
A polícia coletou material genético das células ósseas da vítima e comparou com o DNA da mãe de Marleide, Sebastiana Dias de Oliveira, além de comparar a arcada dentária da ossada encontrada e os registros do prontuário odontológico da engenheira.
Antonio Luís de Jesus já havia sido indiciado pelo desaparecimento da engenheira e namorada. Uma testemunha que ajudou Antonio apontou para a polícia onde o corpo foi enterrado, em três caixas. Ela foi morta após ser agredida e bater a cabeça no chão. O crânio da ossada encontrada em Itaparica apresentava afundamento como descrito pela testemunha que ajudou a polícia a localizar a ossada.
















