Adélia aponta Lula como puxador de votos para Jerônimo || Foto Divulgação
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A professora e médica Adélia Pinheiro fez avaliação do cenário político da Bahia e do país a menos de três meses das eleições, que ocorrerão no dia 4 de outubro. Para a pré-candidata a deputada federal pelo PT, o bolsonarismo dá sinais de enfraquecimento, enquanto o presidente Lula e o governador Jerônimo Rodrigues ganham tração para a disputa que se aproxima.

Uma das consequências desses movimentos, conforme avaliação da ex-reitora da Uesc, é um ACM Neto pressionado a repetir a estratégia derrotada nas urnas em 2022. Naquela disputa, o ex-prefeito de Salvador ficou “em cima do muro” em relação à corrida presidencial.

“Flávio Bolsonaro está em queda franca nas pesquisas e se movimentando de uma forma que somente atrai mais queda para ele, uma movimentação política que atrai muito desgaste”, afirmou a ex-secretária de Educação e de Saúde da Bahia, na segunda-feira (20), em entrevista ao podcast SuperBlogs.

De acordo com Adélia, apesar de ter o PL de Bolsonaro como aliado, ACM Neto evitará novamente o confronto com a força do lulismo na Bahia. “Ele não pode descer do muro. Ele não pode dizer que é contra Lula, porque atrai contra si uma parcela significativa da população que vota em Lula, não abre mão de votar em Lula e desconfia de quem fala contra [o presidente da República]”, declarou.

PGP LITORAL SUL

Já o governador Jerônimo Rodrigues, ainda conforme a análise da pré-candidata, tem colhido a gratidão e o reconhecimento pelo trabalho que desempenhou ao longo dos últimos três anos e meio, inclusive no sul do estado, que recebeu a edição mais recente do Programa de Governo Participativo.

“Tivemos na semana passada o PGP, o Programa de Governo Participativo, em Itabuna, onde reunimos, certamente, mais de 13 mil pessoas”, apontou.

Professora Rita Messias deixa muitas lembranças boas
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Faleceu nesta quinta-feira (7) a escrivã da Polícia Civil da Bahia e professora Rita Messias Barreto, de 66 anos. Internada no mês passado no Hospital Calixto Midlej Filho, em Itabuna, a servidora lutava contra um câncer. Chegou a ser tratada com quimioterapia e foi submetida a procedimento cirúrgico, mas não evoluiu. No final do mês passado, os médicos deram mais 10 dias de vida. Ela lutou bravamente e conseguiu resistir por dois dias além do previsto.

Rita Messias Barreto é de uma família de professoras em Itajuípe, onde lecionou. Formada em Biologia, foi professora também na cidade de Itapitanga. Era funcionária concursada do Estado da Bahia, lotada como escrivã na Secretaria de Segurança Pública. Estava atuando no município de Valença, no baixo-sul do estado, até o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.

Rita Messias deixa muitas histórias para serem contadas por seus familiares e amigos. Não havia tristeza onde ela estava. Dona de um coração enorme, tinha facilidade de fazer amizade e gostava de convidar os amigos mais próximos para uma moqueca de peixe, que comprava em Valença. A resenha e muita risada não faltavam por onde ela passava.

A servidora pública era uma mulher dedicada à família, conforme relata sua sobrinha, a professora Tânia Regina. “Era tão querida que recebeu visita todos os dias em que esteve internada em Itabuna. Para se ter uma ideia, nesse curto período, foi visitada por mais de 30 sobrinhos no hospital. Ela lutou como pôde. Deixa esse legado de defender a família, gostar da união entre nós”, contou Tânia Regina, muito emocionada.

O corpo de Rita Messias é velado na Rua Alcino Nascimento, número 307, centro de Itajuípe. O sepultamento está previsto para acontecer nesta sexta-feira (8), a partir das 16h30min, no cemitério local.

Estudante e mãe foram sequestrados por bandidos na BR-101, no sul da Bahia
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A professora universitária Michele Moreira, de 45 anos, o filho dela, Pedro Oliveira, 21, viveram momentos de pânico durante a noite de segunda-feira (16), quando saíram de Salvador com destino a Ilhéus, via BR-101. Os dois passaram férias no Maranhão, e foram sequestrados quando trafegavam pela rodovia, já no sul da Bahia.

Por volta das 20h30min, depois que passaram por Itamarati (distrito de Ibirapitanga), o carro de Michele (modelo Onix, placa QTY-1C47) foi interceptado por outro veículo com cinco bandidos fortemente armados. Quando o carro dos assaltantes estava emparelhado com o da professora, um dos bandidos apontou uma arma de fogo e aos gritos conseguiu que ela parasse no acostamento, relataram ao Blog do Gusmão.

Com mãe e filho rendidos, três roubaram o carro interceptado e dois levaram as vítimas no outro veículo. Segundo Michele, os bandidos entraram numa estrada de terra e fizeram uma viagem de 90 minutos (aproximadamente) até uma área de mata sem qualquer iluminação. Durante o trajeto, várias vezes Pedro foi ameaçado de morte, levando Michele a implorar pela vida do filho.

DIFICULDADE NA MATA FECHADA

Em seguida, Michele e Pedro foram jogados na mata com a expectativa de serem baleados a qualquer momento. Pedro, que tem 5 graus de miopia, teve os óculos roubados, e por isso, se deslocou com extrema dificuldade pela área de floresta. No deslocamento, Michele tropeçou e ficou muito arranhada.

Cerca de 30 minutos depois, os dois perceberam silêncio e decidiram ficar parados dentro da mata. Após outro tempo de espera, decidiram caminhar sem rumo até encontrar algumas casas numa localidade que eles não sabem identificar.

Michele e Pedro pediram socorro e não foram atendidos nas primeiras tentativas. Após muita insistência e desespero, uma moradora deu uma lanterna para que eles andassem até o asfalto. Os dois caminharam cerca de 40 minutos até a rodovia.

No percurso Michele caiu num pequeno barranco e quase torceu o pé. Ao chegarem no asfalto, pediram socorro aos caminhões que passaram, não foram atendidos e continuaram andando até um assentamento rural conhecido como Entre Rios.

Novamente pediram socorro em frente às casas que encontraram, até que um homem chamado Rubens se sensibilizou com a situação, conseguiu acalmá-los e os transportou até Ubaitaba, onde registraram ocorrência no comando da Polícia Militar. Rubens também emprestou um celular para que Michele e Pedro via Instagram mantivessem contato com a família em Ilhéus.

Familiares foram buscá-los em Ubaitaba e os dois chegaram em Ilhéus às 4h da madrugada desta terça-feira (17).

Os bandidos levaram celulares, uma determinada quantia em dinheiro, um notebook, documentos, cartões de crédito e o carro de Michele, que é professora do curso de enfermagem da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc). Pedro estuda Direito na mesma instituição.

Segundo a Polícia Civil de Ubaitaba, seis assaltos do tipo, com mortes, aconteceram nessa região nos últimos dois meses. As vítimas disseram que os assaltantes são jovens. As informações são do Blog do Gusmão.

Destino correto para o lixo orgânico
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A professora Elizama Aguiar, da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), junto a seu grupo de pesquisa, composto pelos estudantes Frederico Lobo e Gabriel Albuquerque, encontrou uma maneira dar um destino para resíduos agroindustriais, como cascas e bagaços.

O que antes era descartado, agora tem potencial para ser hidrolisado — processo químico e enzimático que envolve a quebra da celulose da matéria-prima em açúcares — para se obter bioetanol. A professora ressalta que o material utilizado é facilmente obtido, além de ter uma conexão econômica com a região sul da Bahia, por se tratar de dois componentes abundantes pelo local: o cacau e o malte.

Do cacau são obtidas as cascas e do malte, o bagaço. Elizama explica como funciona o processo de transformação. “A hidrólise consiste em submeter os resíduos a uma primeira etapa com solução ácida fraca e calor, para, posteriormente, aplicar soluções enzimáticas” conta.

A professora afirma que as melhores condições destas etapas foram investigadas de forma a se obter maiores concentrações de açúcares fermentescíveis”. Segundo ela, os resultados obtidos são promissores, pois permitiram a redução de cerca de 50% da massa de resíduos e com a continuidade dos estudos será possível otimizar a hidrólise e a fermentação.

PRODUTORA HISTÓRICA 

Elizama Aguiar destaca o fato de a região de Ilhéus ser uma produtora histórica de  cacau no Brasil e como as cascas são acumuladas no campo logo após a quebra do fruto para obtenção da polpa e das sementes. “O acúmulo destas cascas no campo pode, por exemplo, resultar em um foco de contaminação do fungo causador da doença ‘vassoura-de-bruxa’ que já trouxe muitos prejuízos à região. Assim, é de grande importância apresentar novas aplicações para este resíduo”.

Além disso, devido à crescente popularização da produção de cervejas artesanais em todo o território nacional, foi também selecionado o bagaço de malte para ser empregado em combinação com as cascas de cacau. O bagaço é gerado durante a produção das cervejas, logo após a etapa de malteação”.

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Acusado de encomendar a morte da ex-namorada, segundo o MP-BA

O servidor público Antônio Roberto Freitas Valverde Júnior foi preso, nesta quinta-feira (18), em Alagoinhas, após a Justiça expedir mandado de prisão preventiva a pedido do Ministério Público da Bahia. Ele é acusado pelo MP-BA de ser o mandante do assassinato da professora universitária e enfermeira Rosângela Gomes Costa, sua ex-namorada.

Rosângela Gomes foi  morta a facadas no dia 20 de abril de 2017, no interior da residência dela, na Rua Margem da Linha, em Alagoinhas. Caso teve grande repercussão à época (relembre aqui).

Segundo a denúncia, oferecida pelo promotor de Justiça Gilber Santos de Oliveira, Antônio Valverde prometeu pagamento de R$ 1,5 mil para Edson Alves dos Santos e Lenildo Santos da Silva, denunciados como autores do feminicídio.

Conforme o documento, Antônio Roberto “decidiu” mandar matar a ex-namorada em razão de ciúmes. A autoria intelectual do assassinato foi apurada por meio de investigação realizada pelo MP, com auxílio da Coordenadoria de Segurança Institucional e Inteligência (CSI) do órgão e também da Polícia Federal.

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Professora ilheense (à esquerda) foi sepultada nesta sexta. À direita a motorista do carro|| Fotomontagem Correio

O corpo da professora Geovanna Alves Lemos, 41 anos, morta durante um acidente de trânsito, no bairro da Pituba, foi enterrado no Cemitério Campo Santo, na Federação, na tarde desta sexta-feira (16). Familiares, amigos, alunos e colegas de profissão da professora de balé lotaram a cerimônia para prestar as últimas homenagens à vítima de uma colisão na Avenida ACM – a motocicleta em que ela estava foi atingida pelo carro da médica Rute Nunes Oliveira Queiroz, 49.
Gigi, como era conhecida, era filha única e morava com a mãe, uma idosa de 73 anos, na Barra. Ela era de Ilhéus, no Sul do estado, e veio para a capital quando ainda era pequena. A vítima era formada em Dança pela Ebateca e pela Universidade Federal da Bahia (Ufba), e atualmente cursava os últimos períodos da graduação de Pedagogia.
A familiar disse que não tinha muitas informações do acidente e que, agora, todos estavam preocupados com a situação da mãe de Geovanna, conhecidada como Vidinha, que foi ao velório, mas não conseguiu ficar no enterro.
Autuada em flagrante por homicídio pela morte da professora de balé Geovanna, a médica Rute Nunespagou R$ 4 mil pela liberdade no mesmo dia que foi conduzida à 16ª Delegacia (Pituba). Ela dirigia o veículo Kia Sportage envolvido no acidente que matou Geovanna na Avenida ACM, bairro da Pituba, na quinta-feira (15). Leia mais

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A performance da professora se encaixou nas necessidades asrtísticas da banda
A performance da professora se encaixou nas necessidades artísticas da banda

Virou artista. A professora de 28 anos que foi demitida de uma escola do ensino fundamental em Salvador após a divulgação de um vídeo em que ela aparece dançando a música ‘Todo enfiado’ já encontrou nova ocupação. Como não conseguiu emprego nas escolas da capital, ela vai virar dançarina da própria banda que revelou seus dotes para o mundo.

A estréia é hoje. “Desde o início a banda se propôs a ajudar. Ela não queria, mas como não conseguiu outro emprego e a entrega de currículos não teve êxito, ela decidiu aceitar. A proposta é muito boa”, diz a empresária da professora.

O valor da proposta não foi revelado e o tempo de contrato ainda está sendo discutido. O vídeo em que a professora aparece fazendo a coreografia da música “Todo enfiado” já teve mais de 100 mil acessos no site youtube.com. O advogado da professora ainda tenta, na justiça, tirar da web e proibir qualquer forma de exibição do vídeo em que ela apareça.

Com informações do g1.com