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Senadora afirmou que seu partido sempre foi leal ao PT (foto Divulgação)
Senadora afirmou que seu partido sempre foi leal ao PT (foto Divulgação)

A senadora Lídice da Mata (PSB) dirigiu sua artilharia contra o PT durante lançamento do livro Convivendo com o Semiárido, nesta sexta-feira (31), em Juazeiro.
Ao lado de correligionários com o ex-petista Joseph Bandeira, Lídice afirmou que seu partido não tem nenhuma dívida a ser quitada com os petistas. “Se há um partido que não pode se queixar do PSB é o PT. Porque sempre o apoiamos nos momentos difíceis, inclusive nos seus consecutivos projetos de lançar carreira solo”, disse a senadora.
A socialista também descartou qualquer possibilidade de vir a desistir da candidatura ao governo e ingressar como vice na chapa de Rui Costa. Segundo ela, o PT errou ao escalar cinco membros do partido com pré-candidatos ao governo.
“Só o PT pode? Só o PT tem políticos competentes? Só o PT é bom? Nós não concordamos com essa política”, desabafou Lídice.
 

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paulosoutoO democrata Paulo Souto define até a próxima sexta (31) se será o candidato das oposições, segundo informa o site Política Livre. Foi o prazo pedido à cúpula do seu partido, o DEM, na Bahia.
Caso Souto não assuma a “parada”, Geddel Vieira Lima, do PMDB, deverá ser o “ungido”. De acordo com o site, o prefeito de Salvador, ACM Neto, tem feito todo o esforço possível para que Souto participe da disputa.
Geddel Vieira Lima, naturalmente, fica à espreita e no sonho de ir à forra, novamente, contra o PT de Jaques Wagner e de Dilma Rousseff, esta sua nova desafeta.
O vice de Souto será o ex-prefeito João Gualberto, de Mata de São João. O empresário, filiado ao PSDB, foi lançado na política pelo ex-governador.
A base governista definiu o nome de Rui Costa, da Casa Civil, como candidato à sucessão de Wagner. E da própria base surgiu outro nome, o da senadora Lídice da Mata (PSB), cujo partido saiu do governo, mas admite que não fará campanha contra a gestão de Wagner.

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Eliana Calmon será candidata ao Senado em 2014.
Eliana Calmon será candidata ao Senado em 2014.

A ministra baiana Eliana Calmon deixa no dia 18 de dezembro a magistratura, antecipando, deste modo, a sua aposentadoria, como estava previsto. Ela protocolou na última sexta feira o pedido de afastamento e no dia subsequente à sua saída, o PSB, através do seu pré-candidato a presidente da Republica, Eduardo Campos,  anuncia, em festas, a sua filiação no partido.

Eliana será candidata ao Senado pela Bahia, ao lado da senadora Lídice da Mata, candidata a governadora. Será, assim, uma dupla de mulheres que poderá gerar no Estado um terremoto político, balançando os demais candidatos aos dois cargos. Eliana é uma das magistradas mais sérias e corretas do judiciário brasileiro, está atualmente no Superior Tribunal de Justiça e foi corregedora do CNJ. Perde a magistratura e ganha a política.  Samuel Celestino / Bahia Notícias.

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Dilma amplia vantagem eleitoral, segundo Ibope.
Dilma amplia vantagem, segundo Ibope.

A presidente Dilma Rousseff (PT) conseguiu aumentar sua vantagem eleitoral na pesquisa Ibope/Estadão. No cenário principal, Dilma vai de 41% a 43%, enquanto Aécio Neves (PSDB) mantém 14% das intenções de voto e Eduardo Campos (PSB) desliza de 10% para 7%, quando comparados os percentuais divulgados em 24 de outubro e nesta segunda (18).

Dilma salta de 39% para 42% no cenário com Aécio Neves (13%) e Marina Silva (PSB), que caiu de 21% para 16%. Neste cenário, a vantagem de Dilma para os adversários saltou de 5 para 13 pontos percentuais.

O cenário com José Serra é o melhor para as oposições, mas o tucano é o mais rejeitado pelo eleitor. Serra obtém de 17% a 19%, a depender do candidato do PSB.

Apesar destes dados positivos para a presidente, 62% dos eleitores consultados querem mudanças no governo e 12% falam em um novo governo de continuidade. A pesquisa Ibope/Estadão consultou 2.002 eleitores, no período de 7 a 11 de novembro, em 142 municípios.

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Dilma lidera intenções de voto e venceria no primeiro turno.
Dilma lidera intenções de voto e venceria no 1º turno.

Feita de 31 de outubro a 4 de novembro, a pesquisa CNT/MDA traz a presidente Dilma Rousseff reeleita em primeiro turno numa disputa contra Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB). A petista alcança 43,5% das intenções de voto contra 19,3% de Aécio e 9,5% de Eduardo Campos.

A folga da presidente e candidata à reeleição cai consideravelmente quando Marina Silva, do PSB, entra na disputa, substituindo Eduardo Campos. Dilma atinge 40,6%, enquanto Marina alcança 22,6% e Aécio crava 16,5%.

Embora os percentuais de Marina e Aécio somados (39,1%) sejam inferiores ao de Dilma (40,6%), a diferença está dentro da margem de erro da pesquisa (2,2 pontos percentuais, segundo o instituto).

A pesquisa ouviu 2.005 eleitores em 135 municípios de 21 estados, segundo a MDA.

ESPONTÂNEA

A presidente Dilma também lidera a pesquisa na modalidade espontânea, quando o eleitor diz em quem pretende votar sem que nomes sejam apresentados pelo instituto. A petista chega a 18,9% das intenções de voto ante 7,% do ex-presidente Lula, 6,7% de Aécio e 5,6% de Marina. Campos atinge 2,2%.

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Gilka demite 240 contratados.
Gilka demite 240 contratados.

A prefeita de Itajuípe, Gilda Badaró (PSB), acaba de demitir 240 servidores municipais. A área mais afetada pela decisão da prefeita foi a saúde. A pasta teve cem contratados demitidos.

A decisão foi tomada para “aliviar” a folha. Internamente, a prefeita teme que suas contas sejam reprovadas devido ao gasto com pessoal, que superava o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), que é de 54% das receitas líquidas.

De acordo com informações obtidas pelo PIMENTA, os trabalhadores foram demitidos com a promessa de recontratação em fevereiro. A leva de demissões de contratados deve atingir outros municípios sul-baianos. Em Buerarema, o prefeito Guima Barreto (PDT) pretende demitir 200 contratados.

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Wagner e Lídice, separados por um pernambucano
Wagner e Lídice, separados por um pernambucano

É “prego batido e ponta virada”. A senadora Lídice da Mata (PSB) será candidata ao governo baiano, mesmo sem o apoio do governador Jaques Wagner, mas o PSB somente deixará os cargos que ocupa no Estado (no primeiro escalão, apenas a Secretaria de Turismo), em dezembro. No caso, sai na mesma leva dos demais ocupantes que pretendem disputar mandato eletivo.

Lídice, no entanto, faz discurso conciliatório. Ela diz entender a situação de Wagner, mas pondera que não poderia negligenciar o projeto nacional do PSB, que tem o governador pernambucano Eduardo Campos como candidato a presidente. De acordo com a senadora, não há que se falar em rompimento nem de sua ida para o campo oposicionista.

Numa demonstração de que, até prova em contrário, o divórcio é amigável, Lídice afirmou ao jornal A Tarde:

– O governador já disse que não nos apoiará, o que não quer dizer que eu seja uma candidatura da oposição. Apenas não serei a candidata do governador e da base do governador.

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lidnilo

Ao mesmo tempo em que tenta conseguir o que é praticamente impossível: ser a candidata de Wagner para encabeçar a chapa majoritária em 2014, a senadora Lídice da Mata (PSB) opera em outra frente. A estratégia é atrair o presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo (PDT), para sua chapa. No caso, Nilo seria o candidato a vice.

Em tempo: o deputado ainda tenta, assim como a senadora, obter as bênçãos do governador para uma sonhada candidatura ao principal cargo político do Estado. Caso não consiga, a união com o PSB poderá se tornar uma opção.

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marco wense1Marco Wense

Tudo aquilo que a Marina não é mais, diria o jornalista Marcelo Coelho, agora não tão sobressaltado e atônito como antes, já que naquele tempo ainda se acreditava em “papai Noel”.

O jornalista Marcelo Coelho, em artigo na Folha de São Paulo, fevereiro de 2002, com o título “Tudo aquilo que o PT não é mais”, analisou o começo da derrocada ideológica do Partido dos Trabalhadores.

Na época, o PT flertava com o PL em troca de alguns minutos no horário eleitoral. O colunista dizia que “as negociações com os liberais são um caso de senilidade”. E, perplexo, perguntava: “Será que os petistas ficaram gagás?

Finaliza dizendo que “o PT buscava ser diferente, ser uma “novidade” na política brasileira: tratava-se de um partido com programa definido, com instâncias democráticas de decisão, com vocação de massas e níveis de moralidade acima da média. Podia-se concordar ou não com o PT, mas essas qualidades eram reconhecidas por todos.”

Marina, de olho no Palácio do Planalto, em uma decisão imperial, tomada em menos de 24 horas, se filia ao PSB. O PSB não é o PL, mas a condução do processo político continua o mesmo, na base do toma-lá-dá-cá sem nenhum tipo de constrangimento.

Aliados históricos estão deixando Marina e o projeto de criação da Rede Sustentabilidade, entre eles o ex-deputado federal Luciano Zica, um dos coordenadores da campanha presidencial da ambientalista em 2010.

Zica, como é mais conhecido, decepcionado, nitidamente irritado, em tom de desabafo, bracejando, disse: “Fiz papel de bobo tentando convencer possíveis aliados sobre a nova política. O PSB não tem métodos menos velhos que os outros.”

Em um eventual segundo turno, o DEM e o PSDB apoiariam Eduardo Campos contra Dilma Rousseff. No mesmo palanque, lado a lado, Marina, democratas, tucanos, toda bancada ruralista e o fundador do antigo PFL, o senhor Jorge Bornhaunsen, hoje eduardista de carteirinha.

Tudo aquilo que a Marina não é mais, diria o jornalista Marcelo Coelho, agora não tão sobressaltado e atônito como antes, já que naquele tempo ainda se acreditava em “papai Noel”.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

 

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paixaobarbosaPaixão Barbosa

Detentora de uma significativa marca – mais de 20 milhões de votos nas eleições presidenciais de 2010 – e ostentando índices também significativos nas últimas pesquisas de opinião na corrida para 2014, a ex-senadora Marina Silva surpreendeu a quase todo o mundo político ao optar pelo ingresso no PSB, depois de ver naufragar nos meandros legais do TSE a sua Rede Sustentabilidade, que ainda pretende ser um partido político sem os desgastes e as marcas negativas que as legendas atuais carregam consigo. A surpresa, contudo, foi mais pela opção de entrar num partido que já tem um pré-candidato definido, o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, do que pelo fato de não aceitar os conselhos recebidos de se manter à margem da disputa de 2014, preservando, assim, a imagem de pureza com que ela fez questão de dourar a ideia da sua Rede.

Afinal, por maior que seja o desejo de apresentar-se para a disputa com uma proposta de partido bastante diferenciada dos demais, não seria possível imaginar que Marina Silva atendesse à banda dos seus seguidores que preferiam vê-la fora da campanha a decidir reingressar no sistema eleitoral num partido tradicional e, portanto, capaz de carregar no seu DNA as mazelas que tanto têm desgastado as legendas tradicionais. Até porque Marina, embora faça questão de manter um discurso diferenciado, lembrando sempre que sua luta não tem os mesmos estímulos dos políticos considerados tradicionais e sim são gerados pela vontade de transformar profundamente as bases sociais do Brasil, correria um risco muito grande de perder visibilidade ao ficar sem palanque por mais quatro anos, especialmente num País no qual os eleitores têm memória de peixe, ou seja, quase nenhuma.

Assim, para analistas políticas e também para as chamadas “cobras criadas” da cena política nacional, a ex-senadora seria obrigada a participar, de algum modo, das eleições do próximo ano e, com a frustração provocada pela decisão do TSE, o único caminho seria mesmo ingressar numa legenda já formada. Tanto que foram várias as legendas que se ofereceram para abrigá-la e aos “marineiros”, como são chamados seus seguidos mais fiéis. Todas de olho no patrimônio eleitoral que Marina conquistou em 2010 e que as pesquisas de opinião recentes revelam que ela está mantendo.

Inesperada mesmo foi a decisão de ingresso no PSB. Nem tanto pela imagem da sigla, uma vez que a legenda socialista tem sido vista no Brasil como uma espécie de segundo time de muita gente, ou seja, mesmo os que não votam em seus candidatos manifestam simpatia pelo partido criado em 1947 e que teve no baiano João Mangabeira um dos seus fundadores e principais ideólogos. Extinto em 27 de outubro de 1965, pelo Ato Institucional nº 2, promulgado pelo governo ditatorial, o partido foi recriado oficialmente em 1988, mas nunca ocupou um espaço tão significativo na cena política nacional que lhe pudesse atrair desafetos. O que, ao lado de não ter tido nenhum figurão dos seus quadros envolvidos nos recentes escândalos de corrupção, contribuiu para ter a imagem simpática já citada.

Ao entrar no PSB, Marina aumentou as preocupações do PT e de Dilma Rousseff, além de deixar Aécio Neves e o seu PSDB também de cenho franzido, como sempre acontece quando um fato novo acontece no cenário político e, além de se constituir uma surpresa, carrega potencial de provocar alterações num quadro até então estável e no qual vinham se baseando as análises para 2014. Mas, além da surpresa e do incômodo gerados, o gesto da ex-senadora deixou no ar uma grande interrogação a respeito do que realmente Marina deseja para seu futuro imediato, ou seja, em relação às eleições de 2014.

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Marina diz que união é programática e não pragmática (foto Dida Sampaio / Estadão)

Estadão

A ex-senadora Marina Silva se filiou na tarde deste sábado, 5, ao PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. O anúncio foi feito no Hotel Nacional, em Brasília. “O PSB já tem um candidato; por que não apresentar o nosso programa a este candidato?”, disse, referindo-se a Campos. “Agradeço ao PSB pela chancela política que a Justiça Eleitoral não nos quis dar”, afirmou Marina, que na quinta-feira, 3, teve sua Rede Sustentabilidade rejeitada pelo Tribunal Superior Eleitoral – ela não conseguiu o número mínimo de assinaturas para criar a sigla. “É uma coligação programática, não pragmática.”

Juntos, Campos e Marina serão a terceira via das eleições de 2014, tendo pela frente a presidente Dilma Rousseff, que tentará a reeleição, e o senador tucano Aécio Neves. No mês passado, o PSB deixou a base de apoio ao governo Dilma. A ex-ministra teve de correr para arrumar um partido – o prazo de filiação para quem quer concorrer a cargo eletivo no ano que vem termina neste sábado.

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luislindaColuna Tempo Presente (A Tarde)

Depois de ter conversado com a senadora Lídice da Mata e admitir a possibilidade de disputar o Senado pelo PSB, a desembargadora aposentada Luislinda Valois fixou o prumo em direção oposta. Com honras e pompas, filiou-se ao PSDB ontem.

O ato foi em Brasília, sob as bênçãos do senador Aécio Neves, do deputado Jutahy Júnior e do pré-candidato do partido ao governo baiano, João Gualberto. Em suma, sinalizou à esquerda, mas dobrou à direita.

Ela vai tentar se eleger deputada federal.

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Isidório quer preservar a espécie
Isidório quer preservar a espécie

O deputado estadual Pastor Isidório esteve próximo de se desligar do PSB, cuja direção reprova gestos do político, considerado homofóbico. Porém, em vez de sair, ele resolveu se conciliar com a senadora Lídice da Mata e se diz disposto a abrandar o discurso, mas não tanto…

À reportagem do jornal A Tarde, segundo matéria de Biaggio Talento publicada hoje (2), Isidório declarou que pretende ficar “light”. Ainda assim, o deputado anuncia a intenção de criar um Núcleo Heterossexual no PSB, forma de se contrapor ao presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Marcelo Cerqueira, que acaba se filiar à legenda.

Palavras de Isidório:

– Eles (os homossexuais) já estão em todos os cantos: é político bicha, jornalista bicha, juiz bicha, delegado bicha, médico bicha. O que vou fazer? Temos que respeitar os direitos e conviver com eles.

Segundo o parlamentar evangélico, a criação do Núcleo Heterossexual tem um objetivo, por assim dizer, ecológico, de preservação:

– Eu também tenho o direito de criar um grupo de heterossexuais para preservar a espécie. Não tem projeto de preservar bicho, de preservar baleia? Quero preservar o homem – explicou Isidório.

O novo colega do deputado, Marcelo Cerqueira, evitou polemizar e disse apenas que o deputado é um grande “marqueteiro”.

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Lídice da Mata: candidatura mesmo sem apoio de Wagner (Foto Tácio Moreira/Metropress).
Lídice: candidatura mesmo sem apoio de Wagner (Foto Tácio Moreira/Metropress).

A senadora Lídice da Mata (PSB) afirmou em entrevista à Rádio Metrópole na manhã desta segunda-feira (23) que sairá candidata ao governo da Bahia, mesmo sem o apoio do governador Jaques Wagner. “Eu luto para ser a candidata do governo e do governador, acho que reúno condições para isso. Mas, havendo uma negativa do governo, mesmo assim, vou ser candidata”, disse.

Durante a conversa, Lídice ainda explicou a saída do PSB da base do governo Dilma Rousseff. “As conversas para a saída já estavam acontecendo há algum tempo. O que motivou a saída foi uma queixa generalizada de que um segmento tentava constranger as opiniões públicas do partido, devido a uma possível candidatura de Eduardo Campos à presidência”.

A senadora disse ainda que mesmo saindo da base do governo, o PSB está à disposição da presidente para apoiá-la no parlamento. “A vida segue em frente. Agora estou me concentrando em montar a chapa de candidatos do PSB a deputado federal”, finalizou. Do site Metro1.

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Campos reforça projeto de candidatura própria com rompimento.
Campos reforça projeto de candidatura própria com rompimento.

De olho nas eleições de 2014, o PSB entregou todos os cargos no Governo Federal em estratégia para lançar a candidatura de Eduardo Campos à presidência da República. A decisão foi anunciada hoje à tarde, após reunião da Executiva Nacional do partido. Apenas o governador Cid Gomes se opôs a decisão.

Eduardo Campos, que é governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB, disse ser esta uma decisão que torna mais fácil o debate em torno das divergências do seu partido com o governo federal. “Agora fica mais fácil fazer o debate sem nenhum tipo de constrangimento”.

A decisão da legenda deve ser comunicada à presidente Dilma Rousseff ainda hoje. O PSB está disposto a cobrar do PT que entregue todos os cargos nas gestões administradas estaduais pela legenda (Amapá, Ceará, Espírito Santo, Paraíba, Pernambuco e Piauí).

Campos aparece com percentual de intenções de voto entre 3% e 5% nas pesquisas para a eleição à presidência da República de 2014.