
A controvérsia foi gerada pelo novo presidente da Emasa, Geraldo Briglia, que disse considerar a privatização como uma hipótese plausível. Depois, o próprio Briglia procurou jogar panos quentes, esclarecendo que falou sobre o assunto apenas “em tese”e que não haveria nenhum projeto para alterar o modelo de gestão da Emasa.
Ainda assim, o comitê permanece atento e continua articulando um seminário para discutir a política de saneamento e a importância de preservar a Emasa como empresa pública. Diante dos “humores” oscilantes do governo, a prudência aconselha desconfiar.




















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Obrigado a o site pimenta pela informação
de defesa da Emasa, todos os dias uma gama
de funcionarios acessam seu site e continuara
acessando pelo motivo claros informaçoes sem
medo existe sim o intewresse de privatiza da
familia burgos.