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Rodoviários param em protesto contra condições de trabalho (Foto Fábio Roberto/Pimenta).

O usuário de ônibus em Itabuna foi surpreendido ao meio-dia desta sexta-feira com a paralisação de mais de uma hora. Os rodoviários cruzaram os braços e denunciam “maus tratos” e jornada diária de até 20 horas para motoristas e cobradores. O passe-livre da categoria também foi extinto.
– O pessoal tá dobrando direto. Pega 4 horas da manhã, encerra à meia noite e [as empresários] mandam trabalhar novamente, no outro dia. Quem se recusa é demitido por justa causa – denuncia o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Joselito Paulo, “Pé de Rato”.
Segundo o rodoviário, a jornada de até 20 horas de trabalho por dia tem causado cada vez mais acidentes. “Os companheiros ficam sem nenhuma condição de trabalho. As empresas não querem contratar mais funcionários”. A paralisação atingiu as empresas São Miguel e Rio Cachoeira (transporte urbano) e Rota (intermunicipal).
Presidente do Sindirod fala sobre o protesto. Ouça:

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Sabe aqueles buracos que fazem aniversário e se tornam parte da nem tão bela paisagem itabunense? Pois é, um deles se encontra em uma das principais ruas do bairro da Conceição, a Hercília Teixeira, bem perto do semáforo no cruzamento com a Félix Mendonça.
A “cratera” inspirou um comerciante daquelas imediações a protestar de um jeito bem-humorado. Na quinta-feira, 1º, ele  sugeriu que transformassem o lugar num “pesque-pague”. Ontem (02), quando este blogueiro estava indo assistir ao “laranjaço”, deparou, no meio da rua, com a placa que dizia: “Estamos caçando tatu” (cuidado com o Ibama!).
O comerciante diz que vai continuar protestando, até que a Prefeitura se digne a por um fim no tal buraco. Mas só não pode fazer como os da balaustrada da ponte Góes Calmon, que foram pintados sem qualquer conserto.

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Ônibus foi destruído em protesto às margens da BR-101 (Foto Pimenta).

Um ônibus da Rota Transportes foi incediado por volta das 9 horas deste sábado (19), na BR-101, trecho São José da Vitória. Passageiros, insuflados por donos de lotações, se revoltaram após o atraso de duas horas numa das linhas que servem ao município sul-baiano. O prejuízo da empresa é de aproximadamente R$ 130 mil.

O grupo também teria apedrejado outros seis ônibus da Rota, detentora do monopólio no transporte intermunicipal na região. Os protestos começaram após semanas de repressão ao transporte alternativo – irregular – no sul da Bahia. Os passageiros reclamam de atrasos constantes da Rota.

A repressão é feita por fiscais da Agerba, com apoio do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR). Os atingidos pela fiscalização suspeitam de interesses da empresa na “repressão” exercida pela agência estadual que monitora serviços de transporte e abastecimento. A Rota Transportes ficou de se pronunciar ainda hoje sobre o ato de vandalismo.

Ônibus foi destruído em São José da Vitória (Foto Pimenta).
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Quebra-molas é indicado apenas por uma placa ao lado, sem tempo para o motorista se preparar (foto Xilindró Web)

A falta de sinalização adequada na avenida José Soares Pinheiro, para alertar condutores de veículos da presença de dois quebra-molas, conforme denunciado hoje à tarde por este blog, resultou em um protesto no início da noite.

Moradores das proximidades atearam fogo em pneus e chegaram a interromper o tráfego por alguns instantes na avenida. A Polícia Militar foi acionada e conteve a manifestação sem enfrentar reações.

Os quebra-molas são indicados apenas por placas instaladas ao lado, sem aviso pelo menos 50 metros antes , como seria o correto. Por conta disso, os motoristas não veem o redutor a tempo e acabam freando bruscamente, o que é causa de muitas colisões no local.

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Polícia foi chamada para conter os ânimos no Itaú (Foto Pimenta).

Trabalhadores da FM Construtora fizeram protesto na porta da agência do Itaú, na praça Manuel Leal, centro de Itabuna, por volta das 16h. De acordo com Joilson Santos, representante do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria da Construção Civil (Sintracon), esta é a quarta vez que os operários chegam a uma agência bancária e são informados de que “o salário ainda não está na conta”.

Diante do protesto dos trabalhadores, homens e duas viaturas da Polícia Militar foram acionados para conter o princípio de tumulto na porta do banco. “Toda vez é isso aí, sempre chamam a polícia para trabalhadores. O pessoal trabalhou 30 dias, quer o seu dinheiro. Aqui não tem bandido, tem trabalhador”.

O Sintracon, anuncia Joilson, acionará judicialmente a FM Construtora. “A cada mês, mudam de banco. É Itaú, é Caixa Econômica. Do jeito que está, não pode ficar”. Os operários da FM trabalham nas obras do Minha Casa, Minha Vida, no bairro São Roque, onde estão sendo construídos 996 apartamentos populares. A obra é tocada com recursos federais e tem investimento de R$ 40 milhões, via Caixa Econômica.

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Do Radar 64

Advogados vão paralisar as atividades em Eunápolis na próxima quinta-feira (6), para participar de uma manifestação de protesto que está sendo organizada pela subseção local da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

A subseção quer, inicialmente, o retorno dos servidores do município que atuavam nas diversas varas da Comarca local e foram devolvidos, em meados do mês passado, ao serviço público municipal por ordem do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA).

De acordo com a vice-presidente da entidade, Roberta Tutruti, que coordena a comissão incumbida de organizar a mobilização, o que se exige é melhor condição de trabalho, tanto fisicamente como em quantidade de pessoal, uma vez que “depois da devolução dos servidores da administração municipal, o serviço ficou impraticável, tanto para os advogados como para a Justiça”.

Assim, a dirigente da OAB defende o retorno desses servidores, mas explica: “O correto é que haja concurso e o Judiciário tenha serventuários concursados. Mas, em razão da presidente do tribunal ter falado que não há previsão de concurso, somos favoráveis à volta dos servidores, uma medida que sabemos ser paliativa, as é uma maneira de a gente poder trabalhar”.

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Paralisação de 24h afeta Uesc.
Os professores das quatro universidades estaduais baianas cruzam os braços, nesta quarta (28), para forçar o governo a sentar à mesa e discutir a campanha salarial 2010. Está programada uma manifestação no Centro Administrativo da Bahia, onde fica a sede do governo baiano.

De acordo com relatório da associação dos docentes da Uesc (Ilhéus), a Bahia paga, na média, o segundo pior salário aos professores universitários do Nordeste. Caso os representantes do governo não se abram ao diálogo, a categoria promete greve, conforme anuncia o professor Valter Silva, da associação de docentes da Uesc.

O governador Jaques Wagner e o secretário de Educação, Oswaldo Barreto, por certo, estarão mais sensíveis neste ano… eleitoral.

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Policias do TOR, vereador e produtores negociam (Foto Clóvis Júnior).

Pequenos agricultores de Lava-pés, em Ilhéus, interditaram a BA-262 por cerca de sete horas, nesta segunda-feira, em protesto contra as condições da estrada vicinal que liga a rodovia ao povoado. O protesto começou às 4h da manhã e foi preciso a intervenção do Tático Ostensivo Rodoviário (TOR), da Polícia Militar, e negociação do vereador Rafael Benevides para que o tráfego fosse liberado.

Os produtores fecharam a rodovia com troncos de madeira e atearam fogo em pneus. Arlindo Velano Filho, um dos líderes da manifestação, disse que o sofrimento é grande. A estrada vicinal ruim impede crianças e jovens de chegar à escola e pessoas doentes são transportadas em animais até a rodovia para receber atendimento médico.

A prefeitura alega dificuldades para fazer manutenção dos mais de 1,2 mil quilômetros de estradas vicinais de Ilhéus e espera participação do estado para o trabalho.

Rodovia que liga BR-101 ao litoral ilheense ficou interditada por 7 horas (Foto Clóvis Júnior).
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Os trabalhadores das indústrias têxtil e de calçados de Itabuna fizeram uma paralisação de advertência, hoje, entre as 5h30min e 7h30min. A categoria está em campanha salarial e não aceita que as empresas Penalty e Trifil concedam reajuste de apenas R$ 2,00 acima do salário mínimo.

Ônibus utilizados no transporte de funcionários da Trifil ficaram retidos na ponte César Borges, no bairro São Caetano, por duas horas. A Trifil e a Penalty empregam cerca de 2.500 trabalhadores em Itabuna. Os protestos são liderados pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Têxteis e de Calçados de Itabuna e Região (Sintratec).

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Representantes do Sindicato dos Trabalhadores em Limpeza do Estado da Bahia (Sindlimp) fizeram manifestação em frente à porta da Marquise S/A, em Ilhéus. Eles protestavam contra a insensibilidade da empresa, que negou assistência a um funcionário vítima de acidente de trabalho.

Segundo o sindicato, a empresa não quis cobrir as despesas médicas do funcionário. O protesto também atingiu o serviço de limpeza pública de Itabuna, também na segunda-feira.

Quanta sensibilidade…

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Chefe de gabinete dialoga com professores da porta pra fora (Foto Fábio Roberto).

Os mais de 150 professores da rede municipal deixaram o centro administrativo Firmino Alves sem conseguir falar com o prefeito Capitão Azevedo.

Os educadores fizeram protesto na prefeitura exigindo a permanência do secretário de Educação de Itabuna, Gustavo Lisboa, demissionário após uma série de retaliações partidas da Secretaria da Fazenda e consentidas pelo prefeito Azevedo.

Os educadores ouviram “uma palavrinhas” do chefe de Gabinete, Ivan Krebs, e foram enxotados por seguranças do prefeito de Itabuna. O protesto começou por volta das 9h e durou mais de ruas horas (confira post abaixo).

Ontem à noite, Azevedo e Gustavo conversaram, mas ninguém sabe o que foi decidido por ambos nem se o secretário continua no cargo. Lisboa responde pela Educação desde janeiro de 2005 e foi mantido no cargo após a posse de Azevedo pela qualidade do trabalho.

Professores se aglomeraram no pátio do centro administrativo.
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Até hoje o radialista Val Cabral comemora a agressão de uma funcionária da Emasa, que atirou tinta a óleo no grupo que protestava contra aumentos abusivos na conta de água (reveja aqui). “O evento foi um fiasco total, não deu 30 pessoas. Era vergonhoso para nós”, comenta o radialista.

Ele agora se diz animado a voltar com os “protestos”. “Ela nos colocou em uma situação muito boa. O evento repercutiu como não aconteceria de forma alguma, se tudo fosse dentro da normalidade. Vamos continuar. Ela nos deu força, nos levantou”.

Relembre o vídeo ou clique no play.

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Protesto interditou BR-415 por mais de 40 minutos (Foto Leandro Queirozz).
Protesto interditou BR-415 por mais de 40 minutos (Fotos Leandro Queirozz).

O trecho Itabuna-Ibicaraí da rodovia BR-415 ficou interditado por quase uma hora na manhã desta quarta-feira (4). Era um protesto contra a medida do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), que determinou a extinção da Comarca de Barro Preto a partir de 1º de janeiro. A pista ficou interdita na altura do entroncamento de acesso ao município afetado pela decisão do tribunal.

A medida é considerada um retrocesso por políticos e advogados do município sul-baiano. O Tribunal de Justiça alega economia com a medida. Os processos do judiciário local – que opera com vara única – serão redistribuídos na comarca de Itabuna ou Itajuípe, município que já responde pelo eleitoral de Barro Preto (ex-Governador Lomanto Júnior).

A mobilização desta quarta tenta demover a presidência do TJ do ato fatal. Uma das alternativas é que a comarca barropretense também assuma processos da vizinha Itapé, cuja demanda é hoje atendida em Itabuna. A proposta é defendida pelo advogado Ruy Correa e pelo juiz Eros Cavalcanti, titular da comarca, além do prefeito Adriano Clementino e vereadores.

Pista interditada causou irritação em motoristas alheios ao protesto.
Pista interditada causou irritação em motoristas alheios ao protesto.
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Aprovados em concurso protesto por convocação.
Aprovados em concurso fazem protesto por convocação.

O prefeito Capitão Azevedo (DEM) foi à festa peemedebista em Itabuna, mas não conseguiu se desvencilhar de problemas de ordem administrativa. Cerca de 70 aprovados em concurso fizeram protesto no evento para que o prefeito os convoque logo, atendendo ao determinado em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), assinado com a Procuradoria do Ministério Público do Trabalho em Itabuna, há três meses.

Vestidos de preto, os aprovados em concurso exibiram faixas cobrando a convocação e bandeiras pretas em sinal de protesto contra Azevedo. De acordo com a Associação dos Profissionais Concursados da Prefeitura de Itabuna, 216 aprovados ainda não foram chamados, apesar da pressão do Ministério Público Federal do Trabalho. Dos que ainda aguardam convocação, 143 são agentes comunitários de saúde.