Tempo de leitura: < 1 minuto

Faz algum tempo que a API não é mais o sindicato que representa os professores da rede municipal de Itabuna. Mas, por outro lado, também não parece haver quem faça essa defesa. Essa é a mensagem que se tira de um documento assinado pela cinquentenária entidade e distribuído entre a categoria essa semana.

Entre outras coisas, a API questiona a independência do sindicato da rede municipal, o Simpi, do governo do Capitão Azevedo. Um exemplo. No panfleto intitulado “Façam-nos rir…”, a API denuncia a tentativa de boicote do Simpi ao movimento pela implantação do piso nacional do magistério em Itabuna.

Segundo o panfleto, a justificativa do Simpi foi que em Itabuna o piso já é assegurado, o que gerou protesto da API. Diz o texto: “O município não paga o piso. E todos sabem disso, inclusive elas e o secretário de Educação (itálico nosso)”.

O texto continua, demonstrando que “o reajuste de 12%, que elevou o salário base de R$ 415,00 para R$ 469,00 (por 20 horas), equivale a R$ 938,00, e não a R$ 1.126,00, conforme elas declararam que o município paga”. E o piso nacional é de R$ 1.132,00.

Em tempo: Elas são um grupo de ex-filiadas à API, que se rebelou e fundou o Simpi, tendo como mentora intelectual a professora Anorina Smith, ‘eterna’ desafeta da então presidente da API, Miralva Moitinho. Na época os dois grupos ficaram conhecidos como as Miralvetes e as Anorinetes. Hoje, Miralva dirige a Direc 7 e Anorina responde pelo escritório regional da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR).

Resposta de 0

  1. Atentado aos professores ou a democracia?

    Em pleno século XXI, quando já tinhamos achado que a democracia estava consolidada nesse país, somos pegos de surpresa com esse acontecimento; um crime contra o direito de exigir os direitos dessa classe(professores), que vem sendo mostrada na TV como mola-mestra do desenvolvimento de uma nação. É de suma importância que não apenas os cidadãos de Porto Seguro, mas todos os cidadãos do Brasil cobre das autoridades o rápido esclarecimento desse gesto contra a educação.

    Como poderemos lutar por uma sociedade mais justa, diante dessa ameaça?…Como ensinar aos nossos alunos a exigir os seus direitos?

  2. Meu Deus, livrai-nos desse mal que é o interesse próprio.
    O SIMPI, nada mai é que o nosso sindicato, formado por colegas que já não queriam mais entrar em sala de aula, pois os alunos não são mais os mesmo; seria um castigo para estes colegas ter que dar aula. Assim, vamos ao SIMPI, lá estão todos “trabalhando” em defesa da sua própria “classe” conivente com o que a SEC quer, emfim… estamos sem representação de força!!!
    Recebemos um míséro salário por uma atividade laboral que está deixando dezenas de colegas enfermas, esse número pode ser levantado por uma quantidade expressiva de pedido de afastamento médico. Obrigada colegas sindicalistas pela defesa de nossa classe!

  3. Este SIMPI infelizmente não tem nada haver com sindicato .Sindicato tem que lutar por um ideal e não acatar um .Elas acatam o que Gustavo determina e tem medo de enfrenta-lo afinal ele ajudou a combater a API por medo do atual presidente que sempre lhe pediu a tão famosa lista de contratados da SEC. “gugu” sempre quis ter um” programa legal “.Onde ele comandasse. SIMPI de sindicato vcs não tem nada. Volta API volta.Essas bruxas vão sempre acatar o que GUGU mandar.Estou com vergonha dessa cidade vou embora. Vão a São PAulo e aprendam o que é sindicato até 14º salário eu já ganhei lá.Vcs são podres caiam FOORAAAAAAAAAAAA.

  4. Infelizmente tudo que está ligado à políticagem hoje, fede. Dá até nojo vê essas pessoas à frente de entidades ligada aos profissionais da educação. Tudo interesse político e nada mais. Deveriam tomar vergonha na cara e trata os professores com respeito.
    Nunca acreditei nesse de interesse do povo. Só querem está no poder e garantir seus altos salários e cargos políticos.
    É quase impossível acreditar na melhora de nosso país. Só tem político bandido. Só Deus mesmo pra salvar nosso povo.

Deixe aqui seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Saiba como seus dados em comentários são processados.