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Falecido no domingo, 7, aos 88 anos, em Itabuna, o radialista Yedo Nogueira ainda recebe homenagens e é lembrado com carinho e reconhecimento por quem teve o privilégio de trabalhar e aprender com ele. Entre estes, o comunicador Ramiro Aquino, autor de artigo aqui publicado.

Outro que também iniciou no rádio com Nogueira foi Genildo Lawinsky, hoje repórter da Rede Bahia. Em comentário enviado ao PIMENTA, o itabunense Genildo expressa pesar e lembra do seu início de carreira sob a batuta de um mestre da comunicação.

Eis o comentário :

“É com profunda tristeza que envio à dona Gilka e aos seus filhos, os sentimentos pela morte de um dos mais gabaritados profissionais que tive a oportunidade de conhecer. Mais que isso: Yedo foi um dos meus mestres e se hoje consegui dar uma boa caminhada na minha carreira de radialista, devo grande parte ao que aprendi no começo da minha vida profissional na Rádio Jornal de Itabuna a ele. Era o time dos sonhos, na época: Geraldo Santos, Yedo Nogueira, Ramiro Aquino, Décio Silva, Juca Neto e Jairo Silva. Ficam saudade, aprendizado e gratidão. Beijos, caro Yedo e obrigado por tudo”.

 

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Ramiro AquinoRamiro Aquino | aquino05@uol.com.br

Guardo de Yedo o exemplo que ele deixou para a minha geração e de quantas ele alcançou, da integridade e da amizade.

Quantas e quantas vezes ouvi esta saudação proferida pelo comentarista de rádio Yedo Torres Nogueira, que nos deixou no domingo, 7, aos 88 anos. Aposentado de suas atividades comerciárias e de imprensa por mais de 30 anos, Yedo já vinha sofrendo seguidos problemas de saúde, o que restringia as suas aparições em nosso meio, recluso que ficava apenas no aconchego da família.

Há algum tempo não ficava mais sentado à porta de sua casa, na Ruffo Galvão, acompanhado da mulher Gilka, companheira de tantas jornadas. Na verdade ele era meu primo por afinidade, haja vista ser casado com a minha prima carnal Gilka Nunes de Aquino, filha do meu tio Ramiro.

No rádio passei a conviver com Yedo mais diretamente a partir de 1963, quando iniciei minhas atividades como repórter. O trio das transmissões esportivas da Rádio Clube era formado por Geraldo Santos (que viria a ser meu compadre, pois batizei seu filho Gustavo), como narrador, Yedo Nogueira, o comentarista e eu como repórter de pista. Éramos literalmente uma família.

Respeitado e premiado, Yedo conquistou uma legião de fãs e de amigos no rádio. Todos esperavam ansiosamente quando Geraldo anunciava nas transmissões: “e com vocês Yedo Nogueira, o seu comentarista de futebol”, pois sabiam que de sua boca sairia um comentário preciso, equilibrado, mesmo quando jogava o Clube Recreativo Flamengo, seu time do coração.

Para não me estender muito narro um fato que atesta a sua imensa credibilidade. Em determinada época Yedo foi juiz de futebol, dos mais sérios, compenetrados e respeitados, até pelos adversários. Um belo dia, apitando um clássico Fla x Flu (fora escolhido com aquiescência do Fluminense por sua retidão) ele marcou uma falta contra o Fluminense, quando ouviu do dirigente do Flu, Frederico Midlej: “você é um ladrão…”. Aquilo era demais. Yedo dirigiu-se até onde estava o diretor, entregou-lhe o apito e disse apenas: “agora vai você apitar o jogo…”

São muitas histórias que o espaço não me permite mais. Guardo de Yedo o exemplo que ele deixou para a minha geração e de quantas ele alcançou, da integridade e da amizade.

Ramiro Aquino é radialista e jornalista.

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rádio itabunaO rádio está presente em 88,1% dos domicílios do país, segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). O Brasil tem 9,4 mil emissoras de rádio em funcionamento, incluindo aí as emissoras comunitárias.
Outro dado interessante revelado hoje, no Dia Mundial do Rádio: atualmente, 80% das emissoras do País transmitem sua programação – também – pela internet. Em Itabuna, pelo menos as rádios Difusora e Jornal (AM) e Bahia Sul e Proeves (FM) transmitem programação pela rede mundial de computadores.
Os números também revelam a existência de 200 milhões de aparelhos de rádio. A programação das emissoras – principalmente FM – também podem ser acompanhadas por 90 milhões de celulares.

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Osvaldo Bispo e Paulo Leonardo, quando eram entrevistados por Gilvan Lima, da Jornal

Após cerca de 30 anos na Rádio Difusora, os comunicadores Paulo Leonardo e Osvaldo Bispo, que apresentavam o programa “O Crime não compensa”, mudaram de casa. A estreia na Rádio Jornal acontece nesta segunda-feira, 22, quando a dupla passa a conduzir o programa “Ronda Policial”, das 16 às 18 horas.

Além do programa vespertino, Leonardo e Osvaldo Bispo participam como repórteres em outras atrações da Jornal. O primeiro com informes gerais das ruas e o segundo com notícias da área policial.

Tudo como dantes, só que em outra emissora.

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Oziel é o novo apresentador do programa “O Crime não Compensa”

O programa policial “O Crime Não Compensa”, exibido à tarde na Rádio Difusora de Itabuna, terá novos apresentadores. Sai a dupla Paulo Leonardo e Osvaldo Bispo, dando lugar a um time comandado por Oziel Aragão.

Há oito anos na Difusora, Oziel assume a missão como mais um desafio em sua carreira. Uma tarefa que ele vai dividir com Luísa Couto,  Ray Nascimento, Tamires Santana e Luiz Carlos Barroso.

O novo âncora adianta que “O Crime não Compensa” terá outras alterações, como novos quadros e vinhetas. A destacar que o programa é o de maior audiência no rádio itabunense.

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Da coluna Tempo Presente (A Tarde)
O radialista Marco Antônio, que em 2008 enfrentou o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), nas urnas, é protagonista do primeiro escândalo das eleições deste ano.
Motivo: apresentador do programa De olho na cidade, na rádio Líder FM, ferrenho crítico de Caetano, de repente, sem dar qualquer satisfação, saiu do ar dizendo estar com ‘uma virose’  e mudou para o lado de Caetano.
Marco Antônio é do PRB, o partido do ex-prefeito José Tude. O rebu está instalado.

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O deputado federal Geraldo Simões (PT), que se tornou figurinha carimbada na rádio Difusora de Itabuna, deu entrevista há pouco no programa de estreia de Gerdan Rosário. Em resumo, o tema se restringiu às eleições municipais com a candidatura da esposa de Geraldo, Juçara Feitosa, e críticas ao governo Azevedo.
Alguns ouvintes reclamaram do veto do programa à participação do público.
Quem ligou na intenção de dar um pitaco ou fazer alguma pergunta ao entrevistado, ficou na vontade.

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Roberto disse que saiu da Difusora por questões políticas

O vereador e radialista Roberto de Souza foi desbancado de seu horário (12 às 13h) na Rádio Difusora, onde apresentava de segunda a sexta-feira o programa Resenha da Cidade. A mesma atração vai ao ar aos sábados, na Rádio Jornal, e foi nesta emissora que Roberto se queixou da dispensa, alegando que saiu da Difusora em função de questões políticas.
O vereador estava se referindo ao seu apoio ao prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo (DEM), já que a rádio agora “tem forte influência” do deputado federal Geraldo Simões (PT). O Resenha da Cidade dará lugar a um programa apresentado pelo radialista Gerdan Rosário, que vai preencher o horário das 12 às 14 horas.
Em seu desabafo na Jornal, Roberto de Souza ironizou o fato de Rosário ter sido “desmoralizado” por Geraldo Simões em 2003, quando o então prefeito de Itabuna teria dito que o radialista o atacava porque ele não lhe dava dinheiro.

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Gerdan Rosário leva sua marreta para a Difusora

Um dos momentos mais lembrados na história de Gerdan Rosário como comunicador foi um bate-boca com o então prefeito de Itabuna Geraldo Simões, lá pelos idos de 2003, quando Gerdan, conhecido como “o homem da marreta”, apresentava um programa na TV Cabrália.
Numa entrevista ao vivo, o apresentador provocou com agressividade e Geraldo revidou na mesma linha, tipo “do pescoço pra baixo é canela”. A coisa chegou ao ponto de assessores do prefeito, que acompanhavam tudo no estúdio, irem pra cima de Gerdan e quase o negócio descambava para as vias de fato. Tudo ao vivo, para deleite do público apreciador do bom e velho “barraco”.
Pois bem, o tempo passou e os dois personagens principais daquele MMA verbal na Cabrália já voltaram às boas. Tanto que Gerdan está sendo contratado pela rádio Difusora AM – onde Geraldo, por assim dizer, exerce “forte influência” – para comandar um programa no horário das 12 às 14 horas.
E tome-lhe marreta!

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Fazer rádio não anda muito fácil em Ilhéus. No ano passado, o apresentador Fábio Roberto, que atuava na Rádio Bahiana, levou uma paulada após encerrar seu expediente de trabalho. Já nesta terça-feira, 3, foi Jarles Soares quem se viu na iminência de levar uns catiripapos.
Soares, que atua na Rádio Conquista FM de Ilhéus e na Jornal de Itabuna, saía da emissora ilheense, quando diz ter sido abordado por três homens. Ele os identificou como o ex-vereador e diretor da Rádio Bahiana, Zerinaldo Sena; um assessor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Pesada (Sintepav), de prenome Alisson; e um diretor do mesmo sindicato, identificado como Wagner.
O radialista contou que foi abordado “de forma abrupta e intimidadora” pelos três. O motivo teria sido o anúncio de entrevista com um membro da antiga diretoria do Sintepav, o qual denunciaria suposto uso político da estrutura do sindicato.
Segundo Soares, o trio – ligado ao presidente do Sintepav, Bebeto Galvão – teria se preocupado com o anúncio da entrevista e o interpelou antes mesmo que esta fosse levada ao ar. O radialista disse que não sofreu ameaça explícita, mas revela ter se sentido intimidado pela forma como os três desceram do carro, “praticamente no meio da rua”, e partiram em sua direção.

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A enquete do PIMENTA, que perguntou qual o melhor nome para o programa do prefeito de Itabuna no rádio, apurou que para 57% de nossos leitores o institucional deveria ser batizado com um sonoro “Respeita o povo, Azevedo”. Exatamente 1440 pessoas opinaram e 814 delas cobraram maior consideração do alcaide (confira).
Atrás, com 23% das preferências, ficou a sugestão “Acorda, Azevedo”, seguida de “Fala, demolidor” (referência à destruição do antigo prédio do Colégio Divina Providência e da Sala Zélia Lessa). Este nome seria o melhor para 12% dos que responderam à enquete.
O simpático e inofensivo “Bom Dia, Azevedo” foi escolhido por 8% dos leitores.
NOVA ENQUETE – Você já pode opinar em uma nova enquete do PIMENTA. O blog quer saber o que você pensa sobre a crise do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, cenário de um “cabo-de-guerra” entre os governos do estado e do município.
Quem está com a razão nessa briga? Clique aí ao lado e expresse o que você pensa a respeito.

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O assunto que rolava hoje no metro quadrado mais venenoso de Ilhéus era a “tara” do Pastor Adilson. Segundo a turma do Cafezinho do Teatro, o homem é “tarado”… por emissoras de rádio.
Explica-se: além de já comandar a Conquista FM, o homem está assumindo o controle da Rádio Baiana, após adquirir a fatia que era arrendada ao ex-vereador Zerinaldo Sena.
O negócio foi fechado hoje, num almoço entre Zeri, o pastor e o também ex-vereador Gilmar Sodré, sócio-diretor da Baiana.

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Folha Online:

Levantamento feito pela repórter especial da Folha no Rio Elvira Lobato mostra que empresas abertas em nomes de outras pessoas (laranjas) são frequentemente usadas por especuladores, igrejas e políticos para comprar concessões de rádio e TV em licitações do governo federal.

Entre os “proprietários” há funcionários públicos, donas de casa e enfermeiro, pessoas com renda incompatível com os negócios. Durante três meses, a reportagem analisou casos de 91 empresas; 44 não funcionam nos endereços registrados. De 1997 a 2010, o Ministério das Comunicações ofereceu 1.872 concessões de rádio e 109 de TV.

Alguns reconheceram à Folha que emprestaram seus nomes para que os reais proprietários não figurem nos registros oficiais. Nenhum, porém, admitiu ter recebido dinheiro em troca.

A pasta diz não ter como identificar se os nomes nos contratos são de laranjas. Afirma também que não pode contestar a veracidade de documentos emitidos por cartórios e juntas comerciais, alguns dos meios usados pela Folha para identificar os proprietários.

A reportagem completa está disponível para assinantes da Folha e do UOL.

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Vila superou difíceis barreiras para se tornar o dono da maior audiência no rádio ilheense (foto JBO)

O jornalista Maurício Maron abriu nesta quinta-feira, 2, no Jornal Bahia Online, uma série de entrevistas com profissionais de comunicação de Ilhéus e Itabuna. A intenção é contar a história de gente que atua e se destaca na área.

Maron começou a série com o radialista Erivaldo Vilanova, hoje dono da maior audiência no rádio ilheense, mas que já se dedicou a trabalhos bem distantes dos degraus que viria a galgar em uma trajetória sempre ascendente.

A história de superação é bonita, e contada com o talento do editor do JBO, fica mais saborosa ainda. Clique AQUI e confira.

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Fagundes é lembrado com carinho pela turma do rádio

Quem costuma sintonizar em rádio AM em Itabuna certamente já ouviu – ou pelo menos ouviu falar – de Carlos Fagundes. O radialista bem-humorado que, durante décadas, atuou na cobertura policial, faleceu nesta quarta-feira, 2, aos 69 anos.

Fagundes, que já estava aposentado, encerrou sua carreira na Rádio Difusora. No início, na década de 70, foi discotecário da Rádio Clube, onde fez sucesso com o programa “Brincando na Discoteca”.

O radialista era filho do bairro da Mangabinha, comunidade onde nasceu a 12 de dezembro de 1941. Os amigos, familiares e fãs prestam homenagens no Velório Santo Antônio, na rua Antônio Muniz, centro. O radialista será sepultado às 10 horas desta quinta-feira, 3, no Cemitério do Campo Santo, em Itabuna.

Com informações do Jornal Sport News