Polícia Federal faz buscas no Shopping Popular || Foto PF/Divulgação
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A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (11), a Operação Rota de Colisão, que mira o desvio de objetos postais do Centro de Distribuição dos Correios em Ilhéus. Segundo a PF, parte dos bens desviados, principalmente celulares, foi revendida no comércio local.

Com o desvio das mercadorias, os Correios foram obrigados a pagar indenizações aos destinatários que ficaram sem os produtos. O prejuízo da estatal passou de R$ 270 mil, informa a PF.

Ainda de acordo com a Polícia Federal, os crimes investigados são peculato (modalidade de apropriação indébita praticada por funcionário público), inserção de dados falsos em sistemas informatizados da administração pública e receptação.

Os agentes cumpriram quatro mandados de buscas e apreensão. Ao menos um dos estabelecimentos alvos da Operação funciona no Shopping Popular, no Centro, onde policiais federais estiveram no início desta manhã.

Crime foi cometido num dos locais mais movimentados de Ilhéus
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Uma tentativa de homicídio terminou com dois homens baleados no Shopping Popular, no Centro de Ilhéus, nesta quinta-feira (1º). Segundo informações, o crime foi cometido por dois jovens. Eles teriam como alvo apenas um dos homens feridos, que foi atingido nas costas. A segunda vítima foi ferida na perna.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu-192) socorreu e levou os dois homens feridos para o Hospital Regional Costa do Cacau, na mesma cidade. Os criminosos tentaram fugir em direção à Praça Cairu, mas foram interceptados e presos em flagrante por um policial à paisana.

A identidade dos autores dos disparos não foi divulgada. Autoria e motivação do crime serão investigadas pela Polícia Civil. Com Ilhéus24h.

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Os conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios acataram, nesta terça-feira (14), denúncia contra o ex-prefeito de Itabuna, Claudevane Moreira Leite, o Vane do Renascer. O ex-gestor é acusado de irregularidades no contrato firmado com a empresa “Statuss Construtora e Serviços” para a construção do Shopping Popular. O TCM informa que erros no projeto estrutural e na execução da obra resultaram no desabamento da estrutura e em um prejuízo financeiro superior a R$ 2 milhões.

O relator do processo, conselheiro José Alfredo Rocha Dias, determinou o ressarcimento aos cofres municipais, com recursos próprios, pelo gestor denunciado e pela empresa contratada – de forma solidária, no valor de R$2.348.300,37, decorrente do dano ao erário apurado no processo, resultante da inexecução ou execução falha da obra de construção do Shopping Popular de Itabuna. O ex-prefeito foi multado em R$ 15 mil.

Foi determinado, ainda, o encaminhamento de cópia da decisão ao Ministério Público da Bahia, para que seja anexada à ação civil pública já em andamento. E, por fim, determinado ao atual prefeito de Itabuna que proclame a suspensão do direito da empresa “Statuss Construtora e Serviços” de participar de quaisquer procedimentos licitatórios no âmbito do município.

FERNANDO GOMES FOI O DENUNCIANTE

A denúncia foi apresentada pelo ex-prefeito Fernando Gomes, que apontou a existência de falha na execução do projeto, resultando no desabamento do segundo piso do edifício. Segundo o denunciante, a empresa teria usado material de baixa qualidade, “estratégia que teria sido adotada para a redução de custos”.

Fernando Gomes afirmou ainda que o gestor denunciado não teria se utilizado da previsão contratual relativa à rescisão da avença em caso de “imperícia, negligência ou imprudência”, o que, para ele, também se caracterizaria como descaso na aplicação do dinheiro público.

O denunciante também questionou a legalidade dos “irrazoáveis, incabíveis e sucessivos reajustes no valor do contrato”, que, em curto espaço de tempo, por meio de dois aditivos contratuais, passaram de R$1.946.980,36 para R$ 2.348.300,37. A alteração representou uma majoração injustificada de R$ 401.410,01 no valor inicialmente previsto.

O conselheiro José Alfredo concluiu que, de fato, houve violação pelo gestor de diversas obrigações básicas na correta destinação e fiscalização da aplicação dos recursos públicos, incluindo o dever de fazer as escolhas corretas em relação aos responsáveis por execução de obras e serviços e também o dever de vigilância, razão pela qual atraiu para si a responsabilidade pelos danos verificados.

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Segundo a Prefeitura, atualização de cadastro é obrigatória
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Nesta sexta-feira (18), a Prefeitura de Ilhéus anunciou a prorrogação da atualização do cadastro dos comerciantes permissionários do Shopping Popular. Originalmente, o prazo acabaria na última terça-feira (15), mas foi estendido até o dia 8 de abril.

A atualização é obrigatória e deve ser feita no Protocolo Geral da Prefeitura, que funciona no andar térreo do prédio Anexo das Secretarias, localizado na Rua Santos Dumont, perto do Palácio Paranaguá, no Centro. O atendimento ocorre de segunda a sexta, das 12h às 18h.

Clique em “Leia mais” para ver a lista de documentos exigidos.

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Comissão recomenda demolição de shopping popular|| Foto Waldir Gomes

Não será tão cedo que os vendedores ambulantes que atuam no centro de Itabuna contarão com um espaço decente e seguro para trabalhar. Nesta quinta-feira (4), a prefeitura informou que deverá demolir o Shopping Popular, que estava praticamente pronto, mas apresentou sérios problemas estruturais e de segurança, segundo uma comissão formada por técnicos do município.
Integrada pelo secretário de Desenvolvimento Urbano, Patrick Olbera Monteiro, pelos engenheiros João Zulato Filho, da Sedur, e Kleber Marcelo Bras, representante da Associação Brasileira de Engenheiros Civis, além do advogado Joselito Batista de Oliveira Filho, da Procuradoria-Geral do Município, a comissão sugeriu a demolição do prédio.
A decisão sobre o destino do prédio deve ser anunciada pelo prefeito Fernando Gomes ainda nos próximos dias. Nesse período, a Procuradoria-Geral do Município deve notificar ao Ministério Público da Bahia e entrar com uma ação judicial contra os gestores e a empresa responsável pela execução da obra, que foi orçada em R$ 2 milhões e deveria ser concluída há quase dois anos.
O relatório destaca que, após a análise dos dados coletados como extração do corpo de provas do concreto de pilares e vigas, “constatou-se que 90% deles estão abaixo do mínimo projetado para este tipo de estrutura”.
A comissão constatou, ainda, que todas as vigas do último pavimento – que foi demolido – estavam condenadas por apresentar níveis baixíssimos de resistência, com alto risco de colapso, daí a recomendação para remoção das mesmas estruturas, visando evitar qualquer tipo de acidente mesmo estando a obra paralisada.
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