a nossa cidade e que precisa continuar a ser colocada em prática nos próximos anos.

Álvaro de Campos (Fernando Pessoa) em um de seus poemas mais célebres, Tabacaria, recitou: “Não sou nada. Nunca serei nada. Não posso querer ser nada. À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo”.

As grandes realizações e os avanços da humanidade começaram justamente de sonhos. Assim, convido a todos os grapiúnas que amam esta terra a nos unirmos em prol da ITABUNA que almejamos e merecemos.

José Alberto de Lima Filho é advogado especialista em Direito Público e vereador do Município de Itabuna.

Ilhéus caminha para 500 anos de história || Foto Patrícia Lanini/Socicam
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Efson Lima || efsonlima@gmail.com

O Município de Ilhéus, dia 28/06, completa 491 anos de Capitania e 144 de elevação de cidade. Os dados sociais da Princesa do Sul são assustadores. Segundo o Índice de Progresso Social (2025), a cidade ocupa a 186ª e a 4.124ª posições, respectivamente, na Bahia e no Brasil, afastando-a de um lugar de razoável índice de qualidade de vida. Mas, há luz pela frente. Caso confirme a implantação do Porto Sul, a Ferrovia Oeste – Leste e a cidade tenha um novo aeroporto, diga-se de passagem, que atenderá o Litoral Sul e parte do Baixo-Sul e Médio Sudoeste, além da ponte Salvador – Itaparica, não só Ilhéus, mas toda a região sofrerá um significativo contexto socioeconômico de mudanças.

A Zona de Processamento de Exportação (ZPE) foi criada em abril de 1989, mas até o presente momento não reuniu as condições para a efetiva operacionalização. É óbvio que sem as condições logísticas as chances são mínimas desse complexo sair do papel. Afinal, precisa de transporte para atender a principal característica que é exportar sobre o fundamento do controle alfandegado. A ZPE vai gerar postos de trabalho e ressignificar o território, certamente, imporá desafios à sociedade, mas permitirá também uma ampliação da gama de serviços e, quiçá, provoque uma melhoria de renda da população.

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Estamos muito mais interligado com o sudoeste baiano que com essas duas áreas geográficas. A BA-001 precisará ser redimensionada para dar conta do fluxo de carros e transporte de mercadorias.

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O famigerado aeroporto precisa deixar de ser sonho. O atual na cidade, mesmo reformado e com condições bem melhores que anteriormente (quase um novo aeroporto) não consegue operacionalizar com chuva em razão de não ter os instrumentos necessários. Mesmo assim, o volume de cargas que se espera desse complexo logístico exigirá um aeroporto maior e com condições de receber e enviar mercadorias para outros lugares, sem falar no quantitativo de pessoas que vão usar o serviço de transporte aéreo. Logo, o aeroporto internacional da região do cacau se mostra como uma demanda urgente.

A Ferrovia de Integração Oeste-Leste (FIOL) sobrevive, mesmo diante dos cenários negativos que o projeto atravessa diante da escassez de recursos financeiros. A ferrovia integrada ao Porto Sul consolidará a região como um dos mais importantes complexos de exportação do País, especialmente, agronegócio e mineração. As ferrovias de transporte de mercadorias precisam de portos para terem um performance elevada. Essas intervenções dinamizarão outros municípios: Itabuna, Uruçuca, Itacaré e Ubaitaba, dentre outros.

A Ponte Salvador–Itaparica provocará um maior fluxo no litoral baiano, pois, poder-se—á sair de Salvador e alcançar todo o sul da Bahia em menor tempo. Certamente, impulsionará o turismo e provocará mudanças na região. O baixo-sul, que constantemente esteve menos integrado, agora, será uma rota de encontro e passagem, aproximando as regiões que, conectadas pelo mar e pela cultura do cacau, pouco estiveram interligadas, assim como o Recôncavo. Estamos muito mais interligado com o sudoeste baiano que com essas duas áreas geográficas. A BA-001 precisará ser redimensionada para dar conta do fluxo de carros e transporte de mercadorias.

Oxalá, quem sabe, no futuro, não se vislumbra a concretização de uma ponte que possa ligar Canavieiras a Belmonte, permitindo alcançar a Costa do Descobrimento e o extremo-sul mais rapidamente. E, sobre rodovias, é curiosa a nova BA – 649, que ligará Itabuna a Ilhéus, cujos traçados vão ajudar os moradores do outro lado do Rio Cachoeira e permitirão um novo ciclo de desenvolvimento. Entretanto, essas conquistas não podem estar dissociadas do planejamento urbanístico e de um sério acompanhamento dos órgãos instituídos e da sociedade civil.

Espera-se que quando dos 500 anos da Capitania de Ilhéus, toda a região esteja bem melhor e que a sociedade alcance efetivamente um desenvolvimento social elevado. O Estado da Bahia precisa estar atento para a necessidade de uma Região Metropolitana, cuja tarefa é ajudar na coordenação desses desafios e sonhos. Esses complexos atravessam muitas questões ambientais e não há desenvolvimento efetivo sem um olhar atento para a sustentabilidade. Muito menos a população de baixo poder aquisitivo deve ficar à margem da inclusão socioeconômica e dos debates.

Efson Lima é advogado e professor, doutor em Direito (UFBA) e membro da Academia de Letras de Ilhéus (ALI) e da Academia Grapiúna de Artes e Letras (Agral).

Prefeito Valderico Junior transmite cargo à vice-prefeita Wanessa Gedeon || Foto Nadson Carvalho
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O prefeito Valderico Junior (UB) partiu, nesta sexta-feira (23), em missão internacional à China. Antes, em solenidade com a presença do secretariado, passou o comando da Prefeitura de Ilhéus, de forma temporária, à vice-prefeita Wanessa Gedeon (Novo), também secretária municipal de Política para as Mulheres.

O gestor encara a viagem como oportunidade de prospectar negócios com o capital chinês. “Estou embarcando para uma missão muito importante. Estou indo até a China em busca de parcerias e investimentos para a nossa cidade. O nosso objetivo é claro: atrair novas empresas, gerar mais empregos e melhorar a renda da nossa população”, declarou em vídeo divulgado nas redes sociais.

“Ilhéus tem um potencial enorme e precisamos de aliados internacionais que acreditem na nossa terra”, acrescentou.

ILHÉUS-CHANCAY

A viagem do prefeito ocorre num contexto de reconstituição da diplomacia presidencial do Brasil com o país governado pelo Partido Comunista Chinês desde a Revolução de 1949. Apesar da mediação do Itamaraty, o governo Bolsonaro (2019-2022) era abertamente hostil ao maior parceiro comercial brasileiro. Neste mês, com a presença do presidente Lula na China, os dois países encaminharam tratativas que podem resultar em 27 bilhões de dólares (equivalente a mais de R$ 152 bilhões) em novos investimentos no Brasil, incluindo transporte.

A área interessa muito ao governador Jerônimo Rodrigues (PT), que integrou a comitiva brasileira na China. A ponte Salvador-Itaparica é um dos projetos de infraestrutura do Governo da Bahia com os chineses. Além disso, no mês passado, engenheiros do país asiático estiveram em Ilhéus para visita técnica às obras da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e do Porto Sul.

De acordo com o Governo Federal, o objetivo do grupo era avaliar a possibilidade da Fiol e do Porto Sul serem integrados a um projeto de conexão ferroviária entre o litoral brasileiro, no Atlântico, e o Porto de Chancay, próximo a Lima, no Peru, no oceano Pacífico. A comitiva também esteve no Rio de Janeiro e em Salvador. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, é entusiasta da alternativa ilheense.

Quando ainda governava a Bahia, em setembro de 2021, durante inauguração de ponte sobre o Rio Almada, no distrito de Aritaguá, em Ilhéus, disse que a Fiol e o Porto Sul faziam parte de uma atualização do sonho do engenheiro civil e político Vasco Neto (1916-2010), que propôs a Ferrovia Transulamericana, conectando os oceanos Atlântico e Pacífico, de olho numa nova rota de integração com a Ásia.

A Prefeitura de Ilhéus não antecipou detalhes da viagem internacional de Valderico Junior. Hoje paradas, mas consideradas estratégicas por segmentos regionais e nacionais, as obras da Fiol e Porto Sul estão na esfera de atuação do Governo Federal. No entanto, nada impede que o prefeito se junte ao coro petista na defesa dos projetos, como fez em abril, quando a Bahia Mineração (Bamin) o procurou para comunicar a paralisação da Fiol.

Secretário nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro desembarca em Ilhéus || Foto Elizangela Guimarães/ALMG
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O secretário Nacional de Transporte Ferroviário, Leonardo Ribeiro, e uma delegação da China desembarcam em Ilhéus, nesta quarta-feira (16), para visita técnica às obras do trecho 1F da Ferrovia de Integração Leste-Oeste (Fiol) e do Porto Sul. O objetivo, segundo o Ministério dos Transportes, é avaliar a possibilidade de conectar o Porto Sul, no oceano Atlântico, ao porto peruano de Chancay, no Pacífico.

O corredor bioceânico criaria uma rota estratégica para o comércio internacional, expandindo o comércio entre a China e a América do Sul, acrescentou a Pasta.

A Malha I da Fiol é composta por um trecho de 537 quilômetros, de Caetité, no centro-oeste do estado, a Ilhéus, no sul da Bahia. A integração ferrovia-porto visa garantir uma logística eficiente para o escoamento de cargas, segundo o Ministério. A concessionária Bahia Mineração S.A. (Bamin) é responsável tanto pelas obras do trecho ferroviário quanto pela construção do Porto Sul, que estão paradas (relembre).

A visita técnica está marcada para esta quarta-feira (16), às 11h, na unidade regional da Bamin, localizada no quilômetro 10 da rodovia Ilhéus-Itacaré (BA-001), no distrito de Aritaguá.

Suspensão de obra de ferrovia causa demissão em massa no sul da Bahia
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A suspensão da obra do trecho 1 da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), pela Bahia Mineração (Bamin), gerou a demissão de mais de 300 trabalhadores de municípios como Itabuna, Ilhéus, Uruçuca, Ubatã, Ubaitaba, Aurelino Leal e Gandu. Os desligamentos foram iniciados na terça-feira (1º) e devem ser concluídos na próxima semana.

Responsável pela obra, a Bahia Mineração (Bamin) confirmou dificuldades para assegurar o andamento da construção do trecho da ferrovia que ligará Ilhéus a Caetité, no oeste da Bahia. Informou, por meio de nota, que o Grupo ERG, responsável pela companhia, “permanece em busca de investidores que possam apoiar a implantação desta ação”.

Os investimentos da Bahia Mineração foram descontinuados depois de a empresa ter aplicado R$ 784 milhões no trecho da ferrovia. Em dificuldades financeiras, a Bamin e o Projeto Integrado (Mina, Ferrovia e Porto) estão à venda pela Eurasian Resources Group (ERG), grupo que controla a empresa.

Obra da Ferrovia Oeste Leste no sul da Bahia é suspensa || Foto Divulgação

APURAÇÃO DA ANTT

Por meio de nota, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) informou que acompanha de perto a evolução da execução físico-financeira do projeto, bem como o cumprimento das obrigações contratuais. Disse que em fevereiro deste ano notificou a concessionária sobre o desempenho abaixo do esperado no andamento das obras e que abrirá procedimento preliminar para apurar possível descumprimento contratual.

A ANTT explicou que, de acordo com o último acompanhamento do plano de investimentos, a Bamin concluiu a obra correspondente à Passagem Inferior na BA-262, localizada no km 1483+46, referente ao Lote 01F.

ANDAMENTO DO TRECHO II

A suspensão da obra no trecho Ilhéus-Caetité não deve comprometer, neste primeiro momento, o cronograma do restante de ferrovia. Em junho do ano passado, o Ministério dos Transportes emitiu ordem de serviço para conclusão do trecho II, que ligará Caetité a Barreiras.

Os investimentos são de R$ 365,2 milhões neste trecho. A empresa responsável pela obra é a Infra S.A, que informou que o trecho sob sua responsabilidade encontra-se com 69,9% de execução, com previsão de chegar a 100% de execução em 2027.

De acordo com o projeto do governo federal, a ferrovia terá cerca de 1.527 km de extensão e ligará o futuro Porto Sul, em Ilhéus, a Figueirópolis, em Tocantins, fazendo a conexão com a Ferrovia Norte-Sul. Mas esse sonho parece cada vez mais longe da realidade.

Armário Cultural reúne obras literárias e jogos educativos voltados ao público infantil em Ilhéus || Foto Darana
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Após quatro anos de implantado, o Armário Cultural, da Bamin, já beneficiou 16 comunidades de Ilhéus, no sul da Bahia, onde a empresa ergue o intermodal Porto Sul. O projeto consiste em estantes com livros e jogos educativos direcionados ao público infantil. De acordo com a empresa, são beneficiadas diretamente 450 pessoas.

Os armários ficam nas comunidades de Valão, Itariri (Badameiros), Barra, Lagoa Encantada, Urucutuca, Carobeira, Castelo Novo, Sambaituba, Aritaguá, Lava-Pés, Retiro, Vila Juerana, Vila Olímpio, Itariri e Mamoan. Neles, estão aproximadamente 1.700 itens, entre livros e jogos didáticos, fornecidos pela empresa de mineração. Periodicamente, os armários passam por manutenção e têm os seus acervos revisados.

O conteúdo dos armários é definido de acordo com as necessidades apontadas em cada localidade, faixa etária do público-alvo e proposta da comunidade. Os títulos dos livros são selecionados por meio de curadoria literária, feita pela coordenação do Programa de Valorização da Cultura (PVC).

Na escolha do material didático, prioridade para o conteúdo regional, buscando assim estimular o conhecimento da própria história das comunidades. São feitas buscas por meio de editoras e livrarias dentro das áreas de atuação da empresa, garantindo que os recursos empenhados sejam injetados na economia local.

Com os mesmos critérios, são escolhidos os jogos didático-pedagógicos, que contribuem de forma lúdica para o desenvolvimento intelectual. Sempre que há uma nova entrega de armário às comunidades, são realizadas dinâmicas culturais, como contação de histórias e pocket shows, com pequenas encenações teatrais de artistas da região.

“O Armário Cultural permite a democratização e ampliação do acesso à leitura e à educação. A ação vai muito além da entrega de livros, material didático e jogos educativos, pois propõe uma transformação de hábitos e valores de consumo consciente”, defende o coordenador de Relacionamento com Comunidades da Bamin, Ramon Chalhoub.

VALORIZAÇÃO DA CULTURA

O Programa de Valorização da Cultura (PVC) foi criado pela Bamin no Porto Sul para, segundo a empresa, estimular a produção cultural da região, além de preservar as tradições locais. Para isso, também são promovidas diversas atividades, como mutirões de cultura e ações de incentivo à leitura e ao resgate das memórias culturais.

Projeto Fio será debatido em audiências públicas || Foto Divulgação
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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou a realização de audiências públicas para a concessão à iniciativa privada da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e da Ferrovia de Integração Centro-Oeste (Fico). O período para os interessados encaminharem contribuições às propostas coordenadas pelo Ministério dos Transportes vai de 7 de fevereiro a 24 de março.

Além disso, estão previstas três sessões presenciais para a coleta de sugestões dos interessados. Uma delas foi marcada para o dia 12 de março, em Salvador. As outras audiências foram agendadas para Brasília, no dia 11 de março, no Setor de Clubes Esportivos Sul (SCES), trecho 03, lote 10, Projeto Orla Polo, e Cuiabá (MT), no dia 14 de março.

De acordo com o projeto do Governo Federal, a Ferrovia de Integração Oeste-Leste ligará o interior da Bahia ao Porto de Ilhéus, facilitando o escoamento da produção agrícola e mineral. Já a Ferrovia de Integração Centro-Oeste conectará o Mato Grosso à Ferrovia Norte-Sul, fortalecendo a logística do agronegócio.

Está previsto a implantação de cerca de 2,7 mil quilômetros de extensão de trilhos, atravessando os estados da Bahia, Tocantins, Goiás e Mato Grosso. As estradas de ferro serão interligadas à Ferrovia Norte-Sul e à Ferrovia Centro-Atlântica (FCA), fortalecendo a infraestrutura logística do país e impulsionando o escoamento da produção nacional.  O informe sobre as audiência foi publicado no Diário Oficial da União.

Nos últimos meses surgiram rumores de que a Ferrovia de Integração Oeste-Leste  pode não ser concluída. A inviabilidade do projeto, conforme especulam políticos e sindicalistas do sul da Bahia, poderá ocorrer com a entrada da Vale S.A  no negócio. A empresa estaria negociando a aquisição das operações da Bamin, hoje controladas pelo Eurasian Resources Group, de origem cazaque.  O assunto tem sido debatido pelas Câmaras de Vereadores de Itabuna e Ilhéus.

 

Manoel Porfírio fala em audiência sobre destino da Bamin || Foto CMI
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O presidente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Manoel Porfírio, considera inadmissível a possibilidade de mudança de rota da Ferrovia de Integração Oeste-Leste. O suposto cavalo de pau nos planos da Bahia Mineração se espalhou nos rumores que se seguiram à notícia de que o Governo Lula incentiva a Vale S.A – aquela do Rio Doce – a comprar as operações da Bamin, hoje controladas pelo Eurasian Resources Group, de origem cazaque.

A Bamin é dona da mina Pedra de Ferro, em Caetité, e responsável pela construção do trecho da Fiol que vai ligar o município do Alto Sertão baiano ao distrito de Aritaguá, em Ilhéus, onde a multinacional constrói o Porto Sul. Segundo os rumores, após eventual transação mina, a Vale não teria interesse econômico em investir nos dois equipamentos de infraestrutura de transporte e buscaria outro meio de escoamento do minério de ferro.

Nessa hipótese, o Porto se tornaria “descartável” e a Fiol poderia ganhar novo traçado. Até o momento, os governos federal e estadual não se manifestaram sobre o assunto, que tem sido tema de debates em Itabuna e Ilhéus. O mais recente ocorreu na sede do Legislativo grapiúna, ontem à noite, durante audiência pública. Foi lá que Porfírio disparou:

– Não precisamos de esmola, precisamos que a Vale termine a Fiol e o Porto Sul para termos geração de emprego e renda. Vamos levar esse debate para toda a população e vamos gritar para os governos que queremos a ferrovia aqui. Precisamos dizer que o sul da Bahia é maior que a Vale.

Até o momento, os governos federal e estadual não se manifestaram sobre o assunto.

COESÃO SUPRAPARTIDÁRIA

As pessoas que lotaram a Câmara testemunharam a coesão suprapartidária entre os membros da mesa. A opinião de que a chegada da Fiol e do Porto trará mais benefícios do que ônus ao sul do estado é compartilhada por petistas e vozes da direita. Nesse debate, Manoel Porfírio, vereador mais votado da história de Itabuna, quadro do PT, se alinha ao posicionamento do porta-voz do Movimento Ivasão Zero, Luiz Henrique Uaquim, que também compôs a mesa da audiência.

O encontro também contou com a presença de outros representantes do Legislativo itabunense e de vereadores de cidades como Ilhéus e Barro Preto, além de dirigentes de entidades da sociedade civil organizada.

TAC prevê construção de Centro de Triagem de Animais Marinhos no sul da Bahia
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Um Termo de Ajustamento de Conduta prevê a construção do primeiro Centro de Triagem de Animais Silvestres Marinhos (Cetas Marinho) da Bahia – e do Nordeste – e a modernização do Cetas Terrestre, no sul do estado. Mediado pelo Ministério Público da Bahia e pelo Ministério Público Federal, o TAC envolve o Governo da Bahia e a Bahia Mineração (Bamin). A Carta Convite para a contratação dos serviços foi publicada na última sexta-feira (17), informa o MP-BA.

A promotora de Justiça Aline Valéria Archangelo Salvador e o procurador da República Tiago Modesto, responsáveis pelo projeto, atuam na condução das ações previstas pelo TAC. A iniciativa contempla a elaboração de projetos executivos, assessoria técnica, contratação de empresas para execução das obras e fiscalização das atividades, sendo coordenada pelo Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio).

O acordo integra o projeto TCSA Porto Sul, que busca promover uma gestão ambiental integrada na área de influência do Complexo Portuário e de Serviços Porto Sul, localizado em Ilhéus, no sul da Bahia. O objetivo é proteger a biodiversidade, assegurar os serviços ecossistêmicos e mitigar os impactos causados pela instalação do complexo portuário.

O TAC prevê medidas como planejamento territorial com a produção de dados sobre uso e ocupação do solo e vegetação, o aprimoramento do monitoramento ambiental por meio de tecnologias e serviços técnicos, a avaliação ambiental integrada para controle e fiscalização, o fortalecimento da fiscalização com aquisição de equipamentos, a estruturação de unidades de conservação, a implementação de medidas de mitigação e compensação ambiental, além da criação de um Observatório Socioambiental para fortalecer a governança ambiental.

A mina Pedra de Ferro, da Bamin, em Caetité || Foto Divulgação
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A subseção da Ordem dos Advogados do Brasil em Itabuna promove, nesta terça-feira (21), às 9h, mesa redonda sobre a possível venda da Bahia Mineração à Vale S.A. Hoje, a Bamin é controlada pelo Eurasian Resources Group (ERG), do Cazaquistão. O debate será no auditório da OAB, na Rua Ruffo Galvão, nº 179, no Centro.

No final do ano passado, a Vale informou que avalia a possibilidade de comprar a Bamin, que é dona da mina Pedra de Ferro, em Caetité, no Alto Sertão da Bahia. O negócio também envolveria a participação da Bamin na Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol), no trecho que ligará Caetité a Ilhéus, no sul do estado, onde será construído o Porto Sul.

O ERG afirma que, até o momento, investiu US$ 1,2 bilhão na Bamin, o equivalente a R$ 7,2 bilhões. O volume de investimentos seria um dos parâmetros para a precificação da empresa. Na mesa redonda desta terça-feira (21), os participantes vão discutir quais poderão ser os impactos de um negócio dessa magnitude para os municípios do sul da Bahia.

Adélia celebra garantia de Lula de mais R$ 4,6 bilhões para o Porto Sul e o Porto do Malhado
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Adélia Pinheiro, candidata a prefeita de Ilhéus pelo PT, comemorou, hoje (23), a notícia de que o presidente Lula, o governador Jerônimo Rodrigues e o ministro da Casa Civil, Rui Costa, asseguraram investimento de R$ 4,58 bilhões do novo PAC para acelerar as obras do Porto Sul.

O martelo foi batido em uma reunião em Brasília, que também contou com a presença do deputado federal Josias Gomes e de Bebeto Galvão. “Esse investimento é mais um passo para virarmos a chave da mudança que todos nós desejamos”, celebra a professora, médica e ex-reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) por dois mandatos. “É o meu time comprometido em fazer mais por Ilhéus. E, comigo na Prefeitura, com experiência, competência, trabalho e dedicação, vamos fazer muito mais”, promete.

Também, no pacote, foi assegurado um aporte de R$ 19 milhões para dragagem e manutenção no Porto do Malhado. “Isso significa a criação de muitos novos empregos para o nosso povo, gerando mais renda para as famílias e fazendo nossa cidade voltar a ocupar o lugar de destaque no cenário nacional e internacional, como um polo de desenvolvimento e inovação”, pontua Adélia.

Trecho da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) || Foto divulgação
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A Infra S.A, empresa pública federal vinculada ao Ministério dos Transportes, emitiu ordem de serviço para a conclusão do trecho II da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol II), que liga Caetité a Barreiras. O investimento será de R$ 365,2 milhões, e a previsão para conclusão é de 26 meses a partir da assinatura da ordem de serviço.

A ordem de serviço abrange a elaboração dos projetos executivos de engenharia e a execução dos serviços remanescentes para a conclusão das obras de subtrechos, incluindo os últimos 140 quilômetros da Fiol II e a montagem de uma superestrutura ferroviária na ponte sobre o Rio São Francisco.

O novo trecho faz parte do sistema Ferrovia Centro Oeste – Ferrovia Oeste Leste (Fico – Fiol). “A ordem de serviço para a construção do último lote remanescente da Fiol 2 representa mais um passo da consolidação desse importante eixo de ligação”, afirma o secretário do PPI da Casa Civil do Governo Federal, Marcus Cavalcanti.

Cavalcanti destaca que o primeiro trecho da ferrovia, Fiol 1, está concedido a Bahia Mineração e que o trecho 2 será concluída como obra pública.  “O trecho 3 da Fiol será objeto de concessão. Estamos terminando os estudos do traçado até o mês de janeiro do próximo ano”. A Tec Engenharia será responsável pela execução do trecho II.

FERROVIA LIGARÁ A BAHIA AO ESTADO DE TOCANTINS

Com cerca de 1527 km de extensão, a Fiol ligará o futuro Porto Sul, em Ilhéus, no sul da Bahia, a Figueirópolis, em Tocantins, onde se conectará com a Ferrovia Norte-Sul.

A ferrovia tem o objetivo de estabelecer alternativas mais econômicas para os fluxos de carga de longa distância, favorecer a multimodalidade, interligar a malha ferroviária brasileira e propor uma nova alternativa logística para o escoamento da produção agrícola e de mineração por meio do terminal portuário de Ilhéus.

Na Bahia, a previsão é que a Fiol beneficie diretamente os municípios de Ilhéus, Uruçuca, Aurelino Leal, Ubaitaba, Gongogi, Itagibá, Aiquara, Itagi, Jequié, Manoel Vitorino, Barra da Estiva, Mirante, Tanhaçu, Aracatu, Brumado e Livramento do Brumado.

Além de Lagoa Real, Rio do Antônio, Ibiassucê, Caetité, Guanambi, Palmas de Monte Alto, Riacho de Santana, Bom Jesus da Lapa, Serra do Ramalho, São Félix do Coribe, Jaborandi, Santa Maria da Vitória, Correntina, São Desidério e Barreiras.

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Uma das áreas mais valorizadas de Ilhéus, a Praia dos Milionários, na zona sul, acaba de atrair um grande empreendimento imobiliário residencial pé na areia. Com infraestrutura de alto padrão, o Ilhéus Select será construído pelas empresas baianas Pelir Engenharia, B2 Engenharia e Portal Santo Agostinho em uma área de 15 mil metros quadrados.

São duas torres, Cravo e Canela, 88 unidades de 2, 3 e 4 suítes, com metragens de 95m² a 258m², gardens privativos, garagens cobertas e opções de personalização dos ambientes, com preços a partir de R$ 595.000,00. O projeto arquitetônico do Ilhéus Select é moderno e sustentável. Na sua concepção, reflete o carinho e o cuidado das empresas com o local.

A comercialização está sendo coordenada por Tennyson Nabuco, com a participação da Imobiliária Torres como a House do Stand, na Avenida Tancredo Neves, Rua D, no bairro Jardim Atlântico.

O EMPREENDIMENTO E A CIDADE

O empreendimento Ilhéus Select é dos exemplos do novo momento da cidade sul-baiana. Celebrizada mundialmente nos romances de Jorge Amado, com belas praias, natureza exuberante e rico patrimônio cultural e arquitetônico, Ilhéus vive um acelerado processo de retomada do desenvolvimento econômico e atrai novos investimentos.

O cultivo de cacau de qualidade superior e o impulso à produção do chocolate de origem, a consolidação do turismo e projetos importantes, como o Porto Sul e a Ferrovia de Integração Oeste-Leste, têm impactos positivos no boom imobiliário que a cidade vem experimentando, especialmente no litoral sul.

AS EMPRESAS

A Pelir Engenharia nasceu, cresceu e se consolidou com o propósito de transformar sonhos em realidade. Em quase 40 anos de atuação, a empresa construiu sua trajetória no mercado imobiliário baiano e brasileiro com respeito aos seus clientes, oferecendo projetos de alta qualidade, pensados com capricho em cada detalhe para cada público. É atual vencedora do Prêmio Ademi-BA 2023 nas categorias lançamento imobiliário do ano e empreendimento do ano, além de diversos outros prêmios, como FIEB em Desempenho Ambiental e Ouro no Prêmio de Qualidade do Sinduscon-BA.
A B2 Engenharia está há quase 10 anos no mercado de infraestrutura e construção de alto padrão. E acaba de dar mais um passo importante com o lançamento imobiliário do Ilhéus Select. Sua atuação abrange a Bahia e outros estados do nordeste, tendo em seu portfólio diversos tipos de projeto, incluindo empreendimentos imobiliários, edifícios públicos, hotéis de alto padrão, galpões logísticos e industriais, dentre outros.
Nascida em Ilhéus, a Portal Santo Agostinho Engenharia é referência em ações sustentáveis e atua há mais de 20 anos no mercado. É reconhecida pela qualidade de seus projetos, seu atendimento personalizado e sua preocupação constante com o meio ambiente. Já realizou diversos empreendimentos em Ilhéus e região, sempre reduzindo o impacto ambiental desde o projeto até a entrega da obra.