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helenilson-chaves1Helenilson Chaves

Estamos, lamentavelmente, formando legiões de pessoas sem perspectivas, que não raro mergulham no caminho sem volta da marginalidade e das drogas.

O que será do Sul da Bahia daqui a 20 anos. Muitos de nossos cidadãos, após décadas de crise e diante de algumas perspectivas, vislumbram o paraíso.
Uma visão mais realista, entretanto sinaliza na direção contrária, diante da ausência de fundamentos básicos para que esse novo ciclo de desenvolvimento se consolide.
O ponto principal é a ineficiência na formação dos futuros responsáveis pela condução das ações que levem ao progresso e à distribuição de riquezas de maneira adequada. O que vemos, hoje, é a destruição do futuro.
Observemos que a formação de nossas crianças e adolescentes, através do ensino fundamental e médio, deveria promover uma educação que efetivamente capacitasse e incutisse a noção de cidadania plena.
Esses propósitos não tem sido realizados pelos responsáveis por essas ações. As escolas de ensino fundamental e médio encontram-se numa situação que as torna incapazes de exercer o papel que lhes cabe.
Aqui no Sul da Bahia temos cidades em que o ano letivo nem começou ou começou com atraso considerável, cargas horárias ineficientes, exigências absurdas de material escolar, pais sendo obrigados a comprar fardamentos e merenda deficiente, além da estrutura precária.
Como se estivéssemos pintando o quadro de horror, essa geração que é o futuro não conseguirá exercer adequadamente profissões nem atender demandas que possam resultar na criação e distribuição de riquezas regionais.
Estamos, lamentavelmente, formando legiões de pessoas sem perspectivas, que não raro mergulham no caminho sem volta da marginalidade e das drogas. E o futuro, que poderia ser brilhante, torna-se uma opera canhestra, numa sinfonia desafinada.
Sejamos,  porém, otimistas. É possível sim reverter esse quadro. E só há  um único caminho: a Educação de qualidade, em todos os níveis e acessível a todos. Porque sem Educação no presente, simplesmente não hvará futuro.
Helenilson Chaves é presidente do Grupo Chaves.

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Aldrex foi recapturado neste domingo em Ilhéus.
Aldrex foi recapturado neste domingo em Ilhéus.

Uma guarnição da 70ª Companhia Independente da PM recapturou na manhã deste domingo (4), em Ilhéus, um foragido do Conjunto Penal de Itabuna. Aldrex Lopes Francisco Lins (“Mineiro”) estava preso por determinação da Justiça Federal e conseguiu fugir do presídio itabunense no dia 20 de abril.
Ele é o segundo recapturado pela polícia. O primeiro foi Cristiano Cristiano Batista dos Santos, no Bairro da Califórnia, na última terça (relembre aqui). A polícia ainda procura outros 12 internos que conseguiram escavar um túnel de mais de dez metros de extensão e “ganhar liberdade”.
A polícia civil investiga suspeita de que a fuga tenha sido facilitada em troca de dinheiro. Os trabalhos devem avançar mais com as duas recapturas feitas até agora.

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São 576 vagas ainda em aberto nos cursos de graduação.
São 576 vagas ainda em aberto nos cursos de graduação.

A Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) divulgou a lista de alunos contemplados no projeto Universidade para Todos no Sul da Bahia. A lista completa está disponível no site da instituição (www.uesc.br).
A universidade ainda anunciará a data de início de aulas do curso preparatório para vestibulares e para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
As aulas serão ministradas em unidades escolares já previamente divulgadas. Organizado pela Secretaria Estadual de Educação, o Universidade para Todos oferece 2.750 vagas na área da Uesc, sendo 690 em Itabuna e 700 em Ilhéus.

Além das duas maiores cidades, são atendidos alunos dos municípios de Almadina, Barro Preto, Buerarema, Camacan, Canavieiras, Coaraci, Floresta Azul, Gandu, Ibicaraí, Itacaré, Itajuípe, Itapé, Itapitanga, Jussari, Pau Brasil, Santa Luzia, São José da Vitória, Ubaitaba, Una e Uruçuca.
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Rebelião resultou em seis mortes e sete feridos.
Rebelião resultou em seis mortes e sete feridos.

O diretor do presídio de Eunápolis, major Gilson Paixão informou em entrevista ao G1 nesta quarta-feira (30) que uma investigação foi aberta para identificar o motivo da rebelião ocorrida em uma das alas do presídio, na última segunda-feira (28). De acordo com o diretor, a suspeita é de que a rebelião tenha sido causada após uma briga entre facções rivais.
Dos seis mortos confirmados, quatro pertenciam à uma mesma facção de Porto Seguro, sendo dois condenados por estupro. De acordo com o diretor, a maioria das rebeliões ocorrem com o objetivo de reivindicar algo, e uma negociação é iniciada, porém no caso de Eunápolis, na tentativa de aproximação, a equipe do presídio foi recebida a pedradas.
Segundo o diretor, a rebelião ocorreu em uma ala que continha 341 presos. Serão transferidos 230 para três unidades diferentes, dentre eles os identificados como os líderes da rebelião. A demora na transferência acontece por falta de vagas causadas pela superlotação dos presídios no Brasil.
“Em momento nenhum eles negociaram. Quando nos aproximávamos eles jogavam pedras. Assim que a confusão começou eles já partiram pra o quebra-quebra. Não descartamos a possibilidade de a rebelião ter ocorrido por uma ordem de fora”, disse o diretor. Leia mais.

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Neide comanda agência.
Neide comanda agência.

A Agência Castro Publicidade fará festa para completar 20 anos de atividade, nesta quarta (30), no Sest-Senat, na Avenida J.S. Pinheiro, no Lomanto.
A agência promoverá uma noite regada a frios e vinhos, com forró e seresta, a partir das 21 horas. A Noite das Estrelas reunirá o mercado publicitário e da comunicação regional, empresariado e autoridades, além de clientes e fornecedores. A reserva de mesas para o evento pode ser feita pelos telefones (73) 8827.5810 e 3613.4551.
Comandada pela publicitária Neide Castro, a agência criada em 1994 tem atuação destacada no varejo e participação, também, no mercado da publicidade institucional oficial. Atualizada às 20h30min

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Wagner durante evento de assinatura de ordens de serviços no sul da Bahia (Foto Pimenta).
Wagner durante evento de assinatura de ordens de serviços no sul da Bahia (Foto Pimenta).

As condições dos trechos estaduais da Rodovia Ilhéus-Itabuna (BR-415) são motivos de reclamação de quem trafega pela estrada, enquanto a parte federal está um tapete. Ontem, o governador Jaques Wagner, durante a assinatura de ordens de serviço para obras em Ilhéus e Itabuna, também determinou o início imediato da recuperação dos trechos da rodovia de integração entre os dois municípios.
No total, serão R$ 14 milhões para as obras nas duas cidades e na rodovia. Este é um dos assuntos do programa semanal Conversa com o Governador, no qual Wagner também fala da visita da presidente Dilma Rousseff ao Estado. Aqui, ela anuncia a duplicação da BR-101 e entrega patrulhas mecânicas a prefeitos baianos. Para ouvir o programa, clique aqui.

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A Bahia FM Sul lança amanhã (23), às 8h, no Tarik, o programa Fala Bahia Sul. O jornalístico terá uma hora de duração. Na primeira meia hora, trará as notícias do estado, com transmissão de Salvador e apresentação de Emerson José. Na segunda parte, o Fala Bahia abrirá espaço para as notícias do sul da Bahia, com Raphael Marques e Mayara Souza e Evandro Lima.
A emissora sul-baiana amplia a participação do jornalismo na sua grade. O programa busca competir com o Jornal das Sete, da Morena FM, apresentado por Tuka Souza e Paulo Vicente, com edição do jornalista Ailton Silva e produção de Paulo Brito.

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Zairo teve as contas reprovadas pela Câmara.
Zairo teve as contas reprovadas pela Câmara.

Novo ficha suja na praça.
Alvo de investigações do Ministério Público Federal e da Polícia Federal, o ex-prefeito de Canavieiras teve mais um motivo de dor de cabeça para a sua carreira política: ontem, a Câmara de Vereadores reprovou as contas de 2012 do ex-gestor.
No plenário, o ex-prefeito conseguiu apenas cinco de seis votos necessários para derrubar parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), que recomendou rejeição das contas de 2012. Dentre as irregularidades, investimento em educação abaixo dos 25% e licitações irregulares, conforme a corte.
Como teve – e exerceu – o seu direito a defesa no legislativo, o ex-prefeito fica inelegível por oito anos com o resultado da votação.

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Representantes das quatro instituições assinam protocolo na reitoria da UFSB (Foto Águido Ferreira).
Representantes das instituições assinam protocolo na reitoria da UFSB (Foto Águido Ferreira).

Um protocolo de intenções assinado entre quatro instituições poderá resultar na criação de um parque tecnológico na sede regional da Ceplac, na Rodovia Ilhéus-Itabuna. A proposta reúne, além da Ceplac, as universidades Estadual de Santa Cruz (Uesc) e Federal do Sul da Bahia (UFSB) e o campus ilheense do IFBA.
A ideia do parque surgiu na Ceplac e ganhou corpo. Até a assinatura do protocolo, ocorreram negociações e um seminário de quatro dias, na semana passada. Para o reitor da UFSB, Naomar Monteiro, o parque tecnológico significa a “reinvenção” da Ceplac como instituição.
O superintendente da Ceplac na Bahia, Juvenal Maynart, enfatizou que, para se chegar à proposta que envolve quatro instituições, pesquisadores do órgão federal visitaram projetos semelhantes no país, avaliando pontos positivos e negativos. A partir daí, definiu-se qual a potencialidade do parque discutido agora.

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Stédile5O líder nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), João Pedro Stédile, 60, esteve em Salvador no último final de semana, onde participou de uma plenária sobre o Plebiscito por uma Constituinte Exclusiva. Stédile é graduado em economia pela PUC do Rio Grande do Sul e pós-graduado pela Universidade Nacional Autônoma do México.

Nesta entrevista, ele fala também sobre a Reforma Agrária nos governos FHC, Lula e Dilma e diz que o agronegócio utiliza veneno que está o provocando câncer. Stédile também vê o Congresso Nacional dominado pelas bancadas ruralista e do empresariado e faz uma avaliação sobre as próximas eleições.  Confira a entrevista concedida a Marival Guedes, especialmente para o Pimenta.
BLOG PIMENTA – Vamos começar fazendo uma comparação entre os mandatos de Fernando Henrique, Lula e de Dilma sobre a Reforma Agrária.
JOÃO PEDRO STÉDILE – No Brasil, a rigor, nunca tivemos Reforma Agrária no que ela representa, que é um programa de governo que leve a democratização do acesso à terra a todos. FHC abriu as portas para as grandes empresas internacionais, mas teve um azar: o agronegócio, na sua ganância de tomar conta das terras, cometeu dois grandes massacres que deixaram a população indignada. Teve aquela nossa grande marcha à Brasília que fez com que FHC se obrigasse a um programa de assentamentos que foi até razoável, mas foi fruto dos massacres em Carajás e no Paraná.
PIMENTA – Com Lula, houve uma grande expectativa…
STÉDILE – Nós tínhamos esperança de que o governo Lula pudesse acelerar, mas, infelizmente, ele seguiu apenas a política de assentamentos. Então, onde havia pressão política, houve desapropriações. Nós mantivemos, digamos assim, o mesmo ritmo do governo FHC.

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A reforma agrária praticamente parada. E esta é a nossa bronca com relação ao Governo Dilma.

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PIMENTA – E estes três anos e três meses do governo Dilma?
STÉDILE – Agora, está praticamente parada. E esta é a nossa bronca com relação ao governo Dilma, porque não avançou na Reforma Agrária.
PIMENTA – Quais os motivos?
STÉDILE – A resposta simplista seria que falta vontade política do governo, mas não é bem assim. A nossa avaliação é de que a correlação de forças na luta de classe na agricultura piorou no governo Dilma. Piorou em função da crise do capitalismo internacional, houve uma avalanche de capital internacional que veio se proteger no Brasil. Investiram em usinas, hidrelétricas, praticamente desnacionalizaram todo o setor canavieiro e compraram muita terra. Isso representa a força do capital que chega lá no interior, compra terra, controla o comércio etc.

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O cacau tem o comércio cada vez mais concentrado nas mãos da Dreyfus, Nesttlé e da Cargil. Isso foi de pouco tempo pra cá.

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PIMENTA – Pode citar um exemplo?
STÉDILE – O cacau tem o comércio cada vez mais concentrado nas mãos da Dreyfus, Nesttlé e da Cargil. Isso foi de pouco tempo pra cá. A segunda explicação é que, dentro do governo Dilma, há uma presença maior do agronegócio.  Terceira mudança: o Congresso no governo Dilma é mais ruralista. Aquilo que no governo tava parado – e nos ajudava -, o agronegócio avançou pelo Congresso fazendo chantagem. Esta bancada fazia as mudanças, como foi o episódio do Código Florestal, e impunha ao governo como uma derrota. Estas três circunstâncias levaram o governo Dilma a recuar com relação à Reforma Agrária.
PIMENTA  – O que o MST reivindica a curto, médio e longo prazos?
STÉDILE – De curto prazo, a Carta e a pauta que entregamos na audiência durante nosso congresso, em 13 de fevereiro passado, quando sinalizamos para a presidenta: olha, nós entendemos a correlação de forças, que não depende de vontades pessoais. Mas, ao seu alcance, estão, imediatamente, antes de terminar o governo, algumas medidas concretas de emergência.

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Nós temos 100 mil famílias acampadas, inclusive algumas ao longo das rodovias em Itabuna, Ilhéus e outros municípios do sul da Bahia.

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PIMENTA – E quais seriam?
STÉDILE – Nós temos 100 mil famílias acampadas, inclusive algumas ao longo das rodovias em Itabuna, Ilhéus e outros municípios do sul da Bahia. É um absurdo que nós tenhamos acampamentos com oito anos, pessoas morando debaixo de lona preta. Segunda medida, aqui para Nordeste, nós descobrimos que dentro dos perímetros irrigados, já com tudo pronto, o governo botou água, gastou milhões de reais, existem 80 mil lotes vagos, porque, na política burra do Dnocs e da Codevasf, eles fazem primeiro o perímetro irrigado e depois fazem o edital de licitação em que só o pequeno empresário do sul vem aqui. No caso da Bahia, a região de Juazeiro. E, depois, abandonam.
PIMENTA – Quais as razões para esse abandono?
STÉDILE – Porque eles criam uma ilusão: “vou plantar manga, abacaxi e vou bamburrar de dinheiro.” O mercado mundial de frutas já tá tomado. Não é chegar assim: vou exportar manga pra Europa e vou ganhar dinheiro. Não há mais mercado pra fruta na Europa, nem sequer da uva. Ao contrário, toda a produção do perímetro irrigado no Nordeste, hoje vai para o mercado nacional, porque aumentou a renda do brasileiro. Então, é melhor vender no Brasil que no exterior.
PIMENTA – O que foi feito com estes lotes?

STÉDILE – Estão vagos. Tem 80 mil lotes vagos, tudo pronto com água passando. E nós falamos pra Dilma: pelo amor de Deus, bote sem-terra nestes lotes. Não precisa gastar nada, nem desapropriação, pra eles produzirem alimentos.

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A Polícia Federal, nos últimos 12 anos, identificou 566 fazendas onde havia trabalho escravo. Ora, a Constituição é clara: não cumpriu a função social, desapropria. É só ter coragem.

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PIMENTA – A questão do trabalho escravo também consta na carta. Qual a reivindicação?
STÉDILE – A Polícia Federal, nos últimos 12 anos, identificou 566 fazendas onde havia trabalho escravo. Ora, a Constituição é clara: não cumpriu a função social, desapropria. Não interessa se é produtiva ou improdutiva. É um crime hediondo, primeiro motivo absoluto, o cara que pratica trabalho escravo tem que ter [a área] desapropriada. Então, é só ter coragem e pegar os processos e somente aí já teríamos 566 fazendas.
PIMENTA – Quais as ações do MST a partir de agora?
STÉDILE – Nós temos três inimigos do pobre do campo: o primeiro é o latifúndio atrasado, que ainda é improdutivo ou que paga mal aos trabalhadores e que agride a natureza. O segundo é o agronegócio, que é moderno, mas não gera riqueza para o povo brasileiro. E o terceiro é este sistema geral, mundial, que transformou o Brasil numa economia de exportação de matéria-prima, apenas. E não fica nenhuma riqueza aqui.

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Cargil, Dreyfus e Nestlé controlam as exportações. Elas que ficam com o lucro da riqueza do cacau, não o produtor. Este fica com uma pequena margem.

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PIMENTA – Quem controla as exportações?

STÉDILE – O agronegócio aumenta cada vez mais as exportações, mas Cargil, Dreyfus e Nestlé controlam as exportações. Elas que ficam com o lucro da riqueza do cacau, não o produtor. Este fica com uma pequena margem. Então, se queremos que o cacau seja um produto orgânico para produzir chocolate para o povo brasileiro, temos que derrotar este sistema destas empresas transnacionais. São nossas inimigas.
Para ler a íntegra, clique no link a seguir:Leia Mais

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Kit que será usado pelo leiturista, no sul da Bahia, a partir do dia 14 (Foto Divulgação).
Kit que será usado pelo leiturista, no sul da Bahia, a partir do dia 14 (Divulgação).

A fatura de energia elétrica poderá ser entregue imediatamente após a leitura de consumo, na região de Itabuna, a partir do dia 14. A mudança no processo de leitura e faturamento foi anunciado pela Coelba nesta semana.
Além de Itabuna e Ilhéus, a mudança chegará a 41 outros municípios do sul da Bahia, atingindo cerca de 740 mil clientes. A previsão é de que o novo sistema seja implantado em todo o estado até o final deste ano.
De acordo com a Neonergia, o investimento total é de R$ 30 milhões para compra de equipamentos, capacitação de profissionais e implantação do sistema na Coelba.
A mudança faz com que a empresa visite o cliente só uma vez por mês. No sistema atual, são duas idas até o consumidor: medição do consumo e entrega da fatura.
Os leituristas, segundo a coordenação da Coelba em Itabuna, irão utilizar kit com coletor de dados e impressora térmica. Para preservar os dados, o papel utilizado é resistente à água.
“O novo formato da fatura mantém todas as informações contidas na conta anterior”. Os equipamentos, de acordo com a empresa, serão rastreados 24 horas por dia. Se roubado, o equipamento recebe comando de bloqueio que trava o acesso às informações.

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Gerson Varjão foi prefeito de Itaju por dois mandatos
Gerson Varjão foi prefeito de Itaju por dois mandatos

O produtor rural Gerson Varjão, ex-prefeito de Itaju do Colônia, faleceu às 4h40min desta segunda-feira (31) em Itabuna, no Hospital Calixto Midlej Filho. Ele estava internado há cinco meses na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), após sofrer uma Acidente Vascular Cerebral (AVC).
Varjão tinha 71 anos de idade, foi vereador por uma vez e prefeito de Itaju do Colônia, no Sul da Bahia, por duas ocasiões, sendo a última no período de 1997 a 2000.
O velório será no SAF, na Avenida Juca Leão, em frente ao Grapiúna Tênis Clube, em Itabuna, onde vive a maior parte da família, segundo explicou o sobrinho e afilhado Elinho Almeida, que é vereador de Buerarema.
O enterro será amanhã, às 10h, no Cemitério Campo Santo, onde também foi enterrado o pai de Varjão. O ex-prefeito deixa esposa, Zélia Lacerda, e quatro filhos: Ana Paula Varjão, Ana Carla, Gerson Filho e Jefferson.

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O Instituto Cabruça lançará a segunda edição do Concurso Maiores Árvores do Sul da Bahia, no próximo dia 27, às 17h, na Fazenda Yrerê, no quilômetro 11 da Rodovia Ilhéus-Itabuna. Serão premiados os donos de dez propriedades onde forem localizados os maiores exemplares de pau-brasil na região.
De acordo com a coordenação, o objetivo do concurso é “formar produtos ecoturísticos associados à cadeia produtiva do cacau e do chocolate”, bem como estimular o turismo rural e auxiliar na preservação da mata atlântica.
As inscrições poderão ser feitas na sede do Instituto ou pelo site www.cabruca.org.br, além dos escritórios da Ceplac. Em 2013, o concurso premiou as propriedades com os maiores exemplares de jequitibá.

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Comboio ExércitoTropas do Exército começaram a retornar para a zona do conflito entre agricultores e autodeclarados tupinambás no sul da Bahia, após retirada iniciada na última segunda (10). A informação foi confirmada há pouco pelo presidente da Associação dos Pequenos Produtores de Ilhéus, Una e Buerarema (Aspaiub), Abiel Silva.
Anteontem, o governador Jaques Wagner havia pedido a prorrogação do estado de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na área de 47,3 mil hectares reivindicada pelos autodeclarados indígenas. A área foi definida de acordo com estudo da Fundação Nacional do Índio (Funai).
Ontem, o deputado federal Geraldo Simões disse que o estudo contém “vícios”. O parlamentar defende a manutenção dos produtores na região, assim como a permanência das tropas do Exército. Geraldo é favorável aos pequenos produtores. Mais de 20 mil pessoas residem na área do conflito.
ÍNDIOS PRESSIONAM EM BRASÍLIA
Ontem, cerca de 40 índios do sul da Bahia foram à Brasília pressionar o governo para que agilize o processo de demarcação. Enquanto Geraldo defende dos produtores e assentados da região, outro petista, o deputado federal Valmir Assunção, defende a demarcação da área que abrange os municípios de Ilhéus, Una e Buerarema, e daria apoio aos indígenas na capital federal.
Valmir é criticado pelos produtores e agricultores familiares, parte deles oriunda do movimento sem-terra, a exemplo de Juraci Santana, assassinado em 11 de fevereiro, no Assentamento Ipiranga, em Una. “Não entendemos a posição dúbia de Valmir, que surgiu no movimento sem-terra”, critica um produtor.

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Tropa com mais de 600 homens está no sul da Bahia desde fevereiro (Foto Pimenta).
Tropa com mais de 600 homens está no sul da Bahia desde fevereiro (Foto Pimenta).

Exército e Marinha deixaram a região de conflito entre produtores rurais e índios e autodeclarados tupinambás, na região que envolve Ilhéus, Una e Buerarema. De acordo com as primeiras informações, as três bases de segurança (pacificação) instaladas na área de 47,3 mil hectares foram desmontadas entre ontem e hoje (11).
As Forças Armadas estavam no sul da Bahia desde o dia 14 de fevereiro, após o governador Jaques Wagner recorrer à Garantia da Lei e Ordem (GLO) e passar ao governo federal a responsabilidade pela segurança pública na área do conflito.
ASSASSINATO DE AGRICULTOR
Hoje faz um mês que o agricultor Juraci Santana foi executado a tiros, no Assentamento Ipiranga, no Maroim, em Una. Até o momento, ninguém foi preso. A retirada das tropas do Exército é considerada uma vitória para os tupinambás, que estariam planejando uma caminhada ecológica na área do conflito.