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O Colo Colo vai para o terceiro treinador no Campeonato Baiano em apenas 10 jogos. O primeiro, Antônio Dumas, saiu após quatro derrotas seguidas. Dumas elogiou a qualidade dos jogadores e atirou na presidência do clube que gosta, segundo ele, de atribuir a culpa pelos erros aos outros.
O segundo, Laelson Lopes, acha o contrário. Livrou a cara do presidente José Maria Santana. o treinador ficou à frente do Tigre por cinco partidas, quando a equipe perdeu três, ganhou uma e empatou outra. Ao sair, afirmou que só metade do elenco presta e os outros 15 jogadores “não têm a mínima condição de jogar no Campeonato Baiano”.
Resta saber se as contratações foram feitas a pedido só do ex-técnico Dumas ou se a diretoria “mandou” em todas…

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O promotor Clodoaldo da Anunciação disse tudo quando chamou a Secretaria Municipal de Saúde à responsabilidade, cobrando ações efetivas no combate à dengue.
Para Anunciação, é inaceitável que as medidas do plano de combate, preparado em 2008, ainda não tenham sido executadas. É como se o governo estivesse na arquibancada, assistindo de boca aberta, enquanto o Aedes aegypti bate um bolão em campo.
Uma das negligências da Secretaria Municipal de Saúde é o não funcionamento do Centro de Saúde José Maria de Magalhães, que deveria ser uma das unidades de referência no atendimento de pacientes com sintomas de dengue.
Como a unidade de referência não está atendendo, as pessoas estão procurando os hospitais, já sobrecarregados.
Desse jeito, realmente, fica muito difícil.

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… PREFEITURA ACORDA PARA A DENGUE!!!

Depois de concentrar esforços para realizar o carnaval antecipado e travar embates com o Ministério Público para que a festa acontecesse, finalmente a prefeitura de Itabuna acorda (tarde!!!) para a dengue.
Até a segunda-feira, o secretário de saúde, o vice-prefeito Antônio Vieira, fazia malabarismo verbal para negar a existência de um quadro epidêmico (e gravíssimo) de dengue no município. A realidade falou mais forte e, nesta terça, o município se viu obrigado a decretar estado de emergência em Itabuna.
Em todas as suas entrevistas e no material oficial, Vieira quase nunca falava de ações de combate à dengue. Somente ontem, e com o decreto de emergência, falou-se em mandar a campo 300 homens para revistar e tampar reservatórios d´água, tradicional criadouro de larvas do mosquito quando destampados.
Que a epidemia viria, todos sabiam. Não foi por falta de aviso. Quem entrou na prefeitura sabia que o cenário seria de caos (logo, logo) tamanho o descaso da gestão sucedida por Azevedo. Fernando Gomes e Jesuíno Oliveira, ex-prefeito e ex-secretário de saúde, respectivamente, praticaram um crime contra a população.
Eles não seguiram as recomendações para este período. Pior fez Jesuíno. Dias antes de sair do cargo, “alertou” que a cidade teria dias mais do que preocupantes neste verão por causa da dengue. Faltou prevenção e sobraram desvios de recursos (confessados pelo próprio Jesuíno) e incompetência.
Juntando a competência dos que se foram e a lentidão dos que chegaram, o Aedes aegypti retribuiu trazendo um cenário de caos nos hospitais e ceifando vidas. Por conta disso, hoje não se fala mais em combate, mas controle da dengue.

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Para emplacar a advogada Juliana Burgos na Procuradoria-Geral da Prefeitura, o governo explora um lapso da redação da lei municipal antinepotismo. É que o texto do dispositivo se refere a cargos “eletivos” e segue elencando, “notadamente”, os de secretário, procurador-geral etc.
Logicamente, os cargos visados pelo legislador não são os eletivos, mas os comissionados, de livre nomeação e exoneração pelo chefe do Executivo.
A redação da lei é imperfeita, mas existem diversas maneiras de interpretar um diploma legal. E nesse caso, mais importante que a interpretação da letra, é preciso mirar o chamado espírito da coisa.
Quem é do ramo sabe bem como funciona.

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cartelizacaoitabunaA combinação de preços elevou de R$ 2,59 para R$ 2,69 o litro da gasolina em Itabuna. Quase todos os postos têm cobrado o mesmo valor pelo produto, segundo a mais nova edição do jornal O Trombone. A cartelização foi denunciada por um motorista e comprovada pela reportagem do semanário.
Na edição que já está nas bancas, o jornal explica como age o cartel dos combustíveis e revela os prejuízos para o consumidor com a prática que é considera crime pela legislação brasileira. A combinação de preços é confirmada por um frentista.