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Reunião na Catedral de São José debaterá crise na saúde.
Reunião na Catedral de São José debaterá crise na saúde.

A crise na saúde de Itabuna e o fechamento do Hospital São Lucas serão discutidos em reunião às 15h de hoje, no auditório da Catedral de São José. O bispo Dom Ceslau Stanula e párocos da Diocese de Itabuna recebem membros da provedoria da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, da qual a própria igreja católica faz parte.
A diocese também se reunirá com o prefeito Claudevane Leite, no gabinete do Executivo, quando deverá sugerir que o município explique à sociedade o que vem ocorrendo na saúde local.

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Provedor Almir Alexandrino.
Alexandrino é provedor da Santa Casa

O provedor da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, Almir Alexandrino, convocou entrevista coletiva para amanhã, às 9h, no auditório do Hospital Calixto Midlej Filho.
Almir ressaltará o que já havia comunicado ao prefeito Claudevane Leite e ao secretário de Saúde de Itabuna, Éric Ettinger: a situação pré-falimentar da Santa Casa e a suspensão dos serviços ao SUS no Hospital São Lucas, uma das três unidades médico-hospitalares mantidas pela instituição. Os outros dois hospitais são o Calixto e o Manoel Novaes (pediátrico).
A Santa Casa possui mais de 1,8 mil funcionários e acumulou dívida superior a R$ 11,8 milhões desde que o município retomou a Gestão Plena (Comando Único do SUS).
Especialistas defendem, desde o primeiro semestre, que o prefeito Claudevane Leite devolva a gestão da média e alta complexidade para o governo estadual. A Plena foi mal negociada e gera grandes prejuízos para o município.

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Funcionários e direção da Santa Casa discutem reajuste (Foto Divulgação).
Funcionários e direção da Santa Casa discutem reajuste (Foto Divulgação).

Após dois meses de negociações salariais sem nenhum avanço, os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna ameaçam entrar em greve na próxima semana.
Raimundo Santana, presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), diz que os trabalhadores pedem 8% de reajuste. A Santa Casa comanda tem, aproximadamente, 1,8 mil funcionários. O reajuste deveria ter ocorrido em maio.
Até o mês passado, a provedoria da Santa Casa alegava não ter renovado contrato de pactuação com a Secretaria Municipal de Saúde, o que impossibilitava discutir reajuste salarial.  O contrato representa até R$ 5 milhões de receita para a instituição.
A alegação é a mesma, diz Raimundo Santana, mesmo com a mudança de provedor. Eric Ettinger saiu para assumir a Pasta da Saúde e o médico Almir Alexandrino foi colocado em seu lugar. Ao invés de avançar, as negociações voltaram à estaca zero, conforme o dirigente sindical.
Uma assembleia está marcada para terça (15), às 19h20min, no auditório do Sintesi, na Duque de Caxias. Antes, os funcionários voltam a conversar com a provedoria na próxima segunda.

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Alexandrino assume provedoria da Santa Casa (Foto Divulgação).
Alexandrino assume provedoria da Santa Casa (Foto Divulgação).

Com a saída de Eric Ettinger, o médico nefrologista Almir Alexandrino assumirá a provedoria da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. Ettinger deixou o cargo para a assumir a Secretaria de Saúde de Itabuna (relembre aqui).
Alexandrino afirma que dará continuidade ao trabalho de Ettinger. “É uma grande honra assumir o comando da Santa Casa”, disse ele, enfatizando fazer parte da irmandade há quase quatro décadas. Ele ainda apelou pela união de esforços para que a gestão seja bem-sucedida.
O nefrologista ficará à frente da instituição filantrópica, pelo menos, até 2015. A Santa Casa administra três hospitais (Calixto Midlej Filho, Manoel Novaes e São Lucas) e possui, aproximadamente, 1,8 mil funcionários.

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O prefeito Claudevane Leite (Foto Gabriel Oliveira).
O prefeito Claudevane Leite (Foto Gabriel Oliveira).

As coisas andam tão devagar na Secretaria da Saúde de Itabuna que nem o prefeito Claudevane Leite (Vane do Renascer) aguenta mais. Numa reunião com representantes da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, o prefeito abriu o verbo e exigiu mais celeridade por parte do secretário Plínio Adry na formatação do contrato entre município e a instituição.
– Plínio, já tem sete meses e [até agora] só enrolação? – questionou, para desconforto do secretário e dos presentes.
O que se diz internamente é que as equipes técnicas da Saúde e da Santa Casa definem as bases do contrato de serviço para os pacientes do SUS, mas a negociação emperra quando chega à mesa de Plínio.
A equipe é considerada boa. E por que as coisas não avançam?
O secretário, em conversas com o PCdoB, que o indicou para o cargo, alega ingerência de outras áreas do governo em sua pasta. E a ingerência é a que mais “dói”, a financeira, o que criaria problemas para poder fechar contratos e… pagar, claro.
Comunas suspeitam de um boicote, embora reconheçam deficiência técnica no secretário.
Enquanto isso, o pobre cidadão que necessita do serviço sofre nos hospitais. Não é novidade que o atendimento em hospitais da Santa Casa está cada vez mais precário quando o paciente é do SUS. Quem dúvida, é só dar uma averiguada em hospitais como o São Lucas e o Manoel Novaes.
Desde abril o contrato entre Santa Casa e município vem sendo mantido na base da saliva. Verbalmente. O dinheiro atrasa mais que o normal e já há fuga de médicos da instituição para outras regiões do estado e até do país. É o bolso. O cenário não é animador.
O próprio PCdoB tem entrado em campo nas negociações. Até mesmo o ex-presidente da Bahiagás Davidson Magalhães já foi acionado para um dedinhos de prosa com a provedoria da Santa Casa. O comuna até sugeriu à entidade uma “reduzida” no volume da dívida alegada, conforme apurado pelo PIMENTA. A conversa não evoluiu.
Há, dentro da Santa Casa, quem defenda “chutar o balde”. O provedor, Erick Ettinger, vem segurando as pontas.
Plínio é sério candidato a cair. Por enquanto, o prefeito diz aos mais próximos que deverá esperar o pós-eleições. Sim, mas a paciência está acabando.

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O atraso constante de salário levou funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna a deflagrar greve. A paralisação será iniciada na próxima segunda (12), caso a provedoria não faça o pagamento relativo a abril até a próxima quinta (8).
De acordo com a direção do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), a decisão foi tomada em assembleia na qual vários trabalhadores relataram dificuldades para quitar contas e até se alimentar.
O sindicato que representa os mais de 1,8 mil funcionários informou que o comunicado de greve será enviado na sexta (9), se não ocorrer o pagamento dentro do prazo legal.

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Greve será deflagrada nesta quarta (16).
Greve será deflagrada nesta quarta (16).

Os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna anunciaram greve a partir da próxima quarta (16) em protesto contra o atraso de salário. A decisão foi tomada em assembleia realizada no auditório do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).
Ainda durante a assembleia, os funcionários decidiram que somente o pagamento do salário até amanhã (15) suspenderá a greve. A Santa Casa é mantenedora dos hospitais São Lucas, Manoel Novaes e Calixto Midlej Filho e tem, aproximadamente, 1,8 mil funcionários.
A provedoria reclama de atraso nos repasses por serviços prestados ao SUS. A dívida da prefeitura de Itabuna com a Santa Casa chegaria aos R$ 6 milhões.

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Trabalhadores fizeram protesto no Calixto e ameaçam fazer greve.
Trabalhadores fizeram protesto no Calixto e ameaçam fazer greve.

Sem ainda terem recebido o salário de março, os funcionários da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna fizeram uma manifestação pública nesta quarta (9), em frente ao Hospital Calixto Midlej Filho. Eles decidiram pela realização de assembleia na próxima sexta (11), quando votarão se deflagram greve.
A instituição filantrópica mantém, além do Calixto, os hospitais Manoel Novaes e São Lucas. São aproximadamente 1,8 mil funcionários. A entidade alega atrasos nos repasses do município, mas os funcionários lembra que são empregados da Santa Casa e não do poder público. A manifestação foi conduzida pelo Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).

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Trabalhadores da Santa Casa votam por protesto se salário não sair.
Trabalhadores da Santa Casa votam por protesto se salário não sair.

A dívida da prefeitura de Itabuna com a Santa Casa de Misericórdia começa a afetar, no bolso, os trabalhadores da entidade filantrópica. Sem receber em dia, os funcionários decidiram realizar manifestação na próxima quarta (9), se o salário de março não for pago até lá.
A manifestação está programada para as 13h30min da quarta. A decisão dos funcionários foi tomada em assembleia realizada no Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi), ontem à noite.
O entendimento dos funcionários da Santa Casa é que a dívida não pode recair sobre eles, pois o empregador não é o gestor público. A direção do Sintesi diz atuar para que instituição e prefeitura cheguem a um acordo. Há ameaça de paralisação.

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Sintesi aponta dívida de R$ 10 milhões do município com a Santa Casa.
Sintesi aponta dívida de R$ 10 milhões do município com a Santa Casa.

A Secretaria de Saúde de Itabuna já acumula dívida de R$ 10,4 milhões com a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, segundo levantamento do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi). Os funcionários da entidade filantrópica enfrentam atraso de salário devido à dívida do município.
Um ofício assinado pelo coordenador do sindicato, João Evangelista, solicita à presidência do Conselho Municipal de Saúde de Itabuna (CMSI) que convoque o secretário Plínio Adry para explicar o motivo da dívida. O montante se refere ao período de dezembro de 2013 e janeiro deste ano, além de sobras de novembro do ano passado.
O Sintesi está preocupado com os efeitos dessa dívida e de problemas enfrentados pelo municípios desde o retorno da Gestão Plena (Comando Único do SUS), em novembro. Uma das propostas apresentadas por Evangelista é que seja discutida a possibilidade de o município também prorrogue o prazo para que os prestadores de serviço apresentem certidões negativas.
O presidente do sindicato, Raimundo Santana, disse ao PIMENTA que o déficit mensal após a gestão plena tem girado em torno de R$ 2,7 milhões. As despesas estão em, aproximadamente R$ 10 milhões, enquanto a receita não passa de R$ 7,3 milhões, de acordo com Santana.

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Cemitério Campo Santo terá missa a cada hora neste sábado.
Cemitério Campo Santo terá missa a cada hora neste sábado.

A programação de Finados do Cemitério Campo Santo, em Itabuna, prevê missa a cada hora neste sábado (2). As missas serão celebradas por padres e pelo bispo da Diocese local, Dom Ceslau Stanula. Pela manhã, as missas vão até as 11h. À tarde, as celebrações começam às 14h e serão encerradas às 17h, com o bispo itabunense.

Para o Dia de Finados, o Campo Santo passou por limpeza e pintura. Segundo a administração do cemitério da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, muitas pessoas anteciparam a visita aos túmulos de parentes e amigos, neste ano, para algum tipo de reparo.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DAS MISSAS

7h – Padre Antônio Calazans (Paróquia N. Sra. da Conceição)
8h – Frei José Genilton (Paróquia Santa Rita de Cássia)
9h – Padre Alessandro Alves (P. Nossa Sra. da Vitória)
10h – Padre Alberto Kruschewsky (Paróquia Senhor do Bonfim)
11h – Padre José Grzywacz (Paróquia N. Sra. da Piedade).
14h – Padre Acássio Alves (Paróquia Santa Inês)
15h – Padre Wesley do Carmo (Paróquia N. Sra Aparecida)
16h – Padre Davi dos Santos (Paróquia Santa Maria Goretti)
17h – Bispo Dom Ceslau Stanula e Monsenhor Moisés (Catedral de São José).

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O provedor Erick Ettinger (centro) e diretores da Santa Casa participam de fórum (Foto Divulgação).
O provedor Erick Ettinger (centro) e diretores da Santa Casa participam de fórum (Foto Divulgação).

A Santa Casa de Misericórdia de Itabuna foi a única entidade filantrópica do interior da Bahia a participar da feira de negócios do II Fórum Nordeste de Gestão em Saúde, realizado em Salvador. A instituição expôs no estande da Federação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas da Bahia (Fesfba).

O estande ainda reuniu instituições como a Fundação José Silveira, Hospital São Rafael, Hospital Espanhol e Santa Casa da Bahia (Hospital Santa Izabel) e foi elogiado pelo secretário estadual de Saúde, Jorge Solla.

Erick Ettinger, provedor da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna, acredita que a participação da entidade no evento nordestino “refletiu a força da saúde no interior do Estado, em crescimento constante, principalmente a partir dos investimentos realizados em alta e média complexidade”.

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walmirWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

A mudança de opinião dos prefeitos também é muito relativa. Afinal, os ensinamentos bíblicos dão conta que nem sempre as obrigações são fielmente cumpridas como juradas. E a passagem da expulsão dos vendilhões do templo por Jesus Cristo serve de exemplo límpido e claro.

Enquanto a Santa Casa de Misericórdia de Itabuna não consegue fazer milagre, o prefeito de Itabuna, Vane, que nem apóstolo ainda é, tenta realizar essa proeza. Mas, a exemplo do que nos ensina a Bíblia, não multiplicará pães e peixes, ou transformar água em vinho, e sim diminuir os já parcos recursos públicos do Município de Itabuna em ações temerárias.

Para conseguir esse fato, nem tão inédito, já deu ordens expressas à Procuradoria Jurídica do Município no sentido de que “busque formas” de pagar os mais de R$ 4 milhões numa ação ordinária de cobrança (nº0014890-03.2008.8.05.0113) que tramita na 1ª Vara da Fazenda Pública de Itabuna. Através de acordo, é claro.

Proposta em 15 de setembro de 2008 pela Santa Casa de Misericórdia de Itabuna contra a Prefeitura, a ação sempre foi considerada temerária, por não possuir provas concretas da prestação dos serviços prestados. A ação tem como características singulares:

1 – não ter sido proposta para ser julgada pela Justiça, e sim através de acordo, não admitindo contestação ou qualquer verificação, seja a que título for, inclusive auditoria para verificar a origem do pretenso debito;

2 – é, inicialmente refutada pelos prefeitos, quando entram, embora eles mudem de ideia pouco tempo depois. Foi assim com o capitão Azevedo e agora com Vane do Renascer. E não explicam a origem da mudança e da pretensão de pagamento;

3 – na ação, a autora age como se tivesse a presunção de veracidade dos fatos alegados – fé pública – só por ser considerada “entidade filantrópica”.

Só que a ação foi contestada pela Procuradoria Jurídica, quando proposta, e os pseudodocumentos comprobatórios não resistem a uma simples análise, embora continuem os mesmo e as discussões sobre o acordo sejam feita fora do ambiente forense.

Conduta idêntica ocorre em relação ao aval do secretário Municipal da Saúde, que nem sempre concorda em apor seu “chamegão” no pretenso “cheque em branco”. Mudam-se os secretários, o problema persiste, aguardam-se novos argumentos dos procuradores-jurídicos de plantão do Município.

Mas como nem sempre o procurador é servidor concursado do município e sim nomeado pelo governo, as possibilidades de pareceres e entendimentos poderão ser os mais díspares possíveis. Até porque o entendimento do direito tem duas vias: a de quem pede e a de quem contesta, capazes de encher páginas e páginas de argumentos.

A mudança de opinião dos prefeitos também é muito relativa. Afinal, os ensinamentos bíblicos dão conta que nem sempre as obrigações são fielmente cumpridas como juradas. E a passagem da expulsão dos vendilhões do templo por Jesus Cristo serve de exemplo límpido e claro.

Tudo que é alegado nos autos tem de ser provado através dos mais diversos tipos de prova admitidos em direito. Não basta, apenas dizer que “assim se passou” e os documentos acostados não resistirem a uma simples verificação, ou como se diz no jargão forense, não subsiste a uma simples análise perfunctória (com redundância e tudo).

Ora, se nem aos sacerdotes (vide a Bíblia) a promessa assumida é uma garantia da conduta, na política, onde a arte de mentir é o que vale, seria diferente. Na política, o que voga é assumir o compromisso futuro de descumprir.

Nesse caso, restaria apenas ao Ministério Público reparar os desvios por acaso cometidos, agindo como Jesus Cristo ao expulsar os vendilhões do templo, ou, no caso, das instituições públicas.

É o que se espera!

Walmir Rosário é jornalista, advogado e editor do www.ciadanoticia.com.br

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Captação no Calixto Midlej beneficiou três pacientes.
Captação no Calixto Midlej beneficiou três pacientes.

O Hospital Calixto Midlej Filho realizou a primeira captação de múltiplos órgãos dos últimos dez anos, no último dia 1º de maio. A captação foi confirmada nesta quarta, 8, pela assessoria da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna.
A família de D.J.S., 52 anos, autorizou a doação dos rins e fígado. Segundo a enfermeira coordenadora da Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes (Cihdott), Jaqueline Céo, os órgãos doados passaram por testes de compatibilidade e beneficiaram três pacientes que aguardavam na fila de transplantes.
Céo reforça que todo o trabalho envolveu vários profissionais e foi possível a partir da solidariedade da família do doador. Segundo ela, foram realizados dois exames clínicos com avaliações de médico intensivista e um neurologista, além de exame de imagem comprovando a morte cerebral.
A autorização da família ocorreu em entrevista após conclusão do Protocolo de Morte Encefálica. “Agradecemos muito a mais esta família que se sensibilizou com a importância da doação deórgãos como ato de solidariedade e uma chance de ajudar a salvar vidas”, disse a enfermeira.

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médicoPacientes se queixam da demora no pronto-atendimento dos hospitais Calixto Midlej Filho e São Lucas, da Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. A provedoria se defende e diz que tem tentado corrigir o problema com a contratação de médicos. Porém, não existem profissionais disponíveis no mercado que aceitem a remuneração para plantonista, embora a instituição garanta complementar os valores normalmente pagos pelo SUS – e considerados defesados pelos profissionais.