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Soares é um dos melhores profissionais do rádio sul-baiano

Radialista dos mais competentes e completos do sul da Bahia, além de ser humano da melhor qualidade, Marcelo Soares encerrou nesta semana um longo período de atuação na rádio Difusora de Itabuna. Os motivos específicos não foram divulgados, mas a saída tem a ver com posturas da direção da emissora.

Pelo menos é isso que o radialista dá a entender, em uma carta de despedida postada em seu blog, Nas Ondas do Rádio. No texto, Soares afirma que saiu da Difusora por ter decidido “não conviver com a falsidade, a mentira e a perseguição gratuita por parte de quem deveria concentrar seus esforços em produzir e agregar e não difundir a discórdia e o descontentamento”.

O profissional disse ainda que está com “a consciência tranquila e o sentimento de dever cumprido.

Leia abaixo a íntegra da mensagem escrita por Marcelo Soares, em tom sincero e emocionado:

“Soou o apito, fim de jogo. É com esta frase esportiva que comunico aos meus amigos, colegas de profissão e aos meus ouvintes a minha saída da Rádio Difusora Sul da Bahia LTDA. Se encerra uma jornada vitoriosa de aproximadamente oito anos (Outubro de 2005 a Julho de 2013), na minha querida RD. Saio com a consciência tranquila e o sentimento do dever cumprido.
 
Seja narrando futebol, criando e produzindo vinhetas e chamadas, apresentando programas ou utilizando a minha voz nos textos comercias da emissora, tive a oportunidade de contribuir com o sucesso da Difusora durante esse tempo.
 
Aqueles que conhecem a minha conduta moral, espiritual e de caráter sabem que não sou de guardar mágoas ou rancores, pois são sentimentos que só servem para envenenar o próprio coração. Apenas decidi não conviver com a falsidade, a mentira e a perseguição gratuita por parte de quem deveria concentrar seus esforços em produzir e agregar e não difundir a discórdia e o descontentamento.
 
Deixo muitos amigos na casa ao mesmo tempo que agradeço a todos que me ajudaram na realização do meu trabalho. Não me despeço com um adeus, mas sim com um até logo, mesmo por que nesta vida tudo é passageiro e vivemos num mundo de idas e voltas.
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Agora dou uma pequena pausa para um breve descanso merecido e aproveito para planejar o futuro. Amante do rádio como sou é provável que logo, logo apareço por aí NAS ONDAS DO RÁDIO”.
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Falecido no domingo, 7, aos 88 anos, em Itabuna, o radialista Yedo Nogueira ainda recebe homenagens e é lembrado com carinho e reconhecimento por quem teve o privilégio de trabalhar e aprender com ele. Entre estes, o comunicador Ramiro Aquino, autor de artigo aqui publicado.

Outro que também iniciou no rádio com Nogueira foi Genildo Lawinsky, hoje repórter da Rede Bahia. Em comentário enviado ao PIMENTA, o itabunense Genildo expressa pesar e lembra do seu início de carreira sob a batuta de um mestre da comunicação.

Eis o comentário :

“É com profunda tristeza que envio à dona Gilka e aos seus filhos, os sentimentos pela morte de um dos mais gabaritados profissionais que tive a oportunidade de conhecer. Mais que isso: Yedo foi um dos meus mestres e se hoje consegui dar uma boa caminhada na minha carreira de radialista, devo grande parte ao que aprendi no começo da minha vida profissional na Rádio Jornal de Itabuna a ele. Era o time dos sonhos, na época: Geraldo Santos, Yedo Nogueira, Ramiro Aquino, Décio Silva, Juca Neto e Jairo Silva. Ficam saudade, aprendizado e gratidão. Beijos, caro Yedo e obrigado por tudo”.

 

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Ramiro AquinoRamiro Aquino | aquino05@uol.com.br

Guardo de Yedo o exemplo que ele deixou para a minha geração e de quantas ele alcançou, da integridade e da amizade.

Quantas e quantas vezes ouvi esta saudação proferida pelo comentarista de rádio Yedo Torres Nogueira, que nos deixou no domingo, 7, aos 88 anos. Aposentado de suas atividades comerciárias e de imprensa por mais de 30 anos, Yedo já vinha sofrendo seguidos problemas de saúde, o que restringia as suas aparições em nosso meio, recluso que ficava apenas no aconchego da família.

Há algum tempo não ficava mais sentado à porta de sua casa, na Ruffo Galvão, acompanhado da mulher Gilka, companheira de tantas jornadas. Na verdade ele era meu primo por afinidade, haja vista ser casado com a minha prima carnal Gilka Nunes de Aquino, filha do meu tio Ramiro.

No rádio passei a conviver com Yedo mais diretamente a partir de 1963, quando iniciei minhas atividades como repórter. O trio das transmissões esportivas da Rádio Clube era formado por Geraldo Santos (que viria a ser meu compadre, pois batizei seu filho Gustavo), como narrador, Yedo Nogueira, o comentarista e eu como repórter de pista. Éramos literalmente uma família.

Respeitado e premiado, Yedo conquistou uma legião de fãs e de amigos no rádio. Todos esperavam ansiosamente quando Geraldo anunciava nas transmissões: “e com vocês Yedo Nogueira, o seu comentarista de futebol”, pois sabiam que de sua boca sairia um comentário preciso, equilibrado, mesmo quando jogava o Clube Recreativo Flamengo, seu time do coração.

Para não me estender muito narro um fato que atesta a sua imensa credibilidade. Em determinada época Yedo foi juiz de futebol, dos mais sérios, compenetrados e respeitados, até pelos adversários. Um belo dia, apitando um clássico Fla x Flu (fora escolhido com aquiescência do Fluminense por sua retidão) ele marcou uma falta contra o Fluminense, quando ouviu do dirigente do Flu, Frederico Midlej: “você é um ladrão…”. Aquilo era demais. Yedo dirigiu-se até onde estava o diretor, entregou-lhe o apito e disse apenas: “agora vai você apitar o jogo…”

São muitas histórias que o espaço não me permite mais. Guardo de Yedo o exemplo que ele deixou para a minha geração e de quantas ele alcançou, da integridade e da amizade.

Ramiro Aquino é radialista e jornalista.

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rádio itabunaO rádio está presente em 88,1% dos domicílios do país, segundo a Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (Abert). O Brasil tem 9,4 mil emissoras de rádio em funcionamento, incluindo aí as emissoras comunitárias.
Outro dado interessante revelado hoje, no Dia Mundial do Rádio: atualmente, 80% das emissoras do País transmitem sua programação – também – pela internet. Em Itabuna, pelo menos as rádios Difusora e Jornal (AM) e Bahia Sul e Proeves (FM) transmitem programação pela rede mundial de computadores.
Os números também revelam a existência de 200 milhões de aparelhos de rádio. A programação das emissoras – principalmente FM – também podem ser acompanhadas por 90 milhões de celulares.

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Osvaldo Bispo e Paulo Leonardo, quando eram entrevistados por Gilvan Lima, da Jornal

Após cerca de 30 anos na Rádio Difusora, os comunicadores Paulo Leonardo e Osvaldo Bispo, que apresentavam o programa “O Crime não compensa”, mudaram de casa. A estreia na Rádio Jornal acontece nesta segunda-feira, 22, quando a dupla passa a conduzir o programa “Ronda Policial”, das 16 às 18 horas.

Além do programa vespertino, Leonardo e Osvaldo Bispo participam como repórteres em outras atrações da Jornal. O primeiro com informes gerais das ruas e o segundo com notícias da área policial.

Tudo como dantes, só que em outra emissora.

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Oziel é o novo apresentador do programa “O Crime não Compensa”

O programa policial “O Crime Não Compensa”, exibido à tarde na Rádio Difusora de Itabuna, terá novos apresentadores. Sai a dupla Paulo Leonardo e Osvaldo Bispo, dando lugar a um time comandado por Oziel Aragão.

Há oito anos na Difusora, Oziel assume a missão como mais um desafio em sua carreira. Uma tarefa que ele vai dividir com Luísa Couto,  Ray Nascimento, Tamires Santana e Luiz Carlos Barroso.

O novo âncora adianta que “O Crime não Compensa” terá outras alterações, como novos quadros e vinhetas. A destacar que o programa é o de maior audiência no rádio itabunense.

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Da coluna Tempo Presente (A Tarde)
O radialista Marco Antônio, que em 2008 enfrentou o prefeito de Camaçari, Luiz Caetano (PT), nas urnas, é protagonista do primeiro escândalo das eleições deste ano.
Motivo: apresentador do programa De olho na cidade, na rádio Líder FM, ferrenho crítico de Caetano, de repente, sem dar qualquer satisfação, saiu do ar dizendo estar com ‘uma virose’  e mudou para o lado de Caetano.
Marco Antônio é do PRB, o partido do ex-prefeito José Tude. O rebu está instalado.

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O deputado federal Geraldo Simões (PT), que se tornou figurinha carimbada na rádio Difusora de Itabuna, deu entrevista há pouco no programa de estreia de Gerdan Rosário. Em resumo, o tema se restringiu às eleições municipais com a candidatura da esposa de Geraldo, Juçara Feitosa, e críticas ao governo Azevedo.
Alguns ouvintes reclamaram do veto do programa à participação do público.
Quem ligou na intenção de dar um pitaco ou fazer alguma pergunta ao entrevistado, ficou na vontade.

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Roberto disse que saiu da Difusora por questões políticas

O vereador e radialista Roberto de Souza foi desbancado de seu horário (12 às 13h) na Rádio Difusora, onde apresentava de segunda a sexta-feira o programa Resenha da Cidade. A mesma atração vai ao ar aos sábados, na Rádio Jornal, e foi nesta emissora que Roberto se queixou da dispensa, alegando que saiu da Difusora em função de questões políticas.
O vereador estava se referindo ao seu apoio ao prefeito de Itabuna, José Nilton Azevedo (DEM), já que a rádio agora “tem forte influência” do deputado federal Geraldo Simões (PT). O Resenha da Cidade dará lugar a um programa apresentado pelo radialista Gerdan Rosário, que vai preencher o horário das 12 às 14 horas.
Em seu desabafo na Jornal, Roberto de Souza ironizou o fato de Rosário ter sido “desmoralizado” por Geraldo Simões em 2003, quando o então prefeito de Itabuna teria dito que o radialista o atacava porque ele não lhe dava dinheiro.

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Gerdan Rosário leva sua marreta para a Difusora

Um dos momentos mais lembrados na história de Gerdan Rosário como comunicador foi um bate-boca com o então prefeito de Itabuna Geraldo Simões, lá pelos idos de 2003, quando Gerdan, conhecido como “o homem da marreta”, apresentava um programa na TV Cabrália.
Numa entrevista ao vivo, o apresentador provocou com agressividade e Geraldo revidou na mesma linha, tipo “do pescoço pra baixo é canela”. A coisa chegou ao ponto de assessores do prefeito, que acompanhavam tudo no estúdio, irem pra cima de Gerdan e quase o negócio descambava para as vias de fato. Tudo ao vivo, para deleite do público apreciador do bom e velho “barraco”.
Pois bem, o tempo passou e os dois personagens principais daquele MMA verbal na Cabrália já voltaram às boas. Tanto que Gerdan está sendo contratado pela rádio Difusora AM – onde Geraldo, por assim dizer, exerce “forte influência” – para comandar um programa no horário das 12 às 14 horas.
E tome-lhe marreta!

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Fazer rádio não anda muito fácil em Ilhéus. No ano passado, o apresentador Fábio Roberto, que atuava na Rádio Bahiana, levou uma paulada após encerrar seu expediente de trabalho. Já nesta terça-feira, 3, foi Jarles Soares quem se viu na iminência de levar uns catiripapos.
Soares, que atua na Rádio Conquista FM de Ilhéus e na Jornal de Itabuna, saía da emissora ilheense, quando diz ter sido abordado por três homens. Ele os identificou como o ex-vereador e diretor da Rádio Bahiana, Zerinaldo Sena; um assessor do Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Pesada (Sintepav), de prenome Alisson; e um diretor do mesmo sindicato, identificado como Wagner.
O radialista contou que foi abordado “de forma abrupta e intimidadora” pelos três. O motivo teria sido o anúncio de entrevista com um membro da antiga diretoria do Sintepav, o qual denunciaria suposto uso político da estrutura do sindicato.
Segundo Soares, o trio – ligado ao presidente do Sintepav, Bebeto Galvão – teria se preocupado com o anúncio da entrevista e o interpelou antes mesmo que esta fosse levada ao ar. O radialista disse que não sofreu ameaça explícita, mas revela ter se sentido intimidado pela forma como os três desceram do carro, “praticamente no meio da rua”, e partiram em sua direção.

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A enquete do PIMENTA, que perguntou qual o melhor nome para o programa do prefeito de Itabuna no rádio, apurou que para 57% de nossos leitores o institucional deveria ser batizado com um sonoro “Respeita o povo, Azevedo”. Exatamente 1440 pessoas opinaram e 814 delas cobraram maior consideração do alcaide (confira).
Atrás, com 23% das preferências, ficou a sugestão “Acorda, Azevedo”, seguida de “Fala, demolidor” (referência à destruição do antigo prédio do Colégio Divina Providência e da Sala Zélia Lessa). Este nome seria o melhor para 12% dos que responderam à enquete.
O simpático e inofensivo “Bom Dia, Azevedo” foi escolhido por 8% dos leitores.
NOVA ENQUETE – Você já pode opinar em uma nova enquete do PIMENTA. O blog quer saber o que você pensa sobre a crise do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães, cenário de um “cabo-de-guerra” entre os governos do estado e do município.
Quem está com a razão nessa briga? Clique aí ao lado e expresse o que você pensa a respeito.

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O assunto que rolava hoje no metro quadrado mais venenoso de Ilhéus era a “tara” do Pastor Adilson. Segundo a turma do Cafezinho do Teatro, o homem é “tarado”… por emissoras de rádio.
Explica-se: além de já comandar a Conquista FM, o homem está assumindo o controle da Rádio Baiana, após adquirir a fatia que era arrendada ao ex-vereador Zerinaldo Sena.
O negócio foi fechado hoje, num almoço entre Zeri, o pastor e o também ex-vereador Gilmar Sodré, sócio-diretor da Baiana.

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Folha Online:

Levantamento feito pela repórter especial da Folha no Rio Elvira Lobato mostra que empresas abertas em nomes de outras pessoas (laranjas) são frequentemente usadas por especuladores, igrejas e políticos para comprar concessões de rádio e TV em licitações do governo federal.

Entre os “proprietários” há funcionários públicos, donas de casa e enfermeiro, pessoas com renda incompatível com os negócios. Durante três meses, a reportagem analisou casos de 91 empresas; 44 não funcionam nos endereços registrados. De 1997 a 2010, o Ministério das Comunicações ofereceu 1.872 concessões de rádio e 109 de TV.

Alguns reconheceram à Folha que emprestaram seus nomes para que os reais proprietários não figurem nos registros oficiais. Nenhum, porém, admitiu ter recebido dinheiro em troca.

A pasta diz não ter como identificar se os nomes nos contratos são de laranjas. Afirma também que não pode contestar a veracidade de documentos emitidos por cartórios e juntas comerciais, alguns dos meios usados pela Folha para identificar os proprietários.

A reportagem completa está disponível para assinantes da Folha e do UOL.

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Vila superou difíceis barreiras para se tornar o dono da maior audiência no rádio ilheense (foto JBO)

O jornalista Maurício Maron abriu nesta quinta-feira, 2, no Jornal Bahia Online, uma série de entrevistas com profissionais de comunicação de Ilhéus e Itabuna. A intenção é contar a história de gente que atua e se destaca na área.

Maron começou a série com o radialista Erivaldo Vilanova, hoje dono da maior audiência no rádio ilheense, mas que já se dedicou a trabalhos bem distantes dos degraus que viria a galgar em uma trajetória sempre ascendente.

A história de superação é bonita, e contada com o talento do editor do JBO, fica mais saborosa ainda. Clique AQUI e confira.