
“Entender a Educação como feita em setores estanques é uma visão ideologicamente torta, pois, segundo Engels, não há nada definitivo, absoluto, sagrado, nada escapa ao movimento”, provocou. Ele citou ainda um artigo em que o jornalista Ricardo Ribeiro “mostrou que a escola está cercada por um cordão de indignidade e sordidez que o professor não pode romper”.
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