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Do(a) leitor(a) que assina “Comunista da Sibéria”, em comentário à nota JORGE NÃO FOI BALEADO. FOI APEDREJADO:

Interessante esse sentimento de traição, incrustrado no inconsciente coletivo do grapiúna, quando se trata do escritor Jorge Amado. Há outras mágoas herdadas. Contra o Esporte Clube Bahia, por exemplo, que atravancou o caminho do Azulino e mudou para sempre a história do clube itabunense condenando-o aos porões da série..?! Se não fosse o tricolor estaríamos na elite do futebol brasileiro. Inconteste.
O menino Jorge mudou-se nas “fraldas” para a cidade que viria a ser a Terra da Gabriela. Se mãe é a que cria, e não somente a que pare, vamos reconhecer a maternidade definitiva de Ilhéus. Itabuna é no máximo a ama de leite.
Embriagados desse sentimento de justiçamento contra o ingrato escritor, vamos dar “Três Vivas” ao Capitão Azevedo. A estátua é feíssima e de extremo mal gosto. Estamos pois vingados de tamanha injustiça.
Outro filho ilustre de Ferradas/Itabuna, que foi amamentado, criado, educado e bem encaminhado por essa terra e se diz muito orgulhoso da sua origem grapiúna, é na prática um péssimo filho.
Vende a mamãe mas não entrega, para poder vender para outro mais adiante.

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  1. Quando Jorge Amado saiu de Ferradas nas fraldas, Itabuna acabara de receber a emancipação política. Ele nem se dava conta desse fato. A questão é que muita gente em Itabuna quer pongar no sucesso alheio. Talvez Jorge Amado seja mesmo o escritor brasileiro mais reconhecido no Brasil e no exterior. Muita gente não curte, nem é obrigado a curtir. Dizem que toda unanimidade é burra, portanto, ele estava nem aí para quem não curte. Essa birra é coisa de gente boba, coisa de atraso, ele não precisa dessa gente para ser o que é.
    Quanto ao ato de vandalismo, de que foi alvo a estátua, é coisa de ignorante treinando para acertar alguém, já que Itabuna é terra sem lei. Isso acontece com estátuas no Rio de Janeiro e aqui é filial de lá. No mínimo, pessoas dignas de pena, incultas, desprovidas de valores humanos.

  2. Por que esse desvirtuamento da história? O nosso ITABUNA EC. disputou uma final contra o Bahia que tinha no time, entre outros craques, o genial Sanfellipo…Para com isso..Viva a Charles Henri que montou aquele bom time, vice-campeão baiano.

  3. Gosto muito de futebol e conheço um pouco da história do Azulino. Tive o privilégio de ter uma relação de amizade com alguns dos seus grandes craques, o Santinho foi um deles. Prestigiei a exibição do curta metragem “De goleiro a Ponta Esquerda” do cineasta Leandro Guimarães e emocionei-me deveras. Mas temos que ser realistas: há anos o clube itabunense está afundado num mar de incompetência administrativa a serviço dos interesses políticos de uma família. Situação comum à maioria dos clubes brasileiros incluindo o Bahia, que pena sob controle da família Guimarães. Futebol não é negócio para os Inocentes do Leblon.Não tem mais santos, nem Santinhos. Atribuir o fracasso do clube grapiúna a fatos ocorridos no passado envolvendo suas relações com o Baêea(se houve extorsão aconteceu com a conivência da diretoria do clube azulino)é no mínimo ingênuo.
    Deixo claro que me refiro ao Itabuna Esporte Clube e não a histórica “Seleção de Itabuna”.
    Aliás por que a toca do dragão mais parece um chiqueiro, sem nenhum conforto ou segurança para os torcedores, se não pela INCOMPETÊNCIA dos seus ETERNOS GESTORES.

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