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Marco Wense 

A verdade é filha do tempo. E o tempo, como senhor da razão, vai mostrar que os seguidos erros de Geraldo Simões – alguns até infantis – podem levá-lo para o isolamento político.

O governador Jaques Wagner faz um esforço sobrenatural para entender o político Geraldo Simões. Fica mais abismado quando compara o Geraldo de ontem com o Geraldo de hoje.

O irreverente jornalista Eduardo Anunciação diria que o Geraldo Simões de priscas eras, na época de “minha pedinha”, é o oposto do Geraldo Simões de agora.

Anunciação, comentarista político do Diário Bahia, tem razão quando diz que GS “está precisando com urgentíssima-urgência perceber alguns episódios, alguns erros, alguns fatos, falhas”.

Wagner também não entende como é que Geraldo Simões consegue, concomitantemente, se atritar com as legendas da base aliada, suas respectivas lideranças e com os próprios companheiros.

Das agremiações partidárias de maior expressão, obviamente do cenário baiano, apenas o PSB e o PDT de Acácia Pinho acompanharam a então candidata Juçara Feitosa na última sucessão municipal.

O fato de Juçara ser a suplente da senadora Lídice da Mata, que é a comandante-mor do PSB, contribuiu para que petistas e socialistas ficassem no mesmo palanque.

O PSB, no entanto, assim como o PDT, ficou dividido entre as candidaturas de Juçara e Vane do Renascer. A ala histórica do brizolismo grapiúna decidiu pelo apoio ao candidato do PRB.

Vale ressaltar que Acácia Pinho foi protagonista de uma enxurrada de discursos contra o capitão Azevedo e Geraldo Simões. A neopedetista pregava o fim da “mesmice”, aí incluindo o ex-prefeito Fernando Gomes.

Ao romper com a frente partidária, que terminou optando por Wenceslau Júnior como vice de Vane, Acácia se aproximou do capitão Azevedo com o intuito de integrar a chapa majoritária.

O comando estadual do PDT daria o aval para a estranha aliança, já que todas as pesquisas de intenção de voto apontavam Azevedo em uma posição confortável. Sua reeleição era considerada como favas contadas. Leia Mais

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Matéria publicada nesta terça-feira, 6, no jornal O Globo revela que caciques do DEM já se assanham para os lados do PSB do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. Após a vitória de ACM Neto, em Salvador, partido já iniciou as discussões sobre os rumos que tomará para chegar a 2014.

Uma das propostas mais defendidas no DEM é a de atacar a polarização entre PT e PSDB, aproximando-se do PSB e de outros interlocutores.

O partido do governador pernambucano é visto como alternativa natural, por ser o único com uma possível candidatura capaz de rivalizar com tucanos e petistas.

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Marco Wense

Os peemedebistas querendo manter Michel Temer como companheiro de chapa de Dilma e os socialistas reivindicando o nome do próprio Eduardo Campos.

A bola da vez, quando o assunto envereda para a disputa do Palácio do Planalto, é o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).

Todo esse oba-oba, envolvendo o neto do saudoso Miguel Arraes, decorre do sucesso eleitoral do PSB, que foi a sigla que mais cresceu (40% a mais de prefeitos) desde 2008.

Não é o bom desempenho da legenda que vai ditar as regras para a eleição presidencial de 2014. A candidatura de Campos está condicionada a uma queda acentuada na popularidade da presidenta Dilma Rousseff.

A verdadeira disputa é o PMDB versus PSB. Os peemedebistas querendo manter Michel Temer como companheiro de chapa de Dilma e os socialistas reivindicando o nome do próprio Eduardo Campos.

A ELEIÇÃO DE HADDAD

É evidente que o ex-presidente Lula tem os seus méritos e foi o grande responsável pela vitória de um “poste” na sucessão paulistana.

O então candidato Fernando Haddad saiu do zero em todo sentido: pesquisas de intenção de voto, apoios de partidos e de lideranças políticas. Só contava com o entusiasmo de Lula.

É bom lembrar que o toma-lá-dá-cá funcionou a todo vapor. Marta Suplicy, por exemplo, só virou Haddad desde criancinha depois que passou a ser ministra da Cultura.

É o toma-lá-dá-cá, digamos, “interna corporis”.

A BRIGA PELO PT

A briga é de “cachorro grande”. A disputa é pelo comando do diretório do PT de Itabuna. De um lado, o deputado Geraldo Simões. Do outro, o também parlamentar Josias Gomes.

Josianistas são da opinião de que o momento é agora, já que o ex-prefeito, depois de três derrotas consecutivas na sucessão municipal, se encontra politicamente debilitado.

Uma coisa é certa: Geraldo Simões, em caso de uma nova derrota política, vai ficar no mato sem cachorro.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Sócrates Santana | soulsocrates@gmail.com

A ascensão do PSB nas cidades mais pobres do país simboliza também a redescoberta de uma quarta força partidária no Brasil, antes ocupada pelo metafisico DEM/PFL, reanimado com a vitória em Salvador e Aracaju.

Não existe mais uma pedra no meio do caminho do senador Aécio Neves. Ao menos, no PSDB. Afinal de contas, a derrota de José Serra não significou apenas a vitória do PT em São Paulo. Representou o término de um ciclo paulista no ninho tucano, onde a mensagem de despedida dos serristas à presidência passou de um até logo para um adeus melancólico das urnas do seu principal reduto eleitoral. “A festa acabou”, diria o poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, que comemoraria hoje – se vivo fosse – 110 anos.

Em Minas Gerais, o PSDB venceu em 143 municípios, enquanto o PT elegeu 114 e o PMDB 119 prefeituras. Mas, restou ao PSB do governador pernambucano Eduardo Campos a cereja do bolo: Belo Horizonte. Com o apoio de Aécio Neves, o prefeito reeleito Márcio Lacerda (PSB) derrotou o ex-ministro Patrus Ananias (PT), apoiado pela presidenta Dilma Rousseff. Mas, a única cidade acima de 200 mil eleitores governada pelo PT a partir de 2013 em território mineiro será Uberlândia.

A disputa na capital mineira serviu como uma prévia da eleição presidencial de 2014. De um lado, a aliança entre o PSDB e o PSB. Do outro, a manutenção de um casamento temerário entre PT e PMDB. Fora da disputa, após perder a eleição municipal para Fernando Haddad (PT), o ex-presidenciável José Serra, com a chave na mão, “quer abrir a porta”, mas, “não existe porta”, porque, Aécio Neves levou para Minas Gerais.

O deslocamento político do ninho tucano para Minas Gerais é acelerado na mesma medida que ocorre também um reposicionamento da hegemonia petista do nordeste de volta para o eixo sul do país. Dos eleitores a serem governados por prefeitos petistas a partir de janeiro, a maioria absoluta (51%) estará no Estado de São Paulo. Além da capital, o partido ganhou em municípios de peso na Região Metropolitana, como Guarulhos, Osasco e São Bernardo do Campo.

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Estadão

O governador de Pernambuco e presidente do PSB, Eduardo Campos, reclamou ontem que o PT não retribui na mesma proporção o apoio que recebe de seu partido no 2.º turno da eleição municipal. Apesar dessa avaliação, ele insistiu que as alianças do PSB com o PSDB não foram feitas em função das eleições de 2014.

“No 1.º turno o PSB foi o partido que mais apoiou o PT, mas só é notícia quando a gente não apoia. No 2.º turno, o PT disputa em 17 cidades e nós o apoiamos em 11. Nós disputamos em 8 cidades e só em 1 o PT nos apoia, desde o 1.º turno, que é o município de Duque de Caxias (RJ). E esse apoio só veio por uma ação direta da Executiva Nacional do PT e do próprio ex-presidente Lula. Isso é um fato real”, afirmou o governador durante visita ao estande de Pernambuco de uma feira internacional de turismo que está sendo realizada no Rio.

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Eduardo Campos mira a Presidência em 2014

Folha Online

O PSB do governador Eduardo Campos (PE) foi o partido que mais cresceu em número de votos nas nove maiores regiões metropolitanas do país na comparação do primeiro turno deste ano com o de 2008: um avanço de 141%.

Juntas, as regiões de São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Porto Alegre, Campinas, Curitiba, Salvador, Recife e Fortaleza têm 210 municípios, concentram quase 30% da população, mais de 40% do PIB e têm 41,9 milhões de eleitores.

PMDB, PT e PSDB, nessa ordem, mantiveram-se no comando do maior número de prefeituras. Na soma dos votos, o PMDB cresceu 13%, e o PT continua como o partido mais votado nessas regiões.

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Pedrão comemora decisão do TSE.

O prefeito eleito de Itapé, Pedro Jackson Brandão, Pedrão (PSB), teve o registro de candidatura deferido também no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta terça-feira, 23, em decisão monocrática do ministro Arnaldo Versiani.

A oposição ao prefeito eleito havia entrado com recurso contra o registro de candidatura devido à reprovação de contas do ano de 2008 na Câmara de Vereadores.

Já às vésperas de julgamento no Tribunal Regional Eleitoral baiano, Pedrão conseguiu decisão favorável do Tribunal de Justiça reconhecendo que o legislativo não garantiu ampla defesa ao candidato (relembre aqui). Este foi mesmo entendimento do ministro do TSE. “Sempre confiei na Justiça”, disse o prefeito eleito em entrevista ao PIMENTA.

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Decisão judicial beneficia Professor Léo, mas Barra do Rocha deverá ter nova eleição.

A Justiça Eleitoral multou o prefeito de Barra do Rocha, Jonathas Ventura (PMDB), em R$ 30 mil e anulou o registro de candidatura da prefeita eleita, Vera Lúcia Franco Ramos Costa (PSC). A decisão é da titular da 24ª Zona Eleitoral, Carla Rodrigues de Araujo, que viu crime nas constantes entrevistas de Jonathas a uma rádio comunitária local.

Conforme ação movida pela coligação “Mudança Já”, o prefeito atacava o candidato adversário, Professor Léo (PSB), e promovia a candidatura da aliada, Vera Lúcia, em entrevistas na Rádio Comunitária Rocha. O entendimento do judiciário é que o uso eleitoral da emissora foi determinante na eleição de Vera Lúcia, que venceu a disputa por 42 votos (1.810 a 1.768).

A sentença da juíza Carla Rodrigues foi proferida nesta segunda e gerou outra polêmica: a direção estadual do PSB acredita que a decisão garante Professor Léo prefeito, mas Vera Lúcia obteve 50,59% dos votos válidos e isso determinaria a realização de novas eleições no município.

João Carlos Almeida, da direção estadual do PSB, considera que a decisão em primeira instância corrige uma distorção e a Justiça “cumpriu o papel de verdadeira guardiã da democracia”. Vera Lúcia e Jonathas ainda podem recorrer da decisão.

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O desembargador Eserval Rocha, do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), julgou o mérito de liminar favorável ao ex-prefeito de Itapé, Pedro Jackson Brandão, Pedrão (PSB), nesta segunda, 10. A liminar permite que Pedrão continue na disputa eleitoral no município sul-baiano, o que significou derrota judicial para o ex-aliado, Jackson Rezende (PP).

O ex-prefeito recorreu à Justiça para conseguir remédio jurídico que o mantivesse na corrida pela prefeitura. Conseguiu, mas Jackson recorreu. “Ele fez de tudo para me derrubar, mas não conseguiu”, disse Pedrão, que buscou o advogado Álvaro Ferreira para a sua defesa na peleja com o ex-aliado.

Agora, a outra batalha é no Tribunal Regional Eleitoral (TRE-BA). A previsão é de que o seu caso seja julgado ainda nesta semana. Pedrão teve as contas de 2008 julgadas pela Câmara de Vereadores, mas acusa o legislativo de não ter permitido ampla defesa no processo

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Notícias vindas de Salvador complicam o cenário para duas candidaturas a prefeito no sul da Bahia. A direção estadual do PSB ameaça rifar Gilka Badaró, em Itajuípe, e Jarbas Barbosa, em Itacaré.

Os dois são acusados de trair o partido antes mesmo de – e se – assumir a prefeitura, pois já definiram os seus respectivos candidatos a deputados estaduais e federais em 2014, nenhum deles sendo do PSB.

Jarbas irá de Geraldo Simões (PT) e Paulo Magalhães Júnior (PSC), e Gilka vai de Geraldo Simões ou Ronaldo Carletto (PP) para federal e Augusto Castro (PSDB) para estadual.

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Marco Wense

 Todas elas já mostraram que são competentes, seja na vida pública ou na iniciativa privada.

Que digam tudo das mulheres que pretendem disputar a prefeitura de Itabuna: que são vaidosas, se vestem mal, não tem carisma, densidade eleitoral ou qualquer coisa. Quem tem boca fala o que quer.
Mas não digam que essas mulheres não seriam boas prefeitas. Todas elas já mostraram que são competentes, seja na vida pública ou na iniciativa privada.
Juçara Feitosa fez um bom trabalho como secretaria de Desenvolvimento Social no então governo Geraldo Simões, com destaque para o programa Viva Maria.
A professora Acácia Pinho revolucionou a secretaria de Administração no governo Fernando Gomes, dando dignidade, respeito e autoestima ao servidor público.
A simpática Leninha Alcântara, com muita determinação, luta e perseverança, venceu todos os obstáculos inerentes ao campo empresarial.
Acácia Pinho, prefeiturável do PDT, vai ser a grata surpresa da sucessão municipal. A pedetista sonha todos os dias com o início dos debates entre os candidatos.

O PMDB NA FRENTE

A frente aí não diz respeito aos resultados das pesquisas eleitorais, que no momento apontam a petista Juçara Feitosa e o prefeito Azevedo nas primeiras posições.
O PMDB é o mais novo integrante da frente partidária formada pelo PDT, PCdoB, PRB, PV, PSC e o PP do também prefeiturável Roberto Barbosa, o Roberto Minas Aço.
Para onde for o PMDB, o PPS vai atrás. Mariana Alcântara, que é filha da neopeemedebista e pré-candidata Leninha, preside o diretório local da legenda.
Fora da frente, o PSB e o PSD do vice-governador Otto Alencar. Os dois partidos já decidiram pelo apoio ao candidato do PT, seja Geraldo Simões ou Juçara Feitosa.
Marco Wense é articulista do Diário Bahia.

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Guilherme: reeleição e alianças (Foto Matheus Pereira).

O prefeito de Vitória da Conquista, Guilherme Menezes (PT), pode se tornar o primeiro político local a gerir os destinos do município do sudoeste por quatro mandatos. De férias, Guiherme concedeu entrevista ao jornalista Giorlando Lima, editor do Notas da Bahia.
O gestor petista falou dos 20 anos de projeto político iniciado em 1992, da sua intenção de disputar novo mandato e das alianças eleitorais. Do arco de partidos que sustentam sua administração, Guilherme afirmou ao Notas da Bahia que acredita ser mais fácil – ou menos difícil! – fechar aliança ainda no primeiro turno com o PC do B, que tem feito muito barulho por lá, do que com o PSB da senadora Lídice da Mata.
Para o prefeito, o PCdoB “sinaliza de forma mais clara de que fica na aliança” e o PSB tem sido mais consistente na decisão de sair com candidato próprio. O editor do Notas da Bahia ainda observa que Guilherme pouco falou do PV. E é justamente o PV quem está no comando da cidade por esses dias, com o vice-prefeito Ricardo Marques. O prefeito está de férias e só retorna ao cargo no dia 27.
Confira a íntegra da entrevista no Notas da Bahia.

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Newton Lima, o discriminado.

Algo mudou drasticamente na relação entre a Secretaria de Turismo do Estado, comandada por Domingos Leonelli (PSB), e a Prefeitura de Ilhéus, desde que o prefeito Newton Lima trocou o PSB pelo PT.
Nesta terça-feira, 10, o secretário municipal de Turismo, Paulo Moreira, tentou desesperadamente falar com Leonelli na capital do Estado. Queria apoio para o Carnaval de Ilhéus, mas não conseguiu encontrar meio de ser recebido.
Em Ilhéus, a desfeita foi vista como represália. O governo neopetista se sente retaliado e lembra que a Secretaria do Turismo do Estado também negou apoio à festa de Réveillon em Ilhéus, que fora concedido na virada de 2010 para 2011.
Detalhe: naquela época Newton Lima e Domingos Leonelli eram correligionários.

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O vereador Ricardo Bacelar é tido entre os nomes do legislativo itabunense que podem mudar de partido para disputar reeleição. Ouvido pelo blog, Bacelar não confirmou nem negou:
– Vou esperar até o dia 30 para definir, mas estou bem no PSB.
A afirmação é vista como diplomática. Internamente, Bacelar sofre críticas por causa da sua relação com o prefeito Capitão Azevedo (DEM).

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Bacelar: afastado do PSB.

Reunido ontem à noite, o diretório municipal do PSB em Itabuna decidiu, por unanimidade, afastar o vereador Ricardo Bacelar do partido. A decisão foi tomada em função do vereador não seguir as diretrizes do PSB e por sua ligação com o prefeito Capitão Azevedo, do DEM.
A reunião do diretório contou com a presença do médico Edson Dantas, responsável pela entrada de Bacelar no PSB. Até o médico concordou com a decisão do diretório.
O PIMENTA não conseguiu falar com o vereador, mas apurou que a decisão do partido abriu caminho para que o vereador procure abrigo em outra legenda. Do contrário, será expulso.