
Marli Santos foi eleita no dia 14 de dezembro, em uma sessão tumultuada. Opositores queriam “melar” o processo e a então presidente Cristina Rezende (PMDB) não aguentou a pressão. Ou melhor, ela abandonou a sessão.
Foi a própria Marli que deu prosseguimento aos trabalhos, na condição de primeira-secretária da Câmara. Sua vitória foi questionada pela oposição, numa briga que terminou com a decisão judicial. O juiz estabeleceu multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento de sua sentença.
Conciliadora, a petista afirmou em sua posse que, na presidência, fará “valer a vontade da maioria”, mas sem “deixar de ouvir a opinião da minoria”.

















